sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Já não me lembrava que...



...gosto de mel comó caraças! Hoje a chefe lembrou-se de arrumar os seus armários da cozinha da Farmácia. De lá retirou uma relíquia... um pote com mel. Como é uma ternura, toca de oferecer aos seus empregados. Quando me preparei para o lanche da manhã, não me esqueci do achado. Um copo de leite com mel, quentinho e uma colher de mel puro. Oh néctar dos deuses! Estou aqui capaz de encarar o fim do mês com o máximo de garra possível! Melhor que isto só mel directo dos favos... mas acho que já estou a exigir demais!*

E o meu primeiro caso de adopção vai para....




Ba, Ba, Ba, Bananaaaaaaaaaaaaaaaaaa!*

|Aguardo, impacientemente, o regresso do Gru! YEY!|

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Quando o Coelho estava a "botar faladura" eu preferi interiorizar os conselhos do Cobra!



O regresso do (meu!) rei!



Tu, querido Tiago, e as tuas belas músicas... desde segunda-feira, em acústico... para todos nós! Doce ternura agarrada a temas tão marcantes. Obrigado!*


Guilty Music Pleasure #4








Diogo Dias, dos Klepht!

Cravado, a ferros, no coração! #2


No jantar do último sábado:
Tio - Mas porque é que não vão ao "Perdoa-me" e resolvem esse assunto de uma vez por todas?
Eu - Mas porque é que tu não me deixas em paz com esse assunto?
Tio - Porque, pela primeira vez em tantos anos, gostei, gostei mesmo ao ponto de admirar, um namorado teu! 
Eu - Sempre tiveste o timing perfeito para me dizer as coisas!

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Before I die... DONE! #8













PROFILE #10


Não sou uma pessoa fácil de aturar. Sou como a lua, tenho fases. Na verdade, tenho muitas. Sou difícil de lidar, sou difícil de conviver, de fazer "ficar", de "fazer não ir" quem eu quero que fique. Sou fria quando quero e não consigo demonstrar o quanto me importo com as pessoas que me rodeiam. Não sou a amiga que sonham, nem a filha que minha mãe sempre quis e muito menos a rapariga que pensam que eu sou. Quando eu não quero, eu não quero e ponto final. Quando eu quero vou atrás até conseguir. E se eu não conseguir? Bem, anoto mentalmente: “Não era para ser, então que se lixe”. Não sou pessoa de correr atrás. Defendo a frase: “O que é verdadeiro permanece”. Se for embora então nunca foi verdadeiro, nunca me pertenceu e se não me pertence pode ir. Sou difícil, sou dura. Não quero que tenham pena de mim, mas quero que fiquem comigo quando verdadeiramente preciso, quando faz falta um abraço ou uma palavra reconfortante. Não sou de implorar atenção, mas amo quando me dão. Sou parva porque sorrio por nada. E parva por chorar por tudo. Muitas vezes sou frágil e não gosto de demonstrar isso. Choro sozinha e gosto de ficar sozinha, na minha, quietinha, quando tem que ser. Mas isso é diferente de me sentir sozinha... não gosto de me sentir sozinha! Sinto-me insuficiente muitas vezes e sou desconfiada de tudo. Eu sou assim e dificilmente mudarei. Sinto que sou incorrigível, cheia de erros e defeitos. E nada do que digas vai mudar isso. Queres entrar na minha vida? Então vais ter que aturar todas as minhas manias estranhas. Se não fores capaz, por favor, não entres. Não preciso de alguém que não aguenta os meus momentos de fase. Não preciso de alguém que não me deixe ser lua.


Cravado, a ferros, no coração! #1


Ela - Ela é uma personagem bastante confusa. Achas que o público vai gostar?
Ele - Considerando que ela sempre se levanta, não importa quantas vezes caia. É, sem qualquer sombra de dúvida, uma aposta segura!

