sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Tua para sempre! ♥





Uma das coisas mais cativantes em ti - e podes nem sequer ter consciência disso - é seres atraída pela luz, da mesma forma que as plantas seguem os raios solares. É verdade. Sempre achei que a clorofila fazia parte do teu ADN.

Sabem o que vos digo?


Pela primeira vez, em 5 anos de andanças blogueiras, consegui ter a brilhante marca de 365 posts!! Em todos os inícios de ano me propus a escrever, pelo menos, um post por dia, para assim atingir este feito! Este foi o ano! 

E pronto! É tudo... por agora! A emissão continua dentro de momentos...

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Diácono Nuno, foi um prazer!*



Foi em Madrid, mais propriamente nas JMJ, que nos conhecemos. No meio de uma série de pessoas, acabamos por trocar impressões enquanto viajávamos para lá e, principalmente, enquanto esturricávamos em Cuatro Vientos. Eras amigo do P. e da M. e eu amiga deles era. Bom conversador, cativaste-me logo pela enormíssima história da Ordem da Nossa Senhora do Trânsito, do Santíssimo Sempre Exposto e de S. José a Caminho do Egipto. Contas "petas" com o ar mais sério deste mundo! Demonstraste sempre uma alegria de viver contagiante e amas aquilo que fazes. Esta presença segura traduz a pessoa resolvida que és e, hoje, deste mais um passo rumo ao futuro que escolheste para ti: o sacerdócio. Não é muito usual, nos dias que correm. É arriscado mas tu estás convicto. E foi bom estar presente. Foi bom dar do meu tempo para fazer parte de uma data tão importante para ti. Foi bom jantarmos juntos, em clima de festa. Foi bom ver-te sorrir, ver-te feliz, ver-te realizado. O caminho ainda agora começou... e só quero que saibas que terei orgulho em ver-te caminhar, fazendo mais e melhor, com a garra que te vai caracterizando. Hoje fui feliz por ti e sei, perfeitamente, que o meu ataque de histerismo no aeródromo, por causa do rato que andava lá a passear, será o melhor acordar que alguma vez terás na vida! PARABÉNS NUNO*

Please... call me Tinkerbell!*



my treasure!

Isto... traz nostalgia ao órgão propulsor! 
Foi bonito... foi!
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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Cuidar é...



...chegar a casa e ter sempre o cesto da lenha cheio, para que possa acender a lareira e a sala fique quentinha...! Só assim poderás preparar, em condições, as explicações e as reuniões que tens. - dizem eles! 

Chuk Sung Tan ♥ #1

You can't buy ♥ from any store!!!


Mike, querido... Vais fazer parte da minha manhã de Natal, enquanto abrirei as prendas e me deliciarei com os sorrisos dos que me rodeiam! 
Não é uma fofura?! 

Este livro. No sofá, ao pé da lareira!



Já mencionei aqui que adoro cartas?! 

Esperar que cheguem, correr para o correio, segurá-las entre as mãos, ter aquele impasse do "abro ou não abro", abri-las com o coração cheio de esperança, ler, chorar ou rir, apertá-las junto ao peito, guardá-las na caixa dos segredos!

Nada, mas nada mesmo, algum dia se equipará à felicidade de receber e escrever cartas...

terça-feira, 6 de dezembro de 2011



Às vezes é preciso aprender a perder, a ouvir e não responder, a falar sem nada dizer, a esconder o que mais queremos mostrar, a dar sem receber, sem cobrar, sem reclamar. Às vezes é preciso respirar fundo e esperar que o tempo nos indique o momento certo para falar e então alinhar as ideias, usar a cabeça e esquecer o coração, dizer tudo o que se tem para dizer, não ter medo de dizer não, não esquecer nenhuma ideia, nenhum pormenor, deixar tudo bem claro em cima da mesa para que não restem dúvidas e não duvidar nunca daquilo que estamos a fazer.

E mesmo que a voz trema por dentro, há que fazê-la sair firme e serena, e mesmo que se oiça o coração bater desordeiramente fora do peito é preciso domá-lo, acalmá-lo, ordenar-lhe que bata mais devagar e faça menos alarido, e esperar, esperar que ele obedeça, que se esqueça, apagar-lhe a memória, o desejo, a saudade, a vontade.

Às vezes, é preciso partir antes do tempo, dizer aquilo que mais se teme dizer, arrumar a casa e a cabeça, limpar a alma e prepará-la para um futuro incerto, acreditar que esse futuro é bom e afinal já está perto, apertar as mãos uma contra a outra e rezar a um Deus que nos dê força e serenidade. Pensar que o tempo está a nosso favor, que a vontade de mudar é sempre mais forte, que o destino e as circunstâncias se encarregarão de atenuar a nossa dor e de a transformar numa recordação ténue e fechada num passado sem retorno que teve o seu tempo e a sua época e que um dia também teve o seu fim.

Às vezes mais vale desistir do que insistir, esquecer do que querer, arrumar do que cultivar, anular do que desejar. No ar ficará para sempre a dúvida se fizemos bem, mas pelo menos temos a paz de ter feito aquilo que devia ser feito. Somos outra vez donos da nossa vida e tudo é outra vez mais fácil, mais simples, mais leve, melhor.

