Mostrar mensagens com a etiqueta Quero muito ao quadrado*. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Quero muito ao quadrado*. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Uma das páginas mais inspiradoras de sempre!



A página Humans of New York, que conta também com um blogue, é uma fonte de inspiração diária. Eu sou mega fã de histórias pessoais. Acredito que só através do conhecimento dos detalhes que caracterizam a vida de cada ser humano é que podemos efectivamente comungar com ele, ligar-nos a ele, entende-lo. A história de cada um não vem estampada no rosto e é esse o grande desafio de conhecermos alguém. Fico deliciada ao ler os "segredos" que ali vão sendo desvendados. Chego até a sentir-me ligada àquelas pessoas. Não restam dúvidas acerca de nos influenciarmos mutuamente, mesmo que a vida não nos faça cruzar fisicamente. À medida que vou conhecendo as histórias de amor e desamor, luta e glória, encontros e desencontros que por lá são apresentadas, vou ganhando mais força e determinação para viver a minha vida, tão cheia de detalhes, tão plena de magia. Há projectos fantásticos! Obrigado Brandon*

quinta-feira, 13 de março de 2014

Medina, novo forcing só para ti!



Devagarinho... que é para tu entenderes! DEIXA-TE-DE-PANELEIRICES-DE-LORDE-E-PÕE-MASÉ-OS-PEARL-JAM-NO-ROCK-IN-RIO-NUM-DIA-QUE-EU-POSSA-IR-PORQUE-EU-TENHO-UM-BILHETE-PARA-USAR-E-PRECISO-MUITO-DE-OUVIR-ESTA-AO-VIVO! Okey?! Fazem 10 anos, porra! E eu já tenho 27! Vá! Porta-te bem...

domingo, 16 de fevereiro de 2014

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

I'M FEELING THIS #28



Seria tão bom sair por aquela porta e conhecer alguém sem precisar procurar no meio da multidão. Alguém que soubesse se aproximar sem ser invasivo ou que não se esforçasse tanto para parecer interessante. Alguém de quem eu não quisesse fugir quando a intimidade derrubasse as nossas máscaras. Que segurasse a minha mão e tocasse o meu coração. Que não me prendesse, não me limitasse, não me mudasse. Alguém que me roubasse um beijo no meio de uma briga e me tirasse a razão sem que isso me ameaçasse. Que me dissesse que eu canto mal, que eu falo demais e que se risse das vezes em que eu fosse desastrada. Alguém de quem eu não precisasse, mas com quem eu quisesse estar sem motivo certo. Alguém com qualidades e defeitos suportáveis, que não fosse tão sobrenatural e ainda assim eu não conseguisse olhar noutra direcção. Que me encontrasse até quando eu tento desesperadamente me esconder do mundo. Eu queria sair por aquela porta e conhecer alguém imperfeito, mas feito para mim.

|roubadérrimo à Cláudia Neves|

quarta-feira, 9 de maio de 2012



Vendo o vídeo assim, de uma forma nua e crua, só apetece deixar tudo e ir... fazer missão, fazer diferença, criar onde valorizem o simples. Dar e receber um colorido de sentimentos puros. Viver, no verdadeiro sentido da questão. Onde a alegria reina e não incomoda. Onde se é feliz com o pouco que é, efectivamente, o muito: as relações humanas. Onde parece não haver esperança... mas onde há, efectivamente, o maior dos dons: a liberdade do amor ao que se é, ao que se faz, ao que se entrega. 

Assim... sem medos!

Quero ir... um dia destes. Quero ir sem pensar no voltar...

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012



Está a apetecer-me viver aqui, neste lugar encantado! Com as estrelas do sonhos a brilhar, com o coração perfeito na sua imperfeição, com a calçada de sentimentos sempre disponível para ser trilhada...

A vocês não?!*

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

FACTO #12


O mundo pode continuar feio que eu vou continuar a sentir coisas bonitas.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Momento Egoísta #1



Ando com uma vontade tão grande de receber todos os afectos, todos os carinhos, todas as atenções. Quero colo, quero beijos, quero cafunés. Quero abraços apertados, mensagens de madrugada, quero flores, quero doces, quero música, vento e cheiros. Quero parar de me doar e começar a receber!
Caio F. Abreu

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Orando...




