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sexta-feira, 12 de julho de 2013

Tonight, we are going on a date!



Há espaços que nos deslumbram!




E como dizia Buda: Numa viagem, um homem deve andar com um companheiro que tenha a mente igual ou superior a sua; é melhor viajar sozinho do que em companhia de um tolo.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

O S. Pedro já se acabou mas está-me a apetecer falar no S. João!


Há mais de 10 anos que descobri a diversão que os Santos Populares geram em malta tasqueira e tradicional como eu! E por mais que digam que aquilo é sempre a mesma coisa, eu não posso concordar. Todos os anos há sempre algo de novo que nos faz apaixonar um pouco mais pelo evento. Este ano não foi excepção. Com o pessoal todo a cortar-se, peguei na família e lá fomos nós. Certos enganos anteriores pelas ruas do Porto revelaram-se úteis para um estacionamento perfeito. Chegamos ao Porto a meio da tarde e, infelizmente, ainda não tinha reparado na beleza daquelas ruas e do povo que as povoa alegremente nesses dias. O Jardim da Cordoaria, as Fontaínhas, os Aliados, a Ribeira... tudo colorido com sorrisos, com os martelinhos, com o cheiro dos manjericos e da sardinha assada. É a alegria de um povo que se junta à luz do dia para comer farturas e beber minis, que se esquece dos problemas e sai à rua para desejar, com a alegria e orgulho que o caracteriza, uns bons festejos. É um povo que abre as portas de suas casas e monta a mesa na rua para almoçarem e jantarem e fazem dos visitantes desconhecidos os seus convidados. Sem estarmos a contar, fomos descendo das Fontaínhas para a Ribeira e fomos encontrar um bairro de portas abertas. Aquelas calçadas estreitas, de porta com porta, povoadas de escadas e escadinhas, primavam pela cor dos seus enfeites, pelos sorrisos de quem grelhava febras e assava sardinhas, pela música tradicional portuguesa que tinha o seu encanto exacerbado nessa altura. Sentimo-nos turistas no nosso próprio país, numa terra que tantas vezes visitamos mas que nos faltou o tacto para valorizar os pormenores. Seguiu-se a beleza de um Douro ao pôr do sol. E para acabar os festejos em beleza, demos por nós a jantar a bela da sardinha e da salada de pimentos, devidamente instalados numa rua de completo arraial. O som dos martelos, dos apitos, das palmas e o fumo da sardinha intensificaram-se com o chegar da noite e o céu começou a ser povoado por balões iluminados, que carregavam em si desejos recônditos. Como sou uma pessoa de convicções fortes, não descansei enquanto não lancei um balão desses, vontade essa que tinha sido cultivada em 2011. A primeira experiência não correu bem, dando origem a um fogo controlado. A segunda experiência necessitou de uns ajustes. Mas à terceira foi de vez, como dizem, e o belo do balão (que tinha inscrito impertinentemente Love is...) lá subiu os céus do Porto, para êxtase total dos que cá ficavam em baixo a olhar embevecidos. O regresso a casa sucedeu bastante cedo para o que é habitual mas, sem qualquer sombra de dúvida, foi um dos festejos mais ricos que tive em vida! Para o ano estou a modos que a ponderar reportar o festejo de Santo António. Vai na volta e até sou abençoada!









domingo, 23 de junho de 2013

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Muse, na óptica da inocente que ficou, sem saber, num dos melhores sítios do espetáculo!


