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segunda-feira, 23 de setembro de 2013


Eu devo ser muito tenrinha para perceber a vida. Não consigo entender gente que hoje maldiz outra gente por situações plausíveis, que alega um corte na ligação que os une porque ultrapassaram os limites do aceitável em termos de respeito e que, uns tempos depois, é como se nada se tivesse passado e siga a vida! Eu não me considero rancorosa, até perdoo mais do que deveria ser suposto e sou a favor dessa coisa das segundas oportunidades. Mas quando a pessoa ultrapassa TODOS os limites como alegam, se tem tamanhos defeitos que haja uma necessidade de envolver terceiros nos desabafos, a meu ver, não é coisa que se resolva em dois dias. Ou então é e é por isso que eu tenho alguns problemas relacionais. Ou então as pessoas acobardam-se e enganam-se para poderem ser um bocadinho mais felizes. Ou então isto é tudo normal e eu é que sou uma desajustada. Quando me conseguem magoar ao ponto de ultrapassarem todos os limites do aceitável, dificilmente há um retorno de ânimo leve, tão escasso em tempo volvido. Raramente. E não é por mania não. É mesmo porque eu não sou de inconstâncias e as coisas quando me doem a sério, não me doem 2 dias. Doem bem mais. E isso quase sempre traz acoplado quebra de confiança e fragilidade na relação. E como é que isso se restabelece em 2 dias? Sério, expliquem-me porque eu não consigo atingir.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Podia ter-me metido nas drogas... mas não!


Acredito em esperar pelo amor, porque vale muito mais a pena do que aprender a amar quem está à mão. E é por acreditar nisto tudo que acredito que o amor é difícil, que dói, que nos parte em peças, mas também que nos cola e nos dá novas formas e mais visão. E é por isso que acredito no amor.

quinta-feira, 25 de julho de 2013



Uma vela acesa por todos aqueles que não chegaram ao destino que traçaram. Um fogo que aqueça os corações dilacerados daquelas famílias. Uma luz que ilumine aquelas vidas que nunca mais serão as mesmas. Um gesto que não traz ninguém de volta mas que nos faz pensar sobre a fragilidade da vida humana. Aqueles vagões comportavam seres humanos e uma enormidade de histórias e pessoas acopladas. Aquele embate ceifou projectos e sentimentos, objectivos e entregas desmesuradas. Ceifou ligações térreas, olhares e abraços. Ceifou resoluções, alegrias e o potencial que cada ser humano, por si só, carrega para mudar o mundo. Traumatizou almas, amedrontou as mais fortes e instalou a dúvida do porquê. É mais um momento triste e revoltante que chega aos nossos olhos, desta vez com a particularidade de nos permitir acompanhar, do lado de fora, os 11 segundos da tragédia. "São pessoas, porra!" - é o que penso nesta tragédia ou em qualquer outra, que implique uma dor atroz por parte de quem a vive e de quem perde os seus. Que estas vidas não tenham sido interrompidas em vão e que todos nós, quando temos outras vidas em nosso poder, tenhamos para com elas mais cuidado do que teríamos com a nossa própria vida. Não somos invencíveis mas também não devíamos experimentar tamanha vicissitude. 

terça-feira, 23 de abril de 2013


Nem sempre a concretização dos nossos projectos, por melhor e cheios de potencial que sejam, infelizmente, depende só de nós. Nem sempre é fácil digerir que se aproveitem deles, à descarada, colocando-nos completamente de fora daquilo que criámos. Nem sempre é possível sermos bonzinhos e ver o lado positivo da questão, que é o reconhecimento do que fizemos, mesmo que de uma forma invertida. Nem sempre nos podem pedir que tenhamos calma e não desistamos, quando vemos que os mais próximos são os primeiros a falhar. Era uma oportunidade, uma só. Calem-se com os elogios e com palavras bonitas e dêem a oportunidade que este projecto/sonho merece. Com tanta porta fechada começam a faltar as forças para fazer vingar aquilo em que acredito e creio ser o melhor e o mais vantajoso para a sociedade futura. Porra, uma p*ta de uma oportunidade para mostrar a urgência e a necessidade do mesmo! UMA!

