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segunda-feira, 28 de julho de 2014

Alma gémea: já encontraste a tua?!


(...) Quando duas almas gémeas se abraçam, sente-se o alívio imenso de não ter de viver. Não há necessidade, nem desejo, nem pensamento. A sensação é de sermos uma alma no ar que reencontrou a sua casa, que voltou finalmente ao seu lugar, como se o outro corpo fosse o nosso que perdêramos desde a nascença. |MEC|

Que maravilha!




Já aqui mostrei o meu agrado e encanto por este puto de 20 anos que, maravilhosamente bem, interpreta músicas que adoro! Chego a arrepiar-me quando aquele vozeirão é emitido. Mas ontem, a doçura e força deste momento, foi o que mais me marcou. É completamente maravilhoso e faz a alma levitar de tão simples e transcendente que é. Não ganhou o programa mas teve a oportunidade de marcar a vida daqueles que apreciam boas músicas e excelentes interpretações. Que nunca lhe falta a coragem e a ousadia de chegar mais longe. Luís, foi um prazer descobrir-te!

terça-feira, 22 de julho de 2014

Recriar a magia da infância!



O Pequeno Príncipe existe e está à espera de visitas, ali para os lados da fronteira entre França/Alemanha. Vamos criar laços com a nossa infância, cativar a nossa meninice, preparar o coração para sermos um pouquinho mais felizes? Acabei de juntar um item à minha "To do list". Maravilha!

quinta-feira, 17 de julho de 2014

FACTO #148


Estarmos preparados para os erros que cometamos dá uma tranquilidade impagável diante da vida porque, na verdade, a perfeição é termos a certeza de que iremos errar e poderemos errar com perfeição, ou seja, na atitude certa. E isso é muito bom. Por isso é que herrar é umano.


sexta-feira, 4 de julho de 2014

Habemus Bispo!


4 meses depois da dor maior da partida, eis que surge um novo nome para orientar a vida da Diocese Aveirense. Quer dizer, o nome é semelhante, já que é de António que se trata, mas o resto da composição até surge com a particularidade de rimar com Aveiro: António Manuel Moiteiro Ramos. É este o homem que, vindo de Braga onde era auxiliar, foi nomeado por Francisco, o Papa, para continuar a Missão da minha Diocese. Não lhe conheço a garra, nem tão pouco a forma de ser e de estar. Mas tenho esperança. Não é fácil desprender-nos da imagem de D. António Francisco, cujo nosso nome sabia sempre, cujo sorriso acalmava e cujas palavras traziam sempre um carinho à alma mais perdida. Mas, como digo, tenho esperança e aguardo o primeiro contacto. Será recebido com cortesia e entusiasmo próprio das minhas gentes mas com desconfiança inicial, natural daqueles que se tornaram órfãos num auge de evangelização. Que seja uma jornada produtiva esta que se inicia. Vindo de um António, cujo apelido rima com Aveiro, eu espero o melhor. Seja bem vindo senhor Bispo!


domingo, 1 de junho de 2014

Eu sou uma sofrida...



A mim tudo me dói. E doer não é necessariamente mau. Quando me respeitam eu emociono-me, dói-me a alma de tão bom que é. Quando me desrespeitam, choro pela dor dilacerante que a alma incute ao corpo. Sofro com as perdas, sofro com a nostalgia das memórias. Choro com a emoção da felicidade de ontem, de hoje e da ilusão do que poderá vir a ser amanhã. Choro com as lutas travadas, com as batalhas perdidas e, principalmente, com as ganhas. O desapego custa-me lágrimas salgadas, derramadas em noites de ansiedade descontrolada, juntamente com a revolta das voltas trocadas aos planos idealizados. A ideia de recomeço comove-me, pela esperança que lhe está implícita. Permito-me à dor, quando ela se lembra de aparecer e me perturbar a paz. Mas limito-a no tempo. Como ontem. Através de certas imagens, decidiu entrar em mim sem pedir autorização e impor questões sonantes que importunam o sono. Dei-lhe tempo de antena, dei-lhe alguma razão, chorei respostas que teimam em não aparecer, desliguei o som proveniente do concerto que, até então, me deslumbrava. Adormeci, entre voltas e revoltas. Hoje acordei e agradeci. Não sei bem o quê, secalhar o simples facto de estar viva, mas agradeci. E confiei. Confiei que, mais cedo ou mais tarde, tudo fará sentido. E assim aniquilei essa dor mazinha, que teima em estar atenta aos momentos de maior fragilidade. Impus-lhe limites, convivendo agora com ela, sem que me cause mossa ininterruptamente. Porque há tão mais a agradecer, tão mais que fazer, em vez de ficarmos acorrentados a dores de passados que não voltam. Eu sou uma sofrida porque sinto tudo, o que me diz e não diz respeito, mas sou melhor do que ontem porque já sei escolher pelo que vale a pena sofrer!


sábado, 29 de março de 2014

Ser boa pessoa (afinal!) compensa!






Graças à pontaria de um amigo meu nos Óscares, ontem fomos ao cinema, ver o Capitão América, com o alto patrocínio da MMS Portugal! Quando chegamos, a sala estava decorada com camisolas de várias cores, como podem ver na primeira foto, e havia um cumprimento doce no ecrã. Já instalados, o staff da MMS foi incansável e andou a divertir-nos com umas perguntas, cujas respostas certas davam prémios. Não me calhou a mim nenhum produto em sorte. Vimos 2 horas de Steven Rogers, o típico filme de super-herói e, no fim, estavam a oferecer dispensadores à cor cujo sorteio definisse em sorte. Pois bem. Eu tinha a camisola amarela, ele a laranja. A cor vencedora foi azul... e mesmo assim trouxe um dispensador para casa! Perguntam vocês e bem... COMO? Pois bem... Ainda pensei andar à porrada com algum azul, ou roubar e fugir, mas optei por abanar no ar o meu mini pacote de MMS, quando perguntaram quem não tinha terminado. O moço fez o sorteio da cor directamente de lá. Como me conspurcou os pobres MMS, decidiu que o meu acto desinteressado de boa vontade dava direito a um dispensador. E pronto! Agora quem quiser ir a minha casa comer MMS tem que levar moedinha para oferecer ao Vermelho! Foi uma noite bastante agradável, em que me diverti e surpreendi bastante. Eu sou feliz com tão pouco! Ainda bem.

sexta-feira, 28 de março de 2014

segunda-feira, 10 de março de 2014

domingo, 9 de março de 2014


Quando te sentires triste, chora. Permite-te fragilizar. É por não aproveitarem estes sinais que as pessoas começam a atrair sinais graves de fragilização, as doenças. Permite-te desapegar das coisas, das ideias de que ser forte é que é, de que as coisas são tuas. São pequenos lutos que doem. É verdade, doem. Mas evitam a perda definitiva. Evitam que a vida seja tão dura contigo como tu és contigo próprio.

segunda-feira, 3 de março de 2014



Já não redigia tão pouco em Fevereiro desde do ano em que criei este blogue. No mês em que há menos dias para a escrita, tê-lo vivido com o turbo ligado não ajudou. Muita coisa aconteceu em Fevereiro e isso é gratificante. Os dias foram cheios, recheados de emoções e vivências, ora estonteantes, ora de calmaria para reencontrar o que se vai perdendo. Se me for lembrando e o mês de Março me permitir, pode ser que eternize o feedback de momentos tão únicos e inesquecíveis. Se não, há mais vida digna de registo, neste bonito mês que agora nos saúda. Olá Março, sê bem-vindo! E que mude a hora depressinha!*

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014