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segunda-feira, 1 de abril de 2013

Happy Easter is... #4


... the details!










Sou uma pessoa de tradições. A Páscoa é uma delas. Estou envolvida numa série de pequenas rotinas que, a cada ano que passa, têm um sabor diferente. Sou uma pessoa que gosta de partilhar essas mesmas tradições, tentando que terceiros desenvolvam o mesmo gosto e a mesma conexão que eu a certos momentos. Por isso na Páscoa, faça chuva ou faça sol, com melhor ou pior humor, há flores oferecidas à madrinha, há reunião de família, há imagens em andores que são recordadas, há Via Sacra, há momentos de paragem, em grupo, há inovações na cozinha, há arte, há folar, há visita dos afilhados aos padrinhos, há Ovos Kinder, há Compasso Pascal, de casa em casa, a desejar boa Páscoa, há cruzes enfeitadas com flores, há campainhas a tocar pela rua fora, há partilha de amêndoas entre os mais novos, há o recordar de pessoas que tornam à terra. Mais ano menos ano, o trabalho vai juntar-se a esta grande lista, impedindo que eu viva esta tradição da forma que tenho vivido nestes últimos anos. No dia em que isso acontecer, estarei disponível para me adaptar, com a certeza no coração de que novas tradições serão criadas, tão dignas e gratificantes como estas. 

sábado, 23 de março de 2013

A minha vida dá um wallpaper! #3



Estamos aqui num grande campeonato de Wii, em que os prémios são mini-croissants e uma barrigada de riso! Há que tempos eu não sentia isto...

segunda-feira, 18 de março de 2013

domingo, 10 de março de 2013

Vícios que não se perdem com a idade! #2







Por mais concertos que assista, há sempre uma sensação nova que surge ao ver David Fonseca. Ontem, finalmente, vi-o a cortar, com muita ousadia, a ligação ao estigma Silence 4. 10 anos passaram desde que se lançou a solo e cresceu muito enquanto músico, passando do depressivo ao completo vulcão em palco. Vê-se o crescente aperfeiçoamento musical, vê-se a necessidade de criar diferente. A perfeita Someone that cannot love deu lugar à ousada What life is for. Ele ainda consegue arrepiar os presentes quando toca Who are you? ao mesmo tempo que os desconcentra com a Silent Void. Seguidamente o corpo pede para dançar a The 80's juntamente com a Stop 4 a minute, cujo cansaço que daí resulta aspira um Under the Willow cheio de magia própria dos confetis. O coração do fã abre-se para um dueto soberbo com Luísa Sobral e prostra-se diante das novíssimas At your door e Monday, Tuesday, Wednesday, Thursday. Foi um concerto com muito mais músicas além das 10 aqui mencionadas. Foram mais de 2h repletas de memórias, que faço questão de juntar ao diário musical que a vida me tem proporcionado viver. Depois de uma certa tristeza, que surgiu das memórias profanadas do último concerto dele a que assisti, a ligação foi restabelecida. Porque quando algo é importante e faz sentido para nós, a insensibilidade de terceiros não pode nem deve abalar. Fez-se história, mais uma vez, no Coliseu do Porto!

domingo, 13 de janeiro de 2013

Cravado, a ferros, no coração! ♥ #3


Ela - Times like thEse!
Ele - ... times like thOse!
Ela - Why thOse?
Ele - ThOse: OUR times.
Ela - So fucking imortal times. I love them.
Ele - Believe, me too!*

sábado, 22 de dezembro de 2012



E ela conta, com um brilhozinho nos olhos, a forma natural e voluntária como ele a deixou a dormir por mais uns minutos, ajeitando-lhe a manta, dando-lhe um beijo na testa e saiu para comprar o que seria o seu pequeno almoço. Face a isto, a única coisa que posso dizer é que ainda há pessoas boas e ainda há gestos bonitos para admirar. Eu fico sempre enternecida com acontecimentos destes, quando são, de todo, despretensiosos. O cuidado e o carinho para com outro ser humano só tem valor quando surge naturalmente, despregando-se da ideia de necessidade de compromisso para que tal aconteça. Há acções que falam por si, gestos que contam, momentos que vale a pena registar como impulsionadores em dias mais sombrios. Gosto quando a humanidade que habita o ser humano se revela. Gosto mesmo.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Serviço Público! (que ninguém me pediu) #2


Os dias 11 e 12 primaram pela cedência ao pecado da gula. Como é mais que normal nesta altura do ano, os jantares de natal sucedem-se. Desta vez foi tempo de rumar a Coimbra, a minha eterna cidade, e juntar-me a 4 grandes seres que marcam a minha vida de uma forma incomparável. Companheiras de viagem académica, estiveram presentes em bons e maus momentos. Aturaram crises, sorrisos, alegrias, choros. Aturaram mau feitio, dedicação, carinho e amuos. Estiveram presentes em grandes vitórias e apoiaram certas derrotas incompreensíveis, à luz do tempo. São seres únicos que não se cansaram uma única vez de caminhar lado a lado. São seres que, simplesmente, se encaixavam. E a prova disso é que todos os anos há um esforço para se reencontrarem. 