Enquanto isso vou ouvindo isto, para ver se a chama da esperança não se apaga! Hoje está mesmo difícil...

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013


Custa-me um bocadinho a perceber (e a aceitar!) como é que pessoas que elevam os seus níveis de intimidade conjunta ao máximo se deixem de falar, deixem de ter aquele brilho no olhar quando se cruzam, deixem de pensar na entrega (de corpo e alma!) que outrora tiveram e ajam como se não tivessem um passado para lembrar. Já não falo de prolongar sentimentos mas, pelo menos, lembrar com carinho, ter um gesto mais afectuoso, uma cumplicidade que só entende quem a viveu. Cada vez mais as pessoas têm dois lados. Cada vez mais têm medo de viver os afectos. Essa situação só os afasta uns dos outros porque ninguém, por mais bem tratado que seja em segredo, quer sentir que é rejeitado quando se trata de conviver em sociedade. Ninguém!

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

PROFILE #12


Sou uma céptica que crê em tudo, uma desiludida cheia de ilusões, uma revoltada que aceita, sorridente, todo o mal da vida, uma indiferente a transbordar de ternura. |Florbela Espanca|

domingo, 2 de dezembro de 2012

Há gente que me deixa de boca aberta, tal é a lata que tem!


Ontem, chegada ao bar, fui abordada por um rapaz (que já tem idade para ter juízo!) que é lá da terra, com o qual não tenho assim muito contacto mas que é filho de um colega de trabalho da minha mãe. Ou seja, conheço-o há mais de uma dúzia de anos e cumprimento por cordialidade. Depois de uma temporada na capital, regressa a casa para passar o fim de semana. Eis que me aborda e cumprimenta, perguntando-me pela trigésima vez se ainda namoro com o rapaz de há um ano atrás. Pela trigésima primeira vez respondo-lhe que não, de uma forma ríspida e a torcer o nariz por não gostar do rumo que a conversa está a tomar. E eis que, já depois de lhe virar costas, ele me toca, eu viro-me e, com a maior lata e a maior cara de satisfação, me diz: "Hum... isso então quer dizer que estás disponível!" Olho com aqueles olhos que fuzilam qualquer um, a preparar mentalmente uma resposta que não me tirasse nem o nível nem a razão. Nesses segundos ele percebeu que eu não iria proferir nada de muito agradável de ouvir e remata com "Secalhar não estás. Mas é pena!" Pena tenho eu de mim por ter de aturar rapaz!! Detesto a ideia pré-concebida de que estar solteiro é a mesma coisa que estar disponível. É que só me saem duques... e limitados, ainda por cima! Irra!*