Às vezes é preciso mudar o que parece não ter solução, deitar tudo a baixo para voltar a construir do zero, bater com a porta e apanhar o último comboio no derradeiro momento e sem olhar para trás, abrir a janela e jogar tudo borda-fora, queimar cartas e fotografias, esquecer a voz e o cheiro, as mãos e a cor da pele, apagar a memória sem medo de a perder para sempre, esquecer tudo, cada momento, cada minuto, cada passo e cada palavra, cada promessa e cada desilusão, atirar com tudo para dentro de uma gaveta e deitar a chave fora, ou então pedir a alguém que guarde tudo num cofre e que a seguir esqueça o segredo.

Às vezes é preciso saber renunciar, não aceitar, não cooperar, não ouvir nem contemporizar, não pedir nem dar, não aceitar nem participar, sair pela porta da frente sem a fechar, pedir silêncio, paz e sossego, sem dor, sem tristeza e sem medo de partir. E partir para outro mundo, para outro lugar, mesmo quando o que mais queremos é ficar, permanecer, construir, investir, amar.

Porque quem parte é quem sabe para onde vai, quem escolhe o seu caminho e mesmo que não haja caminho porque o caminho se faz a andar, o sol, o vento, o céu e o cheiro do mar são os nossos guias, a única companhia, a certeza que fizemos bem e que não podia ser de outra maneira. Quem fica, fica a ver, a pensar, a meditar, a lembrar. Até se conformar e um dia então esquecer.

MRP

Para que é que servem as minhas viagens de meditação no carro?!



Para descobrir que, entre o minuto 03.00 e o minuto 04.00, surge uma musicalidade apoteótica de um saxofone, trazido de não sei onde, que me faz querer colocar as colunas no máximo e inundar o coração de esperança, para que este seja capaz de mudar o mundo só com o simples facto de acreditar que é possível. São reacções químicas e físicas, ao nível dos receptores nervosos, que muito poucas coisas e muito pouca gente conseguiu desencadear em mim... É com toda a certeza que a incluo na dita playlist! Jizaz!*

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Sim... estou a falar contigo!



‎'It's never too late to be whoever you want to be. There's no time limit, stop whenever you want. You can change or stay the same, there are no rules to this thing. We can make the best or the worst of it. I hope you make the best of it. And I hope you see things that startle you. I hope you feel things you never felt before. I hope you meet people with a different point of view. I hope you live a life you're proud of. If you find that you're not, I hope you have the strength to start all over again.'

I'M FEELING THIS #14




Por vezes ponho certas coisas na cabeça e não há nada nem ninguém que as tire de lá. É que vivo tão intensamente os meus pensamentos que tudo o que é mentira se torna real e tudo o que é insignificante se torna a maior catástrofe ao cimo da terra. Sou assim, dramática por natureza, insegura devido ao meu passado e muito provavelmente serei a maior inimiga que alguma vez terei.

O meu primo J. é mais experiente que eu...


Levou 5 pontos na cabeça, fruto de uma queda contra a jante de um dos pneus do carro da minha tia! (Há que ter nível na forma como se parte uma cabeça!)
Definitivamente há coisas em que eu prefiro não ter muita experiência! 
'Tadinho do meu menino :')

Que ninguém me profane esta música ou eu viro o bico ao prego!



AMÉN!*

Se isto não é amor é o quê?! #14



Se isto não foi amor, eu não sei o que foi. 
Vem com o peito aberto, estufado e cheio de coragem. Ou vai embora. 
Mas depois não me venhas dizer que tens coração. Ou que eu não tenho.
Gabito Nunes


PS: Nunca tive uma boa relação com o número 13. Por isso, esta rubrica vai acabar... mas com o número 14! Exactamente neste dia. Porque há coisas que têm que "acabar" exactamente como começaram... Não porque quis. Foi preciso! Quiçá, um dia entendamos essa necessidade... Quiçá, um dia... 

[agendado]

Before I die... DONE! #5













domingo, 4 de dezembro de 2011

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Apaixonei-me... deveras!



Vá... Não sejam assim! 
Cliquem na foto e já vão perceber porquê!

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

FACTO #1


Tenho medo das memórias que este mês comporta! Oh se tenho... 



... Por mais anos que passem eu nunca vou conseguir compreender quem não partilha, quem não se entusiasma com as conquistas das pessoas que gosta, quem não vibra com olhos radiantes e sorriso sincero. Não vou perceber, também, não ter ninguém que nos ligue vibrantes a querer saber os pormenores. Eu posso não ter Aquela pessoa que sabe  das minhas derrotas e conquistas tanto quanto eu. Posso lamentar que não haja a telepatia necessária para que me liguem ou me surpreendam quando é, de facto, preciso. Mas tenho uma série de pessoas que, de uma forma ou de outra, querem saber como tudo correu, como estou, como me sinto, o que fazer daqui para a frente. E nem sempre lhes dou valor. Nem sempre olho para elas como uma graça que se atravessou no meu caminho. E peço-lhes desculpa. 

E não, não é uma questão de nos sentirmos o centro das atenções. É somente uma necessidade de perceber e sentir que estamos no caminho certo para que se orgulhem de nós!