Mostrar mensagens com a etiqueta This is me*. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta This is me*. Mostrar todas as mensagens
segunda-feira, 2 de março de 2015
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
Wild.
I’m a free spirit who never had the balls to be free.
It seemed to me the way it must feel to people who cut themselves on purpose. Not pretty, but clean. Not good, but void of regret. I was trying to heal. Trying to get the bad out of my system so I could be good again. To cure me of myself.
I was amazed that what I needed to survive could be carried on my back. And, most surprising of all, that I could carry it.
Etiquetas:
♥,
Movies and I*,
This is me*,
Try to do it well*
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
FACTO #159
(...) Talvez não peça nada para 2015 que não dependa apenas de mim. E sem qualquer timidez, peço Optimismo. Porque o cinzento da vida não se entorna, quando trazemos o sol dentro de nós. | Isabel Saldanha
Etiquetas:
A talk with a shooting star*,
Pray*,
This is me*
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
Praia com história!
Há muita praia brilhante por este Portugal fora, há... mas esta é a minha praia! É a praia que alberga as histórias felizes e os percalços da minha vida até então. É dotada de uma imensidão que nos dá liberdade. Tem mil e uma maneiras de providenciar o melhor nascer e pôr do sol. Tem esplanadas artísticas, tem romarias tradicionais, tem novos e velhos felizes e uma muralha de gente que apenas deslumbra o poder da natureza. Tem dunas que nos reservam paz e um paredão que esconde os desejos e as aventuras mais secretas. É o melhor sítio do Verão, quando os amigos e a família se encontram reunidos. Eu sou uma pessoa que adora conhecer e deslumbrar-se com as maravilhas que pelo mundo estão escpalhadas... mas a Torreira será sempre a responsável pelo sal da minha vida! É a praia do meu coração... e todos vós a podem conhecer! 'Bora lá?!
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
sexta-feira, 11 de julho de 2014
domingo, 1 de junho de 2014
Eu sou uma sofrida...
A mim tudo me dói. E doer não é necessariamente mau. Quando me respeitam eu emociono-me, dói-me a alma de tão bom que é. Quando me desrespeitam, choro pela dor dilacerante que a alma incute ao corpo. Sofro com as perdas, sofro com a nostalgia das memórias. Choro com a emoção da felicidade de ontem, de hoje e da ilusão do que poderá vir a ser amanhã. Choro com as lutas travadas, com as batalhas perdidas e, principalmente, com as ganhas. O desapego custa-me lágrimas salgadas, derramadas em noites de ansiedade descontrolada, juntamente com a revolta das voltas trocadas aos planos idealizados. A ideia de recomeço comove-me, pela esperança que lhe está implícita. Permito-me à dor, quando ela se lembra de aparecer e me perturbar a paz. Mas limito-a no tempo. Como ontem. Através de certas imagens, decidiu entrar em mim sem pedir autorização e impor questões sonantes que importunam o sono. Dei-lhe tempo de antena, dei-lhe alguma razão, chorei respostas que teimam em não aparecer, desliguei o som proveniente do concerto que, até então, me deslumbrava. Adormeci, entre voltas e revoltas. Hoje acordei e agradeci. Não sei bem o quê, secalhar o simples facto de estar viva, mas agradeci. E confiei. Confiei que, mais cedo ou mais tarde, tudo fará sentido. E assim aniquilei essa dor mazinha, que teima em estar atenta aos momentos de maior fragilidade. Impus-lhe limites, convivendo agora com ela, sem que me cause mossa ininterruptamente. Porque há tão mais a agradecer, tão mais que fazer, em vez de ficarmos acorrentados a dores de passados que não voltam. Eu sou uma sofrida porque sinto tudo, o que me diz e não diz respeito, mas sou melhor do que ontem porque já sei escolher pelo que vale a pena sofrer!
sábado, 26 de abril de 2014
Ahhhh o meu mau feitio, que é como quem diz, a minha vincada personalidade!
