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segunda-feira, 20 de junho de 2011

É simples, a sério que é!



O porquê de eu gostar dos inícios das relações debate-se, única e exclusivamente, com todo o esforço e dedicação sobrenaturais que move o nosso comportamento. Tudo é possível, quer-se "este mundo e o outro", planeia-se um sem número de momentos que queremos viver com o outro, planeiam-se surpresas e, muitas vezes, não temos meios físicos. psicológicos e financeiros para os concretizar mas, mesmo assim damos a volta e eles surgem, mesmo que adaptados. E estas atitudes engrandecem a relação. Vão acalmando os corações atribulados, vão dando segurança e solidez à escolha feita, vão criando laços. Depois vêm os primeiros arrufos que mostram que somos humanos, que somos diferentes e com personalidades que não se encaixam em todos os pontos... e, mesmo assim, no início de que tenho vindo a falar, não se vai para a cama magoado, há sempre uma mensagem longa ou um telefonema interminável. E mesmo que se debata tudo, mesmo que fique tudo bem, há que reforçar a ideia com outra mensagem... aquela que sublinha o sentimento que se tem, que aconchega o adormecer, porque o que sentimos é tão grande. tão forte e tão inquietante e não pode ficar só para nós! E lá estamos, novamente, perante o esforço, a criatividade e a dedicação.
Dizem-me vocês, e bem, que este nível exacerbado não é compatível com o dia a dia. E eu concordo em parte. Pode não ser totalmente compatível mas é possível de fazer parte do mesmo. Se temos uma agenda cheia de afazeres, divididos por horas, e tantas vezes conseguimos fazer em 24h o que devia ser feito em 48h, também há tempo para marcar na mesma o que se pretende fazer ao outro, àquele especial, nesse dia. Não interessa se é um bocado de papel rabiscado, a chiclete favorita, o doce que traz imensas calorias, as pipocas para o filme caseiro, uma flor do campo, um pacote de açúcar vazio, uma MMS, uma visita de surpresa, um convite inesperado, umas férias a dois ou uma noite caliente de amor. Não interessa o valor monetário que lhe está associado, ou o prazer que proporciona. Interessa sim toda a preparação, empenho e amor colocados naquele simples acto diário de se reconquistar o outro. Porque se dizemos, à boca cheia, que amamos a pessoa e que ela nos está sempre no coração e no pensamento, isto tudo que falei é passível de ser realizado sempre, dia após dia. Se a vida nos traz, todos os dias, algo novo podemos ser egoístas e vivê-lo sozinhos ou podemos partilhar e aí temos o supra-sumo das relações: The happiness is only real when shared.
Podem assolar-me com mil e um argumentos que inviabilizem toda esta minha teoria e análise simples e utópica de vida, que vos garanto que todos juntos não serão suficientemente fortes para a deitar abaixo. Se reclamamos a simplicidade da vida, se ansiamos pela felicidade, se queremos algo bom e que nos complete ao nosso lado não compliquemos: é preciso dar para receber. É preciso dar esforço, dar tempo, dar carinho, dar amor, dar exigência, dar atenção, dar-nos em toda e qualquer atitude que tenhamos para fazer o outro feliz. Amar e ser feliz já deixou de ser, há muito tempo, uma questão apenas de sentimentos. É, cada vez mais, uma questão de actos recheados desses sentimentos, porque eles podem ser falados mas permanecerão muito mais tempo se forem demonstrados. 
E quem me tira a intensidade da fase inicial, tira-me tudo! 

sábado, 18 de junho de 2011

Visse eu os filmes a tempo e horas e não passava por metade dos "dramas" da minha vida...


Desde 2008 que toda eu me identifico com uma montanha russa, no que diz respeito a sentimentos. Toda a aprendizagem que fiz, à força, em Novembro de 2010 podia ter sido antecipada, cerca de um ano, se eu visse certos filmes a tempo e horas e tirasse, dos mesmos, as ilações pertinentes...!


