quarta-feira, 31 de agosto de 2011

quinta-feira, 11 de agosto de 2011


Depois de uma semana em que pensei que não iria sobreviver ao "terror" dos meus primos, eis que, em vésperas de me dirigir para Espanha, um deles me mete a chorar e me faz acreditar, piamente, que o amor desmedido e a atenção demonstrada são a cura para todos os males. Pergunta-me ele, do alto dos seus 4 anos, quando parto eu, de "caminete" para Espanha. Respondo que o farei nesta madrugada. Ele desaparece por uns momentos e surge-me com um chapéu, que tem inscrito em si a palavra PORTUGAL e que foi aquisição no jogo de ontem com o Luxemburgo e diz: "Podes levar isto contigo?! A sério... Não te esqueças! E pronto..." É isto que me engrandece e me faz feliz. É isto que me realiza e me faz orgulhar da obra que tenho vindo a ajudar a construir. É isto que levo na bagagem e é desta pureza e grandeza de espírito que quero voltar... recheadinha! Já não aguento o calculismo, a desconfiança, a incerteza e a angústia em que decidi enfiar-me... precisamente há um ano! Limpeza de espírito... limpeza... limpeza! Tratarei de tentar redigir um diário... necessito de ter, um dia mais tarde, transformações palpáveis, passíveis de demonstração a mim mesma... por intermédio do reforço positivo... sempre pelo reforço positivo!*

Hala Madrid!*

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Atreves-te?!



Segue esta aventura, em primeira mão, aqui!

Precisamos de Santos que estejam no mundo; e saibam saborear as coisas puras e boas do mundo, mas que não sejam mundanos. Papa JP II

Atreves-te?!*

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Até já mundo...



... vemo-nos dia 22!*

Umas excelentes férias para todos...

quarta-feira, 3 de agosto de 2011


As nossas dúvidas são traidoras e fazem-nos perder o bem que poderíamos conquistar se não fosse o medo de tentar.
Shakespeare

Não são os meus avós... mas poderiam ser! Tenho que tentar perceber onde raio se escondeu a persistência, a intensidade e a dedicação que um dia me ensinaram! Tenho cá para mim que já tinha ouvido das boas, com aquele olhar reprovador e intimidador, caso o meu avô ainda por cá andasse!




Definitivamente não é fácil enxergar que somos o 1º plano de alguém, o que "basta", o "suficiente" quando somos tratados, uma vida inteira, em 2º plano, como uma 2ª escolha... Não é fácil mas é possível... quando deixarmos de dar ao cérebro o sofrimento diário a que está habituado, no qual se viciou e que nos impede de simplesmente sermos felizes! 

terça-feira, 2 de agosto de 2011

E tu? Já mudaste um bocadinho hoje?!



ADENDA 03/08: Eu mudei... um bocadinho para pior! 
Ainda não foi desta...

domingo, 31 de julho de 2011

Da forma como o mesmo evento, um casamento, pode ser aproveitado (ou não!) de maneiras tão distintas.


Julho, que agora chega ao fim, foi o mês dos casamentos. Um no dia 2 e outro no dia 30.
A motivação para participar em ambos era a mesma: amigos que iam dar "aquele" passo, "aquele" compromisso nas suas vidas. 


O primeiro levou-me às lágrimas. Uma manhã de cabeleireiro atribulada, uma viagem a desbundar, um percurso até casa da noiva que era desconhecido, um "timing" a cumprir. Mal entrei em casa da noiva, era bom não lhe sujar o vestido com a emoção. Um casamento pensado ao pormenor, com incidência em detalhes propícios à perfeição. Alegria estampada no rosto dos noivos e das suas famílias. Uma capela no alto, com uma entrada em escada, passadeira vermelha a convidar ao ambiente acolhedor que se vivia naquela estância religiosa. Lugar ocupado, foi ver o noivo "desmanchar-se" quando viu a sua mulher a percorrer o corredor. Músicas com mensagem, que nos faziam parar e pensar, sentir e recorrer ao nosso foro sentimental, acompanhado de uma crença enorme, da família e dos amigos, naquele que era um acto público do amor que os une. Aquela celebração foi deles e para eles. Uma homilia que não foi nenhum sermão mas uma consciencialização do que é verdadeiramente o amor. Pegou-se numa leitura simples mas com uma mensagem profunda e reduziu-se cada ser à sua insignificância perante a grandeza do AMOR. Foi um excelente exercício e desafio. Segue-se a benção das flores e do arroz, traduzida numa euforia soberba. Abraços e beijos, felicitações e congratulações. Uma foto de grupo e uma excelente tarde passada entre sofás e baloiços de verga, entre sangria de frutos vermelhos e soft drinks, entre sombras e raios de sol que queimavam a pele agradecida. Um spot idealizado para o corte do bolo, com magia em bolas de sabão e em sorrisos e realizações estampadas na cara daqueles que eram as personagens principais do dia. Qualquer pessoa que saiu daquele casamento, com toda a certeza do mundo, saiu emocionada, com um sentimento de dever cumprido e com uma esperança renovada no poder do amor construído sobre fortes alicerces de alma.