A ideia era sair do trabalho às 15h30 para conseguir chegar ao Porto a horas decentes para estacionar e lanchar com a devida calma. Pois bem. A saída acabou por acontecer 1h depois, já comigo a bufar por todos os lados. A viagem foi feita ao som de David Fonseca, perdida em responsabilidades típicas de mais uma semana de serviço. Ao chegar, e depois de uma voltinha para conhecer o Cerco do Porto (por engano!) lá encontrei, como por magia, um lugar mesmo perto do Estádio. Não questionei a sorte e lá fui de encontro à agradável companhia que, há mais de 6 meses, padece do mesmo desespero que eu pelo 10 de Junho de 2013! Abastecida a mala de mantimentos de Burger King e da dose necessária de cafeína, o relvado do estádio do inimigo aguardava a nossa presença. Fomos andando até à presença de outros amigos e eu, por momentos, achei que não seria nada boa ideia ficar mesmo no centro do estádio, perto do segundo palco, onde seríamos rodeados apenas por pessoas em delírio por todos os lados. Como além de pessoas havia também grades e seguranças bastante perto, deixei de lado a agonia e concentrei-me no que estava ali a fazer. As horas foram passando, a conversa foi-se intensificando, a decoração de todo o estádio fazia antever algo de surreal. Uma espécie de tumores ou neurónios ou metástases nas bancadas, um robô que veio dizer olá, uns balões de S. João bem no topo. A nossa imaginação ia criando um mundo de fantasia ao ambiente envolvente que se fazia sentir. Os We are the Ocean, que eu não conhecia de parte alguma, fizeram uma primeira parte gira, deixando em mim uma curiosidade sobre os mesmos. No entanto, como antecedentes dos Muse, podiam ter dado um pouco mais de si, apostando numa maior interacção e num visual menos descuidado. Seguiu-se uma longa espera até que as luzes se acenderam e, sem que nada o fizesse prever, rebentou uma bola de fogo a 1 metro da minha cara. Fui projectada, com outros tantos seres, para trás num acto de defesa e dei por mim a colocar as mãos às pestanas e às sobrancelhas para ver se as tinha todas. 


(atentem ao minuto 0:16) 

Estava inteira. Tinha escapado a esta e a adrenalina no meu corpo era incalculável. Ficámos todos de sobreaviso sempre que víamos o buraco daquele palco a mexer, não fosse acontecer novamente a bomba e dar-se algum ataque cardíaco em alguém. Aquilo com que não estávamos, de todo, a contar quando ali nos posicionámos, foi o facto de, minutos mais tarde, ter de joelhos, à nossa frente, o vocalista em completo êxtase. Sim, o Bellamy esteve a um metro da minha cara. Demorei um certo tempo a processar, é verdade, tal era a estupefacção. Mas para continuar o delírio do momento, seguiram-se uma série de músicas que tanto me dizem, interligadas num protesto ruidoso contra a ganância mundial, contra os poderosos, contra os humanos que destroem a humanidade. Senti que os meus saltos e os meus berros faziam jus à revolta que sinto pela vitória dos que ganham à conta dos seus semelhantes. Faziam jus ao nojo que sinto da podridão de certas almas, do egoísmo e da parte calculista que decidiram cultivar. Foi libertador. E como se não bastasse, momentos tão próprios como um estoirar de notas pelo céu do Dragão, um suicídio com gasolina, uma balada tocada ao piano, um solo de harmónica e a deslocação do baterista aconteceram no nosso palco! Muitas foram as críticas que li ao concerto. Questiono-me seriamente se quem criticou, pela negativa, esteve lá mesmo. Não sei que concertos tiveram a oportunidade de ver mas uma banda que conjuga devidamente clássicos com músicas recentes, numa espécie de documentário contra a corrupção, usando um cenário futurista que nos faz sentir parte de um videojogo, envolto em efeitos que nos testam todos os sentidos, tem que ser louvada. O concerto foi único, de tal forma inesquecível que me dei ao trabalho de aqui registar esse momento. Quero para sempre lembrar-me dos pormenores que a memória teimará em fazer esquecer. E sim, nem nos meus sonhos mais audazes eu imaginava o que aconteceu. 
E agora uma nota para ti, meu eterno problema cardíaco: sabia perfeitamente que também tu fazias parte dos 45 mil e que não estarias muito longe de mim. Sabia que estavas a ver o mesmo que eu, a sentir tanto ou mais que eu. O meu medo e a minha estupidez fizeram com que os nossos olhares não se cruzassem mas aquele Electrify my life! traduzia o que o meu corpo era impedido de fazer, pela minha desgraçada mente. Resta-me a certeza que, também tu, te lembraste de mim quando surgiu AQUELA música. Não duvido! 
Valeu a pena a espera, valeram a pena os planos, valeu entrar naquele estádio sem expectativas. Foi isso que tornou tudo tão especial. Tomara que agora eu entenda que assim, desta forma, é mais saudável viver, é mais gratificante, é mais pleno e surpreendente. Sim, foi um mero concerto de música mas eu sou um ser de emoções e ponho tudo o que sou naquilo que vivo. Obrigado Muse!




sexta-feira, 26 de abril de 2013

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Happy Easter is... #4


... the details!










