terça-feira, 7 de junho de 2011

Da simplicidade da nova música da Mafalda Veiga...



Meu amor, há tempo. Se tu quiseres, sem assombro, sem medo, se te atreveres a ser completamente tu. Venha o que vier. Agarra bem o mundo. Acredita, o tempo é sempre agora. Não há mais rodeios, desenganos ou demoras. Vê, o teu sentido és tu, com tudo o que trouxeres em ti ainda. Eu sei que às vezes muito perto desfoca. E querer o mundo inteiro no peito sufoca. Mas eu quero-te aqui, eu quero-te em mim. Eu sei que ao longe há sombras ausentes. Mas eu vejo-te em zoom e o meu plano é diferente. Eu sinto a tua falta, não te quero largar mais.


segunda-feira, 6 de junho de 2011

4 anos... já?!




Parece que foi ontem que a tua partida deixou um gosto amargo nas vidas de quem te amava. Numa noite, tudo mudou! Lembro-me de ter contactado contigo umas horas antes, de uma forma entusiasmada. Trocámos comentários no velhinho hi5 e revivemos momentos hilariantes que passámos juntas. Tu foste dormir e eu continuei a estudar até às 7h da manhã. Acordaram-me às 9h com a notícia. Tudo, de repente, se tornou pequeno para a minha presença. Só podia ser engano, vindo a notícia de quem veio. Até que a minha mãe, em pânico, teve que a confirmar. Estava sozinha, desliguei o telefone em choque e sentei-me na cama. Corri para a varanda. Do alto daquele 6º andar olhava o mundo debaixo dos meus pés e questionava-me o porquê. Nada fazia sentido mas, o vento, sempre me ajudou a acalmar. Fui fazer o exame e o meu mundo só desabou quando o S da Vaselina Salicilada me lembrou o seu bonito nome: SOFIA! Em tempo algum me importou o que me rodeava. Entrei em modo automático, fiz o que tinha a fazer e saí. Sentei-me nos sofás e chorei, ainda mais compulsivamente. Quando me senti com forças, liguei à minha mãe e disse: Vou para casa! Esqueci as responsabilidades, meti-me no comboio, desliguei do mundo e cheguei. Fui em silêncio até casa e refugiei-me dentro de 4 paredes. Quando foi preciso fui ao seu encontro... e lá estava o sorriso maravilhoso a que sempre nos habituou. O ambiente à sua volta era pesado mas eu só consegui focar a beleza daquela fotografia. Não se pronunciaram nem sons nem outras imagens na minha cabeça. E continua a ser assim. No dia do último adeus escrevi-lhe. Igreja cheia, amigos unidos, muito para lhe dizer. Juntamo-nos num canto e só pedi que me rodeassem. Saiu tudo aquilo que foi pronunciado do alto de um ambão para um mar de gente amiga e inconsolável. Saíram palavras de esperança, alegria e força que transmitiam tudo o que aquela menina sempre nos ensinou a ter.
Tudo culminou com a rosa branca que te ofereci. Ofereci e fiquei como que enebriada pelo vento que voltava a envolver-nos. Tudo foi acalmando ao longo dos tempos... mas jamais passará, jamais me permitirá relembrar de outra maneira que não esta, jamais cairá em esquecimento...

PROFILE #3


Eu não diria melhor...



