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quinta-feira, 27 de novembro de 2014
quarta-feira, 23 de julho de 2014
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
O poder dos sentimentos reais, que tocam o coração dos sensíveis!
Sweet Loraine: foste, sem sombra de dúvida, um ser humano inspirador! Oxalá todos nós tivéssemos alguém que nos visse assim, que nos sentisse assim, que nos sentisse a falta... assim! Oxalá houvesse mais gente disposta a concretizar sonhos, pelo simples facto de ser um acto importante para outro alguém.
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♥,
I believe in miracles,
Parece fácil*,
Significa tanto*,
Tudo é bonito*,
Uou*
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Podia ter-me metido nas drogas... mas não!
Acredito em esperar pelo amor, porque vale muito mais a pena do que aprender a amar quem está à mão. E é por acreditar nisto tudo que acredito que o amor é difícil, que dói, que nos parte em peças, mas também que nos cola e nos dá novas formas e mais visão. E é por isso que acredito no amor.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Gosto de amores assim, que falam! #2
A Vanda, que trabalhava na cozinha do Hospital, descobriu há dois anos que tinha um cancro. A vida parou. Mas ela decidiu não parar. Pelo contrário, decidiu acelerar. Vou aproveitar a vida ao máximo, dizia. Como se o máximo estivesse naquilo que nós queremos e não naquilo que é uma vida com o máximo sentido. Por isso decidiu deixar o emprego, deixar o marido e os filhos, deixar a vida do dia-a-dia. Sempre que o tempo o permitia, passava-o junto à piscina. Quando vinha a noite, e se esta lho permitisse, passava-a na noite. Juntou-se, e com ela o seu corpo, a outro homem, um médico lá do hospital. Afastou-se dos amigos e não quis saber nem o que eles nem o que o comum dos mortais pudessem pensar ou dizer. Mesmo os filhos. Mesmo o marido.
Há dois meses, porém, a Vanda iniciou uma fase terminal. E o João, que era o marido, sem mas nem meio mas, foi busca-la para casa, para morrer junto dos que eram verdadeiramente dela e a amavam. Ele e os filhos. A Vanda acabou por falecer nos braços do grande amor que o João lhe tinha. Um amor que não se importou com a sua queda, com o seu pecado, com o seu virar de costas, com a sua escolha. É assim o verdadeiro amor que não olha senão para a pessoa que escolheu amar, que a ama porque isso lhe sai do coração e não porque saia de qualquer interesse ou contrapartida. Foi assim a história que costumamos chamar de Filho Pródigo. É assim que infinitamente nos ama Deus. Nós escolhemos os nossos caminhos, caímos, viramos-lhe as costas, e Ele escolheu amar-nos.
sábado, 22 de dezembro de 2012
E ela conta, com um brilhozinho nos olhos, a forma natural e voluntária como ele a deixou a dormir por mais uns minutos, ajeitando-lhe a manta, dando-lhe um beijo na testa e saiu para comprar o que seria o seu pequeno almoço. Face a isto, a única coisa que posso dizer é que ainda há pessoas boas e ainda há gestos bonitos para admirar. Eu fico sempre enternecida com acontecimentos destes, quando são, de todo, despretensiosos. O cuidado e o carinho para com outro ser humano só tem valor quando surge naturalmente, despregando-se da ideia de necessidade de compromisso para que tal aconteça. Há acções que falam por si, gestos que contam, momentos que vale a pena registar como impulsionadores em dias mais sombrios. Gosto quando a humanidade que habita o ser humano se revela. Gosto mesmo.
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Quando o felicidade nos faz acelerar o coração!*
Há famílias que eu simplesmente adoro, com todo o meu coração. Há famílias que me inspiram, que me fazem sonhar, que me fazem acreditar. A família Girassol é uma família que conheço de perto, não há muito tempo, mas que já me fez chorar de emoção, que já me confiou em braços 2 filhos, que me faz ter mais a certeza da forma como pretendo criar a minha (se é que algum dia vai existir). Transbordam alegria, neuras próprias, transbordam originalidade e muita dedicação aos seus. São seres empenhados, humildes e cheios de magia. Tornam os pequenos pormenores em algo grandioso, vivem na terra e da terra, são felizes. E hoje, do alto do meu percurso diário pelas redes sociais, tive um alegria que não consigo conter somente no meu coração: espera-se a chegada de um terceiro girassol. Parece que foi ontem que a vi, pequenina a ostentar uma bela barriga do Sebastião, e hoje ele já largou as fraldas e ela já tem outra bela barriga a crescer. Choro de emoção e orgulho Catarina. Ainda há boas notícias neste mundo.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
terça-feira, 6 de março de 2012
FACTO #35
Lutar é muitas vezes não fazer nada. Não dar um passo em direção nenhuma. É ficar parado, estanque, inamovível, á espera que a vida lute por nós. E é também guardar um esmagador silêncio de sepulcro.
