quinta-feira, 31 de março de 2011

Um novo vício...



Se tiveres que dizer "Amo-te!", tenta não o fazer quando estiveres a conduzir máquinas pesadas ou algo do género!*


Nos detalhes é que se encontra a verdadeira ciência da vida. Quando não queremos cortar com algo, de uma forma definitiva, tudo e mais alguma coisa é motivo para nos aproximarmos, mesmo que de uma forma inconsciente. E depois existem aquelas pessoas que lêem esses factos, que juntam as pontos e chegam a uma conclusão. É apelidada de incoerente, de fixação, de cisma. Só que, infelizmente, mais dia menos dia, mais facto menos facto, essas pessoas vão estar correctas... e vão sofrer... e não merecem!

quarta-feira, 30 de março de 2011

Eu tenho um problema (GRAVE!) com estes...



... e já tenho umas quantas "mãos cheias" deles desfeitas no bandulho!

terça-feira, 29 de março de 2011

Se isto não é amor, é o quê? #7


ELE - És uma corrupta!

ELA – Tu também te vendes, 'tá?!

ELE – Oh amor, mas tu és um suborno que eu não posso recusar!




segunda-feira, 28 de março de 2011

I need all...




Posology:

Love - forever
(especially from family and friends)

Peace - everyday

Truth - vital

Dreams - qb

Hope - once a day

Sanity - continuous infusion

Joy - very important

Perfection - in everything we do

Beauty - qb

Control - only when necessary


domingo, 27 de março de 2011

Profile #2



Conhecendo-me como conheço, dificilmente mudarei esta ideia!

Adaptações...


Uma relação cresce na troca de ideias, nos desabafos nocturnos, na compreensão, na ajuda, nas discussões, no bater de portas e no fazer as pazes. Uma relação cresce quando se tem medo de perder a outra parte, quando se percebe que estas não podem viver só de emoção ou só de razão. É bom existirmos como duas partes distintas que se complementam porque assim podemos dar à relação o que de melhor ambas as partes têm. Surgirão frustrações, surgirão lágrimas, surgirá o desespero e a incapacidade momentânea de traçar um futuro. Nos entretantos, a chuva baterá no vidro, a calmaria instalar-se-á e ficará aquela nova esperança, aquele novo acreditar, aquela nova vontade de vencer. Independentemente do que o futuro tiver reservado para nós, hoje sei que fazes parte de mim, que me alegras os dias, que me trazes paz e que me fazes feliz. E, sinceramente, só me interessa o hoje... porque como a minha vida mudou de um minuto para o outro, quando te pus a vista em cima, poderá mudar no minuto seguinte sem sequer darmos conta! Ficarei pelas aprendizagens que vão surgindo, pela cumplicidade que se vai criando e pela confiança que se vai instalando. "Não basta", como dizes, mas chega para impulsionar algo maior, chega para não cair no desespero abismal, chega para continuar a acreditar que as coisas, mais dia menos dia, acabarão por se compor. Pelo menos é isto que sinto, é nisto que acredito.

sábado, 26 de março de 2011

Isto hoje é caso para dizer...



(Campanha SAGRES ' 11)


... nós somos a cerveja, nós somos bem viver!!
(que é como quem diz: há jantares que, só pelo simples facto de acontecerem, já se adivinham PESADOS!)

Profile #1



quinta-feira, 24 de março de 2011

Este homem é GRANDE!



Estou rendida!



E irem chatear o Sócrates?!


Carro estacionado em frente a uma casa, na rua (que até ver é pública!), sem obstruir nenhuma saída.
2 adultos e 1 criança.
Eu a falar ao telemóvel dentro do carro.
Os 2 adultos a virem ver, à vez, quem é que eu era.
Cochichos, olhares de desdém, necessidade de me dizerem alguma coisa.
Eu continuo concentrada na conversa.
Eu a deslocar-me para a vizinha para efectuar o preenchimento dos questionários dos Censos 2011.
Na volta, vira-se o puto: Olhe que este estacionamento é privado, sim?! (Enquanto os adultos se desfaziam em desculpas, a dizer que não lhe tinham dito nada!)
Viro-me eu: Ai sim?! Agora já está! Temos pena pá!...
Coloquei-me dentro do carro e arranquei!

