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terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Luto.



(...) Ao longo do último ano, mais de 20 mil nigerianos perderam a vida às mão deste grupo. 
(...) Por esta razão é que hoje apetece-me gritar: Je Suis Nigerian. | imissio

sábado, 13 de dezembro de 2014

Terminal.


Perdoa-me a ousadia mas és tu o grande culpado pela minha "não dedicação". És perito em sabotar os meus sentimentos, fazendo deles chacota e usando a teu bel-prazer. Já lá vai o tempo em que fazia de conta que não via o desinteresse a abismar-se no meu peito, como se o pudesse evitar se não o assumisse. Sempre soube que o motivo foi o golpe de mestre que me infligiste no dia em que me asseguraste a impossibilidade de futuro. A minha mania de viver diferente, de acreditar em causas perdidas e de ter sempre esperança na mudança positiva do universo e da humanidade desenvolve em mim uma espécie de estupidez que me deixa, tantas vezes, inerte. A diferença de há 6 anos volvidos para os dias de hoje é que me estou pouco a borrifar para a tua partida ou permanência que, tantas vezes, se unem para me confundir. Metades não me bastam, é uma certeza, mas sou um pouco lenta no assumir dessa aprendizagem. Há um tempo e um ritmo próprios para cada situação na nossa vida. Esta tem sido arrastada por tempo demais. A cada nova tentativa, uma necessidade de encontrar um caminho novo, mais belo e justo. Não temos sido bem sucedidos. Metemo-nos em atalhos, renovando a esperança em resultados diferentes exactamente com o mesmo lema de vida. Tristes. Por muito que nos custe aceitar FIM é mesmo o que nos espera. E não faças de conta que não sabias. A idade trouxe-me paciência, por incrível que pareça, para aprender a saber esperar mas talhou-me de uma impaciência imensa para perdas de tempo desnecessárias. E esta situação é, sem sombra de dúvidas, uma perda de tempo desnecessária. Não vejo qualquer tipo de vantagem em prolongar um estado terminal. Adiar um fim certo não o impede de acontecer, antes causa uma dor mais aguda e intensa, aliada de frustração da constatação repetida. Deixa-te disso! Esquece o prazer momentâneo. É fugaz, ludibrioso e irreal. Mata-te a fome por minutos, não te impedindo de voltares a ficar faminto quando termina. Pára de me arrastares contigo para isso, para esse modo de vida com o qual não me identifico mas ao qual sucumbi sem me aperceber bem como. Diminui a velocidade, dá-te tempo, cresce e centra-te no que queres para o teu futuro. Quando nos ensinaram o Carpe Diem, não nos mandaram ser suicidas de sentimentos, homicidas de sonhos nem tão pouco violadores da humanidade do semelhante. A sábia certeza de que não duramos para sempre devia levar-nos a viver vidas melhores, optimizadas, com base em ideias e ideais que valorizamos e defendemos, não uma vida de quantidade de momentos e pessoas, como se de uma colecção se tratasse, em vez da qualidade do sabiamente escolhido. Acabaste de dar o maior tiro no pé de que há memória! Isso ou eu finalmente cansei-me das tuas balelas, parco interesse e dedicação. Há ciclos que têm que ser fechados, para bem da nossa sanidade mental. Peço desculpa mas tu és um deles. 

segunda-feira, 29 de setembro de 2014


A contrapartida de se ser uma pessoa demasiado positiva, compreensiva e naturalmente divertida é o facto de não se dignarem a tolerar e a consentir que tenhamos dias de neurose, em que somos amargos e irritantes. Parecem virgens ofendidas, como se não nos fosse permitido ser humano. Questiono-me seriamente se valerá a pena tamanha entrega, tamanha diferença, tamanho entusiasmo se, ao mínimo deslize, somos logos acusados de pecado capital. Mal habituados, é o que é!

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Constatações!



Que anormais são estes que, em prol do fanatismo, se acham no direito de aniquilar povos? Para quando o seu controlo e extinção? Desde que me lembro que se fala no terror da Faixa de Gaza. Em lutas desmedidas, em vidas ceifadas colateralmente. Quem protege estes seres humanos que, sem culpa, são privados dos seus direitos mais básicos, como é o direito à vida? Onde paira a justiça? Que mais é preciso acontecer para se providenciar segurança? Temo que a rotina de bombardeamentos e o distanciamento a que acontecem nos endureçam a alma e a preocupação. São eles mas podíamos ser nós! Tem que haver uma solução Humanidade, tem que haver...