I'M FEELING THIS #28



Seria tão bom sair por aquela porta e conhecer alguém sem precisar procurar no meio da multidão. Alguém que soubesse se aproximar sem ser invasivo ou que não se esforçasse tanto para parecer interessante. Alguém de quem eu não quisesse fugir quando a intimidade derrubasse as nossas máscaras. Que segurasse a minha mão e tocasse o meu coração. Que não me prendesse, não me limitasse, não me mudasse. Alguém que me roubasse um beijo no meio de uma briga e me tirasse a razão sem que isso me ameaçasse. Que me dissesse que eu canto mal, que eu falo demais e que se risse das vezes em que eu fosse desastrada. Alguém de quem eu não precisasse, mas com quem eu quisesse estar sem motivo certo. Alguém com qualidades e defeitos suportáveis, que não fosse tão sobrenatural e ainda assim eu não conseguisse olhar noutra direcção. Que me encontrasse até quando eu tento desesperadamente me esconder do mundo. Eu queria sair por aquela porta e conhecer alguém imperfeito, mas feito para mim.

|roubadérrimo à Cláudia Neves|

Serviço Público! (que ninguém me pediu)


Eu, na farrmácia, para aconselhar e vender devidamente um produto, primeiro, tenho que acreditar nele. Tenho que acreditar no seu potencial, tenho que o conhecer e, se possível, ter um feedback pessoal ou de pessoas de confiança. Hoje, aquando da chegada de uma encomenda, dei por mim a deliciar-me com o design da nova colecção da Nuk. Se antes já era fácil sugerir a qualidade destes produtos ao pais, dadas as evidências, agora muito mais simples é! Recuei à minha infância e aos contos que ouvi e li vezes sem conta. Gosto dos contos em si, das personagens e, principalmente, da forma como interiorizávamos a moral que nos era oferecida. Estas personagens surgem tão mimosas, tão deliciosas que será para mim um prazer enorme aconselhar as chupetas, os biberões, as correntes da chupeta, os copos de iniciação. Aconselho vivamente Nuk e a sua colecção Era uma vez... Que surjam inúmeros "finais felizes"!



O tico e o teco ao boxe!


Estou a ter ideias para lá de ambiciosas para a segunda fornada deste projecto. E esta ambição toda está a provocar-me insónias, levando-me a ter ideias suicidas... como ousar agendar postagens para as próximas horas, em modo "uma postagem por hora", das 9h às 21h! Eu não me admirava nada que tal acontecesse...

terça-feira, 27 de novembro de 2012

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Agora o vídeo. Agora uma nova forma de sentir a intensidade de tais palavras. Agora a garra. Agora SIM!



Em 2011, a banda de Diogo Dias viu pela primeira vez estas imagens e pensaram que daria um belo vídeo. Em 2012 ficaram a saber do projecto Narcose da realizadora Julie Gautier e da necessidade de investimento neste projecto. Contactaram a realizadora e aquilo que pagaram pelos direitos de imagem para o videoclip do 'SIM' ajudou o projecto Narcose a ser concluído!

'se não for, só nos resta
ter de errar para saber perder!'
|Sim!, Klepht|

FACTO #80


Dos melhores conselhos que já me deram: Devíamos registar, escrevendo, aquilo que nos fazem de menos bom... isto para não cairmos na tentação de, algum tempo passado e com a raiva amainada, fazermos olhos cegos ao que, de facto, aconteceu.



Pode ser assustador descobrir que estávamos errados sobre uma coisa. Mas não podemos ter medo de mudar o nosso pensamento. Aceitar que as coisas estão diferentes. Que nunca mais serão as mesmas. Para o bem... ou para o mal! Temos que estar prontos para abrir mão daquilo em que acreditávamos. Quanto mais estivermos prontos para aceitar os factos, e não o que pensávamos, mais depressa encontramos o lugar onde pertencemos.
in Grey's Anatomy
|Season 9, Episode 6|

domingo, 25 de novembro de 2012

I'M FEELING THIS #27



Não quero alguém que morra de amor por mim, só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto a mim, que me abrace.
Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo, quero apenas que me ame, sem me importar com que intensidade. Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim… Nem que eu faça a falta que elas me fazem. O importante para mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível e que esse momento será inesquecível.
Quero sempre poder ter um sorriso estampando no meu rosto, mesmo quando a situação não for muito feliz… E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiveram sempre ao meu lado.
Quero poder fechar os meus olhos e imaginar alguém… e poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto.
Queria ter a certeza de que apesar das minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho… Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é o meu sentimento…e que não brinque com ele.
E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo.
Quero poder acreditar que se eu hoje fracassar, amanhã será outro dia, e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos, talvez obterei êxito e serei plenamente feliz. Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas…
Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém o quanto ela é especial e importante para mim, sem ter de me preocupar com terceiros… Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento. Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão… Que o amor existe, que vale a pena nos doarmos às amizades e às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim…e que valeu a pena.

sábado, 24 de novembro de 2012


É preciso procurar o amor onde ele estiver, mesmo que isso signifique horas, dias, semanas de decepção e tristeza. Porque no preciso momento em que partirmos em busca do amor, também ele parte ao nosso encontro.
E salva-nos.