Somos seres preocupados em agir, fazer, resolver, providenciar. Estamos sempre a tentar planear uma coisa, concluir outra, descobrir uma terceira.
Não há nada de errado nisto – afinal de contas, é assim que construímos e modificamos o mundo. Mas faz parte da experiência da vida o ato da adoração.
Parar de vez em quando, sair de si mesmo, permanecer em silêncio diante do universo.
Ajoelhar-se com o corpo e com a alma. Sem pedir, sem pensar, sem mesmo agradecer por nada. Apenas viver o amor calado que nos envolve. Nestes momentos, algumas lágrimas inesperadas – que não são nem de alegria, nem de tristeza – podem jorrar.
Não te surpreendas. Isto é um dom. Estas lágrimas estão a lavar a tua alma. 
|Paulo Coelho|

Amanhã é outro dia*

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Apaixonei-me... deveras!



Vá... Não sejam assim! 
Cliquem na foto e já vão perceber porquê!

domingo, 6 de novembro de 2011

Não querendo parecer pretensiosa, cliché ou outras coisas que tais...


...acredito, cada vez mais, nessa coisa de viver um dia de cada vez! Antes fazia um esforço enorme para levar esta situação à risca, no entanto, a minha cabeça enchia-se de planos para o futuro e exageros exacerbados do presente. Se tudo não fosse vivido hoje, o amanhã poderia não existir, levando-me a querer mais do que aquilo que podia realmente abraçar. Hoje considero, dado o conhecimento que possuo na actualidade, que viver um dia de cada vez é mais que querer viver tudo hoje. É pensar que o hoje é o tempo que verdadeiramente temos para fazer o que quer que seja que ansiamos. Só temos o hoje. 
Fazer planos para o futuro não tem mal nenhum, desde que esses mesmos planos não  condicionem o que estamos a viver agora. Desde que o medo da desilusão com esses  planos, ou a impossibilidade de criar novos ou até mesmo a incapacidade e falta de forças para adaptar os existentes não nos façam desistir daquilo que um dia teve sentido. 

Eu sei que muitos são cépticos em relação à esperança, à fé e até à própria mística do universo mas, isto tudo, existe. E é traduzido por uma simples atitude: acreditar e fazer acontecer.

E como é que isto se processa?! Pega-se em toda a informação, circunstâncias, maturidade, objectivos, receios e desejos que existam e traçamos um plano. Só podemos contar com aquilo que temos. Não percamos tempo com aquilo que queríamos ter e, neste momento, não é possível. Hoje poderemos ter que sacrificar sonhos para criar outros que nem sequer pensávamos que comportávamos em nós mesmos. E, como a vida acaba por devolver tudo a quem de direito, acabará por arranjar um jeito para voltarmos ao caminho que sempre quisemos. 

Já vivi tempo suficiente para perceber que não há mágoa que dure para sempre, que há sempre uma solução para cada problema, que as nossas lutas só surtirão efeito se nos permitirem a tal, que quando os corações estão fechados não há solução vinda de fora, por mais certa que esteja, que vá mudar o óbvio. Já vivi tempo suficiente para perceber que nada deve ficar por dizer, que a distância nem sempre separa e que o amor não morre porque nos desiludimos. Já vivi tempo suficiente para garantir que algo que pareça morto hoje e sem resolução à vista é passível de renascer e se tornar melhor amanhã. Como os dias mudam, as circunstâncias mudam e nós crescemos. Não tenhamos medo de mudarmos as nossas decisões porque estamos sempre a aprender, dia após dia. Aprendamos a praticar a humildade e a compreensão, promovendo a comunicação e o esclarecimento de factos sempre que possível. 

É bom conversarmos, é bom nos conhecermos, é bom nos interligarmos. É bom descobrir, ao longo de uma vida, que há sempre este desafio do conhecer sempre mais. E a beleza que é quando conseguimos, pouco a pouco, aperfeiçoarmos as nossas falhas! Não vai haver nada imutável. E, dado isso, também não podemos nos sujeitar a tal! Nem sempre podemos apanhar a auto-estrada... às vezes temos que nos sujeitar a nacionais e, outras vezes, até mesmo a desvios e "caminhos de cabras"!

E a ti, só te deixo esta nota: se me questionasses agora que NÓS gostaria eu de viver, responderia ESTE NÓS. Este nós que finalmente está a parar para redefinir prioridades, este nós que não se sujeita ao supérfluo, este nós que começa a saber verdadeiramente o que quer. Este nós quebrado e ferido que percebe que tem limites. Este nós que dá passos pequenos. Este nós que tem capacidade para ouvir. Este nós que está mais maduro. E tem sido assim em todos os momentos menos bons! E tem sido assim em toda a minha vida... Gosto de crescer mas nem sempre o faço da melhor forma. 

