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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
Sem medo.
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Why God why?
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
Charlie Hebdo.
Alarmado com a quantidade de participantes num fórum radiofónico que defendia a tese de que os artistas do Charlie Hebdo estavam a pedi-las. E que a liberdade de expressão deve ter limites e controlo. Um dos crimes dos monstros que mataram ontem aquelas pessoas foi terem adormecido o artista livre que havia nelas; o outro foi terem acordado o ditador fascista que há noutras.
Quando os cartoonistas de um jornal como o Charlie Hebdo retratam profetas que é proibido retratar, há que ter a inteligência de perceber que não é com os profetas, não é com os deuses que é feita a piada. É com muitos dos homens que os seguem cegamente e cometem atrocidades em nome deles. É ofensivo? Para alguns, talvez. Todo o humor acaba por sê-lo para alguém, de uma maneira ou de outra - o riso é sempre às custas de alguém ou de alguma coisa; faz parte do conceito e da arte da comédia.
Às vezes parece que aos potenciais ofendidos falta segurança na sua crença ou na sua convicção. Gente segura de si, daquilo em que acredita, não explode de fúria com um cartoon. As reacções extremas contra o humor, seja a um número do Charlie, um episódio do South Park ou um cartoon do António parecem por vezes basear-se em insegurança pura.
E sim, se Deus existe - seja o Deus que for - tem sentido de humor. A prova disso? Nós. A sua criação. Somos todos ridículos, e todos o sabemos bem, por muito que alguns de nós o tentemos esconder. Deus é dos maiores autores de sitcom de sempre. |Nuno Markl|
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
Movimento.
Um filme para qualquer tipo de crença... e até mesmo falta dela.
Vale (muito!) a pena pensar sobre isto!
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
Fé.
The weight you carry on your shoulders is much too heavy for one human being. Give some of that weight where it belongs, - to God, and have faith that what happens is for the best, whether you understand it or not.
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
sábado, 15 de novembro de 2014
Vida.
15 anos. Uma luta diária pela vida. Hoje, um peito aberto, em plena UCI, na luta mais árdua até ao momento. Um rosto reservado de menino homem. Uma altura que me ultrapassa e é capaz de me abafar. Um coração enorme por detrás de um sorriso tímido. Coração esse que se encontra cansado. É só mais um bocadinho de resistência. Por favor. Não desistas agora.
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
Daniel Serrão.
Soube há pouco que Daniel Serrão foi atropelado e se encontra em estado grave, depois do embate lhe ter causado um traumatismo cranioencefálico. Estou perturbada, como fico sempre que alguém sofre um atropelamento, exactamente com este diagnóstico. São traumas! 86 anos de uma vida de ensinamentos fulcrais para o desenvolvimento da sociedade. Da última vez que privei com ele foi num congresso sobre envelhecimento activo, em que ele defendia com todas as suas forças a necessidade da sociedade apostar num envelhecimento com qualidade. Sempre lhe senti um entusiasmo com a vida, nunca um pesar associado à idade. É o que chamo de espírito jovem. E agora estou com medo das consequências deste acidente gravíssimo. Não consigo sequer imaginá-lo a viver privado da sua independência. Eu sei que são situações da vida, azares como outros tantos, mas esta situação faz-me reviver a conversa sistemática dos domingos em que o meu avô: "antes a morte que viver feito vegetal e depender de terceiros!" Que a medicina, que tanto amou, esteja com ele e o faça voltar ao que de melhor sabia fazer: inspirar o Homem a viver com saúde, qualidade e, principalmente, feliz!
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quinta-feira, 11 de setembro de 2014
terça-feira, 12 de agosto de 2014
Doou o sorriso ao mundo e perdeu o dele.
(...) Não gosto de pensar que o homem que nos conseguiu emocionar à medida que nos ensinava a viver o “carpe diem” perdeu a força para o continuar a cumprir. É estranho, isto de confundir a ficção com a realidade, mas é tão fácil querer confundi-las, hoje, é tão fácil achar que a única homenagem justa ao homem que doou o sorriso ao mundo e perdeu o dele é subirmos todos para o topo das nossas mesas e gritarmos “oh, captain my captain”, para não o deixarmos, nunca, sair daquela sala, que há de ser sempre a nossa memória. |Marta Couto in P3|
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
domingo, 27 de julho de 2014
Porque hoje é Domingo!
Come, Thou Fount of every blessing,
Tune my heart to sing Thy grace;
Streams of mercy, never ceasing,
Call for songs of loudest praise.
Teach me some melodious sonnet,
Sung by flaming tongues above.
