Amar, mesmo que por segundos, mesmo que por instantes, é para sempre. E é isso, essa sensação de segundos ou de minutos ou de dias ou de horas ou de anos ou meses, que é para sempre. Ama. Ama por inteiro. Ama sem nada pelo meio. Ama, ama, ama, ama. Ama. Porque é só por aquilo que te faz perder a respiração que vale a pena respirar. | Pedro Chagas Freitas
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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
E o estimado frio traz...
... o verdadeiro auge do herpes e das frieiras! Uau. Já tinha saudades de sentir que me espetaram uma bufarda nos lábios e da sensação de não mexer as falanges! not!
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Give me a break*
terça-feira, 26 de novembro de 2013
O melhor do meu dia! #5
O dia não precisa de chegar ao fim para ter a certeza de que o melhor dele se resume à intenção de uma menina de 3 anos, desconhecida, tentar ter uma conversa comigo, junto a um parque infantil que passei no regresso ao carro. Ela estava completamente indignada porque veio ao parque para brincar com outros meninos e, o único que por lá andava, foi obrigado pela mãe a ir embora. Ela tentou explicar-me isto mesmo. Quando me levantei para regressar ao trabalho, já ligeiramente atrasada, ela dá-me a mão e aperta-a e lança-me um beijo. Eu retribui e levei o dela no meu coração que, mesmo melancólico, hoje está cheio desta graça de criança. Soubesse ela o bem que já me fez. Que ternura!
terça-feira, 5 de novembro de 2013
A mecânica automóvel explicada pelo meu pai!
Pai - Sabias que tinhas um pisca traseiro fundido?
Eu - Eu ando dentro do carro. A menos que o pare por algum motivo e o pisca esteja ligado, é um bocado difícil aperceber-me, não é?
Pai - Não, não é. Quando ligas o pisca é normal que ele faça tic, tic, tic. A partir do momento em que ele faz tic tic tic tic, como se fosse uma bomba prestes a explodir, é caso para atingires que ele está fundido!
Eu - Ahhhhhhhhh! Era isso que significava aquele barulho irritante. Pensei sempre que fosse mau contacto.
Pai - Para ti tudo é mau contacto. Deves-me 1,10€! De nada.
Eu - Eu ando dentro do carro. A menos que o pare por algum motivo e o pisca esteja ligado, é um bocado difícil aperceber-me, não é?
Pai - Não, não é. Quando ligas o pisca é normal que ele faça tic, tic, tic. A partir do momento em que ele faz tic tic tic tic, como se fosse uma bomba prestes a explodir, é caso para atingires que ele está fundido!
Eu - Ahhhhhhhhh! Era isso que significava aquele barulho irritante. Pensei sempre que fosse mau contacto.
Pai - Para ti tudo é mau contacto. Deves-me 1,10€! De nada.
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Sabem o que é que não é nada inteligente?
Queimar dois dedos, logo pela manhã, num alisador de cabelo. Nem o besuntar abismal de Fenistil Gel está a aliviar a dor aguda que se crava nas falanges! Vou ter que me virar para outros socorros mais eficazes. Ou então meto baixa. É, é isso! Fazia-me bem um tempo livre.
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
O regresso de Christiane F.
Todos, ou quase todos, lemos este livro nas nossas infâncias/adolescência/início de idade adulta. Lembro-me, como se fosse hoje, de ter descoberto primeiro o filme e só depois o livro. E acho que essa foi a única vez que estive à beira do vómito causado pela realidade nua e e crua da vida. Christiane era uma junkie de Berlim que, na altura, tinha a mesma idade que eu. 13 anos. A RTP2 nunca foi proibida lá em casa, como é óbvio, e eu achava por bem ver filmes que não eram para a minha idade. Não bastante, ainda adquiri o livro e deparei-me, mais uma vez, com toda uma realidade de situações demasiado brutas e sinistras para a chamada infância/adolescência que ultrapassava. Lembro-me de ter dito a mim própria que aquele livro era uma espécie de exemplo para o que não devia seguir, custasse o que custasse a vida. O que é certo é que a mesma estava virada do avesso na altura e o livro nunca saiu da minha mesa de cabeceira. Agora com 51 anos, Christiane vai lançar um novo livro, intitulado A minha segunda vida e eu estou seriamente tentada a ler. Estou curiosa para saber como sobreviveu até aos dias que correm, visto que não deixou os vícios de outrora. Estou tentada porque desenvolvi uma preocupação e uma necessidade de protecção perante uma personagem que poderia ser um qualquer amigo meu. E quero receber novidades de Christiane. Quero mesmo.