A verdade vem-nos sempre cair aos pés!


Eu bem digo que para ficar a saber informações sobre o mundo não preciso de mexer uma palha. Não procuro saber o que quer que seja. Não tenho tempo sequer para dar conta de todos os pormenores da minha vida, quanto mais para vasculhar a vida dos outros. Mas há sempre alguém, em algum acontecimento particular, que faz questão de me fazer um "resumé". E, ontem, foi um desses dias! Depois de sair da clínica, "alta perseguição" por um carro. Eu, desligada como sou, só me apercebi passado mais de 1 km. Quando percebi que era para mim, encostei. Nada mais, nada menos que uma amiga que já não via há meses. Convite para café e lá fomos nós. Foi uma conversa que me agradou bastante, dado o facto de ter ouvido mais do que aquilo que falei. Falou-me da saturação a que está a chegar (dada a incompetência da sua colega de trabalho), dos conflitos profissionais que esta gera, falou-me da sobrinha de poucos dias, falou-me dele. E aquilo que ela contou sobre ele foi tão bom que a minha reacção passou por sorrir, bater palmas, olhar para o céu, piscar o olho e proferir: "finalmente!" Eu preciso que as pessoas de quem gosto sejam felizes e realizadas. Preciso que estejam bem para que, a parte de mim que se preocupa eternamente, fique, por uns tempos, descansada! Gosto mesmo de ver que a vida vai oferecendo as oportunidades que precisamos. Sejamos humildes, audazes e agradecidos para as aproveitar devidamente.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Uma pessoa precisa de desabafar!


Se alguém algum dia ousou olhar para mim como alguém desarrumado e desorientado, não sabe o caos em que, ultimamente, trabalho. Livrem-se de dizer que se sentem incomodados com a minha desarrumação porque, com toda a certeza do mundo, não sabem o que isso, verdadeiramente, é! Eu só me ausentei 3 dias, senhores... 3 dias... e isto parece o fim do mundo. Tenho a obrigação de, em meio dia, trazer à normalidade o caos que aqui se gerou. O problema é que a lista de afazeres é extensa, conturbada. Porque é que toda a gente acha que eu tenho o magnífico dom de resolver os seus problemas?! Os meus já me chegam... Jesus, Maria, José... acudam-me! (Era preciso este desabafo. Acho que, neste momento, já me encontro um pouco mais capacitada para fazer o impossível! Ou não!!)

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

| rosa sangue ao peito! ♥ |




Honra tanto esmero, cala o desespero.
É simples... tudo o que é da vida herdou sentido!

Acima das minhas possibilidades!


Eu podia viver de uma forma normal mas não! Depois da chegada tardia de ontem a terras portuguesas, num dia que teve 26h, o descanso foi nenhum e às 9h já estava a trabalhar. Escusado será dizer que aquilo que mais me apetecia era uma formação pós laboral que durou até à meia-noite. Mas eu vivo acima das minhas possibilidades e, por isso mesmo, cá estou eu acordada, a cometer a grandessíssima fraude de consumir oxigénio e expelir dióxido de carbono em abundância... como se amanhã não tivesse que "vergar a mola" a partir das 9h, sem acompanhante, e iniciando a nova modalidade do sistema informático, denominada "acompanhamento do utente"! Eu vivo mesmo acima das minhas possibilidades e ainda me dou ao luxo de regressar com uma série de problemas no telemóvel, que me impedem de contactar devidamente com o mundo e resolver uma série de ninharias que são da minha responsabilidade. Assim só mesmo para acabar em chiqueza, tenho o sistema imunitário em hibernação! Eu podia ser normal... mas prefiro viver acima das minhas possibilidades*

segunda-feira, 19 de novembro de 2012



Descansa coração!  
Um dia serás entendido.
|Próximo. Num dia próximo.|

domingo, 18 de novembro de 2012

Sófia...