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Eureka!*



E se me deixassem em paz, sossegadita, sem agitar muito o meu mar também não se perdia nada! Digo eu...

terça-feira, 15 de maio de 2012



Demoramos eternidades a ganhar a confiança necessária para partilhar os mais sinceros problemas, as mais cruéis preocupações. Continuamos com essa atitude, de uma forma cada vez mais natural, enquanto sentirmos que nos ouvem, que nos tentam entender, que são solidários com a nossa dor. E, é exactamente quando acontece o oposto, que essa confiança vai desaparecendo. Quando sentimos que o que dizemos é secundário, que não tem valor, quando nos fazem sentir seres mesquinhos por nos preocuparmos com "ninharias", quando nos fazem sentir culpados por sentirmos o que sentimos e que, humildemente, arriscamos partilhar... é aí que tudo muda! E não entendem porquê. E chamam a mudança de arrogância. Eu chamo de protecção. Porque podem ser, evidentemente, ninharias. Podem ser problemas e anseios sem fundamento... mas estão a ser sentidos, merecem ser partilhados para, quiçá, se atenuarem. São os medos, as fragilidades, os "calcanhares de Aquiles" de quem sente a urgente e, cada vez mais improvável, necessidade de comunicar, de se abrir, de partilhar. Não deveriam ser tratados como lixo. Mas são. Infelizmente são. E os mundos vão-se afastando. E continuamos parvos a fazer de conta que não sabemos porquê. Falta parar para escutar, dar tempo gratuitamente, reconfortar e estar, evidentemente, disponível. Por vezes, é só preciso que não nos façam sentir esquisitos e loucos, como se mais ninguém no mundo pensasse como nós. É que se é para ridicularizar em vez de nos ajudar a reconhecer o erro (se é que ele existe) não é preciso se darem ao trabalho. Se for para dizer que estamos por nossa conta, mantenham-se  quietos. Não é por darmos valor a supostas "ninharias" que deixamos de ter tempo para constatar grandes chavões. O básico, o normal, o banal aprende-se rápido... já o complexo, são "contas de outro rosário"! 

quinta-feira, 1 de março de 2012



Um dia eu vou perceber a necessidade de reconhecimento, o ego e a arrogância de certas pessoas. Sério. Um dia vai fazer-se luz nesta cabeça e descobrirei o propósito de obter resultados com julgamentos imbecis e falta de conhecimento de causa. Um dia o meu ingénuo cérebro vai dar-me a inteligência suficiente para reconhecer a necessidade de exigir dos outros aquilo que não tivemos coragem de dar, quando passamos pela mesma situação. A puta da mente humana é tão curta que até dá dó. Mas até nessas falhas, bastava haver um pouco de humildade na correcção dos defeitos. Bancamos os perfeitos, com a mania que a sabedoria reina na nossa experiência associada à idade e à vivência, e esquecemo-nos de ser atentos e cuidadosos com as limitações, pessoais e profissionais, do outro. Quando falamos em trabalhar em conjunto, em prol de um bem maior, não esperemos que as condicionantes se mantenham estanques. A vida muda, minuto a minuto, pedindo urgentemente que nos adaptemos. Por vezes é simples, outras vezes nem tanto. E é aí que vemos o que realmente importa. Se o projecto final, se a caminhada de criação que o caracteriza. Aí vemos se a motivação que incutimos é a necessária ou se estamos a falhar na envolvência. Mas como é mais simples acusar a má gestão de tempo, ou optar pela rigidez de exigências, mesmo sem conhecer as intempéries momentâneas, acabamos por praticar a injustiça e desmotivar. E, sinceramente, não se admirem que, depois, as decisões passem por abandonar o que, um dia, se abraçou. Do alto da vossa extrema "capacidade de luta" podem injuriar, podem apelidar de fraqueza ou desistência. Estará de consciência tranquila aquele que não mais se irá permitir "matar", fisicamente falando, por algo que, na grandeza da entrega que o voluntariado comporta, se vê pressionado e obrigado a desistir do pouco que tem. Nunca vi ninguém criar, voluntariamente, sob a pressão de "ter que". Prendam-me os movimentos, prendam-me as motivações, continuem a exigir com toda essa altivez e arrogância que, quando derem por isso, foi um ar que se me deu.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012


Eu não peço facilidades... mas até a vida tem abusado nos testes a que me submete! Já chega, não?!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Digam-me lá uma coisinha...


Quando a segunda-feira começa pessimamente é sinal que a onda negativa se mantém durante o resto da semana, né?! É que se for assim, estou a ver que Natal é algo que não me vai assistir... com tendência a complicar. Dass...

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

DA ROUBALHEIRA QUE HABITA ESTE PAÍS!


Estou aqui, estou a colocar uma bomba nas instalações de uma certa operadora móvel. Então uma pessoa desactiva a banda larga móvel, ligam-nos mais tarde a fazer o choradinho para reconsiderarmos, dizemos que já temos internet fixa, deixam-nos (supostamente!) em paz e hoje aparece-me uma factura com o reestabelecimento da mesma por um apetecível valor de 32€? Eu sou muito pacífica mas hoje só não mandei para o outro lado aquela gente porque ainda me resta algum nível. Dassss! Vão roubar, ser maus profissionais e mentirosos para a vossa terra!

sexta-feira, 27 de maio de 2011


A facilidade com que consigo projectar quase tudo o que vai acontecer nos próximos meses e a ausência de espaço e/ou tempo para o surgimento de surpresas ou situações positivamente inesperadas, estão a tornar estas minhas insónias perfeitamente insuportáveis.