Nota: Sujeito-me a ser trocidada nos próximos dias... mas a minha paciência para aturar gente que se acha dona deste mundo e do outro, ainda por cima ao fim da tarde, é basicamente nenhuma!

quarta-feira, 23 de março de 2011

Uma questão de escolha...


Às vezes as segundas escolhas são as mais acertadas... às vezes as últimas também. Às vezes o último a ser escolhido por uma equipa, para um jogo de futebol é aquele que acaba por marcar dois golos. Não se livra da vergonha de ter visto os outros chamados um a um enquanto ele ficava para o fim, mas porra, marcou dois golos.
Às vezes as imitações ou as novas versões são melhores que o original. Superam-no. Têm mais qualidade, ou mais piada, ou tocam-nos mais ou são mais saborosos.
E é por isso que quem fica com o que quer logo à primeira, que só consome originais ou que olha cegamente para uma etiqueta perde tanto, mas tanto desta vida.


Sou apologista do (re) conhecimento das diversas propostas de vida, existentes neste mundo, para o ser humano. É certo que crescemos no seio de uma família e de uma educação que nos caracteriza... mas que não nos pode determinar. Somos produto de um sem número de situações e escolhas no caminho que nos foi proposto trilhar. Por vezes acertamos à primeira, percebendo mais tarde que só fazia sentido no espaço temporal em que aconteceu. Por vezes desesperamos porque não acertamos de maneira nenhuma e, no meio do devaneio insano da luta, chega-nos o prémio do encontro connosco e/ou com os outros! Sinto que com o passar dos anos as feridas são mais profundas e mais difíceis de suturar. Exige um esforço maior para confiar em quem cuida e para desculpar a quem a criou... mesmo que tenhamos sido nós mesmos! Faz bem parar e, aproveitando um espaço de silêncio, fazer uma viagem a tudo e a todos quantos antecederam o estado de graça (ou não!) que vivemos! No meio da "dor" da recordação irá concerteza existir um momento ou um alguém que nos fará sorrir e perceber que os tais contos de fadas, ou romances, ou o cenário perfeito com que somos bombardeados pelo facilitismo da TV, existe... O problema só reside no facto de que esse cenário não se resume a uma criação e resolução de duas horas... e nós, meros mortais impacientes, não sabemos esperar! As gerações que nos antecederam viviam, e ainda acredito que vivam, na esperança do melhoramento relacional que lhes foi imposto. Nós, com hipótese de escolha sobre hipótese de escolha, já não temos desculpa para nos contentarmos com o original, o primário ou de etiqueta, quando tudo isso acaba por nos anular mais do que nos constrói.

terça-feira, 22 de março de 2011

Ainda ontem me passou pelo pensamento o seguinte...


"Adorava (de coração!) ouvir ou ler a visão de um homem acerca "daquele" encontro! Repararão nos pormenores? Conseguirão descrevê-lo em câmara lenta? Ficarão enfeitiçados com a beleza da entrega?!"


Pois bem... O Ego "decidiu" satisfazer a minha curiosidade!

Lindo*

Ai por favor...


... cortem-me os pulsos e liguem-me às máquinas!

Esta juventude está perdida!

Cruzes credo!*

PS: Recomendo tampões para os ouvidos e Xanax XR 3 mg, em doses de 4, de 8h em 8h!

Isto é o que eu digo de cada vez que saio de casa para a rua!



 



Quando nasci, o senhor Artur tinha 67 anos. Uma vida, portanto. Quando comecei a "usar o cérebro" para coisas como a cultura, mais ou menos por volta dos 16 anos, lembro-me de associar o senhor Artur ao teatro e à televisão. Hoje, com 24 anos, associo-o também a relatos de futebol que ouvia no banco traseiro do primeiro carro do meu pai, aos domingos à tarde. Mas, mais importante do que estas associações todas, é aquela que me trouxe o auge da felicidade infantil... Lembro-me de argumentar com uma idosa, amiga da minha avó, o facto do pai natal existir. Ela quebrou o meu feitiço de criança aos 7 anos e eu, não me fazendo rogada, respondi-lhe com toda a arrogância que me era permitida, com uma revista cor-de-rosa na mão e a apontar para a foto do senhor Artur: "Então quem é este senhor?! Tem barbas brancas, tem uma barriga grande e sempre que está com meninos e meninas eles sorriem muito. Só falta o fato, vê?! O pai natal existe!"