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Vamos lá falar de CRISE*



A crise não é apenas uma turbulência, um incidente pontual e desagradável mas é um necessário momento de passagem na construção de si. Não há vida sem crise. E não há maturação pessoal, não há crescimento espiritual, não há consciência de si que não suponha a experiência da própria crise. E, por isso, não faz sentido alimentar uma visão puramente negativa da crise. O que nos é pedido, diante da crise, antes de tudo, é que a ESCUTEMOS! Acolhamos a própria crise como um lugar de aprendizagem, como uma espécie de espelho, austero, mas uma espécie de espelho onde nos podemos reencontrar, onde nos podemos ver, para lá das nossas ilusões e das nossas subjectividades. O que nos é pedido é que nos deixemos interpelar, pois a crise aparece como um apelo, uma mensagem que é preciso decifrar. A crise é também uma chance, é uma oportunidade. A crise é um momento favorável para a construção, o conhecimento, a reconfiguração do nosso mundo interior. 
O verdadeiro problema que a crise coloca é: como geri-la? Como gerir a crise? Que uso fazer dela? Como consentir que a crise trabalhe em nós, e sobre nós?
Se é verdade que toda a crise é uma crise de identidade, então ela pode ser acolhida como apelo a repensar-se a si mesmo, a reconfigurar os próprios equilíbrios, a situar-se numa fase inédita da própria história. É a crise que nos faz romper com o repetido, com o conhecido, com o habitual mas também com o monótono, com o rotineiro, com o instalado, onde me coloco. A crise coloca-me numa soleira, num patamar, num lugar novo, mesmo que eu me sinta perdido, mesmo que à primeira considere isso como uma experiência indesejada ou inóspita. 
A vida é o perde-ganha. É preciso aceitar perder, é preciso aceitar a sua cruz, é preciso aceitar morrer, é preciso aceitar o dinamismo pascal, é preciso esse desprendimento radical. E, nesta perda, inscreve-se a possibilidade surpreendente, inesperada, não óbvia, não programada, não prevista, não estabelecida que é a porta por onde o imprevisto de Deus pode entrar na nossa história.
E como Christianne Singerque escreveu: No curso do caminho da minha vida, cheguei à certeza de que as crises acontecem para evitar o pior. Como exprimir o que é o pior? O pior é ter atravessado a vida sem naufrágios, isto é, ter permanecido à superfície das coisas, ter dançado o baile das sombras perdidos na inconsistência, ter ficado aprisionados no pântano do diz-que-diz, das aparências, dos lugares comuns e não ter sido jamais precipitado, não ter ido jamais até ao fim e até ao fundo de uma dimensão profunda de si e das relações. São as crises os grandes mestres que têm alguma coisa a ensinar-nos, que podem ajudar-nos a penetrar noutra dimensão, na profundidade que dá sentido à vida. 

|José Tolentino Mendonça|


Eu não teria capacidade para exprimir, de uma forma tão óbvia, o que sempre significou para mim tal situação. 
Crises não são fins; são apenas oportunidades de novos inícios, melhores inícios!

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Terapia da Fala pode ser utilizada para combater o absentismo e o insucesso escolar!



Mas é que nem duvidem! Desde que me conheço que tenho uma ligeira gaguez. A minha mãe também tem. Até ao 5º/6º ano, nunca ninguém me chamou a atenção para tal, em tom depreciativo, e eu convivia bem com essa anomalia. Lia nas aulas, lia na igreja, era uma pessoa que conseguia controlar a fala. No 6º ano, entrou para a minha turma uma criatura que, por se achar mais que os outros, decidia ridicularizar os "diferentes". Ridicularizava os gordos, os baixos, os que usavam óculos, os pobres, os demasiado magros... e ridicularizava-me a mim! Eu sempre fui uma pessoa que fazia parte dos "conhecidos" da escola, não ligando nenhuma a este género de afrontas... Só que, quanto mais eu ignorava, mais ele tinha prazer em obstinar o ridículo a que me sujeitava. Ele sentava-se na carteira ao lado da minha. Sempre que podia, dizia o meu nome de propósito aos professores para que eu lesse. Comecei a desenvolver crises nervosas, insegurança, raiva. Nunca chorei... pelo menos à frente dele. Nunca contei a ninguém o quanto aquilo me afectava, mesmo que me perguntassem vezes sem conta. Já vai longa a capacidade que tenho de me fechar nas mágoas que me ferem o coração... estranho para aqueles que conhecem o meu lado mais extrovertido! Ninguém gosta de ser rebaixada, ninguém gosta de ouvir que é "deficiente", ninguém gosta dos risos malvados, ninguém gosta do gozo em praça pública. Muito menos com pouco mais de 10/11 anos. Fui aguentando até ao 9º ano, cada vez mais revoltada, cada vez mais amarga, cada vez mais insegura. Não gostava de ser diferente.
Com a passagem para o secundário e a inscrição da minha irmã na Terapia da Fala, fez-me questionar se, também eu, não precisaria de algo parecido. Fui. E foi, sem dúvida alguma, uma das melhores decisões que tomei na vida. Com a terapia vieram os psicólogos, e com estes o deslindar de uma série de situações que afectavam o meu bom funcionamento enquanto pessoa. Nunca fui um caso de insucesso escolar, é certo! A minha veia perfeccionista não me permitia mais um desaire. Mas melhorei, aos potes, as notas que fui tendo. Melhorei a auto-estima, fui ganhando confiança em mim, senti que não era diferente mas sim especial.
Sem dúvida alguma que percebo o que é ter uma limitação, por mais pequena que seja, e não saber como lidar com ela. Percebo o que é não entender porque nos julgam e olham com olhos de desdém. Percebo o que é sentirmo-nos feridos no orgulho.
Hoje tenho técnicas de auto-controlo. Hoje brinco com a situação. Hoje consigo enganar os mais distraídos. Só quando o peso que carregava, por não me aceitar como era, me saiu do coração é que consegui realmente viver a minha limitação. Hoje gosto dela porque me torna única. Hoje agradeço à Terapia da Fala por me ter tornado num caso de sucesso!*