Este ano não foi excepção e escolhemos a República da Saudade para o jantar. Deste sítio realço a excelente decoração: o Zeca Afonso, as sebentas com as fitas coloridas, as paredes tatuadas, cultivando assim nostalgia em qualquer coração eternamente estudante. Destaco ainda a impossibilidade de se ficar com fome, tal era a variedade de grandes petiscos a que fomos sujeitas. 


Mas o momento fofinho destes jantares é sempre aquele em que trocamos miminhos entre todas. A mim calhou-me doçuras em forma de rena, de pai natal e de cognac, um mimo para a árvore de Natal e uma sineta para quando quiser beijinhos! Acho que não me podia ter saído melhor presente. 


A noite acabou com uma visita ao The Rock Planet. Enquanto estudante de Coimbra, sempre conheci o espaço como sendo a Via Latina, uma discoteca com a particularidade de, em todas as quartas feiras, dedicar a noite ao Kizomba. Quando entrei no novo espaço fiquei incrédula com a mudança soberba a que o sujeitaram. Fizeram 3 pisos, com uma decoração a roçar o londrino, tendo a benéce de ser também espaço para café descontraído. Ficámos fãs. 




E depois de uma noite bem dormida, no sofá de sempre da Irmandade, toca a dar um volta para ver se se encontram prendinhas para o Natal dos mais especiais. Sorte das sortes, ficou tudo tratado de uma só vez. E como comprar cansa, a fome começou a apertar e eis que surge a segunda experiência gastronómica. Dona Especiaria é um recanto numas ruelas próximas do Quebra-Costas. Visto de fora, ninguém adivinha o que aqueles poucos m2 têm à nossa disposição. Um ambiente intimista, muito rústico, que prima pela simpatia e atenção dispensada pelo empregado. A isto juntamos a particularidade de servirem infusões deliciosas, abusarem do azeite e das especiarias pouco usuais e fazerem a mousse mais maravilhosa que comi até hoje. Comi tudinho o que me serviram o que é raro em mim o por ser pouco mas antes por ser uma refeição bem repartida, com comida bastante mas leve. Saí de lá satisfeita, evitando enfartamentos e sensação de peso. Aconselho vivamente... sairão de lá encantados!

E foi assim o regresso à capital dos estudantes! 
Será sempre um privilégio voltar a ver-te Coimbra...

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

sábado, 24 de novembro de 2012

A verdade vem-nos sempre cair aos pés!


Eu bem digo que para ficar a saber informações sobre o mundo não preciso de mexer uma palha. Não procuro saber o que quer que seja. Não tenho tempo sequer para dar conta de todos os pormenores da minha vida, quanto mais para vasculhar a vida dos outros. Mas há sempre alguém, em algum acontecimento particular, que faz questão de me fazer um "resumé". E, ontem, foi um desses dias! Depois de sair da clínica, "alta perseguição" por um carro. Eu, desligada como sou, só me apercebi passado mais de 1 km. Quando percebi que era para mim, encostei. Nada mais, nada menos que uma amiga que já não via há meses. Convite para café e lá fomos nós. Foi uma conversa que me agradou bastante, dado o facto de ter ouvido mais do que aquilo que falei. Falou-me da saturação a que está a chegar (dada a incompetência da sua colega de trabalho), dos conflitos profissionais que esta gera, falou-me da sobrinha de poucos dias, falou-me dele. E aquilo que ela contou sobre ele foi tão bom que a minha reacção passou por sorrir, bater palmas, olhar para o céu, piscar o olho e proferir: "finalmente!" Eu preciso que as pessoas de quem gosto sejam felizes e realizadas. Preciso que estejam bem para que, a parte de mim que se preocupa eternamente, fique, por uns tempos, descansada! Gosto mesmo de ver que a vida vai oferecendo as oportunidades que precisamos. Sejamos humildes, audazes e agradecidos para as aproveitar devidamente.

domingo, 4 de novembro de 2012

Obstinação de dedicatórias!*


Há em mim um engrandecimento de espírito quando me dedicam algo. Quando perdem tempo a personalizar uma entrega, um momento ou, simplesmente, palavras. E, é por isso e muito mais, que ontem quando o cansaço se apoderava de uma alma que é a minha, soube bem dormir ao som desta música, seguida desta, desta e desta, com palavras escritas entre as mesmas, vindas de um meio supostamente incompatível com tal trato: um bar, numa noite de sábado, sem qualquer composto químico que alterasse o discernimento. Mais um gesto que aumenta a esperança que há em mim.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012








