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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Ser chique é...


... desenvolver um ataque semelhante a Parkinson, mas agudo, quando nos injectam anestesia com vasoconstritor. Ainda perguntei se, porventura, não ia cair de tromba no chão quando me levantasse. Garantiram-me que não. Fiquei eléctrica e de riso fácil e com tremores uma boa meia hora, que me lembre. Quando, ao fim de 1h de remodelações, me mandaram com os porcos, ainda senti uma certa zoeira. Pelo sim, pelo não, vim agarrada ao corrimão das escadas e a 35km/h até casa. Mais um apalermanço orgânico para colocar no cadastro. Maravilha!

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Música que se um dia dissessem que eu ia ouvir em modo repeat, eu mandava internarem-me! #20



Pudesse todos os momentos da nossa vida transmitir a paz que este sonoro transmite! Vamos dormir... sossegando o coração.

domingo, 26 de janeiro de 2014


A minha independência será sempre dual aos olhos da sociedade. Sejam inteligentes e não a confundam com libertinagem. Sejam ainda mais inteligentes e desafiem-se a ter a coragem necessária para a aceitar. Porque uma mulher independente não é uma mulher descomprometida, não é uma mulher que vive isolada e não depende de ninguém, como tantas vezes tentam fazer parecer. Lá porque uma mulher independente se desenvecilha em toda e qualquer área da sua vida, não vive nem quer viver sozinha, aparte do mundo, e tão pouco tem a presunção de se achar dona da razão. Lá porque não se deixa submeter a vontades e necessidades alheias, como cidadã, sabe que tem que ir fazendo cedências. Nunca pensei que algo tão dignificante do ser humano, como é o caso da liberdade de pensamento e escolha, fosse tão temido por uma grande parte de seres humanos, nomeadamente homens. A independência de uma mulher não vos retira o papel na relação, nem tão pouco devia ser factor aterrorizante de perda. Continuo a reforçar: o compromisso, a lealdade, a fidelidade e a dedicação em nada têm a ver com dependência ou independência de uma pessoa. Tem mais a ver com vontades expressas, princípios, valores e personalidade. É tão mentalmente mesquinho ligarem as duas coisas. Há quem muito perca o contributo destas mulheres para uma melhor vida porque a ilusão da segurança da dependência é tão mais fácil de controlar. Coragem senhores, coragem por favor!

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Eu... daqui a pouco!



Que semana comprida... chiça lá p'rós serviços!

sábado, 21 de dezembro de 2013

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

E o estimado frio traz...


... o verdadeiro auge do herpes e das frieiras! Uau. Já tinha saudades de sentir que me espetaram uma bufarda nos lábios e da sensação de não mexer as falanges! not!

domingo, 24 de novembro de 2013

FACTO #132


Fugimos na intenção de que alguém nos procure. Vamos embora na intenção de que nos peçam para ficar. Não dizemos, mas queremos que percebam. É confuso, é complicado. O problema é sermos humanos. O problema é termos sentimentos.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013


Na minha profissão ensinaram-me a servir o próximo como a mim mesma. Ensinaram-me o valor das vidas que me procuram diariamente para as ajudar a melhorar a sua saúde. Ensinaram-me a importância da empatia com os utentes, atitude necessária para criar laços. E, dia após dia de convivência, os utentes passam a ser os "meus utentes". Acompanho um percurso clínico mas também acompanho vidas. As ligações humanas estabelecem-se, o cuidado e preocupação surgem naturalmente. Ensinaram-me muita coisa mas não me ensinaram a perdê-los. Quando acontece, instala-se a tristeza própria da perda. Tantas vezes, a essa tristeza, vem acoplada a nostalgia de memórias tão próximas. Mas, o que nos resta à alma, é o consolo da certeza de que as histórias de vida que um dia nos contaram são lições que, quase sempre, nos tornam pessoas mais compreensivas, mais tolerantes à diferença, mais atenciosas, mais humanas. Ensinaram-me muita coisa mas não me ensinaram a perdê-los. Para sempre. Ontem morreu o Senhor Salvador, a pessoa mais educada que alguma vez conheci. Escolheu esse fim. Pôs fim a um sofrimento insustentável de crises depressivas, manias e obsessões das quais tinha plena consciência. Um dia questionei-lhe há quanto tempo tomava a mesma medicação, visto ser potentíssima e ele não apresentar melhoras significativas. Esteve a falar comigo mais de hora e meia porque não tive utentes nesse espaço de tempo. Partilhou comigo que, se não fossem aquelas pílulas milagrosas, nunca teria chegado aos 74 anos vivo. Reconheci-lhe a força. Ele falou do que quis falar e eu deixei. Fiquei a gostar daquele senhor "mudo" e com um sentimento de preocupação no coração. Perguntava sempre por ele. Temi por aquela alma, tão confusa e com tanta fobia dos humanos, que me obriguei a voltar a viver um passado não muito distante. Continuo com medo que os mais próximos não nos consigam ajudar quando a dor e a perda são imensas. E ele não aguentou mais. Perdemos o senhor Salvador agora, mas ele próprio já tinha deixado escapar-lhe a alma há imenso tempo. Via-se no olhar, por mais que não se quisesse acreditar. Até sempre!*

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Não querem que sejamos individualistas...


