segunda-feira, 4 de junho de 2012

A minha extrema sinceridade dá-me que fazer!


Quando é que eu vou aprender a manter para mim certas e determinadas visões da situação em causa? Quando?! Tenho que me começar a lembrar, mais amiúde, que já não faço parte do teu dia a dia e, portanto, não tenho nem devo ter qualquer tipo de indício a parecer. Mas sou "tão eu". Sai-me tão naturalmente. Está-me no sangue. E essa sinceridade não vem com a intenção de ser uma crítica ou um julgamento... mas, somente, uma constatação.

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