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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
I'M FEELING THIS #29
A única coisa que sei é que parece que não chega e depois é horrível ser assim, porque este dar ar e liberdade é pago por mim em horríveis angústias que não manifesto. Sou eu sozinha a tentar processar as inseguranças, os medos, a saudade, o sentimento de abandono - muitas vezes -, tentando seguir a lógica do respeitar para ser respeitado. Isto, meu caro, é imensamente desgastante, porque não há transferência, fica tudo aqui e leva a outra pessoa a convencer-se que as suas ausências não causam transtornos, porque eu não cobro, pelo menos não com agressividade desmesurada. Feitas as contas, são noites e noites mal dormidas, para além de inúmeros dias de cão.
sábado, 29 de setembro de 2012
Morrer muda tudo. Há a queda emocional, claro. Mas também há a parte prática. Quem vai fazer o teu trabalho? Quem vai tomar conta da tua família? A única coisa boa de morrer é que não precisas de te preocupar. Pessoas que nunca viste vão morar na tua casa, fazer o teu trabalho. A vida simplesmente continua... sem ti!
É difícil dizer adeus. Às vezes é impossível. Nunca deixas de sentir a perda. E é isso que faz com que as coisas na vida sejam tão agridoces. Vamos deixando pequenas partes de nós para trás. Lembretes. Uma vida cheia de memórias. Fotos, quinquilharias. Coisas para sermos lembrados. Mesmo quando nos formos, mesmo quando tudo acabar.
in Grey's Anatomy
|Season 9, Episode 1|
terça-feira, 4 de setembro de 2012
domingo, 19 de agosto de 2012
Diz que se escrevermos fica mais fácil: de perceber, de guardar, de relembrar!
Porque agora tudo é mais claro. Nada que já não se soubesse há um ano. Nada de novo se descobriu. Pecou por ser tardio. Evitava-se muito do sofrimento e das horas de sono perdidas se tudo ficasse assumido um pouco mais cedo. E, mais uma vez, não me enganei. Isto de começar a acertar sempre no desenrolar das histórias começa a cansar o coração. Continuo a afirmar que eu não merecia o triste desenrolar da situação. Continuo a achar que gostar demais, nos dias que correm, começa a ser um crime. Dá-me uma certa pena e tristeza constatar que há pessoas que têm poderes sobre outras, assim ao ponto de interferir nas suas decisões de vida. Mas também custa ver que não há forças para combater isso. Hoje de manhã, o tempo foi caprichoso e surpreendeu-nos bem. Foi só preciso perceber o sinal e refazer a marcha. Foi só preciso uma visão, mesmo que rápida, da tua pessoa para perceber que algo não estava bem. E não estava. Lágrimas que custaram a rever. A sério que custou. Posso ser muito revoltada quando estou magoada, procurando o afastamento para a zona de conforto mas, a preocupação demonstrada é sempre verdadeira. Pudesse eu salvar-te e faria-o. Mesmo depois de tudo o que passei. Mas não posso. Aliás, ninguém pode. E ficamos por aqui, com quase tudo entregue. Mais um passo rumo à ruptura. Espero, do fundo do meu coração, que vás à estrutura abalada e retires de lá forças para construir o marco histórico na vida não só do teu amigo mas de alguém mais especial. E espero ainda que, no dia que descobrires o verdadeiro valor que tens, o possas partilhar sem medos, sem jogos, sem angústias. Como ironicamente o tempo refez uma situação passada, mudando as personagens, se houver alguma altura que um de nós precise do outro, ele encarregar-se-á de nos colocar frente a frente, quiçá numa estrada, quiçá à beira-mar, quiçá no meio da multidão. Tenho a certeza. E sim, continuo magoada e triste mas tenho que aceitar que na luta que travamos juntos não fomos fortes o suficiente para vencer. Podíamos ter tentado mais e melhor, podíamos. Mas não o fizemos. Conheço-me perfeitamente para saber que serei sempre um ser preocupado com o teu ser. Mesmo longe, porque tenho esse terrível defeito de precisar garantir que continuas, quanto muito, a sobreviver. Afinal não estávamos preparados para mais sete meses, para mais sete anos. Quebrámos logo aos sete dias após a promessa. Mas é disto que nos esquecemos vezes sem conta: a vida é um eterno plano, feito dia após dia, com perdas e ganhos, que pode ser invertido as vezes que quisermos, rumo à meta que pretendemos alcançar. Lá está: caso queiramos! E assim, depois do dia de hoje, seguiremos novo caminho não é? Que encontres nele a felicidade que precisas. Guardarei o nosso sorriso. Ele era bonito junto. E lembra-te que dia é hoje: 19 de Agosto de 2012, o dia em que, através de uma carta, deixei voar um amor aprisionado.