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Saudades passadas*
sábado, 14 de setembro de 2013
terça-feira, 3 de setembro de 2013
A sorte que o meu LV teve hoje!
Semana de serviço. Uma pessoa trabalha só de tarde. E foi isso que salvou o meu rico carro de ser completamente abalroado contra uma árvore, mesmo estando estacionado. Enquanto uma pessoa andava nos seus afazeres matinais, ao que parece, uma senhora que veio a Portugal para renovar a carta (pasmem-se!), aquando do seu estacionamento, confundiu o acelerador e o travão e toca de galgar passeio, fazer novamente a curva de onde veio, acertar no carro estacionado (no sítio onde estaciono sempre o meu) que foi projectado contra a árvore. A senhora só parou o carro dela porque existia uma parede à sua frente. Isto pode parecer surreal mas o que é certo é que aconteceu. Tenho cá para mim que é Deus a querer mandar-lhe uma mensagem divina. A ela e a mim, diz o meu colega. É melhor começar a estacionar do outro lado.
sábado, 31 de agosto de 2013
As pessoas falam. Ora do que está bem, ora do que está mal. Falam. É-lhes inerente. Falam dos outros, comentam as suas vidas, faziam assim ou assado, consoante a sua experiência de vida. Isso nunca me incomodou, aliás, nem devia incomodar ninguém. Nestes casos não estamos a falar de uma necessidade maléfica de mudar a opinião de terceiros. Estamos a falar de julgamentos de situações pontuais, bons ou maus, justos ou injustos, mas que não implica denegrir uma imagem, nem tão pouco influenciar negativamente. É um falar "por falar", tantas vezes para nos consciencializar a nós mesmos a seguir ou a declinar o exemplo. Agora o que me preocupa são os mal intencionados. Os que fornecem informação deturpada. Os que querem influenciar negativamente. Os que necessitam de manchar a imagem do semelhante, seja qual for a razão. Os que têm um objectivo calculista. Os que pensam a acção, que a premeditam. Aqueles cujo único objectivo é atingir, magoar. Os falsos que fingem interesse para tirar "nabos da púcara". Os que continuam a gabar-se por terem afastado duas pessoas. Aqueles cuja vida própria não lhes chega. Aqueles que, de tão cobardes que são, precisam de transformar os pontos fracos dos outros em pontos fortes seus. Aqueles que em terreno confortável "fazem e acontecem" mas viram a cara e "não sabem onde se meter" quando confrontam a pessoa que andam a deturpar. Hoje, e mais que nunca, sinto pena. Porque hão de ser sempre uns infelizes, com necessidade de evidência constante para se afirmarem. E, pelo simples facto de a infelicidade dos outros surtir efeito na sua própria felicidade, já se vê a mente pequena que por ali habita.
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Desabafos*
quinta-feira, 27 de junho de 2013
O melhor fim de tarde do mundo!
Uma paragem digestiva, por causa de um pêssego, enquanto se está no atendimento ao público numa Farmácia, público esse que não pára de chegar! Isto é para ir ganhando calo!
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quarta-feira, 29 de maio de 2013
FACTO #111
E não foi uma situação bonita, nem fácil. Não sei porque me lembrei dela agora. Mas chegou uma vez, uma única vez, para sentir o sufoco que comporta em si mesma. Fica aqui registado que, se for possível, não a gostaria de experimentar mais vez alguma. Bastou. É que os olhos raiados e as olheiras pronunciadas denunciam-me e nem o melhor sorriso me vale. E eu também não gosto que encerrem o ciclo de uma relação com mais intervenientes em contacto com a nossa fraqueza. (ainda) Tem disto, os dias 29!
