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quinta-feira, 26 de junho de 2014

Ahhhhhh, como tinha saudade da má rés!


Uma pessoa está ao telefone a atender o marido de uma paciente com cancro, cujas dúvidas são legítimas. Uma pessoa não ouve a porta a abrir e outro utente a entrar. O contacto telefónico mantém-se, iniciando-se outro para conseguir resolver o problema daquela pobre mulher aflita. No fim do segundo contacto, a voz abrupta do utente em espera. Havia razão para estar chateado porque eu não o tinha atendido ainda... razão essa que se perde, no meu ponto de vista, quando a má educação surge! Eu não estava a brincar, nem tão pouco a fazer de conta que não o tinha visto para não o atender. Eu não o ouvi a entrar por estar deslocada da área de atendimento e a resolver outros assuntos igualmente importantes e, somente por esse motivo, não o atendi. Mesmo após explicação, a estupidez e altivez arrogante manteve-se. Eu atendi o senhor, sendo o mais profissional que consegui... mas por dentro só me questionava acerca das razões que leva alguém a ser tão intransigente e mal educado com os outros, julgando-se perfeito. Lembrar-me de rompante que ele também tinha cancro fez-me constatar que, em alguma pessoas, nem mesmo o risco de vida lhes adoça a ruindade! O que vale é que a maioria não é assim.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Os cérebros limitados!


Pessoas com este problema incomodam-me. Sério. Fazem-me espécie. E não falo das pessoas com pouca literacia ou com baixa cultura. Falo mesmo de quem se julga dono e senhor da verdade, que se limita e impede a qualquer tipo de explicação. Tenho uma utente dessas. Cria situações naquela mente pequenina, tantas vezes de forma errada que, quando lhe vamos explicar que nada do que idealizou é viável ou correcto, começa a acusar-nos de elevação de voz e desrespeito para com a sua pessoa. Eu estou em crer que há o limite do aceitável. E o meu tem-se alargado mais do que alguma vez supus. Quando esta pessoa não tem argumentos ou se bloqueia a entender a explicação que estou a dar, lá vem o papel de vítima. Não há pachorra senhores. Não há. E vai embora melindrada, injustiçada e sofredora, como se a culpa fosse minha pelo facto de me interromper a explicação e me acusar de querer beneficiar a farmácia em prol da miséria dela. Menos, muito menos burrice e estupidez. Hoje é segunda!

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Há utentes do outro mundo!


Estava eu muito bem a atender uma utente e eis que outro utente, um senhor pintarolas já com alguma idade, pede desculpa por interromper o atendimento e eis que profere tal pérola: 
- Dra, vai desculpar-me a ousadia mas eu tenho que avaliar a sua performance. Deixe que lhe diga que você está tal e qual a Shakira! O seu penteado faz-me lembrar muito ela. Olhe, está um must! (Une os dedos da mão e beija-os entusiasmado!) Não é senhor Manuel, não concorda comigo? (A socar abruptamente o parceiro do lado!)

A gargalhada foi geral e de tal forma audível que contagiou todas as pessoas que estavam na Farmácia. Isto há dias que começam mesmo bem! Haja quem repare, Deus meu... haja quem repare!!!

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Isto aconteceu e eu ainda não acredito!


Utente - Boa Tarde. 
Eu - Boa Tarde. Posso ajudá-la?
Utente - Sim. Diga-me: ainda dá para fazer "aquela coisa" de levar e pagar depois?
Eu - Desculpe? (Com a maior cara de parva e deficiente alguma vez vista!)
Utente - Sim. Posso levar o que necessito e pagar depois? 
Eu - É óbvio que não. Por vezes facilitamos, mas é a utentes nossos e em casos extremamente excepcionais. Infelizmente, dadas as circunstâncias actuais, não é de todo admitido. 
Utente - Ah 'tá bem! (Vira-se para a filha...) Ó V., vai ali ao carro e traz-me a carteira. (Vira-se para mim...) É um Cêgripe!
Eu - São x euros e y cêntimos! (Euzinha burra para a vida, com o queixo quase a dar um hi5 ao pescoço, de tão caído que estava!)

ATENÇÃO: Ela paga em moedas e ainda tive tempo para vislumbrar umas quantas notas cor de rosa e azuis! Ai F*D*-SE!!!