As raparigas aprendem muita coisa (má!) enquanto crescem. “Se um rapaz te bate ou te fala torto, ou simplesmente implica contigo é porque gosta de ti.” “Se nunca impuseres limites nem te auto-proibires do que quer que seja, acabarás, mais dia menos dia, por encontrar um tipo maravilhoso”. Errado!
Todo o filme que vemos, toda a história que nos é contada implora-nos para que esperemos a reviravolta. A inesperada declaração de amor, a excepção à regra. Mas, tantas vezes, acabamos por nos focar em encontrar o nosso final feliz que acabamos por não aprender a ler os sinais. Como distinguir os que nos querem dos que não nos querem? Os que ficam dos que vão embora? Talvez, esse final feliz não inclua um homem incrível. Talvez sejas tu, por conta própria. Colando os pedaços e recomeçando. Guardando-te para algo melhor no futuro. Talvez o final feliz seja seguir em frente. Talvez o final feliz implique, apenas, fazer isto: ultrapassar as ligações telefónicas não retornadas e o coração partido, todos os erros e sinais não vistos, toda a dor e vergonha. Nunca percas a esperança!

Foi depois de encontrar este final feliz, mesmo que ao de leve, que abri portas para onde me encontro hoje. Foi depois de perdoar toda e qualquer má decisão, má atitude e má escolha que me comecei a sentir melhor comigo e com o mundo. Foi depois de ver que recomeçar noutra direcção era o melhor a fazer que as lágrimas começaram a secar. Foi depois de me recompor e voltar a ter esperança que isto tudo foi possível... Se o NÓS é O FINAL feliz ou não, não faço ideia. Mas que é O PRESENTE feliz... disso não tenho a menor dúvida! 


segunda-feira, 6 de junho de 2011



Eu gostava de perceber o que é que me impede de ser totalmente feliz. Isto é, viver com a intensidade devida os momentos que constituem aquilo a que chamamos vida. Eu acho que os vivo pela metade. Ou sofro, demasiado, por antecipação e, quando decido vivê-los, já os programei e desprogramei tantas vezes que não há forma de me surpreenderem, ou começo a vivê-los naturalmente, deixando-me ir ao sabor do momento e, como se de uma travagem brusca se tratasse, imponho-lhes limites, analisando e re-analisando todo e qualquer pormenor, aspirando sempre que "ou é bom demais, eu não tenho capacidade de os acompanhar e nem os mereço" ou "para ser tão bom e gratificante, não vai durar muito porque na minha vida a grande parte do que me realiza e pelo qual nutro sentimentos me abandona num ápice."
Para quem lê pode parecer doentio, inconcebível, abismal e impossível mas para mim é bem real e não encontro palavras mais certas que façam jus ao que sinto, verdadeiramente, vezes sem conta!

Depreendo que isto se possa tratar... É que convém!

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Uma visão optimista (e bem real!) da coisa... - Post 3/4



Que me critiquem as pessoas que não são capazes de ver nenhum benefício neste sentimento. Pois... eu também não consigo perceber muito bem essa vossa visão! Acho que é necessário perceber o que cada um entende por ciúme e na medida em que o "utiliza"! Eu posso ser pouco ou muito ciumenta. Eu posso fazer disso um estilo de vida ou somente sentir esporadicamente. Eu posso ficar cega com o ciúme ou usá-lo como mecanismo de alerta ou defesa em quantidades consideráveis. Eu posso torná-lo uma obsessão ou sentí-lo da forma que está descrito nesta foto. Se assim for; se acoplado a isso não existirem dramas, e se a tendência for para ir construindo uma relação de confiança cada vez maior, pode meter confusão na cabeça de muita gente mas, na minha, faz todo o sentido que exista. Não como uma atitude de insegurança, mediocridade ou até de desrespeito; mas antes como uma atitude de valorização e reconhecimento pela relação que se tem com a pessoa e que não se quer ver perdida e/ou destruída. São ideias...

sábado, 14 de maio de 2011

Somos seres de hábitos...



