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segunda-feira, 5 de março de 2012
Tenho que concordar!
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
♥ it!
Tu eras eu... Sabias como ninguém ser o prolongamento de mim e fundir o transe do nosso desejo num molde continuado e inacabado que eu nunca antes conhecera num só corpo.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Música que se um dia dissessem que eu ia ouvir em modo repeat, eu mandava internarem-me! #2
Arrepia a eminência de uma voz melodiosa, que nos transporta para um cenário de princesa. Nos dias de hoje, são coisas simples como esta música, que ainda nos fazem acreditar em contos de fadas, com todas as problemáticas a que está sujeito todo e qualquer relacionamento humano. A minha vida acabou de se tornar mais leve.
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Music is my world*,
Pandora musical*,
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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
8 anos depois...
... lembro-me como se fosse hoje, arrepio-me como se fosse hoje! Numa altura em que o futebol era um dos meus grandes vícios, numa altura em que perder um minuto de qualquer jogo do Benfica era impensável, nunca esquecerei a noite de 25 de Janeiro de 2004. A módica quantidade de 16 anos não me fazia dotada de nenhuma maturidade para lidar com o que foi sucedendo. Todo e qualquer jogador do Benfica era considerado um ídolo e faziam parte de uma porta de armário recheada de craques, nos quais tinha orgulho. Sabia os nomes, os números, as posições. Achava-os mais giros do que propriamente percebia do futebol que jogavam, mas isso são contas de outro rosário. Por isso, este último sorriso, seguido da forte dor, do abaixamento, e da queda desamparada naquele tapete verde são imagens que, 8 anos volvidos, continuam tão reais como quando as vi. Sim, porque num café com mais de 10 pessoas, eu fui a única que reparou no que aconteceu em tempo real. A euforia da vitória que se vivia era celebrada entre minis e chouriça assada, num misto de decifrar o futuro do clube e pôr a conversa em dia. Quando as lágrimas me começaram a correr 4 a 4 pelo rosto fora, saindo da minha boca um "Ele morreu!" histérico, acredito que todos puseram em casa a minha sanidade mental. Até os meus pais! Mas logo repararam no aparato. Só me lembro de chegar a casa e ir rezar. Pedir 30.000 vezes para que ele não tivesse morrido de facto. Liguei o rádio. Em todo o lado se falava dele. Liguei a televisão. Vi e revi, para cima de muitas vezes, aquela sequência de imagens. Sorriso, abaixamento, queda desamparada. Sorriso, abaixamento, queda desamparada. Mais rápido, mais lento. Sorriso, abaixamento, queda desamparada. E chorava. Entretanto confirmou-se o óbito. Lembro-me que nessa noite não dormi. E que me levantei mais despedaçada do que me deitei. Mas, ao saber-se que poderia ter ficado como um "ser vegetal", ou incapacitado demais, alguma paz e aceitação assolaram o meu coração.
Eu sei que ele não é ninguém da minha família. Eu sei que não o conhecia. Sei também que pode ser aos olhos de muitos uma sequência de reacções exageradas da minha parte. Mas o que é certo é que todos nós assistimos à morte de uma pessoa em directo. E não é possível ser-se indiferente a tal. A minha (i)maturidade dos 16 anos não me deixava ter crescimento interior para lidar com uma situação penosa deste grau, é certo.
Deparei-me cedo demais com a fragilidade da vida humana. Consciencializei-me cedo demais que a vida é efémera. Aprendi cedo demais a "não deixar nada por dizer, nada por fazer". Construí cedo demais uma personalidade exigente, sedenta e auspiciosa, que cada vez se foi tornando mais exigente, sedenta e auspiciosa.
Se as estrelas são almas que nos vão iluminando os dias, esta, com toda a certeza, faz parte do meu céu.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Tua para sempre ♥ #14
Há o estar juntos e o estar juntos. Alguns espíritos não podem nunca afastar-se, não obstante o tempo e a distância e até a morte. (...) É véspera de Natal e vou ao teu encontro. Sou tua para sempre.
Com todo o meu amor, Hadley.
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Tudo é bonito*,
Um dia*
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Dado o meu abuso, extremamente exacerbado, em chocolates...
...Eu, culpada, me redimo... promovendo a campanha de angariação de sócios da Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal.
E, como o Rui David diz, e bem, "Eu sei que sou um, entre tantos iguais. Prevenir, relembrar, informar... nunca é demais!"
Oiçam a música... fica no ouvido!