Eu já tive namorados que não eram do mesmo clube que eu. Respeitava a escolha deles, como eles respeitavam a minha. Havia picardias típicas, baseadas em bocas parvas mas sempre engraçadas. Era viciante e saudável aquela disputa em alturas de confrontos directos. Mas nunca, nunca mesmo, houve falsos moralismos para agradar o outro, que é como quem diz, nem eu nem eles sentíamos necessidade de fazer de conta que gostávamos muito do outro clube quando não era de todo verdade. Nós queríamos que o nosso vencesse e se o outro escorrega-se e nos ajudasse nas contas, melhor! Não éramos doentes por esta temática mas também não dávamos a outra face de mão beijada. Havia orgulho em ser de tal clube, com os "ódiozinhos de estimação" típicos por jogadores, treinadores e/ou presidentes. Sempre vivemos bem com isso, sempre fomos fiéis a um gosto que nos vinha da alma. Ponto. Não tínhamos de fingir para agradar. Benzadeus! Agora quando as redes sociais nos mostram o contrário, em prol do amor que se tem ao outro, numa visão de quase anulação para agradar, eu começo a entender o porquê de continuar sozinha! Secalhar é personalidade a mais nos gostos. É, tem de ser isso!
* Note-se que se trata apenas de um banal exemplo. Daqui a questões mais sérias e determinantes vai um passinho... e é isso que me "preocupa"!
sexta-feira, 25 de abril de 2014
25 de Abril - Celebrar a Liberdade! #8
(...) Reconheço: nasci depois da revolução que mudou o país.
Tal como eu, está cerca de meio Portugal. Ouvimos relatos. Vimos imagens. Sentimos mudanças. Mas de abril não guardamos um só cravo. Um só som. Somos os filhos da revolução. Aqueles que mais beneficiaram com a revolta e os que tantas vezes desvalorizam o que se conquistou.(...)
Tal como eu, muitos portuguesas não respondem à pergunta de abril. Não estiveram. Não existiam. Mas sabemos do valor desta conquista. Não duvidamos do salto qualitativo e quantitativo que o país conseguiu dar a todos os níveis. (...)
É inquestionável o valor da democracia. E mais ainda o que Portugal conseguiu fazer com ela. Este é um caminho que não termina e que exige capacidade e persistência. Que exige responsabilidade. A todos. E é o compromisso que meio Portugal – no qual me incluo – deve assumir. Cumprir o sonho de abril, mantendo acesa essa luz. Se não ajudámos a fazê-lo – por não termos tido a possibilidade de escolha –, podemos escolher agora e ajudar a preservá-lo. Porque escolhendo Abril, escolhemos Portugal.
Rodrigo Viana de Freitas in P3
domingo, 30 de março de 2014
quarta-feira, 26 de março de 2014
Subscrevo integralmente!
Não há nada de errado, nem é sinal de fraqueza, desistir de coisas/projectos/pessoas que fogem, sistematicamente, do nosso alcance. Seja por que razão for. Se é verdade que devemos procurar dar o máximo de nós e do nosso empenho em cada situação, também é claro (ou devia ser) que se as coisas não avançam por nada, se há sempre desculpas para tudo o que (não) se quer fazer, se a chave não gira e as portas não abrem, se o sol nunca mais nasce quando todos sabemos que cá dentro pode ser Verão ou Primavera se quisermos, deixem. Larguem da mão. Às vezes a vida precisa mesmo de dar esta volta de 180º e está tudo bem. E as pessoas que nos rodeiam nem sempre têm vontade/coragem de nos acompanhar. E também está tudo bem.
Às vezes o melhor é mesmo parar, ver e reparar, deixar que o mundo volte a girar no sentido certo e as pessoas voltem ao lugar onde pertencem. Seja mais perto ou mais longe de nós.
Há momentos em que só desta forma aprendemos que mais vale que a vida se desconstrua, se vire do avesso e nos mude as perguntas para as respostas que julgamos ter, para depois fazermos as coisas de uma outra forma, mais forte, melhor (e é sempre melhor, garantidamente).
O desapego treina-se. Custa, demora a interiorizar, sobretudo quando estão em causa coisas/projectos/pessoas de quem gostamos muito. Mas treina-se. E consegue-se. E faz de nós pessoas muito mais leves.
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
Etiquetas:
♥,
Constatações*,
Define future*,
Quotes*,
This is me*,
Try to do it well*,
Viver é fazer diferente*
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
25+2, por assim dizer!