Eu sou daquele tipo de pessoas que quando se chateiam e se deitam a dormir para não incomodar ninguém, têm pensamentos negativos, pensamentos de raiva e de revolta, pensamentos maldosos a tal nível que põem em causa tudo o que até agora foi criado na vida. Não interessa se é no trabalho, na família ou no amor, o que sei é que quando estou assim chego a acreditar que aniquilar tudo, viver isolada do mundo, dar cabo dos meus sonhos, objectivos e desejos, é a opção mais certa a considerar! Mas é que sinto mesmo, dentro de mim, uma força a puxar-me para esta atitude medíocre! E eu não era assim... mas criei-me! Fui-me habituando a este modo de ser e de estar como o mais útil, o mais natural e dotado de benefícios para o incógnito que a vida transporta em si. Criei o entusiasmo comedido. Criei a preocupação sufocante. Criei o egoísmo. Criei o olhar turvo e o sorriso esbatido. Criei a impaciência na tolerância. Criei o exagero na focalização do futuro. Criei o vislumbre de questões pessoais até mesmo em situações que não o traduzem. Criei a habilidade de afastar. E agora quero desfazer esta treta toda a que me habituei e está a ser para cima de difícil... Haja persistência e paciência!

PS: O registo momentâneo destes factos é uma questão meramente psicológica, para estudo futuro.

sexta-feira, 8 de abril de 2011



... but is f*cking amazing!

quinta-feira, 31 de março de 2011


Nos detalhes é que se encontra a verdadeira ciência da vida. Quando não queremos cortar com algo, de uma forma definitiva, tudo e mais alguma coisa é motivo para nos aproximarmos, mesmo que de uma forma inconsciente. E depois existem aquelas pessoas que lêem esses factos, que juntam as pontos e chegam a uma conclusão. É apelidada de incoerente, de fixação, de cisma. Só que, infelizmente, mais dia menos dia, mais facto menos facto, essas pessoas vão estar correctas... e vão sofrer... e não merecem!

quarta-feira, 23 de março de 2011

Uma questão de escolha...


Às vezes as segundas escolhas são as mais acertadas... às vezes as últimas também. Às vezes o último a ser escolhido por uma equipa, para um jogo de futebol é aquele que acaba por marcar dois golos. Não se livra da vergonha de ter visto os outros chamados um a um enquanto ele ficava para o fim, mas porra, marcou dois golos.
Às vezes as imitações ou as novas versões são melhores que o original. Superam-no. Têm mais qualidade, ou mais piada, ou tocam-nos mais ou são mais saborosos.
E é por isso que quem fica com o que quer logo à primeira, que só consome originais ou que olha cegamente para uma etiqueta perde tanto, mas tanto desta vida.


Sou apologista do (re) conhecimento das diversas propostas de vida, existentes neste mundo, para o ser humano. É certo que crescemos no seio de uma família e de uma educação que nos caracteriza... mas que não nos pode determinar. Somos produto de um sem número de situações e escolhas no caminho que nos foi proposto trilhar. Por vezes acertamos à primeira, percebendo mais tarde que só fazia sentido no espaço temporal em que aconteceu. Por vezes desesperamos porque não acertamos de maneira nenhuma e, no meio do devaneio insano da luta, chega-nos o prémio do encontro connosco e/ou com os outros! Sinto que com o passar dos anos as feridas são mais profundas e mais difíceis de suturar. Exige um esforço maior para confiar em quem cuida e para desculpar a quem a criou... mesmo que tenhamos sido nós mesmos! Faz bem parar e, aproveitando um espaço de silêncio, fazer uma viagem a tudo e a todos quantos antecederam o estado de graça (ou não!) que vivemos! No meio da "dor" da recordação irá concerteza existir um momento ou um alguém que nos fará sorrir e perceber que os tais contos de fadas, ou romances, ou o cenário perfeito com que somos bombardeados pelo facilitismo da TV, existe... O problema só reside no facto de que esse cenário não se resume a uma criação e resolução de duas horas... e nós, meros mortais impacientes, não sabemos esperar! As gerações que nos antecederam viviam, e ainda acredito que vivam, na esperança do melhoramento relacional que lhes foi imposto. Nós, com hipótese de escolha sobre hipótese de escolha, já não temos desculpa para nos contentarmos com o original, o primário ou de etiqueta, quando tudo isso acaba por nos anular mais do que nos constrói.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Das viagens de carro...