"Quando estão amando (veja bem, eu disse a-man-do mesmo) as aquarianas são extremamente fiéis. Pode confiar. Bem, mas não vivemos num mundo perfeito, né verdade? Compensando a sua dedicação, a aquariana é dotada de um alheamento e falta de emoção em relação às pessoas, que é de se apostar todas as fichas como ela não está tão afim de você. Mas ela está. Basta deixar que ela se envolva com a deliciosa lista de 6 biliões de assuntos que precisa pesquisar e descobrir. Bem como com os outros 6 biliões de amigos (um em cada canto do universo). O maior erro que você poderia cometer na sua vida seria amarrar os pés das discípulas do vento, ao pé de uma cama.
Acostume-se. Passe a encarar com naturalidade o facto de que ela pratica capoeira, lê livros em cima da árvore (não em baixo), e decide passar as férias trabalhando como voluntária da Cruz Vermelha. Lembra quando você a viu na TV amarrada na árvore que iam derrubar? Pois então. Achei normal. Ela é a única por onde passa a ideia de perseguir uma estrela cadente, enquanto todos os outros estão concentrados em realizar pedidos. E olha que eu ainda não cheguei no principal.
A aquariana não pertence a ninguém porque ela é de domínio público. Elas insistem e precisam ser livres. No entanto, a pessoa que aceita os seus termos, terá sua profunda admiração e devoção. Ela sabe que não é uma pessoa fácil.
Devo dizer que paixão realmente não é o forte delas. Passam longe do que são as mulheres de escorpião. Serão como borboletas, imprevisíveis, vivendo de acordo com seu próprio código, na sua trajetória singular. No fim da história, ela sofre de um medo secreto de se apaixonar demasiadamente por alguém e acabar negligenciando o mundo e todas as outras pessoas que precisam dela, e vice-versa. Basta dizer que ela é a esposa perfeita para um piloto de avião.
Seu temperamento, bem como o amor que dedica, é definidamente impessoal. A aquariana ama mais a humaninade do que o ser humano. Elas não demonstram o que estão sentindo muito facilmente. As palavras com as quais elas expressam o seu amor são frustrantemente limitadas. Ela pode ser como um flamingo posudo e elegante nas mais diversas situações, mas em matéria de amor ela se transforma num ogro estabanado (seja lá isso o que for!). É dificil, eu sei.
Mas se você está apaixonado por uma mulher dessas há que reconhecer: nunca você acreditou tanto em magia como acredita agora. É nítido como as aquarianas realmente se destacam, não pelo brilho como as leoninas, pelo sucesso como as capricornianas ou pelo apelo irresistível das mulheres de escorpião. As aquarianas são a cereja no topo do bolo, simplesmente porque elas não fazem parte daquele lugar.
Ela é internacional, onde quer que ela esteja.
Não é óptimo? Você pode ter um produto importado, que prevê o futuro, sabe de tudo o que está acontecendo e que ainda te ama nos dias em que você se sente menos amado. Tudo isso pelo preço de não ser tão conservador e reservar sempre uma boa mente aberta."

#Eduardo Aguiar escreveu "Características das Mulheres dos 12 signos"



Eu gostava de perceber o que é que me impede de ser totalmente feliz. Isto é, viver com a intensidade devida os momentos que constituem aquilo a que chamamos vida. Eu acho que os vivo pela metade. Ou sofro, demasiado, por antecipação e, quando decido vivê-los, já os programei e desprogramei tantas vezes que não há forma de me surpreenderem, ou começo a vivê-los naturalmente, deixando-me ir ao sabor do momento e, como se de uma travagem brusca se tratasse, imponho-lhes limites, analisando e re-analisando todo e qualquer pormenor, aspirando sempre que "ou é bom demais, eu não tenho capacidade de os acompanhar e nem os mereço" ou "para ser tão bom e gratificante, não vai durar muito porque na minha vida a grande parte do que me realiza e pelo qual nutro sentimentos me abandona num ápice."
Para quem lê pode parecer doentio, inconcebível, abismal e impossível mas para mim é bem real e não encontro palavras mais certas que façam jus ao que sinto, verdadeiramente, vezes sem conta!

Depreendo que isto se possa tratar... É que convém!

terça-feira, 31 de maio de 2011

Damascos para uns, Alperces para outros...



Vão ser vocês, meus caros, os causadores do meu interregno na luta contra a fruta!
Amo-vos de paixão, já que estão carregadinhos de carotenos!*

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Quando a alma clama por sons que a preencham...



