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sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Creepy is the human being that ignore a hungry brother!



E quem menos tem é quem mais dá. Sempre foi assim. Sempre será. Pelo menos enquanto houver lembrança da dor que as vicissitudes da vida provoca na alma e na dignidade do ser humano. Resta a certeza de que todas, mas mesmo todas, as acções desinteressadas e honestas têm a sua recompensa... nem que seja em forma de paz de espírito!

quinta-feira, 4 de setembro de 2014




Pequena Leonor, anjo missionário neste mundo, onde quer que estejas Aceita e Sorri pois muitas foram as vidas que entusiasmaste e influenciaste como ninguém. És uma princesa em ponto pequenino, eterna menina dos olhos doces e do sorriso contagiante. A tua luta nunca será esquecida, por mais demorado que seja o luto de quem te ama. Afugentaste sempre o mauzão com a força e a determinação de um côderosa que te saía do peito. Fugiste deste mundo mas não desaparecerás nunca. O legado de aprendizes que deixaste será eternamente lembrado e proclamado. Um beijinho princesa, aí em cima. Manda-nos purpurinas do alto, em forma de estrelas. Saberemos que se trata do teu encanto!* 

Que o movimento solidário que se gerou em torno desta menina encantada seja força motivadora e ligeiramente calmante para seus pais que não deveriam passar por tamanha privação. Fica a certeza de uma pegada determinante na mudança do mundo! Obrigado pela filha que deixou este mundo um pouco melhor, mais cheio de bem e sonho! 

terça-feira, 12 de agosto de 2014

"É só para relembrar que a depressão mata!"



Foi esta a frase que uma amiga utilizou no Facebook para demonstrar o seu pesar pela morte de um dos seu actores preferidos. Eu concordo plenamente com ela. A depressão mata até aqueles que julgamos ser os seres humanos mais felizes ao cimo da terra e não, não é uma questão de capricho ou vitimização. Ela existe e faz vítimas, quase sempre as melhores pessoas, as mais criativas, as que têm muito a dar a este mundo mas se sentem, tantas vezes, incompreendidas pelo mesmo. Desta vez levou Robin Williams (não confundir com Robbie) um dos actores com maior versatilidade, pelo qual nutria um carinho especial, dado o sorriso que o seu rosto revelava até quando não sorria. Era detentor de uma simpatia louca e raro foi o filme que protagonizava que não fosse rico em ensinamentos e abordagem de questões pertinentes. Levo para a vida o Patch e o Captain! Se hoje sou como sou, refeita de muitas situações que julguei impossíveis de ultrapassar, muito devo a quem me ofereceu a visualização desses filmes e mais ainda a ele, Robin, que fez parecer tão simples o acto de lutar pelos sonhos, fazer diferente, inspirar vidas e deixar este mundo um pouco melhor! São personagens, dizem. Para mim são inspirações, exemplos, iguais a tantos outros espalhados pelo mundo fora. A diferença é que uma celebridade entra-nos em casa com maior facilidade do que um outro desconhecido qualquer. Para mim serás memorando eterno de que no caminho não vale desistir! Obrigado*

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

FACTO #152


De maneira que hoje apetece-me vender o meu coração. Ele até pode não valer muito, pode até não valer nada, pode não ser de ferro, ou de ouro, ou outra coisa qualquer, mas não o vendo ao desbarato. O nosso desejo de amor é insaciável, mas nem por sombras ofereço (novamente) o meu coração. |PedRodrigues|

domingo, 3 de agosto de 2014

Que dia triste!



Desde que me iniciei nessa coisa do Instagram que acompanho o dia a dia da GrandmaBetty! Nutri por ela, desde sempre, aquele carinho especial. Ela demonstra ser uma idosa toda para a frente, com uma imagem adorável e nem mesmo a batalha contra o cancro a impediu de gozar em pleno os últimos dias da sua vida! Hoje chega ao fim a sua caminhada terrena. Estou triste e ao mesmo tempo grata por um dia lhe ter conhecido a força e a coragem! RIP GrandmaBetty!*