Lutar exige força, mas nem sempre a força bruta, braçal, dominadora. Lutar exige muitas vezes a força maior de lutarmos contra nós mesmos, os nossos medos e os nossos fantasmas, fechando os olhos e não dizendo uma palavra, para lhes mostrarmos claramente que não temos medo do escuro.
Lutar exige muitas vezes a força sobrenatural de nos mantermos firmes nas nossas crenças, desejos e propósitos, mesmo quando tudo á volta - e muitas vezes o próprio bom senso - nos diz para desistirmos, porque não há nada na nossa luta que valha a pena, que é uma guerra perdida.
Lutar é não desistir daquilo em que se acredita, mesmo que para isso o essencial seja lutar para não fazer coisa nenhuma e continuar a acreditar que um dia o cenário muda.
Eu luto.
quinta-feira, 1 de março de 2012
Já tinha saudades de ter tempo para escrever. Para escrever com calma. Para pensar em cada palavra. Para canalizar os nós presos na garganta. Para reflectir no meu silêncio. Foi assim que aprendi a sobreviver aos pequenos obstáculos diários que a vida me proporciona. É nesse tempo de paragem que penso e repenso atitudes, traço necessidades de melhoramento e tento entender o inexplicável. Este é o mundo de fugas que necessito, ao qual me fui habituando e que, hoje em dia, me custa tanto a gerir.
Mas hoje é diferente. Hoje estou de folga. Hoje começa Março, o mês do optimismo, dizem. Eu quero acreditar que sim. Que é o mês de mais umas quantas realizações. Que é o mês de 31 novas oportunidades de fazer diferente, de fazer melhor.
Tenho rejeitado pressas que me tentam incutir. Agora sou eu, ao meu ritmo, com a consciência de todas as consequências que essa decisão pode comportar. Decidi pôr um fim a toda e qualquer cura por conveniência. Ando devagar, vou saboreando, vou valorizando o que me tem passado ao lado. (Sei que estou a conseguir quando me chamam a atenção para a minha súbita calmaria.) Começa a reinar a ponderação sem deixar de lado o espírito sonhador. Continua-se com o sem número de afazeres para um número limitado de horas diárias, é um facto, mas questiona-se a melhor forma de redução. Aposta-se no poder organizativo. Cresce-se. A paciência de outrora tende a ignorar, cada vez mais, a mesquinhez. Quer dizer, tem dias! O foco de acção torna-se um pouco mais egoísta. Pela primeira vez não há assuntos mal resolvidos, daqueles que criam ansiedade e mal-estar. Mudei-os de categoria. Há assuntos pendentes, que o continuarão a ser até novas ordens. Assuntos que tinham tudo para serem passíveis de uma resolução sôfrega mas que, por força de acções que me ultrapassam, deixaram de o ser. Perderam beleza, magia e a fé que neles depositava.
E assim vamos andando por cá, qual Primavera que anseia o despontar. Já não falta tudo.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Vale a pena pensar nisto!*
Somos a primeira pessoa do plural
Estamos tão perto uns dos outros. Somos contemporâneos, podemos juntar-nos na mesma frase, conjugarmo-nos no mesmo verbo e, no entanto, carregamos um invisível que nos afasta. Ouvimos os vizinhos de cima a arrastarem cadeiras, a atravessarem o corredor com sapatos de salto alto, a sua roupa molhada pinga sobre a nossa roupa a secar; ouvimos a voz dos vizinhos de baixo, dão gargalhadas, a nossa roupa molhada pinga sobre a roupa deles a secar; cheiramos as torradas dos vizinhos do lado, ouvimo-los a chamar o elevador e, no entanto, o nosso maior problema não é apenas não nos reconhecermos na rua. O nosso problema grande é estarmos convencidos que os problemas deles não nos dizem respeito. A nossa tragédia é acharmos que não temos nada a ver com isso.
Há três ou quatro anos, caminhava com um conhecido no aeroporto. De repente, ouviu-se um estalido. Ele agarrou-se ao peito com as duas mãos, caiu de joelhos e, pálido, esperou por morrer. Não morreu. Tinha-lhe rebentado um isqueiro no bolso da camisa. Aliviado, encostado a um balcão, a beber um copo de água, explicou que esse ardor repentino e esse susto pareceram-lhe um ataque cardíaco. Nunca tinha tido um ataque cardíaco antes, por isso confiou em descrições vagas, a que nunca tinha realmente prestado muita atenção.