... surgem coisas boas destas! Extraordinária combinação...

É ver-me vidrada ali no talento do rapaz com a camisa que faz lembrar uma toalha de piquenique...

Lembram-se...


... disto e disto?!

Pois bem... voltou a acontecer! Mais uma morte, desta vez da mãe de uma amiga minha! Os últimoa meses têm sido pesados, no que toca a perdas de pais e mães no meu rol de amigos. E, sinceramente, já parava de acontecer! Além do sentimento de impotência que sempre nos assola, é atroz todo o sofrimento e choque que lhes paira nos olhos, nas vidas mudadas e, muitas vezes, desfeitas, nos constantes porquês proferidos no meio de desabafos que vão limpando a alma. Resta, a quem apoia, a simples presença e apoio nestes momentos dolorosos. Resta o crescer, à força, de pessoas que se vêem agora como único sustento e pilar de uma casa. É duro... muito duro! E efémera, esta vida...


domingo, 29 de maio de 2011

Se isto não é amor, é o quê? #10


Deito-me às 4h, depois de ter sido "perseguida" pela polícia.
Cuidadosamente coloco o relógio a despertar para as 8h.
Quando ele decide "alarmar-me" ao som do Waka Waka, peço mais 30 min.
Telefono a pedir informações para lá chegar.
Arranjo-me e vou vê-lo... numa prova destas!


Tivesse eu sempre motivada a acordar cedo...


sábado, 28 de maio de 2011

A culpa não é minha!


Eu que nem sou muito dada ao desporto, combinei um passeio de bicicleta para toda a tarde, com direito a banho no final do esforço. S. Pedro quis que começasse a trovejar a sério e desatou a abrir as torneiras lá de cima... Como já referenciei, a culpa não é minha!

sexta-feira, 27 de maio de 2011



Nestes 5 meses de conhecimento, reconhecimento e construção de um futuro, não houve dia algum que não agradecesse a tua presença na minha vida, a história que nos une e os sentimentos que transbordamos, mesmo que fosse só durante um minuto. Os dias são diferentes, as vivências acompanham essa diferença e os choques de personalidade dão-se. Há arestas a limar, obstáculos a ultrapassar, situações a digerir e metas a (re)definir. O tempo tem, aliado a si, a constante mutação dos factos e, nós, temos que nos ir adaptando. Se, no passado, todas estas "fugas à perfeição" tinham que ser evitadas e eram sinónimo de "fim de história", altamente vivenciadas como tal, hoje a serenidade reina. Hoje ama-se a imperfeição, não como prémio de consolação de quem não atinge a perfeição, mas antes como caminho de vida maduro, real e pouco ilusório do "verdadeiro e paradoxal estado da vida". Hoje não se tenta "disfarçar o lado partido", hoje "acolhe-se e aprende-se a viver com o dano, com a imperfeição". E, nestes moldes, vão-se tendo insónias e preocupações, seguidas de discussões de pontos de vistas, sempre com o intuito de "adoptar a humilde sabedoria de quem procura conscientemente o melhor, sabendo que esse melhor ficará sempre àquem"! A imperfeição de que somos feitos e que nos une é "uma história ainda em aberto, que conta activamente connosco." É sempre possível começar e recomeçar. Com ela é-nos permitido "compreender a nossa singularidade, a nossa diversidade, o real impacto da passagem do tempo em nós, o traço dos seus vestígios. A imperfeição humaniza-nos."
Lido parece fácil... mas desengane-se o tolo que ousa pensar isso!
Porque hoje voltei a vislumbrar e a sentir que a escolha (que foi mais uma entrega desmedida!) foi certa, faz-me feliz e faz-me, como já vêm sendo hábito, e durante mais de 1 minuto concerteza, agradecer a tua imperfeita presença a meu lado!