... e depois falham redondamente quando lhes é exigido esforço e dedicação a um projecto. Se é para ser assim eu prefiro contar comigo, e só comigo, visto que no fim o trabalho recai sempre sobre a mesma pessoa, ou seja, eu. O individualismo, por vezes, é uma forma de poupar tempo. Sério. Por exemplo: se no fim vai sobrar para mim e vai, prefiro saber desde sempre... é da maneira que não tenho pânico de última hora e não sobreponho actividades. É o que dá já ter um certo calo nestas merdas. E mais. É de bradar aos céus a parca capacidade que a geração de que faço parte tem para se comprometer. A mim custa-me esta constatação mas está difícil crer noutra. E depois ainda nos criticam por sermos individualistas. Pfff! Mexam-se. Façam acontecer. Dediquem-se. Superem-se. E depois falamos. É que eu já estou um bocadinho farta de estar sempre a "apagar os vossos fogos". 

segunda-feira, 23 de setembro de 2013


Eu devo ser muito tenrinha para perceber a vida. Não consigo entender gente que hoje maldiz outra gente por situações plausíveis, que alega um corte na ligação que os une porque ultrapassaram os limites do aceitável em termos de respeito e que, uns tempos depois, é como se nada se tivesse passado e siga a vida! Eu não me considero rancorosa, até perdoo mais do que deveria ser suposto e sou a favor dessa coisa das segundas oportunidades. Mas quando a pessoa ultrapassa TODOS os limites como alegam, se tem tamanhos defeitos que haja uma necessidade de envolver terceiros nos desabafos, a meu ver, não é coisa que se resolva em dois dias. Ou então é e é por isso que eu tenho alguns problemas relacionais. Ou então as pessoas acobardam-se e enganam-se para poderem ser um bocadinho mais felizes. Ou então isto é tudo normal e eu é que sou uma desajustada. Quando me conseguem magoar ao ponto de ultrapassarem todos os limites do aceitável, dificilmente há um retorno de ânimo leve, tão escasso em tempo volvido. Raramente. E não é por mania não. É mesmo porque eu não sou de inconstâncias e as coisas quando me doem a sério, não me doem 2 dias. Doem bem mais. E isso quase sempre traz acoplado quebra de confiança e fragilidade na relação. E como é que isso se restabelece em 2 dias? Sério, expliquem-me porque eu não consigo atingir.

domingo, 15 de setembro de 2013

A vista da janela durante os próximos dias!



Desligar a ficha precisa-se! E muito.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

sexta-feira, 19 de julho de 2013


Sou um ser sentimental, daqueles que não gosta de perder nem a feijões, daqueles que sente na pele qualquer mínimo de derrota. E hoje é um desses dias! Fruto da experiência, sempre a vida me exigiu que soubesse contornar as situações, sempre me exigiu um plano B, nem que fosse hipotético. Certo é que quando as coisas não surgem bem como planeado, mesmo que esteja tudo planeado, o meu corpo arranca o automático e a mente trabalha nas mil e uma voltas que tem que dar para retornar à perfeição. Tive que me desiludir muito e ambicionar ainda mais para ser como sou. Mas hoje, dadas as exigências profissionais e a minha (ainda) incapacidade de ser omnipresente, tive que deixar e confiar a missão a um grupo de pessoas. Não correu bem. Infelizmente. A incapacidade de delinearem um plano b, uma fuga, uma volta original às falhas que não são premeditadas nem pensadas causou o insucesso de algo que tinha demorado tempo a programar. Tenho as entranhas reviradas porque o falhanço é veneno para mim. Mas enquanto desculpo, de coração, aqueles seres menores que muito ainda têm a aprender, porque é na descoberta do erro que vão delineando a vida, não me permito a desculpar seres que se dizem coordenadores e (pasmem-se!) responsáveis. Alguém que tem falhado sistematicamente ao longo de 6 meses, enquanto outros perdem pestanas e ganham nervos internos para continuar a manter o bom nome da causa que abraçaram, não pode tentar fugir a responsabilidades quando mete em causa o bom funcionamento de um dia de actividades. Mais... não pode fazer isto nas minhas costas. Valha-me a pontaria da chegada para não precisar que ninguém me conte tamanha baixeza. Ao sentar-me neste sofá, no silêncio que me obrigo a fazer, vagueio mentalmente pelas falhas que também deixei que existissem. Agora não me peçam que tolere gente cobarde e irresponsável que, para limpar o nome, é capaz de colocar os valores e talento de um grupo esforçado em causa. Tenho a alma triste por não termos executado devidamente o que nos pediam. Consigo algum alento quando, na vinda para casa, uma das meninas a quem dei boleia não se calou o caminho todo, completamente deslumbrada por ter ultrapassado um dos seus limites: o contacto com o público. Fez um excelente trabalho e deve sentir-se orgulhosa. Eu também me sinto orgulhosa dela. Hoje menos, amanhã mais. Mas, por umas horas, tenho que destilar a amargura que me deixaram na alma. Depois passa e eu ignoro, concentrando-me no importante. Mas não agora.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Infelizmente...


... depois de ter feito, durante anos, tudo em prol dos outros e de os ter deixado mal habituados, hoje em dia estou sem paciência. Sem paciência para gente que cobra, sem paciência para quem espera que eu haja, sem paciência para esperar que as crises de identidade passem, sem paciência para ver o "lado bom" da questão. Se me estou a tornar pior pessoa? Secalhar estou! Mas o que é demais vira moléstia. E agora vou dormir que isto está agreste!

terça-feira, 25 de junho de 2013

A minha vida é tão sumítica...


... que na altura que recebo um elogio por melhorar o dia a alguém, por ter feito essa pessoa se sentir especial sem me aperceber, vem um outro alguém abalar a importância que eu feita burra achava que tinha na sua vida! É isso vida, continua que estás a ir bem!


sexta-feira, 14 de junho de 2013