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sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Como se restabelece a fé e a esperança na humanidade e no mundo?!



Fazer o bem, lutar com a própria vida para defender o Homem e os seus direitos, querer mudar o mundo para melhor, não abdicar de princípios nem valores, favorecer o próximo. Vale a pena viver desta forma, vale a pena lutar no campeonato do bem! Felizmente. Inspiremo-nos, pois então!

terça-feira, 26 de agosto de 2014

É!


(...) e tem dado jeito, muito jeito, saber, por amor, esticar os limites. os limites do perdão, do querer, os limites da angustia que se suporta, da vontade férrea que segura. o saber dar, não para receber, mas pelo prazer de fazer alguém feliz em nós. porque aqui trocamos os amores racionais pelas paixões loucas. trocamos a segurança de uma relação, pela constante inquietude de uma alma gémea. trocamos o sono calmo, pela insónia junta em conversas tontas. trocamos o conforto do pijama da noite, pelo toque do corpo nu da manhã. porque rimos depois do choro, amamos em vez do sexo, gritamos depois do abraço, porque magoamos, antes de cuidar. sim, fazemos tudo ao contrário, fazemos tudo errado, mas no fim tudo certo - porque pode não ter lógica, mas tem uma vontade: viver com quem já está em nós. e se há coisas na vida que se lutam sem limites, o amor tem de ser uma delas. mesmo que corra mal. uma vez. ou duas, ou três. porque, como me disseram baixinho no outro dia: "vai dar tudo certo. e se não der, nós fazemos tudo outra vez." | [momentos]

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

FACTO #152


De maneira que hoje apetece-me vender o meu coração. Ele até pode não valer muito, pode até não valer nada, pode não ser de ferro, ou de ouro, ou outra coisa qualquer, mas não o vendo ao desbarato. O nosso desejo de amor é insaciável, mas nem por sombras ofereço (novamente) o meu coração. |PedRodrigues|

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Uma das páginas mais inspiradoras de sempre!



A página Humans of New York, que conta também com um blogue, é uma fonte de inspiração diária. Eu sou mega fã de histórias pessoais. Acredito que só através do conhecimento dos detalhes que caracterizam a vida de cada ser humano é que podemos efectivamente comungar com ele, ligar-nos a ele, entende-lo. A história de cada um não vem estampada no rosto e é esse o grande desafio de conhecermos alguém. Fico deliciada ao ler os "segredos" que ali vão sendo desvendados. Chego até a sentir-me ligada àquelas pessoas. Não restam dúvidas acerca de nos influenciarmos mutuamente, mesmo que a vida não nos faça cruzar fisicamente. À medida que vou conhecendo as histórias de amor e desamor, luta e glória, encontros e desencontros que por lá são apresentadas, vou ganhando mais força e determinação para viver a minha vida, tão cheia de detalhes, tão plena de magia. Há projectos fantásticos! Obrigado Brandon*

terça-feira, 29 de julho de 2014


(...) Espero que apareças e me digas que me amas, baixinho. Sussurra para que mais ninguém oiça. Só eu e tu: parceiros de crimes de cabeceira, amantes condenados a um amor quase épico. Só eu e tu. Volta para mim. |PedRodrigues|

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Alma gémea: já encontraste a tua?!


(...) Quando duas almas gémeas se abraçam, sente-se o alívio imenso de não ter de viver. Não há necessidade, nem desejo, nem pensamento. A sensação é de sermos uma alma no ar que reencontrou a sua casa, que voltou finalmente ao seu lugar, como se o outro corpo fosse o nosso que perdêramos desde a nascença. |MEC|

domingo, 1 de junho de 2014

Eu sou uma sofrida...