Há alguns anos também, talvez um pouco mais do que três ou quatro, tinha acabado de participar num jantar cordial, reconfortante. Toda a gente estava bem disposta, à porta dos anfitriões, longa despedida, graças, à espera de táxi. De repente, tocou o telefone de um senhor com quem tinha estado a conversar durante todo o serão. Ninguém reparou nesse telefonema até ao momento em que o senhor começou a chorar convulsivamente. Ficámos todos a olhar sem saber como chegar até ele. Tínhamos braços, estendíamo-los na sua direcção, mas continuavam distantes.
Irritamo-nos com a existência uns dos outros. Fazemos sinais de luzes àquele homem com setenta anos, num carro dos anos setenta, que anda a setenta quilómetros por hora na auto-estrada. Contrariados, esperamos por aquela pessoa que atravessa a passadeira, enchemos as bochechas de ar e sopramos. Impacientes, batemos no volante. Daí a minutos, depois de estacionarmos o carro, somos essa pessoa a atravessar a passadeira. Da mesma maneira, daqui a algum tempo, não muito, seremos esse homem com setenta, dos setenta, a setenta. O tempo passa. Se deitarmos lixo para o chão, alguém o apanhará.
Um amigo que teve um AVC, que passou por uma reabilitação profunda, que enfrentou a morte e a paralisia, depois de anos de fisioterapia, depois de esforço gigante e sofrimento gigante, falou-me da forma como esse susto muda tudo. Passa-se a apreciar aquilo que realmente importa. A imensa maioria das preocupações transformam-se em luxos ridículos, desprezíveis, alimentados pela cegueira. Após essa experiência de quase morte, ganha-se uma nitidez invulgar, que, no entanto, esteve sempre lá. Para percebê-la, bastava levar a sério a promessa de transitoriedade de tudo e, também, levar a sério essa palavra, esse planeta: o amor. Ao ouvi-lo, fui capaz de entender aquilo que dizia. Depois, também fui capaz de entender quando me disse: mas, sabes, ao fim de algum tempo, esquecemo-nos, voltamos a tomar tudo por garantido e voltamos a cometer os mesmos erros.
Repito para mim próprio: estamos tão perto uns dos outros. Não há nenhum motivo para acreditarmos que ganhamos se os outros perderem. Os outros não são outros porque levam muito daquilo que nos pertence e que só pode existir sendo levado por eles. Eles definem-nos tanto quanto nós os definimos a eles. Eles são nós. Eles somos nós. Se tivermos essa consciência, podemos usar todo o seu tamanho. Mesmo que pudéssemos existir sozinhos, de olhos fechados, com os ouvidos tapados, seríamos já bastante grandes, mas existe algo muito maior do que nós. Fazemos parte dessa imensidão. Somos essa imensidão que, vista daqui, parece infinita.
José Luís Peixoto, in revista Visão
(Dezembro 2011)
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
As palavras ensinam e há palavras que devem ser guardadas... para sempre!
"Depois de algum tempo aprendes a diferença, a subtil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E aprendes que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começas a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. Acabas por aceitar as derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança. E aprendes a construir todas as tuas estradas de hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão. Depois de algum tempo aprendes que o sol queima se te expuseres a ele por muito tempo. Aprendes que não importa o quanto tu te importas, simplesmente porque algumas pessoas não se importam... E aceitas que apesar da bondade que reside numa pessoa, ela poderá ferir-te de vez em quando e precisas perdoá-la por isso. Aprendes que falar pode aliviar dores emocionais. Descobres que se leva anos para se construir a confiança e apenas segundos para destruí-la, e que poderás fazer coisas das quais te arrependerás para o resto da vida. Aprendes que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que tens na vida, mas quem tens na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprendes que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebes que o teu melhor amigo e tu podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobres que as pessoas com quem tu mais te importas são tiradas da tua vida muito depressa, por isso devemos sempre despedir-nos das pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos. Aprendes que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começas a aprender que não te deves comparar com os outros, mas com o melhor que podes ser. Descobres que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que se quer ser, e que o tempo é curto. Aprendes que, ou controlas os teus actos ou eles te controlarão e que ser flexível nem sempre significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, existem sempre os dois lados. Aprendes que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer enfrentando as consequências. Aprendes que paciência requer muita prática. Descobres que algumas vezes a pessoa que esperas que te empurre, quando cais, é uma das poucas que te ajuda a levantar. Aprendes que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que tiveste e o que aprendeste com elas do que com quantos aniversários já comemoraste. Aprendes que há mais dos teus pais em ti do que supunhas. Aprendes que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são disparates, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso. Aprendes que quando estás com raiva tens o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobres que só porque alguém não te ama da forma que desejas, não significa que esse alguém não te ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso. Aprendes que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes tens que aprender a perdoar-te a ti mesmo. Aprendes que com a mesma severidade com que julgas, poderás ser em algum momento condenado. Aprendes que não importa em quantos pedaços o teu coração foi partido, o mundo não pára para que tu o consertes. Aprendes que o tempo não é algo que possa voltar para trás. Portanto, planta o teu jardim e decora a tua alma, ao invés de esperares que alguém te traga flores. E aprendes que realmente podes suportar mais...que és realmente forte, e que podes ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que tu tens valor diante da vida!"
