quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Estou obcecada!



Tartes de Maracujá.
Era menina para mandar para dentro umas 3 ou 4 por dia! 
Que tesouro dos céus.



E hoje fui presenteada, com tão nobre gesto, num sítio público que tem muito de casa. Depois de uma conversa motivadora sobre fazer-me à vida e aos sonhos, persistir na minha capacidade criativa e focar-me no que mais me interessa, para tentar fazer diferente e vencer, soube bem chegar e poder-me aconchegar no que de melhor o outono nos traz: o calor, principalmente o humano. E é ver-me com um bocadinho mais de fé e de esperança, findas 2 páginas de word. É ver-me intitular aquele documento de "Projectos Alucinados" e acreditar que, se não forem mais nada, são fruto da minha loucura e entrega desmesurada ao empreendedorismo. A motivação que esta migalha de criação instalou em mim só me faz ter a certeza que o meu mal é, tantas vezes, não fazer ouvidos moucos à preguiça e às vozes de burro. Que a esperança seja renovada bem no centro do meu ser, o local fecundo que quero ver vencer. Em prol de uma humanidade... que é a minha... que quero ver cuidada, acarinhada, realizada!

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Sabem o que é que não é nada inteligente?


Queimar dois dedos, logo pela manhã, num alisador de cabelo. Nem o besuntar abismal de Fenistil Gel está a aliviar a dor aguda que se crava nas falanges! Vou ter que me virar para outros socorros mais eficazes. Ou então meto baixa. É, é isso! Fazia-me bem um tempo livre.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

É, viu?!



Um dia Jared Leto... um dia!




E eu vou sentir-me a quebrar por dentro. Vou sentir-me a transcender. Vou chorar de emoção porque as minhas células estarão em êxtase. Vou arrepiar os pêlos todos do corpo. Vou ter o coração a bater a mil à hora e vou ser feliz. Porque é isso que a música é para mim. Felicidade. Um dia Jared Leto... um dia! Quando cá voltares.

Que as estrelas, aquelas que intitulamos como nossas, aquelas que já tocamos um dia, não nos abandonem quando a alma minga...



domingo, 27 de outubro de 2013



Sabemos que cada conexão é importante. Cada conexão é crucial. E quando uma falha, significa que houve danos. As nossas conexões determinam as nossas escolhas e os nossos comportamentos. Por vezes vão contra as nossas vontades. Mas não são aleatórias. São o mapa de quem somos. Nós tentamos entender-nos mutuamente. Resolver os problemas. Descobrir como é que as conexões funcionam e como todas as peças se encaixam. 

Grey's Anatomy
| Season 10, Episode 6|

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Há músicas que dão cabo do músculo cardíaco a uma pessoa!





Na minha profissão ensinaram-me a servir o próximo como a mim mesma. Ensinaram-me o valor das vidas que me procuram diariamente para as ajudar a melhorar a sua saúde. Ensinaram-me a importância da empatia com os utentes, atitude necessária para criar laços. E, dia após dia de convivência, os utentes passam a ser os "meus utentes". Acompanho um percurso clínico mas também acompanho vidas. As ligações humanas estabelecem-se, o cuidado e preocupação surgem naturalmente. Ensinaram-me muita coisa mas não me ensinaram a perdê-los. Quando acontece, instala-se a tristeza própria da perda. Tantas vezes, a essa tristeza, vem acoplada a nostalgia de memórias tão próximas. Mas, o que nos resta à alma, é o consolo da certeza de que as histórias de vida que um dia nos contaram são lições que, quase sempre, nos tornam pessoas mais compreensivas, mais tolerantes à diferença, mais atenciosas, mais humanas. Ensinaram-me muita coisa mas não me ensinaram a perdê-los. Para sempre. Ontem morreu o Senhor Salvador, a pessoa mais educada que alguma vez conheci. Escolheu esse fim. Pôs fim a um sofrimento insustentável de crises depressivas, manias e obsessões das quais tinha plena consciência. Um dia questionei-lhe há quanto tempo tomava a mesma medicação, visto ser potentíssima e ele não apresentar melhoras significativas. Esteve a falar comigo mais de hora e meia porque não tive utentes nesse espaço de tempo. Partilhou comigo que, se não fossem aquelas pílulas milagrosas, nunca teria chegado aos 74 anos vivo. Reconheci-lhe a força. Ele falou do que quis falar e eu deixei. Fiquei a gostar daquele senhor "mudo" e com um sentimento de preocupação no coração. Perguntava sempre por ele. Temi por aquela alma, tão confusa e com tanta fobia dos humanos, que me obriguei a voltar a viver um passado não muito distante. Continuo com medo que os mais próximos não nos consigam ajudar quando a dor e a perda são imensas. E ele não aguentou mais. Perdemos o senhor Salvador agora, mas ele próprio já tinha deixado escapar-lhe a alma há imenso tempo. Via-se no olhar, por mais que não se quisesse acreditar. Até sempre!*

(A)braços



FACTO #130


"A verdadeira viagem de descobrimento não consiste em procurar novas paisagens mas sim em ter um novo olhar."

