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quarta-feira, 22 de maio de 2013

Eu devo ser muito difícil de conviver e aceitar!


Não é sempre que penso isto mas há dias que a dúvida me assola. Porque é que o meu poder sonhador, a minha capacidade criativa, o meu poder empreendedor, os meus planos de futuro, as minhas ilusões e ambições, a minha alegria e entusiasmo nas escolhas, quando partilhadas, incomodam tanto as pessoas? Sim, ninguém pode sentir as minhas experiências como eu as sinto. Ninguém tem o dever de lhes ter o mesmo encanto que eu tenho. Mas também nem sempre há a resposta positiva à proposta de fazerem parte do percurso que as constituem. Quero eu com isto dizer que não vale a pena colocarem sempre em cima de mim as culpas quando a vontade de fazer parte integrante é, tantas vezes... nula!

terça-feira, 23 de abril de 2013


Nem sempre a concretização dos nossos projectos, por melhor e cheios de potencial que sejam, infelizmente, depende só de nós. Nem sempre é fácil digerir que se aproveitem deles, à descarada, colocando-nos completamente de fora daquilo que criámos. Nem sempre é possível sermos bonzinhos e ver o lado positivo da questão, que é o reconhecimento do que fizemos, mesmo que de uma forma invertida. Nem sempre nos podem pedir que tenhamos calma e não desistamos, quando vemos que os mais próximos são os primeiros a falhar. Era uma oportunidade, uma só. Calem-se com os elogios e com palavras bonitas e dêem a oportunidade que este projecto/sonho merece. Com tanta porta fechada começam a faltar as forças para fazer vingar aquilo em que acredito e creio ser o melhor e o mais vantajoso para a sociedade futura. Porra, uma p*ta de uma oportunidade para mostrar a urgência e a necessidade do mesmo! UMA!

Enquanto isso vou ouvindo isto, para ver se a chama da esperança não se apaga! Hoje está mesmo difícil...

terça-feira, 9 de abril de 2013



O sentimento amanhã pode ser diferente mas hoje, em todo o meu ser, reside uma vontade gigante de sentir em mim tudo e todos. Essa vontade instalou-se e fez-me sentir a falta dos que se perderam pelo caminho, dos que estão afastados fisicamente pelas circunstâncias da vida e até dos que estão sempre presentes e teimo em desvalorizar. A vontade, que deve vir da paz que se instalou, não me permite sentimentos desagradáveis. Quero perdoar tudo e todos. Quero resolver as dúvidas, quero provocar reacções, quero organizar-me. Então o telemóvel e as redes sociais são dois dos grandes aliados que me permitem chegar aos que estão mais longe. A voz e os olhares oferecem tempo e dedicação àqueles que estão mais perto. Os livros que vou devorando, com temáticas minuciosamente escolhidas, fazem-me crescer e avaliar-me. O que demais não pode ser transmitido àqueles com quem não podemos contactar, também têm o seu espaço e o seu tempo. Ficam eternizados numa espécie de diário secreto que não tem qualquer pretensão de se tornar público. Todas as experiências e todas as pessoas que deixaram marcas fazem parte de nós e é uma pena que algumas tão importantes se tenham desvalorizado, se tenham perdido, se tenham banalizado quando tinham todo o potencial de fazer a diferença e marcar para sempre. Até a essas quero dedicar o meu sentir desmesurado de hoje. Porque quando o sentimento não cabe dentro do peito pode ser usado para transformar a mágoa e a tristeza em nostalgia bonita, em recordação infindável. E hoje todo o meu ser é feito de sentimento. Estarei a regressar ao mais íntimo de mim, ao que sempre fui?! Oxalá!*

sábado, 16 de março de 2013

FACTO #102


Só queria que percebesses que houve dias em que me senti terrivelmente só e isso fez de mim uma mulher insegura.

quinta-feira, 7 de março de 2013


Pela primeira vez na semana tenho uma noite para mim. Podia aproveitar a casa vazia para ajuntamentos de amigos e sessões de cinema. Podia aproveitar para ligar a Wii, chamar a minha irmã e dar treino ao corpo até perder mais calorias do que aquelas que ingeri. Podia pegar no telefone, fazer a tal chamada mas não me apetece ser rejeitada esta noite. Podia ligar o Skype e originar conversas que dão dores de barriga, tal é o fartote de riso. Podia iniciar um projecto que há muito venho a magicar. Podia ter ido conferir material para a actividade de amanhã. Podia tanta coisa. E tudo o que mencionei em cima implica partir de mim uma dedicação para com terceiros. Hoje, tal é o gosto requintado e saboroso do silêncio, não o vou trocar nem quebrar. Hoje poderia ser o dia em que, tendo as condições propícias para resolver certos assuntos pendentes, vou ignorar. Poucos são os momentos em que a vida me pede calma. Hoje ela é-me oferecida e eu, como nova egoísta que sou, vou aproveitar. Já é tempo dos terceiros virarem primeiros, já é tempo de, também eles, desencadearem acções, um dia que seja. Hoje é o dia. Ou não. E amanhã estará tudo na mesma. Ou não.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Bichos formigueiros matinais!


Aquando da ronda matinal pelos diversos blogues que sigo, surgiu esta postagem no blogue imissio, postagem essa que desencadeou uma série de pensamentos em mim, que passo a citar em baixo.