Quem quiser juntar-se a esta causa, está tudo explicadinho aqui! Um dia, quiçá, seremos nós a precisar.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
E depois existem aquelas pessoas que nos ligam...
...só para dizer: Lembrei-me de ti. Estava na FNAC e vi lá um Pack Fã para o Optimus Alive '12. Era a tua cara. Tivesse eu dinheiro e trazia-o na hora. Sei que nada te faria mais feliz!
Porra... Eu tenho pessoas maravilhosas na minha vida. Pessoas que reavi quase 2 anos depois. Pessoas que encontrei um pouco mais perturbadas, um pouco mais amarguradas. Pessoas que fixam pormenores quando nem eu reparo que os estou a oferecer de mão beijada. Pessoas que assumem que o meu mundo é estranho mas que é o que de mais precioso tenho para partilhar. Pessoas que do alto do muro que as isola conseguem abrir fendas de entrega e ternura. Algo que nem a distância de 183 km perturba ou separa.
I'm blessed, for sure*
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Os testemunhos pessoais criam esperança!*
No verão, li o livro "O Céu existe mesmo" de um dia para o outro. Estava num daqueles dias que mais preferia nem ter acordado, fiquei-me pela cama o dia todo, mal ligava ao telemóvel e esse foi o único escape. Enquanto uma das coisas mais importantes da minha vida escapava-me pelos dedos sem que se conseguisse fazer nada para impedir, este livro foi a mais perfeita companhia que podia ter naquela altura.
Hoje, não é um dia desses mas este testemunho, de tal forma idêntico ao que encontrei no livro, teve um impacto ainda maior. Pode existir por aí muito cepticismo, que me intitule de irracional e inocente mas eu acredito no anjo Ben. Venceu a morte 3 vezes e continua com a graça em si mesmo, decidiu partilhar o seu infortúnio com o mundo através de um acto de esperança e exemplo para o próximo. Com todas as razões óbvias para ser um revoltado, um frustrado, um amargo, transborda serenidade, oferece minutos de esperança e partilha a sua experiência para que não tenhamos medo do "sentimento pacífico". Dizem que ele morreu no dia de Natal. Não tenho forma de ter essa certeza. Mas os seus cartões são inspiradores...
Vale a pena ganhar 8 minutos e conhecer o Ben, o anjo!*
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Dói um bocadinho do lado esquerdo*,
Faith*,
Histerias do coração*,
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E de todos os canais em que a TV podia ter ficado ligada...
...eis que a minha mãe escolhe a RTP1, que é como quem diz filme INVICTUS em modus operandi! Eu podia começar o meu ano com um sem número de ensinamentos que nenhum igualará, em tempo algum, este:
Da noite que me cobre, negra como o poço, de poste a poste,
agradeço a quaisquer deuses que possam existir, pela minha alma inconquistável.
Aprisionado pelas circunstâncias, não vacilei nem gritei alto.
Sob o peso do destino, a minha cabeça está ferida mas erguida.
Para lá deste lugar de ódio e lágrimas, espreita o horror das trevas.
E, contudo, a ameaça dos anos encontra-me e há de sempre encontrar-me sem medo.
Não importa se a porta é estreita, se é duro o sofrimento.
Eu sou o senhor do meu destino.
Eu sou o capitão da minha alma.
|William Ernest Henley|
As we climb to reach our destiny
A new age has begun
Nada acontece por acaso, acreditem.
Nada mesmo!*
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Esta é a minha definição de amor!*
... deveria ser a tua, também!*
Vale a pena ganhar 6 minutos a ver este vídeo!*
domingo, 25 de dezembro de 2011
Gosto do José!*
Leiam e deliciem-se!
Ainda existem pessoas criativas!*
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Viver é fazer diferente*
Chuk Sung Tan ♥ #17 - Coca-Cola, obrigado!*
Em plena Ceia de Natal, os acordes soaram e eu senti o coração a acelerar. Conhecia a música. Virei a cara. Conhecia o anúncio. As crianças tinham mudado. As conclusões também. Resisti... mas não deu mais. Recuei ao dia em que a música Whatever, dos Oasis, tinha mudado a minha vida. Recuei até ao dia em que comecei a achá-la insuportável e deturpada. Voltei ao dia de hoje e tive uma certeza: quando amamos algo do fundo do nosso coração, é impossível que seja arruinado.