A mim tudo me dói. E doer não é necessariamente mau. Quando me respeitam eu emociono-me, dói-me a alma de tão bom que é. Quando me desrespeitam, choro pela dor dilacerante que a alma incute ao corpo. Sofro com as perdas, sofro com a nostalgia das memórias. Choro com a emoção da felicidade de ontem, de hoje e da ilusão do que poderá vir a ser amanhã. Choro com as lutas travadas, com as batalhas perdidas e, principalmente, com as ganhas. O desapego custa-me lágrimas salgadas, derramadas em noites de ansiedade descontrolada, juntamente com a revolta das voltas trocadas aos planos idealizados. A ideia de recomeço comove-me, pela esperança que lhe está implícita. Permito-me à dor, quando ela se lembra de aparecer e me perturbar a paz. Mas limito-a no tempo. Como ontem. Através de certas imagens, decidiu entrar em mim sem pedir autorização e impor questões sonantes que importunam o sono. Dei-lhe tempo de antena, dei-lhe alguma razão, chorei respostas que teimam em não aparecer, desliguei o som proveniente do concerto que, até então, me deslumbrava. Adormeci, entre voltas e revoltas. Hoje acordei e agradeci. Não sei bem o quê, secalhar o simples facto de estar viva, mas agradeci. E confiei. Confiei que, mais cedo ou mais tarde, tudo fará sentido. E assim aniquilei essa dor mazinha, que teima em estar atenta aos momentos de maior fragilidade. Impus-lhe limites, convivendo agora com ela, sem que me cause mossa ininterruptamente. Porque há tão mais a agradecer, tão mais que fazer, em vez de ficarmos acorrentados a dores de passados que não voltam. Eu sou uma sofrida porque sinto tudo, o que me diz e não diz respeito, mas sou melhor do que ontem porque já sei escolher pelo que vale a pena sofrer!


sexta-feira, 2 de maio de 2014

A tentar interiorizar!


Se ninguém responder ao teu apelo, vai só. Se ninguém quiser partilhar o teu desafio, avança sozinho. Se ninguém tiver coragem de te acompanhar, vive o teu sonho na tua própria companhia! | Pedro Vieira

terça-feira, 29 de abril de 2014

FACTO #144


A autenticidade de um entusiasmo não se descobre nos momentos extraordinários, mas na vida do dia a dia. Só quando descobrirmos quanto estamos dispostos a sacrificar por um entusiasmo é que sabemos a verdadeira força que ele tem. | Inesperado

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Ahhhhhh... o AMOR! #6



Estou em lágrimas. E, ao mesmo tempo, com um coração cheio de alegria por ainda haver quem se comprometa e dedique! No dia, naquele fatídico dia, em que olhei para ti e tive a certeza de que, se algo de mal me acontecesse, não estarias lá para mim, o nosso "amor" foi condenado. Não há nada pior que nos sentirmos sós e desamparados com outro alguém que devia ser o nosso porto de abrigo. Mas foi também nesse dia que aprendi e tive de me mentalizar que requisito essencial para uma ligação se fortalecer é este confiar de vida. Porque, se é amor, pode(-se) tudo, quaisquer que sejam as adversidades... juntos!

domingo, 26 de janeiro de 2014


Conhecemos o nosso mundo e conhecemos o mundo que nos é próximo e que nos é oferecido através de informação. De tal forma focamo-nos no que é acessível, esquecendo tantas vezes que para além da nossa bolha há muito mais para viver, para conhecer, existem muitas mais vidas, muitas mais situações que fogem do nosso controlo e entendimento. Portanto, é, de certa forma, castrador sentirmo-nos tantas vezes especiais e sofrermos porque não respeitam e não honram esse estatuto para connosco. A par da anormalidade de casos de violência desmedida e inesperada que têm surgido, questiono-me tantas vezes como é que eu ainda sangro tanto quando algo de menos próprio acontece comigo. Na bolha onde cresci, onde só dou acesso àqueles que vêm por bem e que me mostrem, até prova em contrário, que são influências positivas e motivadores do meu crescimento, não há espaço nem pachorra para egocentrismos, crueldade, vaidades, intenções mesquinhas. Não há. Mas não é por não haver que elas deixam de existir, directa ou indirectamente apontadas na minha direcção. Já é mais que tempo de eu esquecer que fui especial e que essas pessoas são apenas pessoas com traços de personalidade e visões de vida diferentes das minhas. E se não partilhamos princípios básicos de vida não somos capazes de coabitar. Portanto, o caminho vai ser longo e difícil. Vais ser criticado e vais falhar… mas se apesar de cada falhanço, cada crítica e cada sofrimento continuares a dar o teu melhor… então é porque te tornaste em alguém especial! Ninguém escolhe livremente passar privações emocionais, sofrimentos aterradores na vida. Ninguém adivinha que futuro vai ser o seu, em que moldes decorrerá a sua vida. Mas creio que não é fazendo dos percalços um veneno mais letal do que já é que se seja capaz de dar a volta. Creio, sim, que ao optarmos por um maior empenho e uma maior intenção naquilo que nos faz vibrar a alma, rapidamente o desnecessário acaba por morrer e, consequentemente, desaparecer de um plano que se quer, dia após dia, optimizado. Não é em vão que as limpezas a fundo não funcionam bem só nos imóveis. A alma também necessita disso. Para ter a capacidade de escolher, cada vez mais sabiamente.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013


