sexta-feira, 31 de agosto de 2012

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Home Alone!*




Hoje não era, de todo, um bom dia para lidar com o silêncio de 4 paredes.
A ver vamos...

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Das conversas matinais...



11h15m:
EU - Bom dia!
ELE - Bom diaaaaa! (arrastadíssimo e embrulhado!)
EU - Oh. Desculpa. Estavas a dormir?
ELE - Dormir?! Não. Estava a treinar para morrer.
EU - Ai sim?! E então? Como está a correr?
ELE - Parece que estou a conseguir. Já estou há umas horas com os olhos fechados.
EU - Parabéns. Quando conseguires chegar à meta com distinção, avisa!

End of call.

Somos umas pessoas muito doces, cheias de amor para com o próximo.

Maior verdade não há!*




segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Tenho uma boa memória, não só fotográfica mas também musical. Não prima pela rapidez, antes pela qualidade de retenção. É o que se pode arranjar!*




Isto há coisas do caneco. Desde a primeira vez que ouvi esta música a passar no meu bar da praia favorito que me ando a questionar de onde a conheço. Não sei, tinha qualquer coisa de familiar que me deixava intrigada. Quando esta soava recordo que me chegava ao pensamento imensos flashes de luz, uma situação de calmaria e ternura vivida, um qualquer sentimento feliz de paz e realização. Mas não chegava a ser algo definido. Não sabia quando, não sabia onde, não sabia porquê. Até ao dia que descobri de quem era. Lykke Li. Ora pois claro. Super Bock Super Rock 2011. Um concerto visto "por engano", lá atrás, longe da confusão, a fazer tempo. Sentados. Pó nos pés. Copos refrescantes bem posicionados. Sorrisos. Beijos na testa. Pormenores musicais que, pelos vistos, ficaram bem marcados no subconsciente. Sei que gostei e sei que continuo a gostar. É este o poder das recordações. Ter a pontaria necessária para se revelar quando não é, de todo, necessário.
 

domingo, 26 de agosto de 2012

"Para Sempre" - Susanna Tamaro




Realmente é um facto a constatar: as pessoas têm na nossa vida o valor que lhes damos. E eu dou, quase sempre, um valor superior àquele que é, de facto, merecido. Penso sempre, com a minha inocência estúpida, que retribuem, de coração, o mesmo que recebem de mim. A mesma consideração, o mesmo respeito. Por vezes acerto e essas pessoas tornam-se as eternas especiais. Por vezes erro ferozmente e essas pessoas acabam por deixar de caminhar a meu lado. Por vezes, fica-se na dúvida. E estas vezes são as que mais doem, as que mais marcas deixam. Estamos a viver um tempo em que o que importa é, só e somente, satisfazer o nosso ego. Pouco ou nada interessa se o que vamos fazer afecta directamente um amigo. Não há limites. Não há a barreira do aceitável e do inaceitável. Vale tudo. E isto é triste. É tão triste. Mas que hei-de eu fazer? Não vou reagir, não vou interferir. Cada um vive mediante os princípios que adopta. Eu tenho os meus e tento optimizá-los de dia para dia. Não são verdades absolutas, nem tão pouco sei se é a melhor forma de viver mas quando a cabeça repousa na almofada, mesmo depois de muitas lágrimas de decepção, revolta e injustiça terem caído, a consciência não pesa, não atormenta. E para mim isso é o bastante. 

sábado, 25 de agosto de 2012

sexta-feira, 24 de agosto de 2012


"A melhor amiga da Barbie", digo-te: tem graça, eu também não!

Hoje pratica o...



quinta-feira, 23 de agosto de 2012

domingo, 19 de agosto de 2012

Diz que se escrevermos fica mais fácil: de perceber, de guardar, de relembrar!