Todas as quintas tenho o privilégio (ou não!) de vir a conduzir pela madrugada dentro. Nunca tenho hora certa para sair da reunião e, o que é certo, é que faço uso desses momentos para pensar... mais do que penso normalmente! A diferença, destas vezes para as outras, reside no simples facto de que meto a rodar o CD com as músicas preferidas, coloco o som num estado elevado de decibéis e, por momentos bastante escassos, pestanejo um pouco mais lento que o habitual... Sinto a música e vou-me sujeitando a uma avaliação aos mais diversos níveis!

Hoje questionei a minha exigência!

Sim, sou uma pessoa exigente, dura e com a ambição do perfeccionismo cravada nos genes! Consigo ser flexível, compreensiva e condescendente quando é necessário, mas sou uma pessoa de pormenores! Não me cativam com grandes feitos mas antes com pequenas repetições e coerência de gestos. Prefiro a simplicidade e a eternidade de acções ditas normais, que demonstrem a soberba capacidade de não banalizar o que é dotado, por si só, de sistematização. Prefiro que sejam fiéis a actos. Prefiro que não inventem esforços para abalar o coração de uma só vez, quando o que ele precisa é de pequenos choques diários. Quero repetição de momentos, quero optimização dos mesmos, quero superação das capacidades de criar. Nem sempre a novidade arrebata.... mas tantas vezes o recriar salva tudo!

Não irei nunca mais abdicar do que acho importante e essencial a uma ligação que clama "futuro". Não me sujeito a baixar o nível de exigência do que já foi vivido. Não conseguirei ser condescendente perante o cansaço que nos irá, concerteza, abalar.

Quando surgiu esta música e me voltaram ao pensamento as lembranças de perdas eternas e irremediáveis, tomei a consciência de que não sou capaz de compactuar com inércias de quem julga que o amanhã é garantido... porque um dia acordei e esse amanhã tinha deixado de o ser! Esfumaram-se corpos, permaneceram momentos e recordações que, com os anos, acabarão por perder clareza e definição! Estou ciente deste facto e, por isso mesmo, enquanto vislumbrar as cicatrizes de um passado que tem tanto de mágoa como de ensinamento, não me darei ao luxo de continuar a cometer os mesmos erros sistemáticos.

Não irei viver com medo que o amanhã não exista, não me viciarei na incerteza do futuro. Tomarei os devidos ensinamentos como pistas inteligentes para ambicionar o traçar de um futuro um pouco menos dotado de enganos!

Se é falível toda esta ambição utópica? Completamente... Mas para pensamentos medianos, do tipo que "melhor é impossível" e "bonzinho é melhor que nada", não preciso de me esforçar muito; eles surgem por natureza!

Se não vivo para me superar, então não vale a pena afirmar que vivo!

... E, se eu me esgoto a mim mesma, o que dirão os que me aturam diariamente!
Nada fácil!*

terça-feira, 1 de março de 2011

Do alto da minha sonolência nocturna...


É só para deixar registado que, se há pessoa à qual a felicidade dos outros não faz espécie, essa pessoa sou eu! Há espaço e tempo para tudo e para todos neste mundo e, aquilo que para uns é sinónimo de felicidade, para outros pode não ser. Não entendo para que é que perdem tempo preocupados com a vida dos outros. Não entendo o porquê de se alegrarem com tristezas alheias e/ou rejubilarem-se com metas não alcançadas. Não sou melhor que ninguém mas, felizmente, não preciso disto para viver!
Dado o sem número de actividades que me ocupam um sem número de tempo, tempo esse que muitas vezes me dava jeito para pôr o sono de beleza em dia, aquele tempinho (inho!) que me resta não é, com toda a certeza, gasto a pensar na maneira como os outros que me rodeiam estão ou não a viver! É certo que não gosto de todas as pessoas que conheço e sei que há muitos que também não podem comigo! Agora daí a preocupar-me com o facto de serem ou não felizes, do que andam ou não a fazer, se são sucedidos ou estão alapados no sofá à conta dos pais, vai uma grande distância!
Sem sombra de dúvida que sou uma mulher de pormenores! Fixo aquilo que muitos não acham importante, armazeno aqueles dados que me põem a questionar o porquê de algo ser assim e não assado (assinalando-os a vermelho para quando encontrar a peça que falta!) e o facto de ter sempre mais amigos homens e mais velhos que eu, deu-me outro traquejo na vida! Este facto não me impede de cair e muito menos me faz achar que sou superior... simplesmente tem-me dado visões diferentes das multi-personagens que habitam a nossa vida!
Já fui a outra, já fui a namorada, já fui a amiga. Já fui o interesse de uma amiga, já fui o bode expiatório, já fui o alvo a abater. Já fui falada, já falei e acabei por ter o karma a ajustar contas. Já venci, já fui vencida, já lutei e já fiz com que lutassem. Já sofri trocas, já cheguei e bastei, já bastei mas não cheguei. Já quis e não fui correspondida, já me quiseram e eu não quis, já quisemos os dois. Já... tanta coisa!
E quando me ponho a reflectir sobre estes "já's", todos os que são de carácter positivo envolvem homens; todos os que são de carácter negativo envolvem mulheres! Oh raça d'um caneco! Deixem-se lá de mariquices e de altruísmos e de vingançazinhas estúpidas! Matam, esfolam e esquartejam para no fim ninguém ganhar. Fazem mezinhas e floreados e macumbas e rogam pragas! É o diz que diz pegado e os filmes de Hollywood em acção!
Eu volta e meia ainda absorvo algum veneno... mas este é logo detectado pelo maravilhoso antídoto, ao qual chamo de racional, que acaba por o neutralizar!
E não, não é uma questão de superioridade... é uma questão de perfeccionismo selectivo que não me torna melhor nem mais sábia... mas antes diferente! Simples... DIFERENTE!