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This is me*
sábado, 25 de maio de 2013
Tentem...
... ter uma conversa com uma pessoa com Alzheimer pelo telefone. A vossa vida nunca mais será a mesma!
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quinta-feira, 25 de abril de 2013
Essa coisa que é estar na 1ª fila de um concerto!
Adianto já que esta situação não é para todos. E também não era para mim desde do incidente dos concerto dos Blasted Mechanism, em que fui atingida nos rins e infligi sofrimento no braço da criatura que me provocou tal dor, com as fortes unhas que ostentava. Adiante.
Ontem, e finalmente para bem dos meus acertos nesta vida, tive o prazer de assistir a um concerto do Gabriel o Pensador. Já tinha tido hipótese de o ver em 2011 mas ainda bem que deixei passar essa oportunidade, pois era bem possível que hoje associasse qualquer tipo de sentimento depressivo às suas músicas. Fui andando pelo meio da multidão, que não era muita e, sem grandes dificuldades, lá me posicionei nas grades, envolta em finos e muita conversa com quem me acompanhava. Aquando do início do concerto e de toda a euforia vivida, deparo-me com um casal de brasileiros de meia idade, com uma máquina fotográfica que mais parecia um canhão. O senhor educadamente pediu-me para ocupar, por uns instantes, o meu lugar para tirar umas fotos. Eu, como boa pessoa que sou, lá deixei a criatura usufruir do canhão e do lugar privilegiado. Qual não é o meu espanto quando o homem deixa de tirar fotos e se instala nas grades, como se sempre lá tivesse estado. Eu tocava-lhe e ele nada. Pegava novamente na máquina e tirava fotos, horríveis por sinal. Não bastante, ainda começou a deslocar-se na minha direcção e a albarroar-me para trás, para tentar arranjar espaço para a acompanhante. Eu como sou boa pessoa mas não sou tansa, toco-lhe no ombro insistentemente e quando o homem se digna a olhar para mim eu fui clara e referi que aquele lugar era o lugar onde EU me encontrava e que ele devia ter vergonha por se aproveitar das boas intenções das outras pessoas para com ele. Lá saiu a custo e a acompanhante armou uma peixeirada insultuosa contra... o cantor! Escusado será dizer que a música que se seguiu foi a melhor resposta não intencional que aquelas criaturas podiam ter tido. Oh mundo louco!
Ontem, e finalmente para bem dos meus acertos nesta vida, tive o prazer de assistir a um concerto do Gabriel o Pensador. Já tinha tido hipótese de o ver em 2011 mas ainda bem que deixei passar essa oportunidade, pois era bem possível que hoje associasse qualquer tipo de sentimento depressivo às suas músicas. Fui andando pelo meio da multidão, que não era muita e, sem grandes dificuldades, lá me posicionei nas grades, envolta em finos e muita conversa com quem me acompanhava. Aquando do início do concerto e de toda a euforia vivida, deparo-me com um casal de brasileiros de meia idade, com uma máquina fotográfica que mais parecia um canhão. O senhor educadamente pediu-me para ocupar, por uns instantes, o meu lugar para tirar umas fotos. Eu, como boa pessoa que sou, lá deixei a criatura usufruir do canhão e do lugar privilegiado. Qual não é o meu espanto quando o homem deixa de tirar fotos e se instala nas grades, como se sempre lá tivesse estado. Eu tocava-lhe e ele nada. Pegava novamente na máquina e tirava fotos, horríveis por sinal. Não bastante, ainda começou a deslocar-se na minha direcção e a albarroar-me para trás, para tentar arranjar espaço para a acompanhante. Eu como sou boa pessoa mas não sou tansa, toco-lhe no ombro insistentemente e quando o homem se digna a olhar para mim eu fui clara e referi que aquele lugar era o lugar onde EU me encontrava e que ele devia ter vergonha por se aproveitar das boas intenções das outras pessoas para com ele. Lá saiu a custo e a acompanhante armou uma peixeirada insultuosa contra... o cantor! Escusado será dizer que a música que se seguiu foi a melhor resposta não intencional que aquelas criaturas podiam ter tido. Oh mundo louco!