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Declaro que...

... usarei todos os esforços e mais alguns para tentar não transformar, a partir de hoje, este blogue num antro de recordações! Acreditem... não queiram que comece a reflectir, dia após dia, sobre o que passei há um ano atrás, nessa mesma data... É capaz de acabar em choradeira! É capaz de parecer exagerado! É capaz de não levar a lado algum! É capaz de me fazer pior! É capaz de ser extenso! É capaz de ser massacrante... Recordarei com o carinho e o respeito devido.*

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Já que estamos numa onda de "hinos"...


... acho que este se adapta muito melhor àquela que deve ser a nossa atitude perante o mundo e a sociedade actual! Não somos parvos nem somos estúpidos... temos que nos tornar guerreiros!


Chega de calma
Critiquem tudo
Ou estamos de passagem e quem vier que resolva o mundo?

Vamos unir
As próximas gerações
Ou ver passar o tempo sem pensar em ter soluções?

Nada nos prende mais
Somos a solução óbvia
Qualquer dia a coisa tem de mudar
Segue-se a extinção

Começa de novo
Poupa palavras
Temos as ideias
Só nos falta ter a coragem

Vamos fazer
A nossa revolução
Ou deixar que façam do futuro uma ilusão?

Mas já vai a meio do processo
E este é o momento

No fim do mundo
Que fique um sentimento
Só não fizemos algo mais
Porque não tivemos tempo

Mas não muda nada
Mantemos tudo
Façam mais cimeiras para dar um tiro no escuro

Há que manter
Dinheiro a correr
E jogos de interesses preservados pelo poder

Parem de vez
Menos porquês
Estamos a viver na idade da estupidez?
Vamos fazer a revolução
E dizer não, dizer não....

No fim do mundo
Que fique um sentimento
Só não fizemos algo mais
Porque não tivemos tempo

No fim de tudo
Vai sobrar silêncio
Só não fizemos algo mais
Por sermos mais do mesmo



domingo, 14 de novembro de 2010

Escolheram mal o dia para se armarem em engraçados...


Se há coisa que eu detesto, acima de tudo, são desculpas esfarrapadas... Não tenho sistema digestivo nem nervoso para aguentar com certas coisas!

Hoje decidi organizar um magusto cá em casa, assim algo íntimo e só para os mais chegados. Mandei mensagem às pessoas em causa e, durante a semana, ou responderam que vinham ou que não vinham. Excepto duas pessoas... excepto duas pessoas que são extremamente importantes!