PS: Eu sou uma mau-feitio assumida!
PS1: A falta de seguimento lógico é fruto da incapacidade momentânea!
PS2: Com esta treta toda são 2 da manhã!
PS3: Às vezes dá-me para a revolta com inúmeros pontos que se emaranham entre si como se não houvesse amanhã!
PS4: 2h e 10 min! Xô!

domingo, 20 de fevereiro de 2011

O botão RESET...


Eu adorava que este botão existisse! Não para apagar o que o ser humano faz de errado mas antes para não deixar que medos, mesquinhices, desilusões e frustrações passadas atrapalhem o futuro.
Depois de amores obssessivos, depois de receber o mínimo numa relação achando que era o máximo, depois de ir "ficando à margem" para "não incomodar", fui-me habituando à mediocridade e adaptando-me ao mesmo estilo de vida. Sabia que existia "mais e melhor", ambicionava-o mas, pelos vistos, é mais difícil lidar com isso do que o que estava à espera.
Tantas vezes me achei corajosa por contornar obstáculos, por os superar e por me ver derrubá-los como se de um castelo de cartas se tratasse, que me fui habituando a isto: contornar, superar, lutar incessantemente, sofrer, viver na insegurança e no drama, sofrer mais um bocadinho...
Mas, bem vistas as coisas, que coragem tenho eu quando não consigo controlar a ira que me assola as veias, que faz o sangue crepitar e me enche o coração de medo, forçando a abertura das cicatrizes que ainda são novas? Que coragem tenho eu quando vejo a felicidade estacionada ao meu lado, de braços abertos, capaz de tudo por mim e lhe grito mentiras e injustiças só para forçar o seu afastamento? Que coragem senhora?!
Só queria ter este botão RESET para aqueles dias em que digo que preferia lidar com catástrofes a ser feliz... Porque é mentira, porque não o sinto verdadeiramente, porque é somente o meu lado ferido a não querer sê-lo mais!
A minha alma está pisadinha... mas ainda não foi desta que ele me deixou desistir!

Se preciso de ser consertada?! Mais que tudo na vida...

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

I'M FEELING THIS! #2



by Sara Sem Sobrenome

Tenho que subscrever inteiramente a Sara. Que haja uma deturpação da verdadeira essência destes dias, não tenho a mínima dúvida. Os senhores comerciantes exploram como se não houvesse amanhã o sentimentalismo da coisa... mas só nos deixamos corromper se quisermos!

Eu adoro o Natal, não deixo de dar presentes mas não o limito a isso.

A Passagem de Ano é tratada como a celebração de um recomeço, de uma esperança no consertar o que está errado que nunca morre.

O Carnaval diverte-me porque implica desfiles e fatos de fantasia, estadias com amigos que estão longe, folia, cantoria, alguns atritos devido ao álcool e planeamento de um futuro que não saberemos se se vai realizar.