terça-feira, 15 de julho de 2014


As críticas negativas, aquelas que são dedos apontados aos defeitos que sabemos que temos, doem. Tentamos mostrar que não, que somos fortes e que nos passam de raspão mas o que é certo é que magoam. Da primeira vez que dizem friamente que tens "problemas emocionais", sem um pingo de compreensão no olhar, dilaceras-te por dentro. Entras num choque de realidade, mesmo que saibas que de alguma verdade se trata, uma vez que o som de tal dureza faz mossa no coração e na alma já desgastados. Questionas-te durante meses que fizeste tu de tão louco, de tão absurdo, de tão surreal para que, à face do que conhecem de ti e do teu passado, te acusem tão injustamente. Questionas os teus, um por um, como se de uma obsessão se tratasse. A resposta, surpreendentemente, é diferente daquela que te querem fazer crer. Mesmo assim não acreditas e precisas de uma amostra considerável, não vá a tua baixa auto-estima e a tua insegurança fazer-te pensar que é tudo amabilidade de quem tem medo que te desfaças em cacos. Mas não é. Por estranho que pareça, os mesmos inquiridos que respondem positivamente são aqueles que fazem críticas a detalhes que querem ver mudados, sim, mas com a particularidade de oferecerem soluções e transbordarem amor, paciência e disponibilidade. Refazes-te, dia após dia, entre obrigatoriedade de registares ganhos e perdas que visam melhoras. Lês e aprendes, conheces e dás a conhecer. Investes em ti e sabes que estás longe, muito longe da perfeição. És mais amarga e desconfiada, mais solitária mas mais feliz, com mais paz e tranquilidade. Mais dependente da família da qual eras independente e independente daqueles que só estão presentes às vezes. Reergues-te. Percebes que não te podes deixar afogar num mar de exigências que se dão num só sentido. Libertas-te do peso do que não serve mais. Até que te voltam a acusar do mesmo. Desta vez não são os olhos sem piedade, é mesmo a voz. Entristece-te novamente a falta de alternativas dadas. Entristece-te uma acusação sem apoio para a mudança. Entristece-te que se crie uma verdade em minutos, sem olhar para o todo de que se tem conhecimento. Já dizia o sábio que só devíamos apostar em críticas positivas. Deitar abaixo todos conseguem... agora ajudar a reerguer, amparar na luta, dar o braço e o peito como apoios para o caminho é que é mais difícil. Não te sentes dilacerada com o comentário porque és uma pessoa bem diferente do que eras, que ao longo do caminho foi ganhando maturidade e discernimento e já não se coloca em causa por tão pouco. Não deixando de te sentires um pouco desiludida e triste, claro está. O sentimento pode ser recíproco, não duvidas, mas há acusações que, com um pouco de amor e cuidado ao serem abordadas, têm tudo para correr bem e surtir efeito. Já o contrário não é tão viável. Sentes-lhe a falta, é um facto, mas ainda estás muito magoada, sem perceberes porque é que preferem sistematicamente acusar-te a apoiar-te. Um dia saberás pequena. Um dia!

segunda-feira, 23 de junho de 2014


Doeu-me a alma com aqueles 4 espetados a seco pela Alemanha, numa perdição que ainda hoje não compreendo. Dói-me a alma porque dependemos de terceiros e de uma vitória por muitos. É muita matemática e eu sou mais de letras. Dói-me a alma porque eu gosto desta modalidade. Lembro-me do "sofrimento" de 2004 e de 2006, a garra e o aprender a defender com honra as cores de uma nação. Dói-me a alma porque não lhes saboreei a força. Tudo o que podia correr mal, correu ainda pior. Estas lutas e disputas por um lugar ao sol, em que um país se une para tentar erguer ao céu o seu bom nome, dão-me prazer... e dói-me ter que abandonar já parece-me, e desta forma tão estúpida, as caras pintadas, os cachecóis e as bandeiras ao peito, as lágrimas de emoção e a esperança no coração. Queria mais, muito mais e, tendo que sucumbir ao pessimismo que a razão me oferece, não estou em crer que consigamos muito mais tempo de antena. Dói ter na alma mais certezas desastrosas que esperanças sonhadoras. Sinto que estamos em fase terminal e que só nos adiaram a morte... mas pode ser que o espírito hollywoodesco nos sopre a favor, que optimize o impossível e que, numa jornada de inspiração surreal, façamos o mundo acreditar que "tudo é possível a quem crê". Se eu mandasse na história, era isto que aconteceria. Mas temos 2 países que se aliarão para chegar mais longe, disso não duvido, não se preocupando minimamente em nos favorecer. Há erros crassos que teimamos em não aprender com eles: deixar na mão de terceiros o nosso destino. E, ironicamente, estamos dependentes, em duas grandes áreas, do mesmo. Dói-me a alma. Se dói. Mas o amor ao meu país, o orgulho no mesmo e o potencial que lhe vejo, tantas vezes mal aproveitado, não me faz desistir dele. Tive a mesma atitude com o Benfica e foi o que se constatou. A mim ensinaram-me a amar na vitória e na derrota, na saúde e na doença, no bom e no mau desta vida. E isso aplica-se a tudo. Doem-me os sentimentos mas a vida continua, com sorrisos e humor, porque de outra forma seria demasiado penoso... esperando, pacientemente, dias e emoções que façam justiça ao verdadeiro fado glorioso que merecemos. Acorda meu Portugal!

domingo, 1 de junho de 2014

Eu sou uma sofrida...