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Gato Preto...


... eu ainda não estou preparada para ser albarroada com montras inundadas com quinquelharias natalícias! Está certo? Então é só para avisar que, até essa vontade chegar, vou ignorar-te. É no que dá as tuas pressas. Parvito.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013


Tenho as melhores pessoas do mundo. Porque tenho e, tantas vezes, me esqueço disso. Depois de uma sobremesa que não correu como esperado, fui ao café, tentar ver se apanhava os de sempre para falar mal dos céus e da terra e do meu estado de nervos. É costume ao domingo, nomeadamente quando tenho tarefas a concluir à pressão e a vontade é menor que zero. Tínhamos um café inteiro à nossa disposição. Vazio. Mas ficamos os 3 sentados no mesmo banco, apertadinhos, a beber Heinekens e a falar da vida. Chega um quarto, pede o seu kit e junta-se à trupe. O calor humano é motivador. Automaticamente pedi emprestado um computador e fiz mais de metade da apresentação tendo,a muitos km's de distância, alguém que insistiu também na companhia. E, para finalizar, ao chegar a casa tinha uma tentativa de ressuscitar a sobremesa morta. Duvido que seja bem sucedida mas foi um gesto bonito. E agora cá estou, babada, e com a certeza de que nem sempre valorizo como é necessário. Mas não duvido, o que já não é mau.

domingo, 20 de outubro de 2013



E se o teu foco se dividir? E se não conseguires dedicar-te a 100%? Ficas sem nada? Talvez precises de descobrir um novo caminho. (...) Eis o que é assustador: e se não conseguires dedicar-te a 100%? Talvez devas voltar ao início e começar tudo de novo.

Grey's Anatomy
|Season 10, Episode 5|

Porque é que os meus ouvidos nunca tinham tido o privilégio de ter um encontro com este vozeirão?



Pitt Broken. Um produto português altamente prendado.

A sobremesa!



E neste domingo de tempo incerto, nada como um bom regalo de vistas para salvaguardar a alma da "depressão" inerente ao início de mais uma semana laboral! Entrem aqui e deliciem-se.

sábado, 19 de outubro de 2013

Não, não podes desaparecer durante uma semana e, como se nada fosse, voltar e esperar que o nível de entusiasmo e ligação se mantenha igual ao que um dia já foi. Tudo precisa de ser alimentado... até as ligações humanas, pasma-te!






No fim do dia todos teremos errado. Todos teremos feito algo do qual nos arrependemos, mesmo com aqueles que são importantes. Não há como evitar. Mas o que importa, realmente, é a forma como compensamos as nossas falhas. Como tratamos a família. Como tratamos os nossos amigos. Como perdoamos. Como amamos. Também aprendi que, por mais que queiramos, nunca conseguimos realizar todos os itens da nossa bucket list. Porquê? Porque adicionamos itens sucessivamente, já que, a cada novo dia, há algo de novo para nos impressionar. É assim que sabemos que estamos vivos. Então surpreende-te. Aproveita o tempo que tens porque cada dia é uma dádiva. Cada momento é uma benção.

in Bones |Season 9 , Episode 5|

quinta-feira, 17 de outubro de 2013



Amanhã. 18h. Porto Canal.



Uma amiga, viciadíssima em crochet, vai apresentar um projecto giríssimo que anda a desenvolver há anos. Com produções originais e com uma modelo de luxo, é quase impossível não ficar rendido ao talento da Sara e da Miüky. Vejam, vejam... mas primeiro espreitem aqui para matar a curiosidade!

terça-feira, 15 de outubro de 2013

FACTO #129


Começar frases por “um dia” é uma forma de prometer sem se comprometer. Quem verbaliza ou pensa assim, convence-se mesmo que o tal “um dia” vai chegar. Mas quando? Ninguém sabe. [Nem mesmo eles. Quiçá, quando deixarem de sucumbir à cobardia. Quiçá.]

Que tal?!



segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Não querem que sejamos individualistas...