Praise the mount, I'm fixed upon it,
Mount of Thy unchanging love.
sexta-feira, 4 de julho de 2014
Habemus Bispo!
4 meses depois da dor maior da partida, eis que surge um novo nome para orientar a vida da Diocese Aveirense. Quer dizer, o nome é semelhante, já que é de António que se trata, mas o resto da composição até surge com a particularidade de rimar com Aveiro: António Manuel Moiteiro Ramos. É este o homem que, vindo de Braga onde era auxiliar, foi nomeado por Francisco, o Papa, para continuar a Missão da minha Diocese. Não lhe conheço a garra, nem tão pouco a forma de ser e de estar. Mas tenho esperança. Não é fácil desprender-nos da imagem de D. António Francisco, cujo nosso nome sabia sempre, cujo sorriso acalmava e cujas palavras traziam sempre um carinho à alma mais perdida. Mas, como digo, tenho esperança e aguardo o primeiro contacto. Será recebido com cortesia e entusiasmo próprio das minhas gentes mas com desconfiança inicial, natural daqueles que se tornaram órfãos num auge de evangelização. Que seja uma jornada produtiva esta que se inicia. Vindo de um António, cujo apelido rima com Aveiro, eu espero o melhor. Seja bem vindo senhor Bispo!
domingo, 27 de abril de 2014
sábado, 22 de março de 2014
Cerca de 10-15 minutos de oração por dia, onde quer que estejas, quando precisares!
A Passo a Rezar é uma iniciativa do Secretariado Nacional do Apostolado da Oração, uma obra da Companhia de Jesus (Jesuítas), que se dedica à promoção da oração pessoal. Diariamente são nos oferecidos 10-15 minutos de proposta de oração, em formato mp3, que podemos descarregar para o nosso computador. Neste mês foi lançado uma forma mais simples para aceder à oração diária: uma app gratuita, intitulada Passo a Rezar! Eu já instalei a minha. Assim será mais simples poder orar. Quando quiser, onde estiver. O que importa é a vontade do nosso coração pela oração. Vale a pena experimentar!
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segunda-feira, 10 de março de 2014
Aos amigos dizemos o que nos vai na alma!
Este Senhor que aqui vêem a comunicar, quiçá com o Criador, é um amigo, um GRANDE amigo. E hoje, mais do que nunca, tenho a certeza disso. D. António Francisco dos Santos, ex-Bispo de Aveiro e agora nomeado Bispo do Porto, foi um dos pilares que firmou os últimos anos da minha vida cristã. Entre a sua chegada e a minha ousadia de fazer diferente, a sua presença e o meu encarar de responsabilidades e a sua saída e o meu ano sabático resta-me a certeza de que cresci muito e melhorei, enquanto pessoa, graças à sua dedicação ao próximo. Ele soube o meu nome no primeiro dia em que fomos apresentados... e nunca mais o esqueceu. Fez sempre questão de me saudar utilizando o meu nome, o que me fazia sentir especial. Como era comigo, era com a maioria do seu povo eleito. No tempo em que o dever me exigia estar atenta aos seus discursos, quer escritos, quer falados, descobri autênticas pérolas de sabedoria. Registei imensas, fiz questão de partilhar outras tantas. Hoje, perante a realidade da sua despedida, não consegui controlar as lágrimas e o sentimento de perda abateu-se sobre mim. Quem me conhece sabe que sou terrível a lidar com perdas. Demoro imenso a mentalizar-me de tal injustiça. Ao regressar do jantar, e mesmo em frente à bela Sé de Aveiro, D. António Francisco encontrava-se nos últimos "adeus". Cheguei perto dele, para o cumprimentar novamente, e pedi-lhe que me deixasse desabafar. Ele consentiu. Ao que eu lhe disse, com os olhos rasos: "D. António, no seu discurso pediu perdão pelas suas faltas. Quero agora pedir-lhe perdão por esta, que me pertence: "Perdoe-me por ser tão má a digerir perdas. Esta ainda vai demorar a passar." Ao que ele me responde, em jeito de conforto: "Entendo a tua dor e sou solidário com ela. Tens todo o direito de estar assim pelo tempo que achares necessário. Perdoa-me!" E eu fiquei desarmada, com uma sensação de leveza a querer inundar-me o coração magoado. Humildemente aprendi, mais uma vez, o poder e o doce sabor do perdão. Agradeço os anos em que foi meu Bispo... mas sinto que nos tornou órfãos cedo demais. Será sempre um amigo, D. António. OBRIGADO!*
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
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