A facilidade com que consigo projectar quase tudo o que vai acontecer nos próximos meses e a ausência de espaço e/ou tempo para o surgimento de surpresas ou situações positivamente inesperadas, estão a tornar estas minhas insónias perfeitamente insuportáveis.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

I'M FEELING THIS! #7



Ando a despejar os bolsos. Tudo o que me pesa, sai. Tudo o que não me é essencial nem me faz feliz, sai. Tudo o que não me acrescenta nada, sai. Nada de grave nem de radical. Não mudei assim tanto. Continuo a ser a mesma pessoa de sempre. Mas a vida ensina-nos a separar o essencial do acessório e é bom, muito bom, quando isso acontece.


quarta-feira, 25 de maio de 2011

Da forma criativa de se convidar alguém para o casamento...



Entro eu no MSN, com o intuito de falar com a A. sobre um telefonema que me fez há uns dias atrás. Como sou uma despassarada do pior, nunca mais o retornei. Assim sendo, dirijo-me para a janela de conversação e pergunto-lhe o assunto do telefonema. Ela responde que já não se lembra e sai-se com esta maravilhosa pérola: "Olha, queres vir ao meu casamento?". Eu dou uma gargalhada bastante sonora e visualizo, no meu pensamento, a inocência e a simplicidade com que diz isto. Ela começa a desculpar-se dizendo que já era para ter falado comigo há imenso tempo e que a vida dela não tem andado fácil, visto que o casamento é já no dia 2 de Julho. Pois bem, ela não precisava de ter dito nada. Se isto viesse de outras pessoas, possivelmente duvidada... mas dela, não há a mínima hipótese! Ela é aquele ser simples, sincero e honesto, com um coração gigante, que não vê maldade em nada e que acredita piamente no impossível. Sei que a distracção dela é típica, juntando a isso o facto de andar a tomar calmantes para dormir (como me referiu no decorrer da conversa)! Sinto por ela uma enorme admiração... e essa admiração cresce a cada dia que passa. E, pegando nas palavras da S*, remato:

"Porque é que toda a gente é descrente no casamento?
(...)
Eu acredito no casamento. Acredito no compromisso. Na fidelidade. Na entrega. No "felizes para sempre, ainda que com momentos maus pelo meio". Acredito no Amor.
E quero casar. Nunca quis, nunca dei importância. Agora quero, sinto que é importante. Acredito que seja um dia lindo e quero vivê-lo."

Assim como a A. o vai viver... Eu acredito!




... aquele que hoje demos junto ao meu carro, lembras-te?!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Constatações da minha mãe...


"Manel... Ela sabe mesmo cozinhar! O rapaz já não morre à fome!"

Eu tenho cá para mim que ela sempre associou a minha extrema magreza ao facto de eu "não mexer um músculo" para me alimentar. O que é certo é que cozinhei para mim, na faculdade, durante 3 anos, fui "ajudante de cozinha", numa Irmandade, no último ano da mesma e vivi um mês sozinha. 24 anos de convivência e ela ainda se maravilha com os meus feitos. Só pode ser amor extremo!
Ah... Para não falar que, agora, o que lhe preocupa é que "O RAPAZ" não morra à fome! Continuo a dizer que ela sempre acreditou que eu vivia de cereais, farinhas lácteas, leite e iogurtes e que ia passar esse hábito à descendência!

Mas anda algum vírus no ar?!


Fim da 1ª Temporada

Fim da 6ª Temporada

Fim da 7ª Temporada

Fim da 8ª Temporada

Já vai no episódio 23... não tarda também acaba!

sábado, 21 de maio de 2011

Da forma como eu me satisfaço com pequenas coisas...



É ver-me orgulhosa a olhar para o visor do telemóvel e a constatar que, aquela interrupção da conversa, foi fruto de 1 hora de conversa expirada! Já fazia um bom tempo que não tínhamos uma conversa de telemóvel tão longa. E pronto! Estou feliz e vou tomar banho porque está um calor que não se pode!

sexta-feira, 20 de maio de 2011

"Adenda-seguimento" dos postes anteriores...