William Shakespeare
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terça-feira, 22 de novembro de 2011
Eu tive um dia terrível.
Nós, seres humanos, dizemos isto o tempo todo. Uma discussão com o chefe, um enjoo, engarrafamentos... É isto que descrevemos como terrível, quando nada de terrível está realmente a acontecer.
(...) Quando o terrível acontece, imploramos a um Deus que não acreditamos para resgatar os pequenos horrores e fazer com que desapareçam.
Agora parece fácil. A cozinha inundada, a madeira podre, a discussão que nos deixa com raiva. Ajudaria se soubéssemos o que estava para vir? Saberíamos que estes seriam os melhores momentos da vida?
in Grey's Anatomy |Season 8, Episode 9|
sábado, 1 de outubro de 2011
I'M FEELING THIS #12 - |Daniel Oliveira - 30 minutos de esperança e excelência|
(...) Eu não consigo estar pela metade em nada do que faço: saber que posso fazer mais e não o fazer, saber que ainda há ali algo que posso melhorar e não o fazer, mesmo que seja à última da hora e sabendo que estou a exigir demais dos que me acompanham, não dá! Não me consigo demitir das minhas responsabilidades e da minha consciência, sobretudo. Eu gosto mesmo daquilo (que sou) e que faço e o trabalho final tem que sair perfeito. (...) Foi-me exigido, desde muito cedo, uma responsabilidade em relação àquilo que fazia. Essa responsabilidade exigia, porém, uma dedicação temporal e mental que não me permitiu viver determinadas coisas. (...)
Nós, por vezes, perdemo-nos com pormenores sem importância nenhuma... somos pouco focados. Não é difícil tomar decisões... difícil é conviver com elas! (...) Claro que algumas decisões deixaram dúvidas mas, mesmo na dúvida, eu decidi assim e não posso avaliar aquilo que decidi com 20 anos à luz daquilo que eu sei hoje. Tenho que avaliar essas decisões à luz daquilo que eu sabia naquela altura e dos dados que dispunha. (...) Os se's são apenas momentos porque não há nada a fazer em relação a isso. É tempo que eu vou estar a perder, precioso!, que não me vai levar a nada nem a lado algum. Obviamente que há se's, obviamente que eu tenho dúvidas em relação a muitas coisas que fiz, que faço e que farei! (...)
Quanto a arrependimentos, secalhar mais pela forma do que pelo conteúdo, mais pela forma do que pela intenção. A comunicação é muito mais aquilo que os outros entendem do que nós dizemos do que aquilo que de facto nós dizemos. Porque a percepção daquilo que os outros entendem sobre o que nós dizemos é diferente. O facto de vermos as coisas como somos e não como são, secalhar estimula a que as pessoas tenham ficado magoadas em determinado momento ou que eu tenha feito alguma coisa que não seja correcta. Não era essa a intenção. A forma pode ter dilacerado o conteúdo... mas não era essa a intenção. (...)
Mau feitio tem a ver com a exigência que se coloca no que se faz. Eu não exijo de quem eu não espero e sei que possa dar mais. É tão simples quanto isso! (...) Se a arrogância é obstinação, eu aceito que ela seja percepcionada pelos outros. (...) Eu sou como sou e lido muito mal com as cedências temporárias ou parciais de carácter. (...)
Muitas vezes nós passamos pelas coisas e não temos a capacidade, a intuição e a sensibilidade para as viver de forma intensa. (...) Não trocava a minha vida por nada... quero é fazer mais coisas! (...) A verdade só é verdade quando está a acontecer... depois é uma ideia de verdade. (...)
Porque não avançar? Impossível seria se não o convidássemos. Acho que tem a ver com este desejo de "eu tenho que tentar isto", senão eu vou sempre achar que talvez tivesse sido possível e eu não fiz tudo o que estava ao meu alcance para o fazer! O investimento é fundo perdido... tudo o que vier é lucro! (...) Os meus olhos dizem que o melhor ainda está para vir!
segunda-feira, 27 de junho de 2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
Dos pequenos ensinamentos que chegam até nós sem pedirmos...
Tem paciência contigo. Aceita-te como és, com ou sem inseguranças. Aceita-te.
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