E é por causa de todas estas recordações que hoje, 22 de Março de 2011, sinto um certo vazio com a perda do senhor Artur. Nunca o conheci pessoalmente, é um facto, mas o ar de avô com que sempre me presenteou faz-me pensar nele com a ternura de uma neta!


Até sempre senhor Artur!*

segunda-feira, 21 de março de 2011

Oh senhores dos Censos 2011...


... e colocarem a plataforma a funcionar?! Dava-me um jeitaço que nem vos conto!

Não é perfeito... mas é real!*



sábado, 19 de março de 2011

Se isto não é amor, é o quê? #6


2 pratos de sobremesa. Um com 3 profiteroles cobertos de chocolate (o dela) e o outro só com 2 (o dele).

Ela - Pára tudo! Então mas podes explicar-me a razão pela qual eu tenho 3 profiteroles e tu só 2?! Hum?!
Ele - Sou diabético... lembras-te?
Ela - Ah.... Pois!


PS: Há namoradas que são uma categoria! LOL

sexta-feira, 18 de março de 2011

Para os meus amigos interessados nas áreas farmacêuticas...



23 Março – Seminário Klorane

Puericultura

Dra. Leonor Picão Fernandes


27 Abril – Seminário Elgydium

Higiene Oral

Dra. Ana Sousa


25 Maio – Seminário Allergan-Abbott

Produtos Oftalmológicos

Dr. Pedro Portugal
Dr. Carlos Ribeiro


29 Junho – Seminário Coloplast

Incontinência e Ostomias
 
Dr. Carlos Fonseca

Quem quiser mais informações é só contactar!*

Com o poder de persuasão que me tem caracterizado nos Censos 2011...


... gostava de ouvir da boca da minha ex-chefe, neste preciso momento, a magnífica barbaridade de que eu, Hysteria Maria, tenho problemas de comunicação! Sempre fui uma pessoa que atrai os malucos todos... e comecei logo a destrunfar no primeiro emprego! Eu sou de raça!!!!!!

Das viagens de carro...



Todas as quintas tenho o privilégio (ou não!) de vir a conduzir pela madrugada dentro. Nunca tenho hora certa para sair da reunião e, o que é certo, é que faço uso desses momentos para pensar... mais do que penso normalmente! A diferença, destas vezes para as outras, reside no simples facto de que meto a rodar o CD com as músicas preferidas, coloco o som num estado elevado de decibéis e, por momentos bastante escassos, pestanejo um pouco mais lento que o habitual... Sinto a música e vou-me sujeitando a uma avaliação aos mais diversos níveis!

Hoje questionei a minha exigência!

Sim, sou uma pessoa exigente, dura e com a ambição do perfeccionismo cravada nos genes! Consigo ser flexível, compreensiva e condescendente quando é necessário, mas sou uma pessoa de pormenores! Não me cativam com grandes feitos mas antes com pequenas repetições e coerência de gestos. Prefiro a simplicidade e a eternidade de acções ditas normais, que demonstrem a soberba capacidade de não banalizar o que é dotado, por si só, de sistematização. Prefiro que sejam fiéis a actos. Prefiro que não inventem esforços para abalar o coração de uma só vez, quando o que ele precisa é de pequenos choques diários. Quero repetição de momentos, quero optimização dos mesmos, quero superação das capacidades de criar. Nem sempre a novidade arrebata.... mas tantas vezes o recriar salva tudo!

Não irei nunca mais abdicar do que acho importante e essencial a uma ligação que clama "futuro". Não me sujeito a baixar o nível de exigência do que já foi vivido. Não conseguirei ser condescendente perante o cansaço que nos irá, concerteza, abalar.