Porque agora tudo é mais claro. Nada que já não se soubesse há um ano. Nada de novo se descobriu. Pecou por ser tardio. Evitava-se muito do sofrimento e das horas de sono perdidas se tudo ficasse assumido um pouco mais cedo. E, mais uma vez, não me enganei. Isto de começar a acertar sempre no desenrolar das histórias começa a cansar o coração. Continuo a afirmar que eu não merecia o triste desenrolar da situação. Continuo a achar que gostar demais, nos dias que correm, começa a ser um crime. Dá-me uma certa pena e tristeza constatar que há pessoas que têm poderes sobre outras, assim ao ponto de interferir nas suas decisões de vida. Mas também custa ver que não há forças para combater isso. Hoje de manhã, o tempo foi caprichoso e surpreendeu-nos bem. Foi só preciso perceber o sinal e refazer a marcha. Foi só preciso uma visão, mesmo que rápida, da tua pessoa para perceber que algo não estava bem. E não estava. Lágrimas que custaram a rever. A sério que custou. Posso ser muito revoltada quando estou magoada, procurando o afastamento para a zona de conforto mas, a preocupação demonstrada é sempre verdadeira. Pudesse eu salvar-te e faria-o. Mesmo depois de tudo o que passei. Mas não posso. Aliás, ninguém pode. E ficamos por aqui, com quase tudo entregue. Mais um passo rumo à ruptura. Espero, do fundo do meu coração, que vás à estrutura abalada e retires de lá forças para construir o marco histórico na vida não só do teu amigo mas de alguém mais especial. E espero ainda que, no dia que descobrires o verdadeiro valor que tens, o possas partilhar sem medos, sem jogos, sem angústias. Como ironicamente o tempo refez uma situação passada, mudando as personagens, se houver alguma altura que um de nós precise do outro, ele encarregar-se-á de nos colocar frente a frente, quiçá numa estrada, quiçá à beira-mar, quiçá no meio da multidão. Tenho a certeza. E sim, continuo magoada e triste mas tenho que aceitar que na luta que travamos juntos não fomos fortes o suficiente para vencer. Podíamos ter tentado mais e melhor, podíamos. Mas não o fizemos. Conheço-me perfeitamente para saber que serei sempre um ser preocupado com o teu ser. Mesmo longe, porque tenho esse terrível defeito de precisar garantir que continuas, quanto muito, a sobreviver. Afinal não estávamos preparados para mais sete meses, para mais sete anos. Quebrámos logo aos sete dias após a promessa. Mas é disto que nos esquecemos vezes sem conta: a vida é um eterno plano, feito dia após dia, com perdas e ganhos, que pode ser invertido as vezes que quisermos, rumo à meta que pretendemos alcançar. Lá está: caso queiramos! E assim, depois do dia de hoje, seguiremos novo caminho não é? Que encontres nele a felicidade que precisas. Guardarei o nosso sorriso. Ele era bonito junto. E lembra-te que dia é hoje: 19 de Agosto de 2012, o dia em que, através de uma carta, deixei voar um amor aprisionado.

|Agora sim, o triste adeus que tanto teimaste em proclamar... infelizmente!*|

sábado, 18 de agosto de 2012


(...) e era a parte melhor. A parte em que a certeza persistia. A parte em que nada existia de mais forte que abalasse a vontade, nua e crua, de ser um nós. A parte mais desafiante. Quando se tem medo desses planos por haver a possibilidade de não se concretizarem, acaba-se por, inconscientemente, matar o que de mais valioso se possui: a capacidade de sonhar!*

sexta-feira, 17 de agosto de 2012


Eu ainda tenho tanto que crescer, tanto que melhorar, tanto que aprender. Eu ainda tenho tanto que perdoar, tanto que desligar, tanto que esquecer. Eu ainda tenho que reencontrar a humildade que me abandonou, tenho que expulsar a amargura que me habitou, tenho que analisar, mais e melhor, os sinais, os pormenores, os sentimentos, as atitudes. Eu ainda tenho tanto trabalho pela frente, vida. Que haja sempre a força necessária para não desistir. E olha que ontem quase que foi um desses dias. E não me orgulho. Mas hoje... hoje é um novo dia! Respira-se outras vidas que nos pedem auxílio, assiste-se a lágrimas partilhadas, recebe-se sorrisos e gratidão de quem nos confia a vida. Porra, tanta responsabilidade em mãos e o coração teima em ficar preso à dor que tenta ignorar, à pessoa que não quer ficar, que não quer sequer fazer parte dessa luta diária. Tantos sorrisos que passam ao lado, tantos abraços ignorados na sua essência, tantas palavras às quais não é dado o devido valor. Tudo porque a dor cega, ensurdece e estupidifica. Mas hoje... hoje é um dia como outro qualquer, cuja única diferença passa pelo assumir a falta de domínio da arte do esconder, do ignorar, do fingir. Mata-nos. Destrói-nos. Torna-nos maus. Mesquinhos. Intolerantes. Tristes. Frustrados. Menos pessoa. E eu quero ser pessoa inteira. Quero ser o oposto daquilo que a mágoa me tornou. Nem que para isso tenha que assumir que ainda me corres nas veias. Nem que tenha que tolerar a humilhação que essa situação me faz sentir. Nem que tenha que me sentir otária. Porque perder qualidades e princípios é muito pior que isto tudo... é quase como perder a dignidade. E eu isso, pelo respeito que me tenho, não posso permitir.