Por muitos defeitos que tenha, por mais chateada que esteja, por mais ocupações que existam, é quase impossível eu dizer "não" às minhas pessoas, quando me pedem ajuda. E é ver-me a tornar o impossível no possível para que essa ajuda se proporcione. É ver a minha mente a contorcer-se de criatividade para arranjar meios quando o fim parece tão longínquo. E, enquanto não achar que dei o meu melhor e que fiz o que estava ao meu alcance, não descanso. Esta forma desmesurada de lhes ter amor faz com que, tantas vezes, lhes facilite a vida. E eles habituam-se. Habituam-se a depender de mim para tudo, proferindo tantas vezes que, não sendo capazes de fazer metade do que eu faço nem tão pouco com a mesma ousadia e qualidade, nem tentam. E isso enerva-me. Enerva-me porque um dia posso ser eu a precisar. Um dia posso ser eu que não tenho mais forças ou não as quero ter. Um dia posso ser eu que quero o meu mundo facilitado. Um dia posso ser eu que quero simplesmente merecer e ter uma forma desmesurada de amor. E quando isso acontecer, em que ficamos? Será que a pressão os faz acordar e perceber que agora é a hora de tornarem o impossível em possível para mim? Eu espero que sim. Eu quero acreditar que não estou sozinha. Porque já dizia o meu avô: Ninguém está livre e temos que saber a quantas andamos!

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Vale a pena pensar nisto! #2




Depressão - Uma das doenças que mais respeito. Uma doença que tantas vezes é confundida com birras, mimo, egoísmo, mau feitio. Uma doença que nem sempre é vista como tal. Uma doença que desencadeia outras tantas doenças. Uma doença que muitos dizem ser moda ter. Uma doença que carece, cada vez mais de atenção, de cuidados. Uma doença que se apodera da sanidade. Uma doença que suscita vergonha por ser apelidada de doença dos fracos. Uma doença que é, cada vez mais, a realidade de muitos que vivem ao nosso lado. Vale a pena ler as razões que levam muitas pessoas até ela. Vale a pena sermos informados dos sinais de alerta. Vale a pena a consciencialização. 

terça-feira, 27 de novembro de 2012

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

E esta onda de indignação é porquê mesmo?!



Digam-me uma novidade proferida neste discurso. Apontem uma mentira. E, se conseguirem, depois discutimos pontos de vista. A verdade não devia doer tanto, fazer tanta mossa. É sinal que fazemos ouvidos moucos de propósito e preferimos viver de ilusões. É por estas e por outras que sempre agradeci a educação económica que me foi transmitida pelas gerações que me antecederam. Sou bem mais consumista que eles, um pouco mais desorganizada, é um facto. Mas sempre fui somente até onde as minhas possibilidades mo permitiram. As grandes concretizações que foram ocorrendo na minha vida vieram de muita poupança, de muita ginástica mental, de muita criatividade e inteligência para optar pelas soluções mais benéficas. Sim, vivo com estas "preocupações" desde dos 12 anos, altura em que me começaram a atribuir mesadas que tinha de gerir o mais sabiamente possível, sem qualquer hipótese de me darem mais como cedência a caprichos. Hoje em dia, com um salário, mantenho a mesma postura. Ainda vivo em casa dos pais, que ajudam imenso em muitas despesas que acabo por não ter, é certo. Mas o meu ordenado não é gasto até ao último cêntimo. A cada dia que passa é-me transmitida uma consciencialização para os excessos cometidos, excessos estes que podem ser facilmente contornados se nos esforçarmos um pouco para tal. Além de vivermos acima das nossas possibilidades, cultivamos o facilitismo e a cultura do novo, que é como quem diz, já ninguém se preocupa em tirar o máximo partido do que tem. E isto aplica-se não só a todo um materialismo mas também às relações humanas. Não é por acaso que há tamanha falta de entrega entre as pessoas, falta de valores, falta de respeito. "O novo ajuda a resolver, sempre o novo!" Pode ser que esta crise até seja benéfica para ver se a humildade começa a habitar a humanidade... Estou optimista!

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Home Alone!*




Hoje não era, de todo, um bom dia para lidar com o silêncio de 4 paredes.
A ver vamos...

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Diz-me...


"Em que momento nos zangámos por dentro?"

segunda-feira, 28 de maio de 2012

E hoje, ao dar uma explicação de História sobre colonização, lembrei-me disto...



Uma coisa vos garanto: a única escravatura em que pensei foi a da minha mente às lembranças que esta música acarreta! Não são tão poucas assim... Uma imensidão de pormenores que vão chegando ao consciente, agora que começa a reinar a serenidade na alma. Acho que vou começar a acolher estas recordações com carinho. Já é mais que tempo.

quarta-feira, 2 de maio de 2012



E existem aqueles dias em que te cansas de amores incompletos, de amores platónicos, de falta de amor, de excesso disto e daquilo. Cansas-te do “apesar de”. Cansas-te do "rabo entre as pernas", da sensação de ser prejudicado, cansas-te do “a vida é assim mesmo”. Cansas-te de esperar, de rezar, de aguardar, de ter esperanças, do frio na barriga, da falta de sono. Cansas-te da hipocrisia, da falsidade, da ameaça constante, da estupidez, da apatia, da angústia, da insatisfação, da injustiça, do frenesim, da busca impossível e infinita de algo que não sabes o que é. Cansas-te da sensação de não poder parar. E eu hoje estou cansada... demasiado até!*