Sou uma pessoa de tradições. A Páscoa é uma delas. Estou envolvida numa série de pequenas rotinas que, a cada ano que passa, têm um sabor diferente. Sou uma pessoa que gosta de partilhar essas mesmas tradições, tentando que terceiros desenvolvam o mesmo gosto e a mesma conexão que eu a certos momentos. Por isso na Páscoa, faça chuva ou faça sol, com melhor ou pior humor, há flores oferecidas à madrinha, há reunião de família, há imagens em andores que são recordadas, há Via Sacra, há momentos de paragem, em grupo, há inovações na cozinha, há arte, há folar, há visita dos afilhados aos padrinhos, há Ovos Kinder, há Compasso Pascal, de casa em casa, a desejar boa Páscoa, há cruzes enfeitadas com flores, há campainhas a tocar pela rua fora, há partilha de amêndoas entre os mais novos, há o recordar de pessoas que tornam à terra. Mais ano menos ano, o trabalho vai juntar-se a esta grande lista, impedindo que eu viva esta tradição da forma que tenho vivido nestes últimos anos. No dia em que isso acontecer, estarei disponível para me adaptar, com a certeza no coração de que novas tradições serão criadas, tão dignas e gratificantes como estas. 

domingo, 10 de março de 2013

Vícios que não se perdem com a idade! #2







Por mais concertos que assista, há sempre uma sensação nova que surge ao ver David Fonseca. Ontem, finalmente, vi-o a cortar, com muita ousadia, a ligação ao estigma Silence 4. 10 anos passaram desde que se lançou a solo e cresceu muito enquanto músico, passando do depressivo ao completo vulcão em palco. Vê-se o crescente aperfeiçoamento musical, vê-se a necessidade de criar diferente. A perfeita Someone that cannot love deu lugar à ousada What life is for. Ele ainda consegue arrepiar os presentes quando toca Who are you? ao mesmo tempo que os desconcentra com a Silent Void. Seguidamente o corpo pede para dançar a The 80's juntamente com a Stop 4 a minute, cujo cansaço que daí resulta aspira um Under the Willow cheio de magia própria dos confetis. O coração do fã abre-se para um dueto soberbo com Luísa Sobral e prostra-se diante das novíssimas At your door e Monday, Tuesday, Wednesday, Thursday. Foi um concerto com muito mais músicas além das 10 aqui mencionadas. Foram mais de 2h repletas de memórias, que faço questão de juntar ao diário musical que a vida me tem proporcionado viver. Depois de uma certa tristeza, que surgiu das memórias profanadas do último concerto dele a que assisti, a ligação foi restabelecida. Porque quando algo é importante e faz sentido para nós, a insensibilidade de terceiros não pode nem deve abalar. Fez-se história, mais uma vez, no Coliseu do Porto!

sexta-feira, 8 de março de 2013



Em cada arciprestado da Diocese de Aveiro criou-se espaço para que cada pessoa, na liberdade e disponibilidade, possa experimentar o sabor e o valor do seu silêncio interior. Ousamos colocar, na praça mais movimentada do concelho, uma tenda de oração que terá actividade das 21h de 8 de Março às 12h de 9 de Março. Ousamos sair para fora da Igreja. Ousamos chamar todas as faixas etárias. Ousamos abrir-nos ao mundo, àqueles que procuram aprender a importância do silêncio interior no barulho e na pressa deste mundo. Ousamos integrar, no dia a dia normal de cada ser humano, o desafio do "parar". A ousadia foi lançada. Esperam-se frutos, dos bons, no coração do próximo!

terça-feira, 5 de março de 2013

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013



Pela altura das JMJ Madrid comprei uma garrafa destas. A sua cor rosa choque fez com que a vislumbrasse no meio de tantos outros objectos no meu quarto. Pego na etiqueta e leio. Abro a garrafa e tiro de lá de dentro uma mensagem, uma oportunidade de ajuda.