... e depois falham redondamente quando lhes é exigido esforço e dedicação a um projecto. Se é para ser assim eu prefiro contar comigo, e só comigo, visto que no fim o trabalho recai sempre sobre a mesma pessoa, ou seja, eu. O individualismo, por vezes, é uma forma de poupar tempo. Sério. Por exemplo: se no fim vai sobrar para mim e vai, prefiro saber desde sempre... é da maneira que não tenho pânico de última hora e não sobreponho actividades. É o que dá já ter um certo calo nestas merdas. E mais. É de bradar aos céus a parca capacidade que a geração de que faço parte tem para se comprometer. A mim custa-me esta constatação mas está difícil crer noutra. E depois ainda nos criticam por sermos individualistas. Pfff! Mexam-se. Façam acontecer. Dediquem-se. Superem-se. E depois falamos. É que eu já estou um bocadinho farta de estar sempre a "apagar os vossos fogos". 

sábado, 12 de outubro de 2013

sexta-feira, 11 de outubro de 2013



As marcas que deixam na nossa vida!



Decorria Abril do ano de 2006. Estávamos no encerramento de uma actividade conviva. Celebrava-se no país inteiro o Convívio Fraterno 1000. Convidaram cada um dos participantes a partilharem a sua experiência com o público. Eu era uma dessas participantes. Gerava-se em mim uma onda de pânico só de pensar em falar em público. Eu era (e sou!) gaga. E tinha chorado toda a água corporal de que era detentora durante o fim de semana. Faltava-me a coragem a cada minuto que passava e isso deixava-me frustrada. Eu não queria desistir mas o medo paralisava-me. Até que se referiram a mim, pobre ser completamente desfeito em pedaços, como um ser inspirador que tinha ensinado que, até mesmo na tristeza aparentemente mais profunda, podemos estar e ser imensamente felizes. Sim. Eu chorei durante o fim de semana todo... de alegria... por me estar, finalmente, a libertar das amarras que me impunha a mim própria. Quando finalmente ganhei coragem para me dirigir ao público, depois de um esquema altamente pensado para não se aperceberem do meu gaguejar, este senhor, na altura Bispo de Aveiro, trocou-me as voltas todas e fez-me, pela primeira vez na vida, improvisar! Era comum começarmos o nosso discurso com a apresentação pessoal. Eu ignorei esse facto porque me custava imenso pronunciar o nome e a paróquia de onde vinha. Então comecei logo a desbobinar paleio. Ele, do alto da sua sapiência e experiência de vida, interrompe-me e, no meio de uma gargalhada diz: "Ó menina... e o teu nome é...?" e piscou-me o olho. Paralisei. E ri-me. E respirei fundo. E disse o nome e retorqui: "Já me lixou aqui o esquema todo!" E foi, sem dúvida, o melhor quebra gelo que já vivi, que já me proporcionaram. Foi nesse momento que percebi que a vida é feita de imprevistos. Que temos que aprender a, sabiamente, conviver com eles e fazer deles o melhor possível. Ganhei uma força que julguei impossível sentir no peito, falei sem problemas de maior, chorei muito, engasguei-me em soluços e fui verdadeira. E, mais importante que tudo, superei-me. Superei-me porque um bando de loucos acreditou no meu potencial, incluindo António Baltazar Marcelino. Ontem faleceu, vítima de agravamento do seu estado clínico e da debilidade própria dos seus 83 anos. Ontem fiquei triste por perdermos uma pessoa importante na nossa comunidade mas feliz por ter tido o privilégio de me cruzar com ele, de uma forma extremamente próxima, em momentos chave da nossa vida. O céu ganhou mais uma estrela. Até já D. António!

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

FACTO #128


Só uma esperança madura na ideia de que o bem vencerá nos deve mover e nos deve impulsionar.

O regresso de Christiane F.



Todos, ou quase todos, lemos este livro nas nossas infâncias/adolescência/início de idade adulta. Lembro-me, como se fosse hoje, de ter descoberto primeiro o filme e só depois o livro. E acho que essa foi a única vez que estive à beira do vómito causado pela realidade nua e e crua da vida. Christiane era uma junkie de Berlim que, na altura, tinha a mesma idade que eu. 13 anos. A RTP2 nunca foi proibida lá em casa, como é óbvio, e eu achava por bem ver filmes que não eram para a minha idade. Não bastante, ainda adquiri o livro e deparei-me, mais uma vez, com toda uma realidade de situações demasiado brutas e sinistras para a chamada infância/adolescência que ultrapassava. Lembro-me de ter dito a mim própria que aquele livro era uma espécie de exemplo para o que não devia seguir, custasse o que custasse a vida. O que é certo é que a mesma estava virada do avesso na altura e o livro nunca saiu da minha mesa de cabeceira. Agora com 51 anos, Christiane vai lançar um novo livro, intitulado A minha segunda vida e eu estou seriamente tentada a ler. Estou curiosa para saber como sobreviveu até aos dias que correm, visto que não deixou os vícios de outrora. Estou tentada porque desenvolvi uma preocupação e uma necessidade de protecção perante uma personagem que poderia ser um qualquer amigo meu. E quero receber novidades de Christiane. Quero mesmo. 



quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Talentos que fascinam!