O segundo quase que me levou às lágrimas... mas por motivos "um tanto" negativos. Eu, que até sou uma pessoa de impulsos, custa-me a digerir o facto de um casamento se proceder com a rapidez deste. Afastados por todo um oceano e na maior parte do tempo em que se desenrolou o namoro, das duas uma: ou isto dá muito certo ou se extingue dentro de 6 meses! A juntar a isto, o facto de termos visto mais entusiasmo numa despedida de solteiro, do que propriamente no casamento, faz-me temer por todo este impulso. Numa festa que deve ser preparada a dois, com vontade, determinação e magia, deparo-me com uma irmã do noivo a tratar de quase tudo, a lutar com todas as suas forças para que os pormenores façam a diferença.... mas não fizeram! Acusaram a normal falta de cumplicidade de quem pouco se conhece, as famílias pouco se interligaram, os amigos estavam de pé atrás e o senhor da animação da festa foi triste ao pedir a todos que cantassem o "Boa Sorte" enquanto se abanavam lenços brancos... durante o corte do bolo!! Dadas todas as aspirações e desejos de sucesso e felicidade que tínhamos guardados dentro de nós para eles, sentimo-nos defraudados. Não vimos uma única vez o nosso amigo a ser ele mesmo. E isso magoou imenso... 

Escrevo isto aqui para que, um dia mais tarde, me sirva de exemplo... Para que tenha a visão perfeita do que quero para mim... Para tentar não repetir os mesmos erros... Para me alegrar com os pormenores determinantes que, ao serem verdadeiros, encantam e marcam dias, celebrações, pessoas, mundos...

quinta-feira, 28 de julho de 2011

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Infelizmente é assim... Não dá simplesmente para passar por cima... Não dá simplesmente para ignorar...



Precisamos aprender a racionalizar e a simplificar, sobretudo as tarefas que se podem prever ou se repetem. E ganhar assim tempo para redescobrir aqueles prazeres simples que só a lentidão nos faz aceder. São tão belos certos instantes de recolhimento e de pausa em que o nosso olhar ou o nosso passo se deslocam sem ser por nada, numa gratuidade que apenas cintila, reacendida. |JTM|

E o primeiro passo é assumir! 

Isto vai ser duro!

segunda-feira, 25 de julho de 2011

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Se isto não é amor é o quê?! #13


ELE (04h20m AM, depois do trabalho) - Quando estiveres a precisar da minha ajuda, chama por mim... 
(mas agradecia que só precisasses depois de almoço, sim amor?!) 

A sua subtileza encanta-me... verdadeiramente! (just love)

Das férias...



Encarar as férias como tempo para voltar ao essencial faz com que a nossa atenção fique mais desperta, a nossa sensibilidade mais apurada. Tudo passa a ocupar o lugar que lhe é devido e ficamos mais preparados para viver cada dia agradecidos, enfrentando com mais força as dificuldades que vão surgindo. O regresso ao dia a dia e ao trabalho será mais suave e com mais sentido.

Leiam este artigo e talvez encontrem uma certa orientação para não chegarem mais cansados ao fim das férias. Além do nosso corpo e da nossa mente, há muito mais que tem que descansar. Por vezes não damos o devido valor a esse "muito mais". Por vezes não entendemos que os outros precisam de descansar esse "muito mais", tornando-nos injustos ao ponto de julgar as suas intenções de descanso, longe do seu mundo habitual, como superfluidades egoístas. E se fôssemos nós a precisar? Não gostaríamos simplesmente de sermos entendidos? Temos ainda muito caminho a percorrer na arte de olhar para a vida do outro como algo seu, com vitórias e derrotas que não conhecemos e, portanto, qualquer juízo de valor que façamos será sempre incompleto e tantas vezes errado. Acreditemos que ainda há pessoas que não necessitam de ultrapassar ninguém, que não se esquecem das responsabilidades que têm no seu mundo, que muitas vezes desligam desse mesmo mundo para poderem criar aquilo que tantas vezes foi deixado para trás... assim, de uma forma simples! E que quando precisam de se entregar ao descanso desse "muito mais" é simplesmente isso... reanimar o que foi dilacerado com o peso do caminho que se faz diariamente. Se virmos mais em vez de simplesmente olharmos, encontraremos isto... de uma forma completamente pura e inocente! O mundo pode estar condenado... mas não em todas as frentes!

terça-feira, 19 de julho de 2011

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Daquele passatempo do Facebook...



... chegou este!*



Para muitos, um festival com exageros ou uma fuga às responsabilidades... Para mim, uma necessidade sóbria de parar, de relaxar com música, de aproveitar "aquela" companhia, de voltar para o mundo real com uma energia renovada... porque ainda não sou de ferro! 

Conclusão: OBJECTIVO CUMPRIDO!*
Amanhã volta-se ao trabalho, com bastante mais vontade.








quinta-feira, 14 de julho de 2011