domingo, 30 de junho de 2013

quinta-feira, 27 de junho de 2013

O melhor fim de tarde do mundo!


Uma paragem digestiva, por causa de um pêssego, enquanto se está no atendimento ao público numa Farmácia, público esse que não pára de chegar! Isto é para ir ganhando calo!

Se eu pudesse mudar o título a esta música, dava-lhe o nome que deram ao novo Papa!




Infelizmente...


... depois de ter feito, durante anos, tudo em prol dos outros e de os ter deixado mal habituados, hoje em dia estou sem paciência. Sem paciência para gente que cobra, sem paciência para quem espera que eu haja, sem paciência para esperar que as crises de identidade passem, sem paciência para ver o "lado bom" da questão. Se me estou a tornar pior pessoa? Secalhar estou! Mas o que é demais vira moléstia. E agora vou dormir que isto está agreste!

terça-feira, 25 de junho de 2013

A minha vida é tão sumítica...


... que na altura que recebo um elogio por melhorar o dia a alguém, por ter feito essa pessoa se sentir especial sem me aperceber, vem um outro alguém abalar a importância que eu feita burra achava que tinha na sua vida! É isso vida, continua que estás a ir bem!


domingo, 23 de junho de 2013

sábado, 22 de junho de 2013

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Adoro lamechices. O que é que se há de fazer?!



“A minha mulher adoeceu. Estava constantemente nervosa por causa dos seus problemas no trabalho, vida pessoal e das suas falhas e problemas com os nossos filhos. Perdeu cerca de 13 quilos e pesava pouco mais de 40 quilos aos 35 anos. Ficou demasiado magra e chorava constantemente. Não era uma mulher feliz. Tinha dores de cabeça constantes, dores no peito e tensão muscular nas costas. Não dormia bem, adormecia somente de madrugada e cansava-se muito durante o dia. A nossa relação estava à beira da ruptura. A sua beleza começava a abandoná-la. Tinha papos debaixo dos olhos, andava sempre desgrenhada e parou completamente de cuidar de si. Recusava trabalhar no cinema e rejeitou vários papéis. Perdi a esperança e pensava que nos divorciaríamos em breve…
Foi então que decidi tomar algumas medidas. Afinal, eu tenho a mulher mais bonita do mundo. Ela é a mulher ideal para metade dos homens e mulheres do planeta e eu era o único a ter o privilégio de adormecer ao seu lado e de poder abraçá-la. Comecei a mimá-la com flores, beijos e muitos elogios.
Surpreendia-a e tentava agradá-la em todos os momentos. Enchi-a de presentes e comecei a viver apenas para ela. Só falava em público a seu respeito e relacionava todos os assuntos com ela, de alguma forma. Elogiei-a a sós e em frente a todos os nossos amigos.
Podem não acreditar, mas ela começou a renascer, a florescer… Tornou-se ainda melhor do que era antes. Ganhou peso, deixou de andar nervosa e ama-me ainda mais do que antes. Eu nem sabia que ela podia amar tão intensamente. E então percebi:"A mulher é o reflexo do seu homem". 

| Brad Pitt, a propósito de Angelina Jolie |

terça-feira, 18 de junho de 2013

Forever alone!



À falta de depressão gerada pela Anatomia de Grey, sucumbo aos caprichos desta série e aproveito para confundir ainda mais a minha própria confusão, numa noite chuvosa (wtf?!) de Junho. Esta é a prova de que sou dotada do gene forever alone! Estou condenadíssima.

Frases que ficam na retina!


A mulher quando é tratada como uma mulher, e não como um objecto, trata o homem como um rei.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

É!