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014


E a saga do balcão continua! Os dias de serviço têm destas coisas. Hoje coube-me ouvir a história de uma colega de primária que terminou uma relação de algum tempo há cerca de 6 meses. Os pormenores que ela mencionava fez-me relembrar e muito o término da minha última relação. Meu Deus, como foi estranho! Já não pensava neste assunto há bastante tempo e aperceber-me do quão corriqueira e, infelizmente, normal esta situação se está a tornar, faz-me começar a achar que fui um poço intenso de sofrimento sem muita justificação plausível. Acho que destilei neste término a mágoa das frustrações acumuladas e, portanto, não se pode "dar o mérito" à pessoa em questão mas antes ao acumular de situações mal resolvidas e de uma auto-estima completamente no lodo. Agora o que me surpreendeu foi o desenrolar da conversa em si. Algum dia, naquela altura, lhe diria o que disse hoje, completamente descomplexada? Nunca. Algum dia, naquela altura, seria tão clara, real e concreta na análise da situação? Jamais. Algum dia, naquela altura, teria tamanha compaixão e abertura de mente? Deumalibre! Aquilo que a minha colega nos fez ver foi que a vida tem os seus percalços e é a aprendizagem, tantas vezes à força, que nos encaminha para a maturidade e nos faz melhores pessoas. Tão mais humildes quanto a mágoa que um dia nos deixou sem ar, sem sono, sem fome e sem rumo e que, um dia, é superada!

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014


Estar atrás de um balcão, por vezes, quer também dizer ser confidente. Hoje, num espaço de 1h30, tive perante mim a felicidade plena e a depressão total. Não sendo eu, de todo, o esplendor do equilíbrio emocional, lidei, o melhor que pude, com este alto e baixo perfeitamente delineado. E pensei. Pensei muito e fiquei baralhada, incomodada.  A felicidade plena chega-me através da voz de um marido que não ganhou para o susto. A mulher encostou-se a uma mesa de centro, com vidro, pressionou um pouco demais quiçá, esta cede, ela cai desamparada sobre o vidro partido. 10 cm de vidro que, por um milagre, não lhe atingiram a coluna vertebral. Eu vi a foto do pedaço de vidro. Fuck! 9 pontos e direito a uma segunda vida, a uma segunda oportunidade. Ainda estou incrédula. A depressão total chega-me através de um filho, da idade da minha tia, com uma mãe com múltiplos avc's e, agora, demente. Filho de um pai que tentou, recentemente, pôr término à vida, que se encontra internado numa ala psiquiátrica e que, quando regressar, não se sabe se aceitará a entrada num centro de dia, para ser melhor acompanhado. Um filho que também é marido de uma pessoa depressiva e extremamente frágil. Um filho que é homem e tem um negócio próprio que, não sabe até quando será viável, dado o roubo em impostos a que é sujeito. Uma pessoa que está perdida, que não sabe que rumo dar à vida, que está bem perto de desistir de lutar pela vida e pelo encanto que outros lhe dizem que ela tem. Fiquei novamente incrédula. Porque uma pessoa não deveria de ser sujeita a tamanha provação junta. Mesmo que seja forte. É desumano. E é assim, neste misto de alegria e tristeza, que encerro o dia. Sei que a vida é feita de um quase equilíbrio de momentos bons e menos bons e é nisso que me baseio ou tento. Quiçá esta partilha não fundirá a aprendizagem que advém de um sofrimento agudo com a esperança de que o sofrimento crónico se atenuará, não tarda. Quiçá. Eu cá continuo incrédula com a vida, como com a determinação da natureza por este país fora. Não é, de todo, um dia fácil mas "a nossa vontade é forte" ou tem de ser!

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Apaixonei-me num segundo e senti, em todo o meu corpo, um arrepio pleno! Estou viva.


Amar, mesmo que por segundos, mesmo que por instantes, é para sempre. E é isso, essa sensação de segundos ou de minutos ou de dias ou de horas ou de anos ou meses, que é para sempre. Ama. Ama por inteiro. Ama sem nada pelo meio. Ama, ama, ama, ama. Ama. Porque é só por aquilo que te faz perder a respiração que vale a pena respirar. | Pedro Chagas Freitas

Obrigado Rita, por me ofereceres as palavras certas.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013



E hoje fui presenteada, com tão nobre gesto, num sítio público que tem muito de casa. Depois de uma conversa motivadora sobre fazer-me à vida e aos sonhos, persistir na minha capacidade criativa e focar-me no que mais me interessa, para tentar fazer diferente e vencer, soube bem chegar e poder-me aconchegar no que de melhor o outono nos traz: o calor, principalmente o humano. E é ver-me com um bocadinho mais de fé e de esperança, findas 2 páginas de word. É ver-me intitular aquele documento de "Projectos Alucinados" e acreditar que, se não forem mais nada, são fruto da minha loucura e entrega desmesurada ao empreendedorismo. A motivação que esta migalha de criação instalou em mim só me faz ter a certeza que o meu mal é, tantas vezes, não fazer ouvidos moucos à preguiça e às vozes de burro. Que a esperança seja renovada bem no centro do meu ser, o local fecundo que quero ver vencer. Em prol de uma humanidade... que é a minha... que quero ver cuidada, acarinhada, realizada!

terça-feira, 3 de setembro de 2013

A sorte que o meu LV teve hoje!


