sábado, 21 de setembro de 2013

Os Azeitonas - que agradável surpresa!


É certo que se nos focarmos nas músicas comerciais que os catapultaram para o conhecimento na sociedade civil, não há quem aguente tantos aviões e miúdas. No entanto, se nos abrirmos às restantes obras e até mesmo ao espetáculo que nos oferecem, não há como ser indiferente. Cheios de glamour de cabaret e electricidade de Hollywood, estranho é quem não se deixa encantar, estranho é quem não acaba o concerto a dançar! Estava com um bocado de dúvida quanto ao ir ver o concerto ou não, quando soube que vinham actuar cá perto. Mas acabei por ir! E que agradável surpresa, como já referi. Com uma energia contagiante, misturada com doçura e sonoros típicos de festivais da canção, passaram-se 90 minutos, a voar, em completa sintonia com a plateia. Gosto de artistas que cativam o público, mesmo que este lá vá receoso. E os Azeitonas cativaram-me na alegria nacional constante que ainda existe e persiste! Aconselho vivamente*








quinta-feira, 19 de setembro de 2013

terça-feira, 17 de setembro de 2013

O que é Nacional é (tão!) bom!



João Bota: músico que tive a oportunidade de descobrir num show case atípico na FNAC, em Julho, que durou pouco tempo, dada uma paragem digestiva que teve em pleno concerto. Mesmo com esta intempérie, ainda houve tempo para me fazer viciar. É tão bom sonoro, tão bom mesmo!*

O desafio do dia!*



segunda-feira, 16 de setembro de 2013

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

O poder dos sentimentos reais, que tocam o coração dos sensíveis!



Sweet Loraine: foste, sem sombra de dúvida, um ser humano inspirador! Oxalá todos nós tivéssemos alguém que nos visse assim, que nos sentisse assim, que nos sentisse a falta... assim! Oxalá houvesse mais gente disposta a concretizar sonhos, pelo simples facto de ser um acto importante para outro alguém.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

A sorte que o meu LV teve hoje!


Semana de serviço. Uma pessoa trabalha só de tarde. E foi isso que salvou o meu rico carro de ser completamente abalroado contra uma árvore, mesmo estando estacionado. Enquanto uma pessoa andava nos seus afazeres matinais, ao que parece, uma senhora que veio a Portugal para renovar a carta (pasmem-se!), aquando do seu estacionamento, confundiu o acelerador e o travão e toca de galgar passeio, fazer novamente a curva de onde veio, acertar no carro estacionado (no sítio onde estaciono sempre o meu) que foi projectado contra a árvore. A senhora só parou o carro dela porque existia uma parede à sua frente. Isto pode parecer surreal mas o que é certo é que aconteceu. Tenho cá para mim que é Deus a querer mandar-lhe uma mensagem divina. A ela e a mim, diz o meu colega. É melhor começar a estacionar do outro lado.

Sabias que...



É que tu queres que eu dê aquilo que tu também tens e não queres dar. Não devia ser uma partilha essa coisa dos laços que nos unem? Duas fitas, uma minha e outra tua, interligadas, partilhadas, entrelaçadas. Não quero nós que prendem, antes laços que ligam livremente. Não quero que fujas. Só tens que controlar essa instabilidade que, sem quereres e sem dares conta, me aperta em insegurança. Tu consegues. Eu sei disso.