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sexta-feira, 27 de abril de 2012



Gostava de perceber que orgulho é que dá aos adeptos de outros clubes nacionais mandarem papaias acerca da infelicidade que aconteceu hoje ao Sporting. Deviam estar era orgulhosos por, ainda, alguma equipa nacional dar frutos na Europa, a esta altura do campeonato. E enquanto formos umas bestas egoístas, felizes pelas derrapagens dos outros, com pouco espírito nacionalista, demonstramos a realidade que nos habita enquanto sociedade: nada podemos enquanto não nos unirmos. Palavras de uma benfiquista mas, sobretudo, de uma portuguesa desiludida. 

terça-feira, 20 de março de 2012



E como disse o Jesus: 
As grandes equipas estão activas em várias frentes... As outras... bem, as outras estão em casa a ver! 


sexta-feira, 2 de março de 2012

A nova lei do fora de jogo deve ser à melhor de três!



Como eu sou uma pessoa racional, aqui vai: PP assume-se importante para a história do futebol. Criou a nova regra, na qual só quando 3, repito, TRÊS mariconços se encontrarem em fora de jogo é que dá origem a assinalar, devidamente, o acontecimento. Aqui está a justificação para não o ter feito. (Que isto há explicação para tudo, nesta vida!)

Agora vou ali pintar as unhas de verde, só para ser do contra!*

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

8 anos depois...



... lembro-me como se fosse hoje, arrepio-me como se fosse hoje! Numa altura em que o futebol era um dos meus grandes vícios, numa altura em que perder um minuto de qualquer jogo do Benfica era impensável, nunca esquecerei a noite de 25 de Janeiro de 2004. A módica quantidade de 16 anos não me fazia dotada de nenhuma maturidade para lidar com o que foi sucedendo. Todo e qualquer jogador do Benfica era considerado um ídolo e faziam parte de uma porta de armário recheada de craques, nos quais tinha orgulho. Sabia os nomes, os números, as posições. Achava-os mais giros do que propriamente percebia do futebol que jogavam, mas isso são contas de outro rosário. Por isso, este último sorriso, seguido da forte dor, do abaixamento, e da queda desamparada naquele tapete verde são imagens que, 8 anos volvidos, continuam tão reais como quando as vi. Sim, porque num café com mais de 10 pessoas, eu fui a única que reparou no que aconteceu em tempo real. A euforia da vitória que se vivia era celebrada entre minis e chouriça assada, num misto de decifrar o futuro do clube e pôr a conversa em dia. Quando as lágrimas me começaram a correr 4 a 4 pelo rosto fora, saindo da minha boca um "Ele morreu!" histérico, acredito que todos puseram em casa a minha sanidade mental. Até os meus pais! Mas logo repararam no aparato. Só me lembro de chegar a casa e ir rezar. Pedir 30.000 vezes para que ele não tivesse morrido de facto. Liguei o rádio. Em todo o lado se falava dele. Liguei a televisão. Vi e revi, para cima de muitas vezes, aquela sequência de imagens. Sorriso, abaixamento, queda desamparada. Sorriso, abaixamento, queda desamparada. Mais rápido, mais lento. Sorriso, abaixamento, queda desamparada. E chorava. Entretanto confirmou-se o óbito. Lembro-me que nessa noite não dormi. E que me levantei mais despedaçada do que me deitei. Mas, ao saber-se que poderia ter ficado como um "ser vegetal", ou incapacitado demais, alguma paz e aceitação assolaram o meu coração.
Eu sei que ele não é ninguém da minha família. Eu sei que não o conhecia. Sei também que pode ser aos olhos de muitos uma sequência de reacções exageradas da minha parte. Mas o que é certo é que todos nós assistimos à morte de uma pessoa em directo. E não é possível ser-se indiferente a tal. A minha (i)maturidade dos 16 anos não me deixava ter crescimento interior para lidar com uma situação penosa deste grau, é certo.
Deparei-me cedo demais com a fragilidade da vida humana. Consciencializei-me cedo demais que a vida é efémera. Aprendi cedo demais a "não deixar nada por dizer, nada por fazer". Construí cedo demais uma personalidade exigente, sedenta e auspiciosa, que cada vez se foi tornando mais exigente, sedenta e auspiciosa.

Se as estrelas são almas que nos vão iluminando os dias, esta, com toda a certeza, faz parte do meu céu. 

terça-feira, 22 de novembro de 2011

#6 - Um dia... e com alguma sorte à mistura, será assim!



Serão os jogos do campeonato, os jogos da Taça de Portugal, os jogos da outra taça em que ainda não houve outro vencedor que não o SLB, os jogos da Liga dos Campeões ou da Taça Uefa, os jogos amigáveis e os jogos da pré-época... 