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quarta-feira, 24 de abril de 2013
É bom sermos agraciadas no Shiuuuu por um gesto tão próprio, tão nosso, que nos saiu do fundo do coração! Foi bonito e eu sinto-me abrençoada pela sensibilidade que o ser humano ainda demonstra ter!*
segunda-feira, 22 de abril de 2013
O que uma pessoa tem que aturar!
Quem me conhece sabe que eu tenho uma cabeleira farta de caracóis. É do conhecimento geral que rajadas de vento e cabelos soltos, especialmente encaracolados, é coisa da qual não se deve esperar resultados muito bonitos. Ora bem... Hoje, ao chegar à Farmácia depois da hora de almoço, fiz um esforço enorme para me equilibrar e não levantar voo. Escusado será dizer que a única coisa que via à frente dos olhos era cabelo. Ao entrar, baixei a cabeça e levantei para ver se endireitava a juba. Qual não é o meu espanto quando ouço soar uma voz masculina, vinda do armazém, que diz: AH LEOA!!!! É que já não me bastava o desastre capilar...
sábado, 13 de abril de 2013
Música que se um dia dissessem que eu ia ouvir em modo repeat, eu mandava internarem-me! #18
Há qualquer coisa de libertador no raio desta música! É colocar em modo ON e deixar que tudo flua. Hoje é dia de desligar. Hoje é dia de Not give a fuck. That's all!
sexta-feira, 12 de abril de 2013
Quando eu pedi, nas minhas orações, para ser especial...
... não era bem para ser uma pessoa em mil que tem efeitos adversos raros a antibióticos. Eu estava mais numa de ser única na companhia, especial na forma de ser e de estar, inesquecível aquando de uma eventual separação. Mas não. Acharam melhor brindar-me com um rash severo nas mãos que me faz ser tipo cobra em mudança de pele. É muito mais original, eu sei!, mas dói para caralhinho e é também sinal que o fígado não está no melhor estado. Assim sendo, para-se com o antibiótico que se está e começa-se um novo. Não vou orar a pedir o que quer que seja porque tenho planos para o fim de semana que não quero, de todo, cancelar. Assim sendo, a única coisa boa que daqui advém é que, ao fim de 20 anos, finalmente descubro a causa desse efeito cobra. Ao fim de 20 anos, e com a inteligência e conhecimento que os anos em Coimbra me conseguiram fornecer, desvendei o mistério que 3 Dermatologistas e 2 Médicos de Família não conseguiram na altura. Clavamox e outros lâctamicos, chegou ao fim a nossa relação. Um bem haja!*
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quarta-feira, 10 de abril de 2013
Aquilo que eu sei...
... é que há gente que já escreveu livros por menos. Neste momento, estou ainda a tentar acreditar nas voltas que a vida deu para me fazer faltar ao aniversário de uma pessoa para ir aos ensaios do coro para o casamento de outra que já foi o grande amor da sua vida. Estou ainda a tentar acreditar que, neste momento, estou a cantar ao lado de uma pessoa que já foi a pessoa de uma pessoa minha. E, como se não bastasse, ainda estou a tentar acreditar que vou ao casamento de uma pessoa minha no dia em que perdi a minha pessoa. Bonita embrulhada. Mais rebuscado era impossível. É caso para dizer: WTF?!
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Give me a break*,
WTF*
quinta-feira, 28 de março de 2013
Eu sou aquela que...
...recebe a mensagem do amigo que era para a namorada quando meio mundo feminino recebe a mensagem do namorado que era para a amiga. A primar pela diferença desde 1987.
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quarta-feira, 27 de março de 2013
Há dias em que certos utentes podiam muito bem ter ficado refastelados no sofá a curtir a reforma, em vez de darem cabo de qualquer vontade de profissionalismo de uma jovem adulta no activo!
Ainda só passou meio dia e já vamos com um índice de aldrabice, exagero, amuos, dramatizações, má educação, arrogância e manipulação considerável!
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