When it all falls down, the only way is up! ♥



Hoje perdeste um dos teus pilares. Uma das razões da tua felicidade, como disseste. Não há muito mais que te possa dizer além do que já te transmiti em privado. Sabes, se eu pudese, livrar-te-ia deste sofrimento. Sério. Ninguém devia perder, de repente, quem mais ama. Talvez por ter superado a situação sozinha, quando me calhou a mim, hoje estou muito mais sensível ao que estás a viver. Mais sensível e mais forte, para te poder suportar, quando assim o necessitares. Amanhã vais acordar e vais perceber que não foi nenhum pesadelo. Vais ter medo do futuro, vais sentir a dor a dilacerar o teu coração. Os dias, no começo, não serão mais que um amontoado de horas. Com o passar do tempo vais ser chamado à realidade, a reagir. É uma vida de pernas para o ar que precisa de retomar o rumo. Uns dias vais sucumbir à apatia. Noutros vais sentir a força que ela te transmite. Vais perder-te em ti mesmo, vais deixar de saber quem és sem ela a teu lado. Só o tempo se encarregará de te mostrar o legado que ela te deixou. Quando te recompuseres e aceitares a falta, quando te sentires um sortudo por teres descendido de tão nobre pessoa, vais conseguir um pouco da paz que hoje perdeste. Hoje tudo mudou e terás que readaptar a tua vida. Ninguém te pede que sejas o super homem. Chora, revolta-te, faz o teu luto devidamente, permite-te a fragilidade. Aqueles que gostam de ti vão respeitar o teu espaço e o teu tempo, estando completa e totalmente disponíveis para ti seja em que altura for. O que importa neste momento é que tenhas a certeza que não estás só. Para ti, meu pequeno grande homem, dorme bem. Que sejas inundado, durante o sono, pela força necessária para suportar os teus. A vida é imprevisível mas tu fazias algo que muitos de nós não se pode orgulhar: ela, partisse em que dia partisse, levava sempre no seu coração a certeza de que a amavas mais que tudo! Que sejas tu aquele que não nos deixará nunca esquecer a M.! Vai ficar tudo bem, não tenhas medo!

sábado, 15 de junho de 2013

sexta-feira, 14 de junho de 2013

quinta-feira, 13 de junho de 2013

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Muse, na óptica da inocente que ficou, sem saber, num dos melhores sítios do espetáculo!


A ideia era sair do trabalho às 15h30 para conseguir chegar ao Porto a horas decentes para estacionar e lanchar com a devida calma. Pois bem. A saída acabou por acontecer 1h depois, já comigo a bufar por todos os lados. A viagem foi feita ao som de David Fonseca, perdida em responsabilidades típicas de mais uma semana de serviço. Ao chegar, e depois de uma voltinha para conhecer o Cerco do Porto (por engano!) lá encontrei, como por magia, um lugar mesmo perto do Estádio. Não questionei a sorte e lá fui de encontro à agradável companhia que, há mais de 6 meses, padece do mesmo desespero que eu pelo 10 de Junho de 2013! Abastecida a mala de mantimentos de Burger King e da dose necessária de cafeína, o relvado do estádio do inimigo aguardava a nossa presença. Fomos andando até à presença de outros amigos e eu, por momentos, achei que não seria nada boa ideia ficar mesmo no centro do estádio, perto do segundo palco, onde seríamos rodeados apenas por pessoas em delírio por todos os lados. Como além de pessoas havia também grades e seguranças bastante perto, deixei de lado a agonia e concentrei-me no que estava ali a fazer. As horas foram passando, a conversa foi-se intensificando, a decoração de todo o estádio fazia antever algo de surreal. Uma espécie de tumores ou neurónios ou metástases nas bancadas, um robô que veio dizer olá, uns balões de S. João bem no topo. A nossa imaginação ia criando um mundo de fantasia ao ambiente envolvente que se fazia sentir. Os We are the Ocean, que eu não conhecia de parte alguma, fizeram uma primeira parte gira, deixando em mim uma curiosidade sobre os mesmos. No entanto, como antecedentes dos Muse, podiam ter dado um pouco mais de si, apostando numa maior interacção e num visual menos descuidado. Seguiu-se uma longa espera até que as luzes se acenderam e, sem que nada o fizesse prever, rebentou uma bola de fogo a 1 metro da minha cara. Fui projectada, com outros tantos seres, para trás num acto de defesa e dei por mim a colocar as mãos às pestanas e às sobrancelhas para ver se as tinha todas. 