Declaro que 24 de Dezembro foi o dia em que fiz as pazes com A MINHA música, foi o dia em que voltei a sorrir só de a ouvir. E que bom senti-la novamente...
sábado, 24 de dezembro de 2011
DAS DIFERENTES FORMAS DE VER A VIDA...
O erro nada mais é que a possibilidade do próximo acerto!*
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Aprende*,
Constatações*,
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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
DOS TRAILERS QUE FAZEM ANTEVER GRANDES FILMES...
“Does it break my heart, of course, every moment of every day, into more pieces than my heart was made of, I never thought about things at all, everything changed, the distance that wedged itself between me and my happiness wasn’t the world, it wasn’t the bombs and burning buildings, it was me, my thinking, the cancer of never letting go, is ignorance bliss, I don’t know, but it’s so painful to think, and tell me, what did thinking ever do for me, to what great place did thinking ever bring me?”
Quero tanto ver este filme...
Vale a pena pensar nisto!*
Somos a primeira pessoa do plural
Estamos tão perto uns dos outros. Somos contemporâneos, podemos juntar-nos na mesma frase, conjugarmo-nos no mesmo verbo e, no entanto, carregamos um invisível que nos afasta. Ouvimos os vizinhos de cima a arrastarem cadeiras, a atravessarem o corredor com sapatos de salto alto, a sua roupa molhada pinga sobre a nossa roupa a secar; ouvimos a voz dos vizinhos de baixo, dão gargalhadas, a nossa roupa molhada pinga sobre a roupa deles a secar; cheiramos as torradas dos vizinhos do lado, ouvimo-los a chamar o elevador e, no entanto, o nosso maior problema não é apenas não nos reconhecermos na rua. O nosso problema grande é estarmos convencidos que os problemas deles não nos dizem respeito. A nossa tragédia é acharmos que não temos nada a ver com isso.
Há três ou quatro anos, caminhava com um conhecido no aeroporto. De repente, ouviu-se um estalido. Ele agarrou-se ao peito com as duas mãos, caiu de joelhos e, pálido, esperou por morrer. Não morreu. Tinha-lhe rebentado um isqueiro no bolso da camisa. Aliviado, encostado a um balcão, a beber um copo de água, explicou que esse ardor repentino e esse susto pareceram-lhe um ataque cardíaco. Nunca tinha tido um ataque cardíaco antes, por isso confiou em descrições vagas, a que nunca tinha realmente prestado muita atenção.
Há alguns anos também, talvez um pouco mais do que três ou quatro, tinha acabado de participar num jantar cordial, reconfortante. Toda a gente estava bem disposta, à porta dos anfitriões, longa despedida, graças, à espera de táxi. De repente, tocou o telefone de um senhor com quem tinha estado a conversar durante todo o serão. Ninguém reparou nesse telefonema até ao momento em que o senhor começou a chorar convulsivamente. Ficámos todos a olhar sem saber como chegar até ele. Tínhamos braços, estendíamo-los na sua direcção, mas continuavam distantes.
Irritamo-nos com a existência uns dos outros. Fazemos sinais de luzes àquele homem com setenta anos, num carro dos anos setenta, que anda a setenta quilómetros por hora na auto-estrada. Contrariados, esperamos por aquela pessoa que atravessa a passadeira, enchemos as bochechas de ar e sopramos. Impacientes, batemos no volante. Daí a minutos, depois de estacionarmos o carro, somos essa pessoa a atravessar a passadeira. Da mesma maneira, daqui a algum tempo, não muito, seremos esse homem com setenta, dos setenta, a setenta. O tempo passa. Se deitarmos lixo para o chão, alguém o apanhará.
Um amigo que teve um AVC, que passou por uma reabilitação profunda, que enfrentou a morte e a paralisia, depois de anos de fisioterapia, depois de esforço gigante e sofrimento gigante, falou-me da forma como esse susto muda tudo. Passa-se a apreciar aquilo que realmente importa. A imensa maioria das preocupações transformam-se em luxos ridículos, desprezíveis, alimentados pela cegueira. Após essa experiência de quase morte, ganha-se uma nitidez invulgar, que, no entanto, esteve sempre lá. Para percebê-la, bastava levar a sério a promessa de transitoriedade de tudo e, também, levar a sério essa palavra, esse planeta: o amor. Ao ouvi-lo, fui capaz de entender aquilo que dizia. Depois, também fui capaz de entender quando me disse: mas, sabes, ao fim de algum tempo, esquecemo-nos, voltamos a tomar tudo por garantido e voltamos a cometer os mesmos erros.