A mim tudo me dói. E doer não é necessariamente mau. Quando me respeitam eu emociono-me, dói-me a alma de tão bom que é. Quando me desrespeitam, choro pela dor dilacerante que a alma incute ao corpo. Sofro com as perdas, sofro com a nostalgia das memórias. Choro com a emoção da felicidade de ontem, de hoje e da ilusão do que poderá vir a ser amanhã. Choro com as lutas travadas, com as batalhas perdidas e, principalmente, com as ganhas. O desapego custa-me lágrimas salgadas, derramadas em noites de ansiedade descontrolada, juntamente com a revolta das voltas trocadas aos planos idealizados. A ideia de recomeço comove-me, pela esperança que lhe está implícita. Permito-me à dor, quando ela se lembra de aparecer e me perturbar a paz. Mas limito-a no tempo. Como ontem. Através de certas imagens, decidiu entrar em mim sem pedir autorização e impor questões sonantes que importunam o sono. Dei-lhe tempo de antena, dei-lhe alguma razão, chorei respostas que teimam em não aparecer, desliguei o som proveniente do concerto que, até então, me deslumbrava. Adormeci, entre voltas e revoltas. Hoje acordei e agradeci. Não sei bem o quê, secalhar o simples facto de estar viva, mas agradeci. E confiei. Confiei que, mais cedo ou mais tarde, tudo fará sentido. E assim aniquilei essa dor mazinha, que teima em estar atenta aos momentos de maior fragilidade. Impus-lhe limites, convivendo agora com ela, sem que me cause mossa ininterruptamente. Porque há tão mais a agradecer, tão mais que fazer, em vez de ficarmos acorrentados a dores de passados que não voltam. Eu sou uma sofrida porque sinto tudo, o que me diz e não diz respeito, mas sou melhor do que ontem porque já sei escolher pelo que vale a pena sofrer!


segunda-feira, 26 de maio de 2014

Isto deve ser da TPM, creio eu!



Não passaram mais de 10 minutos desde que iniciei o filme. Já estou banhada em lágrimas. Recorde batido!

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Celebrar a vida!


Há 8 anos, no dia de ontem, o meu avô faleceu. Há 72 anos, no dia de hoje, o meu avô nasceu. Se fizerem bem as contas podem constatar que ele morreu antes de fazer 65 anos, como sempre disse que aconteceria. Ainda estou na dúvida se o encaro como vidente ou, somente, como prova viva de que aquilo que queremos e dizemos com convicção, na maior parte das vezes, tem muita força e acontece. Já perdi anos demais a magoar-me com a perda que me foi imposta há 8 anos. Ninguém digere uma falta repentina em meia dúzia de meses. Aliás, passaram 8 anos e para mim é tão presente como se tivesse acontecido há horas. Mas, como estava a dizer, já perdi tempo demais a centrar-me no acontecimento que mo roubou. Este ano decidi centrar-me no acontecimento que mo ofereceu. Com a vida dele a desabrochar em 1942, iniciava-se todo o processo que me iria originar a mim, 45 anos depois. Este ano deixei o dia 4 de Maio continuar a ser o dia em que a minha amiga Mónica nasceu e hoje, dia 5 de Maio, o dia em que o mundo, o meu pequeno grande mundo, deve celebrar a vida que o meu avô João teve e honrou. Deixemos a morte de lado e celebremos a vida, mesmo que esta já tenha deixado de existir fisicamente... porque dentro de mim está tão presente como de todas as vezes que tive a oportunidade de a partilhar com ele! E é por todos aqueles que nos valorizam, que nos amam, que nos aguentam e lutam a nosso lado que vale a pena celebrar sempre a vida... mesmo que seja de um ponto de vista diferente! Onde quer que estejas, não te esqueças de quem fomos... e somos!

terça-feira, 28 de janeiro de 2014


O Rui Pedro nasceu no mesmo ano que eu. Portanto, somos da mesma idade. Lembro-me várias vezes da história do Rui Pedro, do seu rosto, e de como toda a história me amedrontou e me fez ser duplamente desconfiada com carrinhas que andavam devagar ao pé da escola e ainda mais desconfiada com desconhecidos que olhavam muito insistentemente. Lembro-me dos meus pais colados à TV, a disfarçar as lágrimas que teimavam em cair. Lembro-me de ir tantas vezes para a cama pedir que ele aparecesse e que isso nunca me acontecesse a mim, à minha irmã, aos meus primos ou aos meus amigos. Doía muito pensar em não saber de alguém que nos é querido. Hoje, com a idade que o Rui Pedro terá (ou teria, sei lá eu!) olho para esta mãe e percebo, cada vez melhor, o que é isso do amor incondicional. Ela não pode desistir de um dos seus, ninguém lhe pode pedir isso. Ainda por cima FILHO, gerado no seu ventre, sangue do seu sangue, com uma série de sonhos que ela criou para o mesmo. Se porventura houvesse uma explicação mais concreta que levasse esta mãe a, finalmente, fazer o luto... mas não há. E é isso que a consome. É isso que a faz manter acesa aquela esperança, que é a única coisa que lhe resta. Por isso partilho o seu vídeo que é um pedido de ajuda, uma tentativa de voltar a sensibilizar para esta questão e um apelo a informações que alguém tenha e que ainda não partilhou. Que nunca nos bata à porta um sofrimento atroz deste! 


sexta-feira, 5 de abril de 2013

Música que se um dia dissessem que eu ia ouvir em modo repeat, eu mandava internarem-me! #17



This is way too hard, 'cause I know
When the sun comes up, I will leave
This is my last glance
That will soon be memory!