(atentem ao minuto 0:16) 

Estava inteira. Tinha escapado a esta e a adrenalina no meu corpo era incalculável. Ficámos todos de sobreaviso sempre que víamos o buraco daquele palco a mexer, não fosse acontecer novamente a bomba e dar-se algum ataque cardíaco em alguém. Aquilo com que não estávamos, de todo, a contar quando ali nos posicionámos, foi o facto de, minutos mais tarde, ter de joelhos, à nossa frente, o vocalista em completo êxtase. Sim, o Bellamy esteve a um metro da minha cara. Demorei um certo tempo a processar, é verdade, tal era a estupefacção. Mas para continuar o delírio do momento, seguiram-se uma série de músicas que tanto me dizem, interligadas num protesto ruidoso contra a ganância mundial, contra os poderosos, contra os humanos que destroem a humanidade. Senti que os meus saltos e os meus berros faziam jus à revolta que sinto pela vitória dos que ganham à conta dos seus semelhantes. Faziam jus ao nojo que sinto da podridão de certas almas, do egoísmo e da parte calculista que decidiram cultivar. Foi libertador. E como se não bastasse, momentos tão próprios como um estoirar de notas pelo céu do Dragão, um suicídio com gasolina, uma balada tocada ao piano, um solo de harmónica e a deslocação do baterista aconteceram no nosso palco! Muitas foram as críticas que li ao concerto. Questiono-me seriamente se quem criticou, pela negativa, esteve lá mesmo. Não sei que concertos tiveram a oportunidade de ver mas uma banda que conjuga devidamente clássicos com músicas recentes, numa espécie de documentário contra a corrupção, usando um cenário futurista que nos faz sentir parte de um videojogo, envolto em efeitos que nos testam todos os sentidos, tem que ser louvada. O concerto foi único, de tal forma inesquecível que me dei ao trabalho de aqui registar esse momento. Quero para sempre lembrar-me dos pormenores que a memória teimará em fazer esquecer. E sim, nem nos meus sonhos mais audazes eu imaginava o que aconteceu. 
E agora uma nota para ti, meu eterno problema cardíaco: sabia perfeitamente que também tu fazias parte dos 45 mil e que não estarias muito longe de mim. Sabia que estavas a ver o mesmo que eu, a sentir tanto ou mais que eu. O meu medo e a minha estupidez fizeram com que os nossos olhares não se cruzassem mas aquele Electrify my life! traduzia o que o meu corpo era impedido de fazer, pela minha desgraçada mente. Resta-me a certeza que, também tu, te lembraste de mim quando surgiu AQUELA música. Não duvido! 
Valeu a pena a espera, valeram a pena os planos, valeu entrar naquele estádio sem expectativas. Foi isso que tornou tudo tão especial. Tomara que agora eu entenda que assim, desta forma, é mais saudável viver, é mais gratificante, é mais pleno e surpreendente. Sim, foi um mero concerto de música mas eu sou um ser de emoções e ponho tudo o que sou naquilo que vivo. Obrigado Muse!




Palavras que emocionam e que fazem todo o sentido!



Um dia vou-me apaixonar a sério, e vai ser por ti. Todo o processo vai demorar, vão ser precisas muitas horas sem dormir para pôr de parte todas as minhas dúvidas e os meus medos. E durante essas horas vais lá estar tu, a mostrar-me que não há razão para o sentir, e não o vais fazer com palavras, mas sim com atitudes. Vai chegar o dia em que dou por mim, e estou de tal forma colada que não quero que nada acabe, mesmo antes de ter começado. Vamos começar com almoços e continuar com jantares, depois vamos prolongar as horas e se for preciso levas-me a casa para que chegue bem. Vamos apresentar-nos aos amigos e mais tarde aos pais. Vamos ser tão wow que vão existir imensas pessoas com estratégias para nos separar, e nós, juntos, vamos rir-nos disso. Cada dia é um degrau, e vamos estar a caminhar para o topo, a aproveitar cada segundo. Vamos ter discussões saudáveis, e sentir que nada valeu a pena mas, quando a saudade bater, vamos perceber que precisamos um do outro para sermos felizes. Vamos entrar em conflito com as novelas e os jogos de futebol, mas como não dou a importância a esse tipo de assunto sou capaz de esquecer que o clube possa ser diferente e apoiá-lo contigo ou vá chegar-te uma bjeca. Posso abdicar de ver o que gosto… afinal, hoje em dia dá para gravar tudo, mas também sei que não há nada mais emocionante que ver um jogo em direto. Vamos passar um dia às compras e sei que vais segurar nos meus sacos quando o meu salto alto avisar as minhas pernas que é a altura de descansar. Vou aceitar cada gosto teu, desde a mais ridícula musica ao pior filme visto no cinema, sempre com convicção que farás o mesmo, por mim. Vamos juntar-nos e viver juntos. Não sonho com a igreja, só com o vestido e uma ganda festa na praia. Vamos sair cansados dos empregos e descarregar um no outro, mas ao deitarmo-nos vamos ter certeza que foi a decisão mais acertada, foi a vida que escolhemos. Prefiro ter um puto reguila do que uma princesinha vestida de cor de rosa, mas amarei com a mesma intensidade caso seja. Eles vão ter orgulho em ti, vão querer seguir os teus passos. Tal e qual como eu quis no primeiro dia em que nos conhecemos. Vamos envelhecer juntos e resmungar um com o outro, e, ainda assim, vamos olhar para trás e ver o quão felizes fomos. Não sei quem tu és, nem onde estás agora. Mas sei que um dia vais aparecer na minha vida e torna-la também tua.