Quando surgiu esta música e me voltaram ao pensamento as lembranças de perdas eternas e irremediáveis, tomei a consciência de que não sou capaz de compactuar com inércias de quem julga que o amanhã é garantido... porque um dia acordei e esse amanhã tinha deixado de o ser! Esfumaram-se corpos, permaneceram momentos e recordações que, com os anos, acabarão por perder clareza e definição! Estou ciente deste facto e, por isso mesmo, enquanto vislumbrar as cicatrizes de um passado que tem tanto de mágoa como de ensinamento, não me darei ao luxo de continuar a cometer os mesmos erros sistemáticos.

Não irei viver com medo que o amanhã não exista, não me viciarei na incerteza do futuro. Tomarei os devidos ensinamentos como pistas inteligentes para ambicionar o traçar de um futuro um pouco menos dotado de enganos!

Se é falível toda esta ambição utópica? Completamente... Mas para pensamentos medianos, do tipo que "melhor é impossível" e "bonzinho é melhor que nada", não preciso de me esforçar muito; eles surgem por natureza!

Se não vivo para me superar, então não vale a pena afirmar que vivo!

... E, se eu me esgoto a mim mesma, o que dirão os que me aturam diariamente!
Nada fácil!*

quinta-feira, 17 de março de 2011

I'M FEELING THIS! #5



"Os desentendimentos fazem parte da vida e das relações. Em casal, em família, no trabalho ou no grupo de amigos há sempre desencontros, desentendimentos. Se as pessoas se desentendem, mas depois conseguem reencontrar-se, ficam mais perto umas das outras do que antes de se terem desentendido. E quem havia de dizer que o amor cresce assim? E que o entendimento se reforça desta maneira? E que a qualidade do relacionamento aumenta assim, também? Digo e repito: ninguém evolui em linha recta, seja no percurso pessoal ou nas suas relações.

[...]

Se aprendem a superar os desentendimentos, sobem uns degraus e ganham em qualidade, não tenham dúvidas. A qualidade de uma relação mede-se pela capacidade de superação dos conflitos. Esse é o maior e o melhor critério".

Alberto de Brito in Ouvir, Falar, Amar

|roubado à descarada do blogue da Miss Glitering|

Vou tornar-me numa multi-funções!


Ora...
  • Ver o Benfica;
  • Preencher questionários dos Censos;
  • Gravar cd's;
  • Manter uma conversa com uma amiga via SMS;
  • Descansar as pernas;
  • Comer torradas com doce;
  • Actualizar o Facebook.
E para já é só! Vou tentar não me confundir...

Neste dia Verde, eu mostro o meu Fairplay...



Porque o Vasco é aquele ídolo...

Eu hoje não me importava nada de ser Irlandesa...



 Há festas e feriados que me fascinam desde criança e esta é uma delas! Acho que depois de vir da Junta de Freguesia me vou "enverdar" e vou beliscar todos aqueles que não estiverem "enverdados" como eu...

Mal não faz e até dizem que dá sorte! Ora... a ver vamos!*

quarta-feira, 16 de março de 2011

terça-feira, 15 de março de 2011



A modos que hoje é noite de sair com uma amiga e mandar três berros para aliviar o stresse acumulado nas omoplatas, no esterno e nos discos L5 e L3.

Afinal o Correio da Manhã serve para alguma coisa...


Pois é! Parece inacreditável mas é verdade... O Correio da Manhã fez o obséquio de me esclarecer quanto às causas de internamento de um doente do Centro Hospitalar onde trabalhei em Dezembro! Do pobre malogrado só sabia que estava paraplégico, que era alimentado por via parentérica e pouco mais. Hoje descobri o que o levou a tal situação. E é triste Giuseppe... muito triste!

segunda-feira, 14 de março de 2011

What's happen with the world?!



Enquanto via este vídeo só me vinha à memória o filme 2012 e a forma como o achei, deveras, exagerado... Pelos vistos estava enganada! Isto não é ficção... e eu sinto-me um pouco atordoada ainda!