|Agora sim, o triste adeus que tanto teimaste em proclamar... infelizmente!*|
terça-feira, 10 de julho de 2012
I'M FEELING THIS #26
Temos medo - de no meio disto tudo que temos vivido e visto -, nos apareça um bom homem e já não consigamos ver, reconhecer. E isso é triste, é muito triste...
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Dói um bocadinho do lado esquerdo*
quarta-feira, 13 de junho de 2012
segunda-feira, 7 de maio de 2012
sexta-feira, 4 de maio de 2012
quarta-feira, 2 de maio de 2012
E existem aqueles dias em que te cansas de amores incompletos, de amores platónicos, de falta de amor, de excesso disto e daquilo. Cansas-te do “apesar de”. Cansas-te do "rabo entre as pernas", da sensação de ser prejudicado, cansas-te do “a vida é assim mesmo”. Cansas-te de esperar, de rezar, de aguardar, de ter esperanças, do frio na barriga, da falta de sono. Cansas-te da hipocrisia, da falsidade, da ameaça constante, da estupidez, da apatia, da angústia, da insatisfação, da injustiça, do frenesim, da busca impossível e infinita de algo que não sabes o que é. Cansas-te da sensação de não poder parar. E eu hoje estou cansada... demasiado até!*
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Give me a break*
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Quando é que esta doença cabra é controlada?! Quando é que deixa de separar amores, roubar família, despedaçar vidas e destruir sonhos? Quando?!
And they laughed at you as you packed all of your things.
And they wonder why you're frustrated.
And they wonder why you're so angry.
And is it just me
Or are you fed up?
domingo, 29 de abril de 2012
Gostava que, findo este tempo, tivesse ficado mais que desilusão e vazio. Gostava de poder recordar com ternura, gostava de exaltar detalhes, gostava de sorrir só pelo simples acto de lembrar. Mas não, infelizmente não. Não há esperança que a magia volte a caracterizar aqueles momentos. Há, antes, uma nuvem sombria de incerteza... incerteza da realidade que os acompanhava. São momentos cada vez mais desconectados. Quebra-se o fio condutor, inconscientemente. Tudo deixou de ter sentido. Tudo deixou de ser autêntico. Tudo vai morrendo dentro de mim... com aquele gosto amargo de dúvida de, alguma vez sequer, ter sido sentido. Gostava que, findo este tempo, tivesse ficado mais que desilusão e vazio. Gostava que tivesse ficado o cheiro, a segurança, o toque, o riso, o delicadeza. A sério que gostava! Mas há mágoas e incoerências que (ainda!) cortam como facas. Bem cá dentro. Bem fundo.
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Pedras no Caminho*
quarta-feira, 18 de abril de 2012
FACTO #51
Uma pessoa pode sentir-se isolada, mesmo sendo amada por muita gente... só pelo simples facto de não ser a única de ninguém!
|O Diário de Anne Frank|
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Dói um bocadinho do lado esquerdo*
segunda-feira, 16 de abril de 2012
quinta-feira, 12 de abril de 2012
sexta-feira, 30 de março de 2012
Somos treinados para sermos cuidadosos. Para procurarmos o problema. Para fazermos as perguntas certas. Para encontrarmos a fonte do problema... até que saibamos o que é exactamente e possamos combatê-lo. É preciso extrema cautela ou podemos fracassar. Podemos criar problemas onde não existem.
As nossas intenções são sempre puras. Queremos fazer sempre o que é certo. Mas também temos que ultrapassar barreiras. Corremos o risco de exagerar. Somos instruídos a "não fazer mal". Por isso fazemos certas coisas quando não o deveríamos ter feito... pois é difícil assumir quando não há problemas com os quais lidar! No entanto, há alturas em que é melhor abandonar, antes que tornemos tudo mais complicado... antes que causemos danos terríveis!
Grey's Anatomy
|Season 8, Episode 17|
sábado, 24 de março de 2012
Para quê fazer guerra se a paz não custa nada?! - pergunto-me todos os dias!
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