segunda-feira, 10 de junho de 2013

domingo, 9 de junho de 2013

FACTO #113


(...) As pessoas que me morrem são as que me chegam com prazo de validade, pessoas com as quais eu já sei que vou ter história breve (...) Quando as pessoas me morrem não lhes sinto a falta, não lembro momentos bons, não recordo cafés, jantares, saídas, nada. (...) O meu amor é defeituoso: posso amar muito, mas gasto tudo muito rápido. Não sei deixar um bocadinho para amanhã, não sei amar incondicionalmente, não sei levar no focinho e dar a outra bochecha, não sei aceitar sem compreender. Não sei dar o braço a torcer quando entendo que não é o meu que deve torcer. Não sei voltar quando me deixaram ir. Não sei ser boa quando me querem má. Há pessoas que me morrem e escolhi o meu blogue para me ver livre das suas cinzas porque são pessoas que continuam a saber de mim desta maneira, tão pequenina e traquina. Cobardemente, invadem-me a pseudo privacidade que aqui tenho, para me lerem a alma, para saberem de mim, quando na vida real, na que interessa, fingem que não querem. E é quando me morrem mais um bocadinho, quando eu pensava que tal já não fosse possível. (...)

sábado, 8 de junho de 2013

Há dias de merda e depois há dias...


... em que vêm ao nosso encontro para a Farmácia errada só para nos fazerem uma surpresa e entregarem o convite de casamento. Há dias em que aparece na Farmácia (agora a certa!) a nossa mais recente prima, o amigo do café e a namorada simpática, o nosso herói, a nossa amiga mais paciente e ouvinte e outro casal amigo para entregar mais um convite de casamento. Há dias em que temos crianças que nos mimam com sorrisos e olhos ternurentos e mulheres adultas que nos reconhecem o profissionalismo. Há dias em que recebemos telefonemas que têm como único objectivo evidenciarem quão especial somos, quão importante é a nossa palavra, quão confiam em nós. Há dias que acabam com um jantar em jeito de piquenique, na zona de descanso do local de serviço. E é por estes dias que vale a pena dizer que a minha vida é rica em pessoas, é rica em capacidades de surpreender e de acarinhar que tantas vezes questiono. Hoje bastou-me a presença, bastou a troca de olhares e de palavras para perceber que, afinal, não estou sozinha! 

Se algum dia tiver a paradinha de adquirir conscientemente um animal de estimação, o bicho será qualquer coisa como isto!



E chega!



quarta-feira, 5 de junho de 2013

Rodrigo...



Porquê?

Não são apenas palavras. São sentimentos. São sensações. São desejos. No seu estado mais puro. Tomo-as como minhas!