...dizemos-te adeus por volta das 6h da manhã! Foi um prazer espalhar a alegria que nos caracteriza pelas tuas ruas. Foste uma excelente companhia durante estes dias. Obrigado querida. Havemos de nos voltar a ver*


|Estátua de Sofia, em pleno centro da cidade|

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Uma noite, para recordar!


De Bergamo, directamente para o mundo! Uma boa noite*

Tinkerbell conte-nos o seu segredo!*


Ora, portanto, a esta hora espera-se que a minha pessoa esteja pelos céus da Europa rumo a uma aventura grotesca com pessoas especiais. Querido seguidores, até ao meu regresso... seja ele daqui a umas horas ou daqui a uns dias! O corpo e a cabeça já anseiam por um pouco de descanso. Cya*



quarta-feira, 14 de novembro de 2012

O blogue dos segredos!


Amanhã, em plena hora Coca-Cola Light, a autora deste blogue irá revelar um segredo só seu. Fiquem atentos!*

Rescaldo do dia!*



terça-feira, 13 de novembro de 2012

O frio congelou-me o cérebro, só pode!


Tenho um colega de trabalho um pouco irritante, desorganizado, que me leva os nervos aos píncaros dada alguma incompetência a que me sujeita. Tem dias que me tira do sério mesmo. Hoje trocou de horário comigo porque tinha uma reunião numa clínica, logo a seguir ao trabalho. Isso implicou que trocasse de roupa na farmácia. Quando o vi sair de camisa, blazer e sapato preto a combinar fiquei "estarrecidinha da vida"! Sim senhor! O rapaz do cabelo "que parece não ver escova" e da "barba de 5 dias", que anda sempre de sapato de vela e é um "beto do pior", estava um must! E é exactamente por este motivo que acho que o frio me congelou o cérebro: a minha "implicância" está a perder terreno para a "tolerância". God, help!*

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Merkel e o seu almoço no S. Julião da Barra!



E não é que quis mesmo?! 
Consommé de Aves, que é como quem diz, um canja gourmet! 
Este R.A.P. é vidente, senhores!

simple... and possible!*



domingo, 11 de novembro de 2012

Ainda me perguntam o porquê de ser um dos melhores artistas de Portugal?!