Esta brilhante foto é de um fotógrafo, de seu nome Jordan Matter, que decidiu um dia lançar um projecto arrojado. Lembrou-se que seria engraçado fotografar bailarinos profissionais em situações reais do dia-a-dia. Eu fiquei fascinada com o projecto Dancers among us! Basta darem uma espreitadela e descobrirem como seria a nossa rotina diária se nos lembrássemos de a fazer a dançar. Completamente louco!* 

Quero um destes, na parede do quarto, tipo... já!






FACTO #127



segunda-feira, 7 de outubro de 2013

O reconhecimento merecido!



Rita Redshoes e Legendary Tigerman foram vencedores dos prémios Sophia, da Academia Portuguesa de Cinema, na categoria de Melhor Música, com o tema do filme Estrada de Palha. Tive o privilégio de assistir a este grande projecto, em que a banda sonora do filme era tocada ao vivo, durante o mesmo, e cujos instrumentos utilizados eram o mais vintage possível. Sei que gosto de pessoas que arriscam, que ousam fazer diferente. Sei que gosto de profissionais que nos arrebatam as expectativas e que dão um novo rumo, uma nova vida, ao que é normal. Sei que gosto, cada vez mais, de me deixar levar na descoberta de projectos que, à partida, são alternativos e não são de entendimento e gosto fácil. Por todos estes motivos e mais uns quantos, o prémio foi mais que merecido! Se ainda não viram, façam o favor!

domingo, 6 de outubro de 2013

sábado, 5 de outubro de 2013

Para quem é fã!



A banda mais bonita da cidade está a disponibilizar o download do seu novo álbum, de forma gratuita, no seu site! Eu já descarreguei o meu. E tu, estás à espera de quê?! É adorável, sonoramente bonito e não desiludem as expectativas de quem um dia se encantou com a doçura tão própria destes brasileiros criativamente originais!

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Que seja sempre este o pensamento...



... relativamente ao tempo que faz lá fora e às questões essenciais da vida!

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Gosto mais disto do que aquilo que me orgulho! #5




É o Castelo Branco da música portuguesa. 
Mas que o raio da cantiga que canta cola-me o pistão, não posso negar!

Estão prestes a descobrir a nova funcionalidade do Seretaide Inalador!



Esta "bomba" inaladora é usada na prevenção de problemas respiratórios, como a asma. Um dos meus queridos gémeos, que herdou o gene defeituoso do pai, anda a fazer um tratamento com a dita. Posologia: uma inalação ao deitar. O que é que o rapaz se lembrou de fazer um dia destes? Aceder à mesma sem ninguém ver e usá-la para... MATAR MOSCAS! "Estavam a incomodar..." disse ele com a maior naturalidade, quando a minha tia reparou que a mesma acabou um mês antes do tempo!

terça-feira, 1 de outubro de 2013

DMM #23



DMM #22




DMM #21




DMM #20




DMM #19




DMM #18




DMM #17




DMM #16




DMM #15




DMM #14




DMM #13




DMM #12




DMM #11




DMM #10




DMM #9




DMM #8




DMM #7




DMM #6




DMM #5




DMM #4




DMM #3




DMM #2




DMM #1


1 de Outubro - Dia Mundial da Música (DMM). Esta efeméride vai ser celebrada, neste blogue, através do "impingir" de músicas que me fazem bem, que estão presentes no meu dia a dia, que me fazem sonhar, que me fazem pensar, músicas que me falam ao coração, que me levam às lágrimas, que me arrebatam a alma. Porque eu tenho uma certeza: Music always help! Se me ajuda a mim, porque é que não há de vos ajudar também? Vamos a isso!


Hoje, enquanto conduzia e regressava a casa, as lágrimas percorreram-me o rosto. A saudade invadiu o meu pequeno coração e senti-me a sufocar. Ao pensamento veio-me a batida certeza de que NUNCA mais verei o meu avô. Nunca mais lhe verei os olhos verdes, nunca mais lhe sentirei as rugas, nunca mais lhe reconhecerei o toque, nunca mais ouvirei o som da sua voz grave. E a palavra NUNCA começou a martelar cá dentro, no sitio onde sentimos, e senti-me toda a doer. NUNCA MAIS é o tempo todo que me resta de vida. E eu só queria poder reverter a situação. O tempo ameniza a situação de perda mas quando esta volta ao consciente, tão clara como a coloquei, ainda dói e vai sempre doer, não me iludo. Sentir-me-ei sempre incompleta mas feliz por ser parte do seu legado. 7 anos depois sinto-te a falta como no primeiro dia, João!