Tenho as melhores pessoas do mundo. Porque tenho e, tantas vezes, me esqueço disso. Depois de uma sobremesa que não correu como esperado, fui ao café, tentar ver se apanhava os de sempre para falar mal dos céus e da terra e do meu estado de nervos. É costume ao domingo, nomeadamente quando tenho tarefas a concluir à pressão e a vontade é menor que zero. Tínhamos um café inteiro à nossa disposição. Vazio. Mas ficamos os 3 sentados no mesmo banco, apertadinhos, a beber Heinekens e a falar da vida. Chega um quarto, pede o seu kit e junta-se à trupe. O calor humano é motivador. Automaticamente pedi emprestado um computador e fiz mais de metade da apresentação tendo,a muitos km's de distância, alguém que insistiu também na companhia. E, para finalizar, ao chegar a casa tinha uma tentativa de ressuscitar a sobremesa morta. Duvido que seja bem sucedida mas foi um gesto bonito. E agora cá estou, babada, e com a certeza de que nem sempre valorizo como é necessário. Mas não duvido, o que já não é mau.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

quinta-feira, 1 de agosto de 2013



E quando o desânimo acordar contigo, lembra-te disto. Não podes falhar contigo própria, deixar-te entorpecer, só porque querem apagar o que de diferente tens, com o qual não conseguem lidar. Carregas em ti experiências, vivências, sonhos e desejos. Quem não é capaz de se encantar com eles a teu lado, nem merece lá estar. Quem pretender um controlo exacerbado da tua vida, achando por bem trilhar os teus caminhos, à imagem e semelhança do que lhes apetece e não do que te faz feliz, não tem porque estar na tua vida. Olha para aqueles que estão sempre presentes, no bom e no mau. Olha para eles e diz-me: Exigem alguma coisa, além do teu bem estar? Controlam o teu tempo de lidar com as situações? Cobram felicidade constante? Não. Eles estão e sempre estarão sem limite de tempo ou amarras. Porque é isso que quem gosta e cuida faz. Sem pressões, sem exigências. E é com esses que deves continuar o teu caminho. São esses que merecem o sorriso e o apreço. Precisas de quem te acalme a pressa e não de quem crie alicerces em terrenos arenosos. A experiência mostrou-te que a solidez nas relações implica disponibilidade e vontade. Não te iludas quando ela surge, para com imensos semelhantes, sistematicamente. Da mesma maneira rápida que veio, também vai, quando cair o véu e começar a surgir a primeira dificuldade. Apega-te quando a tua alma quiser, quando sentir paz. Deixa de lado o que te provoca stress emocional. É essa forma que o teu corpo arranjou para te mostrar o que quer e o que não quer para ti. Não precisas de sucumbir à pressão. Utiliza o teu tempo da forma que bem entenderes, sempre com a plena certeza de que estás a fazer o melhor que consegues e sabes. Deixa de lado a angústia da comparação. Tu não és eles e eles não são tu. Por isso, quando o desânimo acordar contigo, olha em retrospectiva e repara no que já trilhaste até hoje, nas aprendizagens que já fizeste, no que viveste, no que conheces de ti, no que fizeste pelos outros. Tens uma vida cheia, diferente de qualquer outra. Tens a tua vida. E só precisas de te apegar àqueles que te engrandecem e te fazem continuar, com a certeza de que melhor vida não há. E o resto? Nunca ninguém precisou de restos para viver!