Semana de serviço. Uma pessoa trabalha só de tarde. E foi isso que salvou o meu rico carro de ser completamente abalroado contra uma árvore, mesmo estando estacionado. Enquanto uma pessoa andava nos seus afazeres matinais, ao que parece, uma senhora que veio a Portugal para renovar a carta (pasmem-se!), aquando do seu estacionamento, confundiu o acelerador e o travão e toca de galgar passeio, fazer novamente a curva de onde veio, acertar no carro estacionado (no sítio onde estaciono sempre o meu) que foi projectado contra a árvore. A senhora só parou o carro dela porque existia uma parede à sua frente. Isto pode parecer surreal mas o que é certo é que aconteceu. Tenho cá para mim que é Deus a querer mandar-lhe uma mensagem divina. A ela e a mim, diz o meu colega. É melhor começar a estacionar do outro lado.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Entre ontem e hoje já levei com 5 destes!


Se há situação que me enerva é a de me apressarem. Eu não sou uma pessoa lenta, nem tão pouco o faço para queimar tempo. Se alguma coisa demora mais a ser feita é porque assim o exige. Agora falemos daqueles utentes que vêm à Farmácia com o tempo contado. E são sempre as mesmas personagens. Como só eles têm vida e os outros estão ali a ver passar a banda, acham-se no direito de ir furando caminho para serem atendidos mais depressa que os outros. Isto quando não pedem descaradamente. Do lado que estou não me posso intrometer nas decisões de terceiros. No entanto, fico a ferver quando se acham sempre com mais direito de serem prontamente servidos. Inconscientemente, acabo por atender com o estômago às voltas, o coração na boca e pouca simpatia na cara. Não consigo controlar. Agora falemos dos apressados que se acham no direito de me apressar o atendimento, que acham que eu tenho mais é que mandar a pessoa que me questionou embora porque já lhe estou a explicar as coisas há muito tempo. Essa gente chega-se ao balcão, encarnam o papel de múmia, bufam por tudo o quanto é lado e olham-me com uns olhos que, naquelas mentes pequeninas, acham que me pressionam. Desses é que eu gosto mais. Simplesmente ignoro, dou ainda mais ênfase ao atendimento e atenção à pessoa em causa e faço tudo com a maior calma que o meu organismo consegue conceber. Quem acha que vou passar por cima do meu profissionalismo para atender pressas, pode muito bem sentar-se porque é para isso que a farmácia tem duas cadeiras à disposição.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

O que uma pessoa tem que aturar!


Quem me conhece sabe que eu tenho uma cabeleira farta de caracóis. É do conhecimento geral que rajadas de vento e cabelos soltos, especialmente encaracolados, é coisa da qual não se deve esperar resultados muito bonitos. Ora bem... Hoje, ao chegar à Farmácia depois da hora de almoço, fiz um esforço enorme para me equilibrar e não levantar voo. Escusado será dizer que a única coisa que via à frente dos olhos era cabelo. Ao entrar, baixei a cabeça e levantei para ver se endireitava a juba. Qual não é o meu espanto quando ouço soar uma voz masculina, vinda do armazém, que diz: AH LEOA!!!! É que já não me bastava o desastre capilar...

terça-feira, 2 de abril de 2013

É tão fácil deixarem-me feliz!



(Patroa, ao telefone) Sábado vamos as duas fazer trabalho de campo... ver as novidades cosméticas ao Porto. Prepara-te para um horário diferente e zona VIP!

Toda eu gesticulava anormalmente, brotava sorrisos e dava pulinhos parvos!
Internem-me!

quarta-feira, 27 de março de 2013

sábado, 23 de março de 2013

sábado, 16 de março de 2013

Como é que se começa bem um sábado?


Com uma mensagem destas:

Bom dia... A Luana finalmente "agarrou" o leite da Nutribén. Obrigado por tudo. Beijinhos, Joana!