Vida, vamos lá tornar isto um pouco mais belo.
Mãos à obra!


quinta-feira, 16 de agosto de 2012

FACTO #62


A sério... Não me perturbem!
Eu não quero saber pormenores. Eu não quero actualizações. Eu não quero que me profanem a paz com acontecimentos que aumentam o rasto da desilusão já existente. 
Por que raio é que continuam a cismar no mesmo assunto? It's gone!*

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Como é que ainda não me deram o estatuto de Santa?!


Eu - Vamos parar aqui porque o que tu precisas é de café!
Ele - Tu podes parar mas não tragas café nenhum. Não preciso disso. Só preciso de um cigarro.
(...)
Eu - Boa noite. São dois cafés.
Ele - Já te disse que não preciso disso. 
Eu - BEBE!
Dois goles depois:
Ele - Que maravilha. O que eu estava a precisar era mesmo disto.
Eu - Jura?!?! 

Pffff! Tão típica a teimosia masculina.

FACTO #61




Ontem foi assim... e soube tão bem!



sábado, 11 de agosto de 2012

Constatações da mudança!


Há pessoas que, por muito que queiram, nunca mais terão o espaço que um dia, infelizmente, conquistaram. E muito menos à força conseguirão o que anseiam. A mudança passa pela minha nova capacidade de lidar com a loucura humana. 
A manifestação de gestos que um dia deixaram marcas visíveis, quando repetidos, geram dentro de mim uma reacção animalesca de defesa. Ontem, quando reproduzidos pela  pessoa que um dia os causou, tinham tudo para originar um situação pouco digna. Respirei fundo, coloquei uma expressão dura, pedi, bem alto, que largasse. Assim o fez. Assim se afastou. Rapidamente a calma deu lugar a um início de hiperventilação, controlada em tempo recorde. 
Não bastante, a pessoa ainda voltou, agora a escorrer sangue, agora em círculos, captando o momento ideal para agarrar novamente. É necessário sangue frio (que é coisa que não abunda muito) para ignorar tristes recordações que teimam em chegar à mente. É necessário concentração para que o trauma não supere, mais uma vez, a razão. 
E foi isso que, pela primeira vez em 2 anos, aconteceu. Concentração, seguida de um abandono do local completamente muda, um virar de costas que visa o caminhar para a segurança que o corpo já pedia. 
Continuo a ter medo, confesso. Principalmente de andar sozinha. Mas o controle que exerci sobre a situação, que desconhecia ser capaz, deram-me uma nova garra. Só eu me posso proteger. E hoje descobri que sou capaz dessa protecção, eu que achava que só me infligia sofrimento. A cada dia, um pouco mais forte!

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Sintam a garra!*



Completamente orgulhosa.
É, sem dúvida, a foto do dia*

terça-feira, 7 de agosto de 2012

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

FACTO #60



Há situações na vida em que já tanto nos dá perder por dez como perder por cem, o que queremos é conhecer rapidamente a última soma do desastre, para depois, se tal for possível, não voltarmos a pensar mais no assunto. |José Saramago|*

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Diz-me...


"Em que momento nos zangámos por dentro?"

Poucas são as situações que me deixam sem palavras!



Atentem nas palavras: houve uma luta que se escolheu ter, face a qualquer circunstância. Não foi obrigado, não se queixou e, muito menos, tinha qualquer garantia de sucesso. Mas arriscou esperar. E conseguiu. E o que mais me arrepia é ter tido sempre a certeza de onde se encontrava escondida a sua felicidade. Ainda me surpreendo com as pessoas deste mundo!*