A Páscoa tem uma componente sentimental pesada e ao mesmo tempo uma ideia de compromisso e testemunho que muitos não entendem porque é algo que não se aprende nos livros... mas antes, vive-se!

Os dias da Semana serão sempre um martírio para quem não tem gosto pelo que faz, para quem não tem ambições nem sonhos (por mais utópicos que sejam), para quem não acredita que pode vencer!

Quanto aos meus anos (que serão comemorados lá para quinta-feira!), é uma data especial! É o meu dia, aquele em que sou especial das 00.00h às 23.59h! Gosto de fazer anos e não me assusta ficar cada vez mais velha... é que consigo olhar para trás e escrever 2 livros e realizar um filme do que tem sido a minha vida!

O Magusto e o Halloween, os Santos Populares e outras datas que implicam festas são dias para celebrar. Há sempre uma componente histórica por detrás de cada uma destas datas e eu, graças aos santos e aos belos professores de uma vida, sei-as todas! E porque raio é que não podemos ou não devemos (aos olhos de muitos) continuar com as tradições?! Um dia espero poder passar todo o entusiasmo, toda a componente histórica e toda a vontade de criar e festejar aos meus filhos... Com os meus gémeos já ando a trabalhar!

E quanto ao dia de hoje, Valentine's Day como gosto de lhe chamar, há alguém que já disse tudo aquilo que vos queria dizer... Aqui está:


by Ana



Realmente eu já estou como o Anúncio da Sumol: Vai haver um dia em que vais começar a implicar com todas as datas, a não gostar de as comemorar ou que elas existam... Quando esse dia chegar, não lhe fales. Mantém-te original!

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

O bom gosto do Paulo Bento...



Eu quando me ponho a ver jogos de futebol, de uma forma demasiado atenta, dá nisto: Então não é que o Paulo Bento tem um extremo bom gosto ao escolher os jogadores da selecção? Estou rendida!

sexta-feira, 19 de março de 2010

O post sem ligação ao que estou a sentir mas que tinha toda a lógica que se tornasse real, neste dado instante!



Príncipe Encantado é aquele que percebe quando queremos sair de um sítio mas não temos coragem para o dizer. É aquele que alinha nas nossas aventuras e que diz aos amigos 300xs que já vai. É aquele que vai até à ponte só porque nós queremos ir e nos pega ao colo de todas as maneiras. É aquele que hesita antes de nos beijar e aquele que nos faz querer sermos beijadas.
Príncipe Encantado é aquele que projecta o amanhã de uma forma suicida, sem medo, sem complicações e só porque sim. É aquele que diz que não nos quer ver triste porque assim corremos o risco de atrair coisas más. É aquele que nos despenteia e nos dá carinho, que nos faz cócegas e diz que somos doidas. É aquele que sorri muito e diz que somos especiais, no meio de umas dentadas no hamburger.
Príncipe Encantado é aquele que não consegue estar longe, que precisa de sentir que estamos ali perto. Precisa de tocar e precisa de sentir que não consegue resistir.

O Príncipe Encantado é um homem como os outros mas tem uma particularidade que o distingue dos seus semelhantes: é simples e humilde e, principalmente, sabe cuidar da sua Princesa como se ela fosse a coisa mais importante deste mundo.

domingo, 14 de março de 2010

Depressinha e em jeito de esclarecimento...



... o exame foi tipo... m*rda! Imaginem que o exame é sobre a Liga Portuguesa de Clubes. Pronto. Convém que saibam quais são os clubes, quais as características que os distinguem dos outros, quais os jogadores que lá jogam e a táctica que a equipa utiliza. Mas não! Acham por bem que saibamos, especialmente, a cusquice da vida dos jogadores.

A modos que era isto! E como eu sou pouco dada à cusquice, já afoguei as mágoas num belo de um jantar com vinho verde, champagne e caipiblacks!

Estou óptima... e que venha o próximo já sábado!*

terça-feira, 2 de março de 2010

Teorias Histéricas #1





Se não encontrares a tua metade da laranja, não desanimes... Encontra a tua metade do limão, adiciona açúcar, cachaça e gelo e sê feliz!!!