Repito para mim próprio: estamos tão perto uns dos outros. Não há nenhum motivo para acreditarmos que ganhamos se os outros perderem. Os outros não são outros porque levam muito daquilo que nos pertence e que só pode existir sendo levado por eles. Eles definem-nos tanto quanto nós os definimos a eles. Eles são nós. Eles somos nós. Se tivermos essa consciência, podemos usar todo o seu tamanho. Mesmo que pudéssemos existir sozinhos, de olhos fechados, com os ouvidos tapados, seríamos já bastante grandes, mas existe algo muito maior do que nós. Fazemos parte dessa imensidão. Somos essa imensidão que, vista daqui, parece infinita.
José Luís Peixoto, in revista Visão
(Dezembro 2011)
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Chuk Sung Tan ♥ #12
Neste Natal, se ninguém se lembrar de dizer que és especial, não desesperes!
A Cidade Fm tratou disso...
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terça-feira, 20 de dezembro de 2011
DO POLAR POSTCROSSING 2011...
E a parte que falta mostrar, lamento informar, mas é só para mim! Tenho que agradecer, de coração, à minha Polar Friend, a menina deste blogue. Num dia não muito bonito, foi ver-me a receber 2 cartas: uma pesada e outra, vermelha e cheia de magia no seu interior! Andava a ansiar por este postal desde Novembro e, a explosão de alegria que esperava ter tido, foi-me roubada pelo teor da outra carta. Mas não me deixei vencer. Voltei a colocar tudo dentro do envelope, esqueci o que tinha lido e dediquei o tempo e a alegria devida a quem deu de si para que eu sorrisse! E conseguiu! Adorei o miminho, adorei a mensagem que comportava e adorei o sorriso natalício em modo verde esperança! Temos sempre 2 opções: ou sucumbimos ao final que nos querem impor, ou criamos um final novo. A ti devo este novo final S. Obrigado por teres tornado o meu Natal mais bonito, mais sorridente.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Das grandes iniciativas...
|Alinhamento do Concerto Mais Solidário deste Natal|
Sinusite e a Rinite
Porque se eu fosse de Lisboa estava lá batidinha! Como não sou, ouvi tudinho pela rádio e vou pedir, de prenda de Natal, o cachecol roxo! DONE.
DOS AMORES QUE NOS INSPIRAM... #2
Carreguem na foto e descubram um amor inspirador! A Maria João pode afirmar, verdadeiramente, que o seu pedido de Natal foi atendido. O erro existiu... mas foi ultrapassado! Se quisermos, podemos fazer a diferença!
É bonito sim!
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A talk with a shooting star*,
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sábado, 17 de dezembro de 2011
Chuk Sung Tan ♥ #6
Adoro festas de natal. Adoro ter primos com 5 anos que me fazem recordar uma das épocas mais especiais da minha infância. O meu grupo tinha sempre algo para apresentar nas festas de natal da escola. E eles, seguem-me as pisadas.
Depois de fazerem uma representação de rancho folclórico, colocaram os gorros de pai natal, vestiram uma capa de plástico vermelha e dançaram a "dança da estátua". Descobri ontem que têm jeito para dançar. Têm o showbizz a correr-lhes nas veias. Mas, como podem reparar, eles não se encontram aqui identificados.
A foto acima mencionada vai marcar o meu natal por um facto muito simples: ali no canto superior direito tem uma menina com um andarilho, com uma fita cor de rosa na cabeça. Nesta performance, ela era a fada, aquela que, agarrada ao seu meio de transporte mágico, presenteava os outros meninos com a varinha mágica e os pós de perlimpimpim. Este gesto foi, sem dúvida, dos mais nobres que vivenciei nos últimos tempos. Colocar uma menina com deficiência a "personagem principal", com uma função "mágica", é de uma ousadia extrema, duma humildade e dedicação soberbas. Adoro pessoas que pensam na forma de criar momentos únicos na vida destes seres com mais limitações. Espero que a professora, que lhe proporcionou estes "segundos de fama", tenha a noção de como esses mesmos segundos marcarão e determinarão a vida desta menina. A felicidade que ela transbordava era genuína. E a esperança que transmitiu, em épocas tão difíceis como estas, foi notória... e ninguém ficou indiferente!
Posso não viver mais nada de marcante neste Natal, que esta lição de vida chega para que este se torne o mais belo dos Natais.
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