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segunda-feira, 28 de julho de 2014

Que maravilha!




Já aqui mostrei o meu agrado e encanto por este puto de 20 anos que, maravilhosamente bem, interpreta músicas que adoro! Chego a arrepiar-me quando aquele vozeirão é emitido. Mas ontem, a doçura e força deste momento, foi o que mais me marcou. É completamente maravilhoso e faz a alma levitar de tão simples e transcendente que é. Não ganhou o programa mas teve a oportunidade de marcar a vida daqueles que apreciam boas músicas e excelentes interpretações. Que nunca lhe falta a coragem e a ousadia de chegar mais longe. Luís, foi um prazer descobrir-te!

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

25+2, por assim dizer!



Quando me ponho a pensar que já tenho 25+2 anos, começo a hiperventilar. Há qualquer coisa em mim que me faz desacreditar de tal feito. Olho com prazer para um passado cheio de histórias que consigo esmiuçar como se do presente se tratasse, histórias com mais de 10 anos, pelo que não entendo como é que posso ter já 25+2 anos. Mas o cartão do cidadão comprova isso mesmo. E, contra factos, não tenho argumentos! Eu, ao contrário de uma grande parte das pessoas, adoro fazer anos. Gosto do projectar do dia, gosto dos cânticos, gosto dos sorrisos e dos mimos, gosto da atenção, gosto da celebração e de todos esses detalhes pirosos. Olho para dentro de mim e ainda sinto viva a criança deslumbrada pelo encantamento de um dia só seu. Deito-me a estas horas porque houve quem se disponibilizasse para aceder aos meus caprichos de menina mimada, com direito a bolo de arco-íris, brindes e extremas conversas de vida. Sinto que não cresço neste encanto e magia. Sinto que não quero perder esta faceta. E é bom de ter, ver e viver a mesa cheia de pessoas especiais, os copos a bater uns nos outros, os abraços e os beijinhos repenicados, os lábios a acusar o excesso de chantilly, as mãos que se entrelaçam, a alma que se deslumbra por se ter agarrado àqueles seres. Sou feliz e grata pelas pessoas da minha vida. Sou feliz e grata por estarem sempre dispostos a ouvir-me e a fazer-me crescer. Sou feliz e grata por toda a dedicação. Tenho a consciência diária disto tudo mas é bom demais quando podemos viver isto de uma forma exagerada. Gosto de sentir exacerbadamente. Gosto de declarações íntimas do amor recíproco que nos une. Por tudo o que já vivi e por tudo o que espero viver intensamente, venham de lá esses 2 acrescidos de 25 para continuar a grande obra que tenho na vida: glorificar os dias que me são oferecidos e marcar vidas! É tão bom fazer diferente, viver diferente. Boa noite!*

quarta-feira, 19 de junho de 2013

segunda-feira, 18 de março de 2013

A minha vida dá um wallpaper! #1



Hoje, pela manhã, na minha praia de eleição. Levei comigo a dualidade das estações: se por um lado vivi o Verão através dos óculos de sol, do gosto da bola de berlim, das leituras à beira mar, do cheiro a maresia, do toque suave da areia, por outro lado carregava em mim o Inverno rigoroso nas botas que pisavam aquele gigantesco aglomerado de areia húmida, no casaco de penas que me protegia do vento frio que se fazia sentir, no capuz que me poupava os ouvidos de um ligeiro agravamento do seu estado. E é assim que se começa bem o dia. Com tempo para conjugar as dualidades diárias, o presente e o futuro, a imaginação e a realidade, o que se quer viver e o que, evidentemente, se vive. Há uma certa magia, difícil de traduzir, em povoar uma praia deserta, num dia perfeitamente banal, isento de efemérides. Aquela imensidão de espaço útil, a possibilidade de povoar qualquer centímetro que nos apeteça povoar, as pegadas deixadas para trás, o silêncio... Momentos simples, duais, emocionantes! Vale a pena criá-los.

sábado, 22 de dezembro de 2012



E ela conta, com um brilhozinho nos olhos, a forma natural e voluntária como ele a deixou a dormir por mais uns minutos, ajeitando-lhe a manta, dando-lhe um beijo na testa e saiu para comprar o que seria o seu pequeno almoço. Face a isto, a única coisa que posso dizer é que ainda há pessoas boas e ainda há gestos bonitos para admirar. Eu fico sempre enternecida com acontecimentos destes, quando são, de todo, despretensiosos. O cuidado e o carinho para com outro ser humano só tem valor quando surge naturalmente, despregando-se da ideia de necessidade de compromisso para que tal aconteça. Há acções que falam por si, gestos que contam, momentos que vale a pena registar como impulsionadores em dias mais sombrios. Gosto quando a humanidade que habita o ser humano se revela. Gosto mesmo.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012