1Botella 1Mensaje é um projecto solidário para ajudar crianças da América Latina, integradas no programa "1 quilo de ajuda para a educação".
O programa consiste na venda destas garrafas térmicas que contêm uma mensagem de oportunidade para as crianças e famílias dos países em desenvolvimento. Em cada frasco é pendurada uma etiqueta manuscrita por uma criança das escolas que são apoiadas por este projecto, em que essa mesma criança  menciona o seu desejo para quando for mais velho.
Um dos objectivos prioritários do 1Botella 1Mensaje é ajudar crianças desfavorecidas através da educação, como motor principal do desenvolvimento das mesmas e das suas famílias. 
Cabe a quem compra esta garrafa deixar-se encantar pelo sonho da criança que chegou até si "engarrafado", optando pela ajuda na modalidade que mais lhe convier. 
Para ficarem a saber mais sobre este projecto ousado basta clicar aqui!

Eu tenho a garrafa desde 2011 e não ajudei o sonho engarrafado do José Alcides que tinha 13 anos nessa altura. Agora, em 2013, é menino para 15 anos. Não faço ideia se ainda anda no colégio ou não mas já me estou a informar. Caso não consiga ajudar o José ainda tenho a hipótese de ajudar a Ingrid, o Jimmy, a Lourdes ou o Nestor. O que vale é que quando há vontade, há segundas oportunidades. Ajudem também...

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

A propósito dos 25+1!



Foi um aniversário diferente mas marcante. Quis o destino e a Associação de Carnaval de Estarreja esticar o mesmo até ao dia dos meus anos. Admito que fazer anos em plenos festejos de Carnaval tem outro encanto. Estou mal habituada,é um facto. Acabei por ter um fim de semana de folga, utilizado todo para os demais que me habitam os dias. Decidi regressar ao blogue, decidi polvilhar a minha vida de trevos da sorte. Assisti à alegria carnavalesca envolta em plumas, rindo com aqueles que desfilavam e, com intenção, me inundavam com a sua alegria, com os seus sorrisos, com o seu carinho. Povoei uma mesa para 10 com 9 magníficos guerreiros humanos, cada um detentor de um pedaço daquilo que sou. Acabamos a noite a partilhar a sorte de um trevo doce, recheado de morangos, chantily e kiwi, enquanto brindávamos à felicidade e ao sucesso. Sucederam-se os abraços sentidos, as prendas lindíssimas, as músicas dedicadas, a repetição dos abraços, as palavras ditas nos olhos, a alma acarinhada, a protecção garantida em tempos de crise. O telemóvel tocava às vezes, ora com mensagens deliciosas, ora com vozes telefónicas que causaram saudades. Houve quem fizesse um esforço para entrar em contacto comigo, visto que não tinham meios para tal, houve quem se esquecesse porque o facebook não avisou, houve quem se lembrou e eu não estava à espera, houve quem esperei que se lembrasse e não se lembrou, houve quem se sentisse pessimamente por se ter esquecido. Os 25+1 chegaram de mansinho, num ambiente intimista e resguardado para aqueles que teimam em permanecer. Obriguei-me a regressar ao tempo em que o contacto directo é mais importante que a facilidade virtual. Para o meu bem, para o bem das relações inter-pessoais. Para o amadurecimento dos nossos seres. Estamos a perder qualidades, de ano para ano, no que toca ao relacionamento. Tornamo-nos medrosos e completamente ausentes de capacidade para expressarmos o que sentimos pelo outro. Decidi dar uma volta nisso. Porque a crise pode atingir muitos patamares da minha vida, só não permitirei que me empobreça os valores, a dedicação, a disponibilidade, os sentimentos. Tratarei de, devidamente acompanhada, tornar estes 25+1 num rico ano de ligações pessoais. Haverá lá coisa melhor? Quiçá não descubro que afinal, até eu, sou uma pessoa de relações!

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Carnaval de Estarreja 2013



Mesmo fora de horas, ainda há tempo para queimar os últimos cartuchos!
Confetis*