Com ainda mais certeza te diria que para viver o que quer que seja não é preciso rótulos, nem tem que ser o lógico para os outros. Diria que as promessas que fiz, até ao dia que deixarem de fazer sentido, serão passíveis de serem realizadas sem pensar duas vezes.

As pessoas sempre partem da minha vida... mas eu continuo a persistir na alegria do dia em que acabarão, simplesmente, por ficar... sem porquês, só porque sim... porque eu mereço, porque valho a pena e porque sou prioridade!*


sábado, 1 de outubro de 2011

I'M FEELING THIS #12 - |Daniel Oliveira - 30 minutos de esperança e excelência|


(...) Eu não consigo estar pela metade em nada do que faço: saber que posso fazer mais e não o fazer, saber que ainda há ali algo que posso melhorar e não o fazer, mesmo que seja à última da hora e sabendo que estou a exigir demais dos que me acompanham, não dá! Não me consigo demitir das minhas responsabilidades e da minha consciência, sobretudo. Eu gosto mesmo daquilo (que sou) e que faço e o trabalho final tem que sair perfeito. (...) Foi-me exigido, desde muito cedo, uma responsabilidade em relação àquilo que fazia. Essa responsabilidade exigia, porém, uma dedicação temporal e mental que não me permitiu viver determinadas coisas. (...) 

Nós, por vezes, perdemo-nos com pormenores sem importância nenhuma... somos pouco focados. Não é difícil tomar decisões... difícil é conviver com elas! (...) Claro que algumas decisões deixaram dúvidas mas, mesmo na dúvida, eu decidi assim e não posso avaliar aquilo que decidi com 20 anos à luz daquilo que eu sei hoje. Tenho que avaliar essas decisões à luz daquilo que eu sabia naquela altura e dos dados que dispunha. (...) Os se's são apenas momentos porque não há nada a fazer em relação a isso. É tempo que eu vou estar a perder, precioso!, que não me vai levar a nada nem a lado algum. Obviamente que há se's, obviamente que eu tenho dúvidas em relação a muitas coisas que fiz, que faço e que farei! (...) 

Quanto a arrependimentos, secalhar mais pela forma do que pelo conteúdo, mais pela forma do que pela intenção. A comunicação é muito mais aquilo que os outros entendem do que nós dizemos do que aquilo que de facto nós dizemos. Porque a percepção daquilo que os outros entendem sobre o que nós dizemos é diferente. O facto de vermos as coisas como somos e não como são, secalhar estimula a que as pessoas tenham ficado magoadas em determinado momento ou que eu tenha feito alguma coisa que não seja correcta. Não era essa a intenção. A forma pode ter dilacerado o conteúdo... mas não era essa a intenção. (...) 

Mau feitio tem a ver com a exigência que se coloca no que se faz. Eu não exijo de quem eu não espero e sei que possa dar mais. É tão simples quanto isso! (...) Se a arrogância é obstinação, eu aceito que ela seja percepcionada pelos outros. (...) Eu sou como sou e lido muito mal com as cedências temporárias ou parciais de carácter. (...) 

Muitas vezes nós passamos pelas coisas e não temos a capacidade, a intuição e a sensibilidade para as viver de forma intensa. (...) Não trocava a minha vida por nada... quero é fazer mais coisas! (...) A verdade só é verdade quando está a acontecer... depois é uma ideia de verdade. (...) 

Porque não avançar? Impossível seria se não o convidássemos. Acho que tem a ver com este desejo de "eu tenho que tentar isto", senão eu vou sempre achar que talvez tivesse sido possível e eu não fiz tudo o que estava ao meu alcance para o fazer! O investimento é fundo perdido... tudo o que vier é lucro! (...) Os meus olhos dizem que o melhor ainda está para vir!


domingo, 13 de março de 2011

Se isto não é amor, é o quê? #5


Eu - Pode não ser hoje, mas te garanto que me vais fazer panquecas!
Ele - Olha para mim... precisamos de conversar!
Eu - Ai agora queres conversar? 'Tá bem 'tá!
Ele - A sério... Quando o despertador tocou e tu te viraste para o outro lado, eu levantei-me e fui para a frente do fogão. Só que olhei fixamente para ele e disse: eu hoje não consigo! E pronto... Vim restabelecer energias mais uma hora... Tens que entender!
Eu (pensando...) - Aquilo que eu entendo é que se fosse desejos de uma grávida, a criança nascia com cara de panqueca...
Eu (dizendo!) - Estás a ficar velho, é o que é!