Eu já não andava muito bem do meu ritmo cardíaco mas com uma delegada como esta, sujeito-me a desenvolver uma arritmia nervosa crónica! PS: Sendo provável que esta doença não exista, realço que foi criada neste exacto momento só para satisfazer a minha crise! Tenho dito!*


domingo, 13 de março de 2011

Se isto não é amor, é o quê? #5


Eu - Pode não ser hoje, mas te garanto que me vais fazer panquecas!
Ele - Olha para mim... precisamos de conversar!
Eu - Ai agora queres conversar? 'Tá bem 'tá!
Ele - A sério... Quando o despertador tocou e tu te viraste para o outro lado, eu levantei-me e fui para a frente do fogão. Só que olhei fixamente para ele e disse: eu hoje não consigo! E pronto... Vim restabelecer energias mais uma hora... Tens que entender!
Eu (pensando...) - Aquilo que eu entendo é que se fosse desejos de uma grávida, a criança nascia com cara de panqueca...
Eu (dizendo!) - Estás a ficar velho, é o que é!


Always...



sábado, 12 de março de 2011

E tu?! Já recebeste o pessoal dos Censos hoje?!!?


Só tenho uma coisa a dizer.................... 

AIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII, dói-me tudo!


sexta-feira, 11 de março de 2011

quinta-feira, 10 de março de 2011

E o que vinha mesmo a calhar para estas dores de pés, de mãos, de costas e de cérebro era...



+


+


+


E chegava perfeitamente... Não precisava de mais nada!

A capacidade de ver por detrás do óbvio...



A Quaresma é o contrário daquilo que, às vezes, se faz passar. Uma estação tristonha e austera, onde predominam as privações e os jejuns soturnos, que ninguém nos explica de modo satisfatório. Uma quadra lilás, cheia de imperativos que nos roem por dentro, mais como um remorso do que uma sementeira de alegria.

A Quaresma é o contrário disso. Quaresma sugere palavras vivas: conversão, reconciliação, renascimento…Quaresma é a primavera que Deus oferece à Igreja, para que todos acordemos da paralisia dos nossos invernos interiores e desatemos a florir.

Quaresma é redescobrir a juventude com uma energia que trazemos na alma, a possibilidade real de recomeçar, de ser melhor outra vez e ainda outra vez. Não é um ritual de ano a ano, é um abanão ao nosso modo de viver, para que nos desinstalemos e compreendamos que Deus não nos quer amarrados a uma ‘vidinha’ que não reflecte nada de grande ou apreciável: nem Amor, nem, justiça, nem esperança.

A Quaresma é, assim, uma aposta divina nas nossas histórias humanas, ás vezes demasiado humanas. E por ser tão importante não é uma receita, é uma proposta de caminho(…). Estamos em construção!

Às vezes enchemo-nos de coisas supérfluas que só atravancam. Falsos projectos, muitos preconceitos, críticas fáceis, invejas, orgulho, egoísmo qb. E terminamos como um joguete nas mãos das nossas emoções mais superficiais. (…).

Tudo isto seria um caminho terrivelmente intimista se não nos mandasse ao encontro dos outros. A esmola (uma partilha material e espiritual) tem de ser uma aliança e um compromisso, mais do que um acto pontual. Passa a ser a nossa atitude, seguindo o estilo do nosso Mestre que ‘não veio para ser servido, mas para servir e dar a vida.

José Tolentino Mendonça

Se eu pudesse decorar o teu ar...



... contaminava-o com lamechices destas!

quarta-feira, 9 de março de 2011

É uma receita e tanto...



Porque quando ouso obedecer-lhes, tudo o que é célula neste corpo resplandece!

It's easy to be happy? Most of the times...

É oficial...


Ando a sentir-me muito sensível e vulnerável!

TPM in tha house aka Depressão Pós-Carnaval!

SWEEEEEEET (not) !*


E depois existem aquelas músicas que nos surgem no meio de um episódio de One Tree Hill e nos fazem verter uma ou outra lágrima... e nos deixam o coração calmo, tão calmo!



terça-feira, 8 de março de 2011

Declaro que todas as tuas condenações de indisponibilidade à minha pessoa te foram retiradas...