Que cenário bonito! Carrega Benfica...

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Eu sou a favor do apagão...


... e quero lá bem saber que não concordem comigo!

Lembro-me de no ano passado rezar dias a fio para que não fôssemos campeões no Dragão. Temia mortes, temia motins, invasões de campo, porrada à grande e pouca, muito pouca festa! E agradeci o que aconteceu!

Desta vez, conseguiram fazê-lo na Luz. Parabéns. Mas olhai a diferença... Os benfiquistas saíram do estádio e ficaram os patos aos saltos. Não foram registados grandes incidentes.

Eles lá ficaram a estragar um bom bocado da relva que tanto nos custa a manter bonita, levaram com água para refrescarem (e se fosse eu o presidente, já não tomavam banho que isto da crise não está para duplicação de gastos!), e deram-lhes um ambiente ameno de meia luz... e ainda reclamam! Que é que querem?!

Se levassem na boca, era o fim do mundo! Deixam-nos andar aos pinotes e o fim do mundo é?! Não há quem vos entenda.

E depois uma pessoa quer trabalhar e só ouve na TV que 3 casas do Benfica foram vandalizadas?! Oh amigos... Perdem: partem tudo! Ganham: partem tudo também! O vosso mal é falta de actividades que vos ocupe o tempo livre... Essa é que é essa!

Sabem o que digo a todos aqueles mânfios, independentemente do clube (e contando também com os do meu!), que acham que futebol espetáculo é esta mediocridade? Era uma solução radioactiva por esse esófago abaixo!

E nem me venham dizer que estou com azia ou com dor de cotovelo porque sei ganhar mas sei também perder. E, por mais justo que seja este campeão (assumo!), gozem mas é a vitória e não inventem problemas onde eles não existem. Mostrem que a vitória vos basta. (o que eu duvido piamente!) 

Mas se houver uma tacinha de vinho do Porto, até que aceito, já que não posso beber champagne...

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Não se brinca assim com os meus sentimentos...



... só te perdoo quando voltares para o Benfica! Passar bem*

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

O que realmente me deixa triste não é a derrota do Benfica...


... (porque quando se perde por 5-0 e uma galinha, nem há hipótese de sentir o que quer que seja!) mas sim o facto do Gerson ter saído do Ídolos. Isto dá uma trabalheira gostar de alguém nestes programas... e depois saem assim? De quem é que eu vou gostar agora? Está-me cá a parecer que é daquele mocinho da Operação Triunfo que cantou o Bublé!

PS: Dada a hora, já é um post bastante aceitável.
PSS: Peço desculpa aos bloggers que vinham fixados na ideia de que eu ia falar do Benfica e alimentar a onda de tristeza/ódio que para aí vai.
PSSS: Eu nunca disse que aqui se faziam posts muito produtivos! LOL

Adenda: ENTÃO E O QUE CANTOU BUBLÉ TAMBÉM SAIU DA OT E NINGUÉM ME DISSE NADA? Ando mesmo sem olho para o assunto...

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

O bom gosto do Paulo Bento...



Eu quando me ponho a ver jogos de futebol, de uma forma demasiado atenta, dá nisto: Então não é que o Paulo Bento tem um extremo bom gosto ao escolher os jogadores da selecção? Estou rendida!

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Hysteria esteve concentradíssima no derby...

... nomeadamente nos seguintes intervenientes (e de uma forma alternada!):

Fábio Coentrão

Daniel Carriço

César Peixoto

Hélder Postiga

Javi Garcia

Rui Patrício

Tirando ali o senhor Javi, ainda posso afirmar com toda a convicção do mundo: O que é Nacional é MUITO BOM! *


quinta-feira, 18 de março de 2010

Já me dói a barriga de tanto rir...


Desde das 6h da tarde que estou escarrapachada no sofá, a ver diapositivos com matéria e a acompanhar o jogo do Benfica pelo Benfica TV. Por duas ou três vezes que me assustei com os guinchos lá do comentador e dei uns valentes saltos. Mas ainda choro de tanto rir cada vez que me lembro da reacção do gajo ao primeiro golo do Benfica. A cadeira ia saindo disparada, ele parecia que tinha os olhos a sair das órbitas, levantou-se que nem um tolinho, os óculos quase que caiam, gritou tanto a palavra golo que quase que foi preciso uma botija de oxigénio visto que estava mais vermelho que uma beterraba e, ás páginas tantas, agarra-se ao senhor que estava ao seu lado que até estremeceu com o abraço...

A sério... com adeptos fervorosos como estes, cada vez dá mais gosto ser deste GRANDE clube!


Carrega Benfica!!!!