Em directo, da cozinha da sua casa, para os seus fãs. 
Só porque lhe apeteceu!*



Eu sei que não fazem por mal mas gostaria de deixar de ouvir comentários do género: "Já na altura, mal vos vi juntos, soube que não daria em nada." Depois de tudo descambar é muito fácil "botar faladura", é muito fácil criticar e apontar defeitos. Sim, eu via o que queria ver, secalhar com olhos de quem ama e quer que a relação funcione, mas não andava a dormir. Tinha noção de um sem número de situações das quais não gostava e a primeira pessoa que sabia delas era a pessoa visada. Tentei ser o melhor que pude, dadas as circunstâncias em que vivia, dei tudo o que podia dar naquela altura e não me arrependo. Se não tivesse ignorado o que ignorei não tinha vivido momentos tão belos, extraordinários e únicos como vivi. Se não tivesse acreditado que podíamos ser mais e melhor juntos, tudo tinha terminado no primeiro mês. Dói-me imenso que, um ano e tal depois, me venham com discursos sombrios, quais videntes que, se o fossem realmente, teriam avisado na hora. Teriam-me "salvado", se a situação fosse tão caótica e problemática como a pintaram. Eu sei que tenho sempre a esperança que as pessoas mudem e se transformem naquilo que eu projecto delas. É verdade. Carrego esse defeito como o maior causador de todo o meu sofrimento mas, o que é certo é que, mais ano menos ano, essas pessoas acabam por se tornar naquilo que eu sempre vi no mais íntimo delas. E se, por um lado, fica a eterna nostalgia de não receber o que de melhor têm para dar, por outro fica a eterna gratidão por se terem encontrado e tornado no que de melhor podem ser. Sofro imenso mas, ao menos, dou-me ao trabalho de olhar o outro no seu íntimo, procuro por aquilo que de melhor possui, vejo para além do óbvio. Gosto desta minha luta, desta minha persistência que, tantas vezes, me traz dissabores. As pessoas escondem medos e traumas, têm muito mais a dizer, têm muita coisa guardada. Não basta ficar contentado com o pouco que conseguem transmitir. Isto exige tempo, dedicação, esforço e, muito importante, disponibilidade de ambas as partes. Não sei lidar com as pessoas de outra forma. Crucifiquem-me. Não me consigo ficar pelo superficial. Acabo tantas noites banhada em lágrimas, fruto da desilusão, mas o gosto que aqueles momentos de entrega absoluta, verdadeira e real têm, vale cada aperto no peito. Gostaria que não deturpassem ainda mais as situações. Gostaria que as deixassem jazer sem perturbações. Ao fazerem comentários pouco úteis deste género não acrescentam nada, não me aliviam a dor nem me fazem sentir melhor por dizerem que estou melhor agora, sem ele, porque ele é isto e aquilo. Tem as suas falhas como eu as tenho, precisa de crescer como eu preciso. Infelizmente não quis a vida que nos entendêssemos mas ninguém vai ouvir da minha boca um desdizer maldoso e malicioso acerca dele. Não entendo muita coisa, perturba-me a sua forma de viver mas já não somos mais "um só". As pessoas são livres para fazerem as suas próprias escolhas, boas ou más, devendo assumir as consequências de tal. Certos assuntos já deviam estar mais que arrumados mas ainda há quem goste de vir e revolucionar tudo. Perdoem-me se, da próxima vez, me levantar e sair com a mesma rapidez com que entrei. Não me levem a jogos que não quero jogar. Não queiram que odeie o que um dia amei. Porque é impossível. Porque não preciso. Porque, simplesmente, não conseguem. Eu penso pela minha cabeça, só e somente. Seja isso bom ou mau. E, certas "ajudas", só têm sentido na hora ou, como neste caso, não têm sentido algum. 

"Ai jeropiga, jeropiga!"


É a única coisa que consigo proferir neste momento!

sábado, 10 de novembro de 2012

FACTO #79




Qual é a melhor coisa para se fazer a um sábado?!


Regressar ao trabalho para um fim de semana de serviço e não sair do balcão desde das 9h da manhã! Haja alegria. Farmácia, já sentia a tua falta!*

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

E esta onda de indignação é porquê mesmo?!



Digam-me uma novidade proferida neste discurso. Apontem uma mentira. E, se conseguirem, depois discutimos pontos de vista. A verdade não devia doer tanto, fazer tanta mossa. É sinal que fazemos ouvidos moucos de propósito e preferimos viver de ilusões. É por estas e por outras que sempre agradeci a educação económica que me foi transmitida pelas gerações que me antecederam. Sou bem mais consumista que eles, um pouco mais desorganizada, é um facto. Mas sempre fui somente até onde as minhas possibilidades mo permitiram. As grandes concretizações que foram ocorrendo na minha vida vieram de muita poupança, de muita ginástica mental, de muita criatividade e inteligência para optar pelas soluções mais benéficas. Sim, vivo com estas "preocupações" desde dos 12 anos, altura em que me começaram a atribuir mesadas que tinha de gerir o mais sabiamente possível, sem qualquer hipótese de me darem mais como cedência a caprichos. Hoje em dia, com um salário, mantenho a mesma postura. Ainda vivo em casa dos pais, que ajudam imenso em muitas despesas que acabo por não ter, é certo. Mas o meu ordenado não é gasto até ao último cêntimo. A cada dia que passa é-me transmitida uma consciencialização para os excessos cometidos, excessos estes que podem ser facilmente contornados se nos esforçarmos um pouco para tal. Além de vivermos acima das nossas possibilidades, cultivamos o facilitismo e a cultura do novo, que é como quem diz, já ninguém se preocupa em tirar o máximo partido do que tem. E isto aplica-se não só a todo um materialismo mas também às relações humanas. Não é por acaso que há tamanha falta de entrega entre as pessoas, falta de valores, falta de respeito. "O novo ajuda a resolver, sempre o novo!" Pode ser que esta crise até seja benéfica para ver se a humildade começa a habitar a humanidade... Estou optimista!

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Um evento que é a minha cara!



















Pelas ruas das cidades do nosso Portugal... em breve!
Mais informações, aqui!
I'm in... and you?!*