Vão haver dias em que te vais sentir só, em que vais desejar nunca ter tomado esta atitude de impulso. Nesses dias lembra-te porque é que o fizeste. Não te podes enganar. O teu peito clama liberdade do mesmo que tens vivido nos últimos anos. Tu queres um companheiro de aventura, alguém que se arrisque por ti. Queres quem se entregue como tu te entregas e não cultive em ti o medo dessa mesma entrega. Queres quem fique. Quem não te troque, quem te ponha em primeiro lugar quando é necessário. Queres quem vá entrando no teu mundo sem medo, devagar. Queres quem te seduza.  Queres, nem que seja só uma, mensagem por dia que tenha sentimento, preocupação e amor. Queres mensagens e telefonemas diárias de picardia. Queres que a pessoa a quem pensas entregar o teu coração tenha a noção do valor que tens. Queres que tenha medo de te perder e que, por esse motivo, não se acomode. Queres que pense por ele próprio, que tenha visões diferentes das tuas mas que saiba que, por vezes, tem que se afogar nas tuas visões, sem receio. Queres que confie em ti e que a teu lado se arrisque. Aos olhos de muitos isto tudo que aqui relatas pode ser demais mas aos teus olhos é perfeitamente natural. E sabes porquê? Porque é isto que tu fazes pelo outro, pelo sentimento que lhe tens. Não sabes ser de outro jeito! 
Muitas serão as vezes que vais achar que foste injusta e esquisita. Mais serão as vezes em que acharás que vais ficar sozinha porque escolheste demais e, quiçá, o pior. Nesse dia lembra-te de todas as lágrimas que derramaste quando te desrespeitaram física e psicologicamente, quando te deixaram a chorar e a sofrer sozinha na tua perdição, quando puseste a vida em risco por terceiros que hoje quase não sabem que existes. O mundo é cruel e muda a cada segundo, tal como mudam as vontades das pessoas e as suas promessas. Se queres algo verdadeiro, com futuro, em vez de um tapar de solidão, estás no caminho certo. Se esse dia infelizmente não chegar, lembra-te que deste sempre o teu melhor na procura. E isto não são apenas desculpas de consolo. É a pura verdade. Porque não podes aceitar por aceitar. Tens que te lembrar que os pequenos pormenores fazem toda a diferença e há uma voz dentro de ti que não podes ignorar. O teu ser envia-te a mensagem certa, mesmo que não a entendas na altura: só ele pode saber o carinho, o respeito, a dedicação que pretende. Tens que lutar contra o egoísmo. E mudar um pouco mais o teu orgulho, também!

terça-feira, 4 de junho de 2013

A última coisa que uma pessoa que se esbardalha a trabalhar precisa de ver...


... fotos de praia nas redes sociais! Ah... E saber que amanhã lá se vão 10 graus pró galheiro! Ninguém merece!*

FACTO #112



Hard, very hard work!*

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Esqueço-me tantas vezes disto!



É preciso não perder de vista o amor. É preciso não perder de vista a cumplicidade. É preciso respirar fundo, fechar os olhos, e relembrar aquele primeiro olhar que ele me deu (...). E o primeiro sorriso. E a primeira palavra. (...) É preciso não esquecer todo um caminho. E continuar a caminhar, sem deixar que se quebre o cordão invisível. |daqui|

domingo, 2 de junho de 2013

Olha, Olha... Afinal (parece que) gosto de Goo Goo Dolls!




Legião Urbana a contribuir para a minha esperança na humanidade desde 2011!



Que as Mónicas e os Eduardos deste mundo se encontrem, se completem e consigam ultrapassar os obstáculos que a vida lhes oferece. No fim, se for verdadeiro, acabará por valer a pena e uma história começará a construir-se, sem "tempo e idade de acabar".

8 days, my love... 8 days!



Em jeito de memorando!


A mesma pessoa que nos ataca com indirectas sobre um assunto que lhe interessa não pode, nos parâmetros lógicos da coisa, ficar ofendida quando o fazemos sobre um assunto que nos interessa e magoa! A juntar a isto, só o simples facto de desencadear a discussão através de SMS. Não. Comigo não contem para essas mariquices. Se já as minhas palavras são de ouro e eu tenho pouca paciência para as usar com quem não quer perceber outros pontos de vista, a pele dos meus dedos ofende-se com o gasto desnecessário que lhe dou e desiste a meio da tentativa de SMS de retorno. É isso ou estou a ficar crescida e prefiro resolver as coisas na base da conversa e do olhar, na presença, com possibilidade de perpetuar tanto quanto necessário a resolução da situação. Como nem sempre me é dada essa possibilidade de presença, passo para uma atitude não muito madura mas que me salva daquela troca de galhardetes absurda e da possibilidade de mágoa: ignoro, não respondo. Não é bonito nem respeitoso, dizem muitos. Mas mais bonito seria se nos retornassem as chamadas, se não houvesse um rol de desculpas sequenciais para justificar uma ausência que, a meu ver, não é mais que uma cobardia no acto de assumir que não se quer estar.