Quando me ponho a pensar que já tenho 25+2 anos, começo a hiperventilar. Há qualquer coisa em mim que me faz desacreditar de tal feito. Olho com prazer para um passado cheio de histórias que consigo esmiuçar como se do presente se tratasse, histórias com mais de 10 anos, pelo que não entendo como é que posso ter já 25+2 anos. Mas o cartão do cidadão comprova isso mesmo. E, contra factos, não tenho argumentos! Eu, ao contrário de uma grande parte das pessoas, adoro fazer anos. Gosto do projectar do dia, gosto dos cânticos, gosto dos sorrisos e dos mimos, gosto da atenção, gosto da celebração e de todos esses detalhes pirosos. Olho para dentro de mim e ainda sinto viva a criança deslumbrada pelo encantamento de um dia só seu. Deito-me a estas horas porque houve quem se disponibilizasse para aceder aos meus caprichos de menina mimada, com direito a bolo de arco-íris, brindes e extremas conversas de vida. Sinto que não cresço neste encanto e magia. Sinto que não quero perder esta faceta. E é bom de ter, ver e viver a mesa cheia de pessoas especiais, os copos a bater uns nos outros, os abraços e os beijinhos repenicados, os lábios a acusar o excesso de chantilly, as mãos que se entrelaçam, a alma que se deslumbra por se ter agarrado àqueles seres. Sou feliz e grata pelas pessoas da minha vida. Sou feliz e grata por estarem sempre dispostos a ouvir-me e a fazer-me crescer. Sou feliz e grata por toda a dedicação. Tenho a consciência diária disto tudo mas é bom demais quando podemos viver isto de uma forma exagerada. Gosto de sentir exacerbadamente. Gosto de declarações íntimas do amor recíproco que nos une. Por tudo o que já vivi e por tudo o que espero viver intensamente, venham de lá esses 2 acrescidos de 25 para continuar a grande obra que tenho na vida: glorificar os dias que me são oferecidos e marcar vidas! É tão bom fazer diferente, viver diferente. Boa noite!*
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
About Depression... Listen!*
(...) Ao esconder-nos da depressão, ela cresce. E as pessoas que se safam melhor são as capazes de suportar o facto de que têm esta condição. Aqueles que conseguem aceitar a depressão são os que encontram resiliência. (...) As nossas necessidades são o nosso bem maior. Aprendi a dar tudo o que preciso. Valorizar a nossa depressão não previne uma recaída mas pode fazer da perspectiva de recaída, ou mesmo a recaída em si, mais fácil de suportar. A questão não é tanto encontrar um grande significado ou decidir que a depressão significou muito na nossa vida. A questão é, antes, procurar o sentido e pensar, se ela voltar: "Vai ser um inferno, mas aprenderei algo." Com a minha própria depressão, aprendi como uma emoção pode ser imensa, como pode ser mais real do que os factos e descobri que essa experiência me permite vivenciar emoções positivas de um jeito mais intenso e focado. O oposto de depressão não é felicidade, mas sim vitalidade e, actualmente, a minha vida é vital, mesmo nos dias em que estou triste. (...) Acho que ao odiar estar deprimido, e odiaria estar novamente, descobri um jeito de amar a minha depressão. Amo-a por me ter forçado a encontrar a alegria e agarrar-me a ela. Amo-a porque, todos os dias, eu decido, por vezes com bravura, outras contra a razão do momento, agarrar-me às razões de viver. E isso é um grande privilégio!
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
FACTO #138
É necessário, de quando em vez, fazermos uma paragem na vida. (...) Também nós sairemos enriquecidos dos momentos de deserto que criarmos. Depois disso, teremos melhores condições de enfrentar a vida de cada dia, com os seus problemas, desafios e solicitações. Sairemos de nossos desertos convictos de que nesses tempos que periodicamente nos concedemos, longe de nos isolarmos num egoísmo estéril, estaremos a criar melhores condições para estabelecer um encontro leal, profundo e sincero connosco mesmos, com os outros e com Deus. (...) Tempos de deserto não são de fugas, mas, sim, multiplicadores das nossas forças, tornando-nos mais eficazes.
Etiquetas:
2014 the year*,
Aprende*,
Changes*,
Constatações*,
This is me*,
Tudo é bonito*
domingo, 12 de janeiro de 2014
Há pessoas que sentem com todas as células que compõem o seu humano corpo. E essas pessoas cultivam em mim uma certa curiosidade. Gosto da forma como querem resolver o que outros julgam impossível, só porque o sentimento que as define as faz acreditar. Gosto da forma como querem desvendar os mistérios no coração dos outros. Gosto da forma como os querem entender, como se compadecem das suas dúvidas e perdição. Gosto da forma como são, estupidamente, humanas.
Como sentem com o corpo, quando se trata daqueles sentimentos menos fervorosos, daqueles que por vezes machucam, há toda uma resposta traduzida em forma de lágrimas, impaciência no olhar, ritmos cardíacos alucinados, por vezes até rash cutâneo. E não, não estão a fazer de propósito para serem notadas... é-lhes completamente inerente e não conseguem controlar... mas vão tentando aprender. Essas pessoas que sentem com o corpo, sentem em demasia, querem sentir em demasia, necessitam dessa demasia. Não conhecem outra forma de ser, de agir. Mas nem sempre são entendidas. É fundamental esclarecer que essas pessoas não têm a prepotência de achar que essa forma de viver é única. Sabem que não é, respeitam isso, como necessitam que respeitem e aceitem a sua forma de sentir.