... porque o teu Grupo de Carnaval, aquele para o qual ias inúmeras tardes trabalhar e me deixavas só e desamparada (drama, muito drama!), venceu o Carnaval de Estarreja! Bota química darling...

GREDA, SEMEIA E BOTA QUÍMICA!





Fiquei encharcada, sujeito-me a constipações terríveis mas não o faria de outra maneira... tinha que lá estar!

Happy 4 u!*


Seguíamos de carro aquela rua imensa, com os primeiros raios de sol a baterem no vidro, como que a iluminar as nossas mentes e os nossos corpos pouco acordados. Começaste a enumerar o sem número de datas que é suposto darmos valor e referiste o de hoje. Criticaste, com toda a lógica e complacência que te caracterizam, o seu valor material e comercial... Tive que te dar razão, sem descrer na crença que deposito na veracidade dos mesmos. Não sei como nem porquê, o que seria para ser um descanso "a correr" tornou-se na maior prenda que me podias dar. Se estou feliz? Deveras... Com momentos inesperados como estes, por pouco especiais e planeados que tenham sido (como constatamos!), a vida volta a ser doce... volta a desafiar a minha confiança e a minha crença nela! Não ser expectante... ser antes agradecido, deslumbrado, iluminado!*


segunda-feira, 7 de março de 2011



"Acabei por me esquecer do que se sente quando se persegue algo verdadeiro... mas acho que estou novamente pronto!"

sexta-feira, 4 de março de 2011

Planos para o dia...


Ingredientes:
1 bicicleta
1 mapa
1 prancheta
Folhas e canetas

Como fazer?
Coloco-me em cima da bicicleta (acho que ainda sei andar!), mapa debaixo do braço, prancheta e folhas presas no assento de trás e canetas no bolso. De subsecção em subsecção, lá vou eu numerar os edifícios existentes na minha freguesia.

Notas:
Convém que não chova.
Vou passar, concerteza, por "contadora de luz" (tipo ontem!)
O meu corpo vai de tal forma agradecer este esforço que amanhã toda eu serei um poço de dores musculares!

Tempo de cozedura:
Dead Line: 18h.

É uma actividade fácil e económico mas tenho que averiguar onde anda o mp3 que, assim, acabo por não me sentir tão só!
 
A ISTO SE CHAMA GEORREFERENCIAR!

O que Sempre Soube das Mulheres - Rui Zink in Metro*



Tratam-nos mal, mas querem que as tratemos bem. Apaixonam-se por serial-killers e depois queixam-se de que nem um postalinho. Escrevem que se desunham. Fingem acreditar nas nossas mentiras desde que tenhamos graça a pregá-las. Aceitam-nos e toleram-nos porque se acham superiores. São superiores. Não têm o gene da violência, embora seja melhor não as provocarmos. Perdoam facilmente, mas nunca esquecem. Bebem cicuta ao pequeno-almoço e destilam mel ao jantar. Têm uma capacidade de entrega que até dói. São óptimas mães até que os filhos fazem 10 anos, depois perdem o norte. Pelam-se por jogos eróticos, mas com o sexo já depende. Têm dias. Têm noites. Conseguem ser tão calculistas e maldosas como qualquer homem, só que com muito mais nível. Inventaram o telemóvel ao volante. São corajosas e quando se lhes mete uma coisa na cabeça levam tudo à frente. Fazem-se de parvas porque o seguro morreu de velho e estão muito escaldadas. Fazem-se de inocentes e (milagre!) por esse acto de vontade tornam-se mesmo inocentes. Nunca perdem a capacidade de se deslumbrarem. Riem quando estão tristes, choram quando estão felizes. Não compreendem nada. Compreendem tudo. Sabem que o corpo é passageiro. Sabem que na viagem há que tratar bem o passageiro e que o amor é um bom fio condutor. Não são de confiança, mas até a mais infiel das mulheres é mais leal que o mais fiel dos homens. São tramadas. Comem-nos as papas na cabeça, mas depois levam-nos a colher à boca. A única coisa em nós que é para elas um mistério é a jantarada de amigos – elas quando jogam é para ganhar. E é tudo. Ah, não, há ainda mais uma coisa. Acreditam no Amor com A grande mas, para nossa sorte, contentam-se com pouco.