Porque já são 5h da manhã como eu previa. Porque eu sei que quando me ponho a ver One Tree Hill só dá asneira. Porque os pássaros já cantam lá fora e eu tenho o coração cheio de "magia". Porque a série acabou e eu não sei se gosto muito da ideia. Porque me apetece partilhar:

Sabem? Eu acredito em magia. Nasci e fui criado numa época mágica, numa terra mágica, entre os magos. A maioria das pessoas não percebiam que vivíamos numa teia de magia, ligados por filamentos de prata de oportunidade e circunstância... mas eu sempre soube! Esta é a minha opinião... Todos nascemos, conhecendo a magia. Nascemos com vendavais, incêndios florestais e cometas dentro de nós! Nascemos capazes de cantar para as aves, ler para as nuvens e ver o nosso destino em grãos de areia.
É então que a magia começa a aprender a sair das nossas almas. Elas vão à Igreja, são lavadas, penteadas e saem. Somos colocados em situações difíceis e dizem-nos para sermos responsáveis. Dizem para agirmos de acordo com a nossa idade. E sabem porque nos dizem isso?! Porque as pessoas ficam com medo da nossa vida selvagem e juventude, porque a magia que conheciam as envergonha e as deixa tristes, por tudo o que deixaram murchar em si mesmos! Depois de irem tão longe não o podem reaver. Podem ter segundos disso, apenas alguns segundos de conhecimento e lembrança.
Quando as pessoas choram no cinema é porque, naquele teatro escuro, o ouro fundido da magia é tocado... só por alguns instantes! De seguida, saem em direcção ao sol da lógica e da razão e, novamente, essa magia seca... e o coração entristece... e não sabem porquê.
Quando uma música desperta uma memória, quando partículas de poeira rodopiam num raio de luz, a atenção delas é retirada do mundo. Quando ouvirem um comboio passar num trilho distante e imaginarem para onde se dirige, estarão a dar um passo além de quem são e de onde estão. Por um brevíssimo instante acabaram de entrar no mundo mágico.
É nisto que acredito!

in One Tree Hill |Season 8, Episode 22|


E eu também... do fundo do meu coração!

Conversas e constatações ao volante... - Post 4/4


Pois bem... Noite de quinta-feira é sempre sinónimo de deitar tarde. O motivo que nos faz reunir todas as quintas é bastante forte. Eu e a M., como já vem sendo hábito, acompanhamo-nos mutuamente até ao destino, aproveitando para colocar o paleio em dia! Hoje decidimos analisar e questionar a forma como nos dedicamos ao que nos é proposto. Por muitas crises que nos dê de início, por muitas análises pessimistas que façamos, por muitas picardias que haja, o que é certo é que somos incapazes de nos contentar com o mediano. Mesmo em actos de voluntariado ou actividades que para muitos sejam banais, é difícil nos contentarmos com o simples acto de fazer; preferimos sempre o "fazer diferente", o "marcar", o "superar-nos". Não, não é uma questão de protagonismo ou simplesmente necessidade de realização pessoal; é mais uma necessidade suprema de criar uma reacção no receptor da mensagem! Sempre nos orientámos pelo lema de "deixar o mundo um pouco melhor do que o encontramos para os outros que nos seguem" e, isso, nem sempre se revela fácil e se traduz em saúde física. Ficamos muitas vezes de rastos, sentimos o corpo e a alma a definhar com o cansaço e com a azáfama, vivemos com o coração na boca... mas também chegámos à conclusão que, sem esta realização, os momentos não têm o mesmo sabor, não nos fazem sorrir e muito menos nos motivam. Ou pomos "tudo o que somos" nas nossas acções ou então não vale a pena! Se somos doidinhas?! Há quem diga que sim... Eu prefiro pensar que somos saudavelmente loucas e entusiasticamente dedicadas!