Até hoje... Hoje perguntaram-me qual era o ponto de situação do evento. Respondi quem vinha e acertei outros pormenores. E a bela da resposta foi, 2 horas depois, "Ah e tal Hysteria, afinal nós não vamos! Desculpa lá!"

Até ver, uma resposta perfeitamente natural certo?! Não, não está nada certo. Estas duas pessoas foram as que não foram ao meu jantar de anos (ele porque estava a trabalhar, ela porque ele não ia), foram as que não foram a um churrasco no Verão porque podia ser muita gente, ter gente que não conheciam e podiam ficar incomodados (e só foram pessoas conhecidas... as suposições são fodidas!) e foram duas pessoas que basicamente me deram força para fazer o evento de hoje! Começa a ser um acumular de situações que já não dá para ser indiferente.

Então mas andamos a brincar?! É certo que todos nós temos outros amigos que não os deste grupo mas isso nunca foi motivo de falta de sinceridade, ou falta de motivos que justificassem uma ausência. Sempre fui a pessoa com quem podiam falar de qualquer incómodo causado por outrém e eu arranjava a melhor maneira das coisas se conciliarem.

Falam-me em distanciamento, dramatizam com a ruptura que existe entre o grupo, choram saudades de tempos passados... e depois são os primeiros a "verem o ambiente" para decidir o que fazer?!

Onde é que reside a importância do esforço conjunto? Onde é que reside a importância que dávamos à simples presença das pessoas em momentos cruciais?!

O que vai acontecer é que me vou começar a fartar de tantos não's infundados, vou começar a achar que o problema é meu e que algo verdadeiramente se passa.

Não me estragaram o dia... mas devolveram-me o mau humor que tinha passado com a sesta! Jizaz*

Por vezes não dá...


... para simplesmente fazer o que é considerado correcto. Hoje não tenho cabeça, nem humor, para contrariar a preguiça e o cansaço. Hoje não quero ser o exemplo que todos esperam que eu seja. Hoje não quero ser a paciente e a compreensiva, nem a tolerante e a optimista. Hoje só quero poder ter o meu lado lunar a funcionar, sem que ninguém opine ou julgue. Apesar de saber que a minha atitude pode ser um tanto ou quanto descabida, é aquela pela qual optei no presente que vivo.

Quem inventou o que é socialmente correcto e aceitável, do ponto de vista de "manada", devia ter-se dedicado à pesca. É que os mentalmente menos abonados vão sucumbir a este facilitismo e, os que até pensam e dão uma ou duas costelinhas para serem justos e coerentes. acabam sempre por pagar uma factura bastante alta pelas suas escolhas personalizadas.

Hoje não me venham com utopias e lições de moral a roçar o cliché porque não estou para isso. Mau feitio, muito mau feitio... é a combinar com o tempo!


domingo, 24 de outubro de 2010

Sou assim tão anormal quando...


... penso que quem está realmente cansado, mas stressado, deve destressar em casa, deitadinho no sofá, acompanhado por uma boa série, um bom filme ou uma boa noite de sono, mesmo que seja sexta ou sábado e todo o mundo saia?

É que se sou, peço desculpa mas devo ter aterrado no planeta errado!

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Notícias das 11.30 da manhã...


Assim ao jeito jornalístico e informativo, cá deixo as notícias (não muito importantes!) das 11.30h...


1. Por cá os ânimos estão mais calmos e toda a vontade de cometer homicídio voluntário foi substituída pela vontade de ver "How i met your mother" durante umas 6horas seguidas. Qual a ligação das coisas? Faz-me igualmente bem e, quanto muito, leva-me ao oftalmologista e não para uma esquadra qualquer;

2. Os mineiros do Chile foram libertados. Acompanhei a saída do 30º e reparei que um amigo meu no Facebook era pior que qualquer página de jornal ou revista a que me encontro associada. Ele fez a contagem desde.... meio da tarde!!! (Mas fora de brincadeiras... é por estas e por outras que eu continuo a acreditar em milagres. Um dia destes conto-vos uma história!);