Roubado, sem dó nem piedade, à Inês

quinta-feira, 3 de março de 2011



Apesar de tudo eu tenho-te na minha vida... Encontrei-te e estou a aprender a não desistir tão facilmente... Por muita tempestade que haja, associada a dores e a imbróglios, sorrio porque sinto que a teu lado posso tudo. Obrigado por me relembrares disso vezes sem conta! Um dia, não muito distante destes que vivemos, vais vencer-me... e eu vou adorar! Mesmo com nuvens a ameaçar o tempo solarengo que queremos viver eternamente, há mais persistência e sensatez nas nossas veias do que aquilo que imaginamos. Não somos erros de casting... somos adaptações teimosas e choques rentáveis de personalidades. ♥

Estes putos de hoje em dia...


... só estão bem a resolver todos os seus problemas à chapada! A minha irmã tem 18 anos e não há semana que não haja peripécias naquela turma. Ainda agora chegou a casa e contou que duas da turma dela, em plenas marchas luminosas, se pegaram ao pau, colocando meia escola ao barulho, reinvindicando bulling, ansiando problemas disciplinares e castigos que acabam por não serem devidamente executados... Na minha altura chamavam-se acertos de contas e aconteciam, maioritariamente, quando o pessoal estava com os copos. É que, parecendo que não, tinhamos mais com que ocupar o tempo!

Mergulho na própria escuridão...


Quando um dia disse que, se não estava enfiada numa depressão pouco faltava, não estava de todo enganada! Com o amainar da poeira, com as coisas a começarem a ganhar o seu tempo e o seu espaço novamente, com a visão de que tudo começa a fazer sentido e a ser digno de luta, vem também os restos do cansaço extremo com que me deparei em 2010! Não faço questão de ficar presa nesta escuridão como não consigo simplesmente ignorá-la! Existe na minha alma e na minha vida e não é fácil de lidar, assumo. Consegue fazer de mim o que bem entende quando estou desprotegida e desatenta. É a minha maior pedra no sapato, aquela que me magoa a mim e que me faz magoar quem me rodeia. Berro e esperneio e desoriento e quero o meu silêncio e o meu espaço e as minhas lágrimas quando ela me desafia. Ainda me faz recordar todas as dores que engoli, todas as vezes que tive de me manter forte por causa de outros, toda a necessidade de positivismo à medida que as coisas afundavam... Isto tudo, durante 3 anos, levou a uma extinção de forças e a um massacre das reservas que todos temos para superar os obstáculos! Hoje custa-me muito mais ser forte, lutar, criar, estimar. Hoje sou alguém que ainda não se impôs às cicatrizes da vida. Hoje sou alguém que sabe que vai derrotar toda esta imensidão de irresponsabilidades, preguiça física e mental, erros sistemáticos. Mas primeiro preciso de extravazar todos os medos, todos os receios, todas as dúvidas, todas as lágrimas e palavras que ficaram guardadas porque não podiam ser ditas, todo o esforço abismal a que sujeitei o meu pequeno ser! Não quis pensar nas consequências de tamanha batalha, como nunca o faço, mas sabia que elas existiam... Cá estão elas a serem implacáveis, a pedirem que eu aja. Pois bem... Se eu posso ser muito mais do que sou, se posso ser muito melhor porque um dia já tive o privilégio disso mesmo, quer sejam precisos dias, meses ou anos, lágrimas ou sorrisos, lutas ou quedas, eu vou ao sítio!... Porque acordar com tamanho peso no coração pode ser vida para muita gente... Para mim já chega! Prefiro a paz que deixas quando a tua pele toca a minha... Prefiro a tranquilidade que o sol deixa quando me queima a pele... Prefiro a suavidade de momentos passados entre risos, abraços, projecção de sonhos... Prefiro tudo o que me leva à felicidade e não o que me faz ter dores de cabeça e anseios desmedidos!