1 de Novembro de 2012. O dia em que tornei ao coliseu do Porto, desta vez para ver o (suposto!) último concerto dos Ornatos Violeta no Porto. Inesperadamente, ficámos longe da confusão da plateia. Sentámo-nos bem lá no alto, numa das galerias, com vista privilegiada sobre todo o coliseu. Arrepia a imagem de uma multidão a fazer eco das músicas que, sucessivamente, se ouviam. Arrepia o mar de braços, o mar de sorrisos, o mar de paz que se fazia sentir. Arrepia a (quase!) certeza de um fim premeditado e anunciado. Música após música nasce a ansiedade sobre se será, ou não, a última a ser ouvida. Promete-se eternizar uma voz e um projecto sem igual, que dá voz às incertezas, às incoerências, às dúvidas existenciais de muitos corações. Mais que tudo, é um projecto português que, este ano, esgotou por 6 vezes os coliseus. Por instantes tive a óptima sensação de que o coliseu iria abaixo tal era o poder sonoro de palmas, pés a bater e vozes a soar conjuntamente. Há momentos inesquecíveis que deixam marcas eternas numa vida. E este concerto foi um deles. "Uma chaga para lembrar que há um fim."



quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Habemus Joãozinho!* #3


Ossos do Ofício: Hoje, no meio do movimento diário da farmácia, tive que fazer uma pausa para atender às necessidades do miúdo. Daí surgiu o direito a estrear-me na arte de bolsar do rapaz. (Yey!) Há ali um qualquer problema regurgitante e, no célere passeio que demos de não mais que 5 passos e meio, eis que a minha camisola verde de lã ficou adornada de branco. Tenho que agradecer, de coração, à Pierre Fabre pelos maravilhosos toalhetes da Klorane. Tive o cheiro da calêndula a camuflar, até agora, o presente do meu puto! Missão superada!*

terça-feira, 23 de outubro de 2012


E, depois do dia de trabalho, acabar a noite a dinamizar projectos no café a que vinha na minha infância com o meu avô é, deveras, sentir-me em casa. É uma tasca rústica, com bancos de madeira e mesas criadas a partir de pipas de vinho. Tem recordações de tempos idos e um LCD gigante. O dono tanto coloca a VH1 a altos berros como nos congratula com concertos de Leonard Cohen. No caminho da tasca para o carro tenho sempre o privilégio de ver o cais e fitar a bateira que era do meu avô e sempre me levou em passeios pela ria. Há dias em que o que mais quero é sair desta terra. Há outros em que me deparo com o privilégio que tenho em poder contactar, diariamente, com as minhas memórias mais felizes. Eu sou aquilo que outros viveram a meu lado, sou a história que fui criando. Eu sou lugares, recordações, objectos e sentimentos. Eu sou um ser estranho e eternamente deslumbrado pelo que me rodeia. Que nunca me tirem os meus sítios, as minhas pessoas. Se quiserem fazer parte de mim venham... mas venham sem segundas intenções, sem jogos, sem tempo contado. Venham para ficar, para me ouvir, para me criar. Ou não venham de todo. Preciso de quem cria memórias boas, de quem me faça recordar lugares e querer voltar lá vezes sem conta. Preciso de quem honra o compromisso de, simplesmente, se instalar. Assim, sem prazo de validade, com todo o mistério honesto que comporta dentro de si.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Meo David, online!*



A Meo achou por bem inovar e, uma vez por mês, transmite um concerto online de um artista português. Já por lá passaram nomes como Jorge Palma, Amor Electro, Wraygunn, entre outros. Dia 25 foi o dia de David Fonseca. Um sofá, uma manta, um LCD, a música um pouco alta, as cábulas das músicas novas e um sorriso no rosto. Mais uma vivência inovadora a juntar àquelas que já tive a sorte de experienciar em concertos deste senhor. E voltava a repetir. 
Os próximos são os Blasted Mechanism, no dia 24 de Novembro. Podem acompanhar aqui e rever o que perderam. Vale bem a pena ter noites diferentes!*

terça-feira, 25 de setembro de 2012



Aquando do anúncio do álbum Seasons do David Fonseca, tratei logo de comprar na Fnac a edição especial que dava direito aos dois álbuns, Rising & Falling, com uma capa toda catita e as letras impressas num misto de folhas desenhadas e escritas à mão. Raramente compro cd's mas estes dão gosto ter na estante. Enquanto o Rising já fazia parte da minha vida desde Março, o Falling chegou hoje às minhas mãos, em plena Farmácia, só porque o senhor do Correio achou por bem não me fazer esperar até amanhã, já que ninguém estava em casa para o receber. Lá deu a voltinha pelo estaminé e fez-me ganhar o dia logo pela manhã. eu que achava que já tinha sido enganada e que, afinal já não ia receber porra de cd nenhum! E o sofá serviu de encosto, enquanto desfolhava com prazer a compilação e ouvia o som que saía daquele pedaço redondo de mistério! Posso garantir que dia 24 de Setembro ficará marcado pela chegada de mais um sonoro, que se associará eternamente à decisão já tomada: "I'll never hang my head down... again!" A minha vida, bem analisada, dava uma playlist!*


Agora pensa!*

segunda-feira, 17 de setembro de 2012



Como que a querer eternizar o momento inesperado, colocou a flor que ele lhe deu no cabelo. Esperava com este gesto poder perdurá-lo, um pouco mais...