É certo que é muito mais difícil de reparar uma pessoa que sente com o corpo, porque quando adoece o sentimento o corpo ressente-se, e muito. É muito mais sufocante, e até mesmo desgastante, uma pessoa comportar em si esta característica. Por vezes, chego a achar que é mordaz, exageradamente perfeccionista e até mesmo psicótica a necessidade de sentir tudo. Mas admiro-as. Admiro a honestidade, a transparência, o desafio que nos deixam no ar. Gosto destas pessoas porque dificilmente escondem intenções maquiavélicas. Estas pessoas odeiam jogos de intenções. Odeiam ter que supor, odeiam questões dúbias. Fogem dos mal-entendidos e, principalmente, são fiéis, compulsivamente fiéis, ao sentimento que ousam partilhar. A segurança que nos dão é tão relaxante, cultiva nos mais íntimo de nós a confiança nelas e, muito raramente, criam em nós expectativas defraudadas.
Eu gosto destas pessoas e quero-as ardentemente na minha vida. Elas ensinam-me a promover a leveza, ensinam-me a respeitar o que sinto, da forma que sinto, mesmo que ilógico aos olhos da maioria. Elas obrigam-me a encarar os erros como aprendizagem e a perceber que o sentimento provocado, por mais penoso que seja, é também libertador do meu medo incontrolável de sofrer. É nelas que busco a força para, dia após dia, consolidar a força para fazer jus ao que verdadeiramente sinto, ao que verdadeiramente sou. Gosto da ideia simplista que ostentam: são o que são, sentem o que sentem, sem pudores ou necessidade de explicação. Dizem as más línguas que são pessoas mais frágeis, mais expostas ao perigo, menos protegidas e, portanto, sofrem mais e vivem mais o sofrimento. Mas porra... sentem tudo na vida como deve ser! São vivas. São cativantes. São desafiantes. Corre-lhes nas veias a vontade de lutar por um mundo com pessoas mais humanas. Querem que, no decorrer da vida, haja quem se deixe encantar.
Eu sou uma dessas pessoas. Estou encantada. E ontem recomeçou algo que tenho vindo a perder: o respeito pelo que sinto, como sinto, quando sinto, mesmo que incomode. Foram lágrimas, porque foram, públicas, mas tão honestas quanto libertadoras. Porque estavam acumuladas, precisavam de sair e foram provocadas por quem me quer bem. Não me envergonho. Já disse que gosto de quem sente com todas as células do seu corpo?
Eu gosto destas pessoas e quero-as ardentemente na minha vida. Elas ensinam-me a promover a leveza, ensinam-me a respeitar o que sinto, da forma que sinto, mesmo que ilógico aos olhos da maioria. Elas obrigam-me a encarar os erros como aprendizagem e a perceber que o sentimento provocado, por mais penoso que seja, é também libertador do meu medo incontrolável de sofrer. É nelas que busco a força para, dia após dia, consolidar a força para fazer jus ao que verdadeiramente sinto, ao que verdadeiramente sou. Gosto da ideia simplista que ostentam: são o que são, sentem o que sentem, sem pudores ou necessidade de explicação. Dizem as más línguas que são pessoas mais frágeis, mais expostas ao perigo, menos protegidas e, portanto, sofrem mais e vivem mais o sofrimento. Mas porra... sentem tudo na vida como deve ser! São vivas. São cativantes. São desafiantes. Corre-lhes nas veias a vontade de lutar por um mundo com pessoas mais humanas. Querem que, no decorrer da vida, haja quem se deixe encantar.
Eu sou uma dessas pessoas. Estou encantada. E ontem recomeçou algo que tenho vindo a perder: o respeito pelo que sinto, como sinto, quando sinto, mesmo que incomode. Foram lágrimas, porque foram, públicas, mas tão honestas quanto libertadoras. Porque estavam acumuladas, precisavam de sair e foram provocadas por quem me quer bem. Não me envergonho. Já disse que gosto de quem sente com todas as células do seu corpo?
Etiquetas:
Desabafos*,
This is me*
Subscrever:
Mensagens (Atom)


