É possível eu criar algo belo de que me orgulhe, algo que me faça chegar ao fim do dia e adormecer com o sorriso do dever cumprido, com a calmaria que está inerente a grandes feitos... todos os dias da minha vida!

Se a única resolução de 2011 for esta já me dou por muito feliz... Ainda há esperança para mim... fora do sofá, entenda-se!



E eu hoje preciso tanto!

quarta-feira, 2 de março de 2011

terça-feira, 1 de março de 2011

I'M FEELING THIS! #3



by Joana in "Fim do dia"



Então mas há por aí alguma fiscalização do Facebook nos blogues para me eliminarem o perfil?! Que mal é que aqui a Pobre e Lovely Hysteria fez para tal acto macabro da vossa parte?! Hum?!

Do alto da minha sonolência nocturna...


É só para deixar registado que, se há pessoa à qual a felicidade dos outros não faz espécie, essa pessoa sou eu! Há espaço e tempo para tudo e para todos neste mundo e, aquilo que para uns é sinónimo de felicidade, para outros pode não ser. Não entendo para que é que perdem tempo preocupados com a vida dos outros. Não entendo o porquê de se alegrarem com tristezas alheias e/ou rejubilarem-se com metas não alcançadas. Não sou melhor que ninguém mas, felizmente, não preciso disto para viver!
Dado o sem número de actividades que me ocupam um sem número de tempo, tempo esse que muitas vezes me dava jeito para pôr o sono de beleza em dia, aquele tempinho (inho!) que me resta não é, com toda a certeza, gasto a pensar na maneira como os outros que me rodeiam estão ou não a viver! É certo que não gosto de todas as pessoas que conheço e sei que há muitos que também não podem comigo! Agora daí a preocupar-me com o facto de serem ou não felizes, do que andam ou não a fazer, se são sucedidos ou estão alapados no sofá à conta dos pais, vai uma grande distância!
Sem sombra de dúvida que sou uma mulher de pormenores! Fixo aquilo que muitos não acham importante, armazeno aqueles dados que me põem a questionar o porquê de algo ser assim e não assado (assinalando-os a vermelho para quando encontrar a peça que falta!) e o facto de ter sempre mais amigos homens e mais velhos que eu, deu-me outro traquejo na vida! Este facto não me impede de cair e muito menos me faz achar que sou superior... simplesmente tem-me dado visões diferentes das multi-personagens que habitam a nossa vida!
Já fui a outra, já fui a namorada, já fui a amiga. Já fui o interesse de uma amiga, já fui o bode expiatório, já fui o alvo a abater. Já fui falada, já falei e acabei por ter o karma a ajustar contas. Já venci, já fui vencida, já lutei e já fiz com que lutassem. Já sofri trocas, já cheguei e bastei, já bastei mas não cheguei. Já quis e não fui correspondida, já me quiseram e eu não quis, já quisemos os dois. Já... tanta coisa!
E quando me ponho a reflectir sobre estes "já's", todos os que são de carácter positivo envolvem homens; todos os que são de carácter negativo envolvem mulheres! Oh raça d'um caneco! Deixem-se lá de mariquices e de altruísmos e de vingançazinhas estúpidas! Matam, esfolam e esquartejam para no fim ninguém ganhar. Fazem mezinhas e floreados e macumbas e rogam pragas! É o diz que diz pegado e os filmes de Hollywood em acção!
Eu volta e meia ainda absorvo algum veneno... mas este é logo detectado pelo maravilhoso antídoto, ao qual chamo de racional, que acaba por o neutralizar!
E não, não é uma questão de superioridade... é uma questão de perfeccionismo selectivo que não me torna melhor nem mais sábia... mas antes diferente! Simples... DIFERENTE!

PS: Eu sou uma mau-feitio assumida!
PS1: A falta de seguimento lógico é fruto da incapacidade momentânea!
PS2: Com esta treta toda são 2 da manhã!
PS3: Às vezes dá-me para a revolta com inúmeros pontos que se emaranham entre si como se não houvesse amanhã!
PS4: 2h e 10 min! Xô!