A Joana foi minha amiga no Ensino Básico. Depois de 5 anos de convivência, quis a vida que nos separássemos, dadas as diferentes escolhas no Ensino Secundário. O convívio passou a ser cada vez menor. Entretanto ela entra para a corporação de Bombeiros na qual o meu pai trabalha. Fui sabendo sempre como estava, o que se passava na sua vida, assim como ela tinha notícias a meu respeito. Casou-se em 2009, numa cerimónia que me emocionou como poucas o tinham feito nesses tempos. Casou-se na Igreja que se encontra em frente ao meu local de trabalho, por isso relembro-a várias vezes. Ela chegou a recorrer a mim, algumas vezes, durante a gravidez. Há 6 meses nasceu a Luana. Lembro que me cruzei com ela no Mini-Preço e ela levou-me até ao carro onde estava o marido mais a bebé. Era um ser minúsculo, moreno, de olhos negros, dizia a mãe. Na passada quinta-feira tornou à Farmácia, desesperada, porque já ia no 4º tipo de leite e a miúda vomitava sempre. Ela tinha feito tudo correcto, como acabamos por constatar, a miúda é que era manhosa. Levou, novamente, outro tipo de leite já a suplicar aos céus que a miúda não se lembrasse de inventar, mais uma vez. Pelos vistos não foi o que aconteceu. Pediu o número ao meu pai e ligou-me. Estivemos mais de 30 minutos a delinear juntas um estratagema para a enganar, porque este tinha sido o leite que aguentou mais tempo sem vomitar. E, pelos vistos, conseguimos! Ela podia não ter agradecido, ou lembrar-se de o fazer só quando me visse. Mas não. Ela quis compartilhar esta vitória comigo, porque, a bem dizer, é uma vitória conjunta. A mim soube-me tão bem. É um pequeno gesto mas que está cheio de boa vontade e de genuinidade. É disto que gosto, mesmo que não seja preciso, porque eu estava, só e somente, a cumprir com o meu trabalho.

quinta-feira, 14 de março de 2013

FACTO #100


A burrice e as omissões de certas pessoas ainda me fazem perder a razão, de tão imbecis e desconcertantes que são, provocando impulsos difíceis de ser travados. Hoje aconteceu. Não me orgulho. Mas está-me no sangue. Não há quem aguente, sistematicamente, problemas crónicos de cisma e hipocondrice, seguidos de mentiras mal amanhadas!

O Senhor Pinho e a Dona Conceição!


O Senhor Pinho (brasileiro) chega à Farmácia, já depois de termos fechado. Bate insistentemente. Eu fui atender, com aquele ar de quem está afectado, por não saberem cumprir horários. Vejo o Senhor Pinho e mudo logo o ar de macambúzio com que ia.

- Queira desculpar, minha querida, mas a Conceição precisa urgentemente desta medicação. 
- Então Senhor Pinho, o que é que se passou?
- A culpa foi minha querida. Foi mesmo minha, desta vez. Sabe, eu estava fazendo contas e ela me interrompeu por duas vezes. Eu levantei a minha voz e ela ficou muito alterada. Com o problema dela eu já deveria saber que tenho que me controlar. Eu depois falei com ela e prometi, olhos nos olhos, que não voltaria a falar com ela naquele tom. Sabe querida, ela me interrompeu por duas vezes e por isso é que eu lhe gritei mas não volta a acontecer, não me volto a esquecer de que a minha adorada Conceição tem Alzheimer e está muito mais sensível, muito mais frágil. Este problema não é só dela, é meu também e, exactamente por isso, tenho que ter muito mais cuidado. Não a quero ver novamente assim.

Eu não fui incapaz de proferir qualquer tipo de frase cliché, tal era a emoção que me habitava o coração. O Senhor Pinho e a Dona Conceição estão casados há mais de 50 anos. Ele tem que lidar com o estado avançado de uma doença degenerativa, como é o caso da Alzheimer. Ele percebe que é homem e que erra mas, mais importante que isso, ele preocupa-se com o máximo bem estar da Dona Conceição. E provocar-lhe um ataque de ansiedade foi uma situação que o cortou por dentro, que o entristeceu, que o magoou, mesmo que ela não o critique, mesmo que ela não se lembre no dia seguinte. O Senhor Pinho deu cabo de mim com este acto grandioso de humanidade e de amor. E isto aconteceu no mundo actual. A minha fé foi engrandecida*

sexta-feira, 8 de março de 2013

O Dia da Mulher comemora-se na Farmácia!



Uma vez que as gestoras máximas são mulheres, este dia não podia passar em branco aqui pelo estaminé! Durante o dia de hoje estamos a oferecer vales de 20% de desconto às mulheres, para serem usados até 31 de Março. Esses 20% de desconto abrangem os produtos das marcas Avène, Elancyl e Klorane. Estamos ainda a dar muitos mimos em amostras. Hoje está a ser um dia particularmente bom porque se há coisa que gosto de fazer é dar. Dar e receber aquele ar de surpresa, aqueles sorrisos, aquele agradecimento sem palavras. Vamos lá comemorar!*

Adenda: Eu sei que parece 2012 mas é ilusão de óptica. O que aconteceu é que se esqueceram de terminar o 3 do 2013, prolongando um pouco mais a curva! É a crise!!! :)