3. Contrariamente ao que acontece na maioria dos dias, hoje levantei-me super cedo... com a sensação que me iam deitar a casa a baixo!! Então mas se vêm à sala fechar a porta para eu não acordar (sim tenho quarto mas volta e meia aterro no sofá!), porque raio é que quando vão a sair fecham a porta com uma força excessivamente intensa?! QUERIDOS... A PORTA É BASICAMENTE NOS MEUS OUVIDOS!;

4. Na Casa dos Segredos o Vasco e o Vítor foram nomeados... Não tenho nada a dizer, a não ser que gosto do estilo Bad Boy do Vasco. O que é que isso interessa? Nada... mas eu gosto de consolar as vistas!;

5. Ontem fui jantar ao chinês, corri discretamente atrás de um amigo só para garantir que era ele de mão dada com uma moça (e era!), fiz de distribuidora de iogurtes às 23h e acabei a noite, acompanhada da melhor amiga, num cafezinho bom a comentar todas as fotos das revistas que lá haviam. Há vezes que temos que ser mesmo gajas!;

6. Melrose Place - a série! Gosto do imbróglio que para ali vai... parece-se tanto com a minha vida... ah pois parece!;

7. Irmãs de 17 anos é a mesma coisa que ter um ser humano egoistazinho até não poder mais, com a mania que sabe muito da vida e com fraca capacidade de partilha. Que isso me irrita de morte? Irrita! Era só beber um copinho de humildade todos os dias e a coisa ia ao sítio... mas gosto da pita à mesma!

8. Tal é a minha pontaria que ontem fui basicamente deixada para trás porque os amigos do "amigo" não sabem fazer anos no mesmo dia. Um no dia 13... o que fez cancelar o café! Quando se remarcou o encontro para lá das 00h, outro lembra-se de fazer anos a 14. Ora porrrinha para eles... e felicidades, já agora!

E acho que é só! Como podem ver, coloquei as notícias não por ordem cronológica mas pela ordem com que apareciam (e desapareciam!) do meu cérebro... que se encontra ainda bastante off!

Tenham um bom dia meus queridos*

sábado, 2 de outubro de 2010

U2... Eu não vou!


Chamem-me "musicalmente inculta", critiquem a minha falta de gosto ou até levantem os braços ao céu como que a pedirem que caia sobre mim um espírito divino que me abra os ouvidos... mas eu NÃO GOSTO de U2. Vá, tolero a música One e a With or Without You, secalhar por fazerem parte duma infância/adolescência remota. Já tentei deixar-me encantar e, o que é certo, é que não consigo. Não duvido que façam um bom concerto mas aposto como me ia entediar por não conhecer nem metade do reportório. Por isso, quando me perguntaram se eu queria ser companhia para os ditos, que vão acontecer hoje e amanhã, eu respondi prontamente que NÃO. Conclusão: ganhei mais uns nomes feios para a minha colecção. Temos pena... mas gostos não se discutem!

Mas, para ser mais um bocadinho B****, esta vai ser a minha banda sonora do dia. Só porque te tenho longe de mim, a trabalhar num sítio fino e requintado e estou a ter uma pequenina crise porque o meu telemóvel não toca tantas vezes como antes... Sem dúvida que with or without you não é a mesma coisa ;) *


quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Fechem lá as torneiras...






... que isto só dura há um dia e eu já não posso com tudo patinhado dentro de casa, ter que trocar os meus amorosos chinelos e sandálias por sapatilhas e sapatos, ter que andar aos saltinhos e sempre a correr porque tenho um problema com guarda-chuvas (perco-os todos!) e, pior que isso tudo, ter que vestir as roupas da época que me tapam demais! Eu sei que começa a estar frio e são necessárias... mas já não sabia o que era sentir-me um chouriço!

terça-feira, 21 de setembro de 2010